{"id":8788,"date":"2016-09-30T11:39:14","date_gmt":"2016-09-30T14:39:14","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=8788"},"modified":"2016-09-30T12:09:06","modified_gmt":"2016-09-30T15:09:06","slug":"vegetarianismo-motivacoes-duvidas-e-dificuldades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/vegetarianismo-motivacoes-duvidas-e-dificuldades\/","title":{"rendered":"Vegetarianismo: motiva\u00e7\u00f5es, d\u00favidas e dificuldades"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Estevan Garcia\">Estevan Garcia<\/a><\/em><\/p>\n<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Opini\u00e3o P\u00fablica e Estat\u00edstica (IBOPE), no ano de 2012, 8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u2013 aproximadamente 15,2 milh\u00f5es de pessoas \u2013 se declarava vegetariana, em seus mais variados n\u00edveis. Pressup\u00f5e-se que do ano da pesquisa para c\u00e1 o n\u00famero de adeptos do regime alimentar tenha aumentado. No entanto, o assunto &#8211; que n\u00e3o \u00e9 novidade na sociedade &#8211; ainda gera estranheza e d\u00favidas entre boa parte da popula\u00e7\u00e3o. Essas interroga\u00e7\u00f5es, infelizmente, acabam refletindo no mercado aliment\u00edcio de muitas cidades brasileiras.<\/p>\n<p><strong>Sobre as poss\u00edveis motiva\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>As motiva\u00e7\u00f5es para se deixar de comer carne s\u00e3o in\u00fameras. Uma delas \u00e9 que, segundo dados do site da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), s\u00e3o abatidos 10 mil animais terrestres por minuto no Brasil para a produ\u00e7\u00e3o de carnes. Entre os animais os campe\u00f5es nesse ranking macabro, est\u00e3o os frangos, bois e porcos, animais com complexa capacidade cognitiva e que sentem dor, sofrimento e alegria \u2013 tanto quanto nossos c\u00e3es e gatos. O setor pecu\u00e1rio, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), \u00e9 o maior respons\u00e1vel pela eros\u00e3o de solos e contamina\u00e7\u00e3o de aqu\u00edferos do mundo. O desmatamento e os gases do efeito estufa tamb\u00e9m ficam por conta do setor pecu\u00e1rio: a maior parte do desmatamento da Amaz\u00f4nia e 14,5% das emiss\u00f5es de gases\u00a0do efeito estufa oriundos de atividade humana est\u00e3o ligadas diretamente ao setor. Quanto aos estragos sociais, tamb\u00e9m s\u00e3o preocupantes: em um mundo onde muitas pessoas passam fome, s\u00e3o utilizados de 2 a 10 kg de prote\u00edna de origem vegetal para produ\u00e7\u00e3o de 1 kg de prote\u00edna de origem animal. Al\u00e9m disso, o maior consumo de alimentos de origem vegetal e a restri\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, ainda segundo a SVB, t\u00eam efeitos positivos na sa\u00fade do ser humano.<\/p>\n<p><strong>Sobre as classifica\u00e7\u00f5es do vegetarianismo<\/strong><\/p>\n<p>Cabe aqui esclarecer alguns pontos. O vegetarianismo \u00e9 dividido em quatro classifica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>1) Ovolactovegetarianismo: pessoas que em seu regime alimentar excluem todos os tipos de carne, mas consomem ovos, leite e latic\u00ednios;<\/p>\n<p>2) Lactovegetarianismo: pessoas que em seu regime alimentar excluem todos os tipos de carne, mas consomem leite e latic\u00ednios;<\/p>\n<p>3) Ovovegetarianismo: pessoas que em seu regime alimentar excluem todos os tipos de carne, mas consomem ovos;<\/p>\n<p>4) Vegetarianismo estrito: pessoas que em seu regime alimentar n\u00e3o fazem uso de nenhum produto de origem animal.<\/p>\n<p>Muitas vezes, os vegetarianos estritos s\u00e3o chamados de veganos. Por\u00e9m, a filosofia do veganismo vai al\u00e9m disso: consiste em n\u00e3o consumir qualquer produto que gere sofrimento e\/ou explora\u00e7\u00e3o animal. Os veganos n\u00e3o se at\u00eam apenas \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o: se preocupam, por exemplo, em n\u00e3o consumir produtos de f\u00e1bricas as quais utilizam da explora\u00e7\u00e3o de animais em testes de laborat\u00f3rio, com o uso de roupas que n\u00e3o tenham alguma origem animal, entre outros.<\/p>\n<div class=\"_5wd4 _1nc7 direction_ltr _2cnu\"><strong>Sobre as fontes de prote\u00ednas<\/strong><\/div>\n<p>Outro ponto importante de ser esclarecido \u00e9 sobre as poss\u00edveis fontes de prote\u00edna. Afinal, quem \u00e9 vegetariano com certeza j\u00e1 ouviu o comum questionamento: \u201cE de onde voc\u00ea tira as prote\u00ednas?\u201d. Os alimentos de origem animal \u2013 principalmente a carne \u2013 s\u00e3o sim ricas fonte de prote\u00ednas. No entanto, n\u00e3o s\u00e3o, nem de perto, as \u00fanicas. Em entrevista para o site de not\u00edcias UOL, a nutricionista especialista em alimenta\u00e7\u00e3o vegetariana Ana Ceregatti fez uma lista de onze alimentos de origem vegetal ricos em prote\u00ednas:<\/p>\n<p>1) Pistache: 20,9 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>2) Am\u00eandoas: 21 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>3) Castanha de caju:15,3 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>4) Quinua: 14 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>5) Aveia crua em flocos: 13,0 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>6) Lentilha: 9 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>7) Gr\u00e3o-de-bico: 8,8 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>8) Tofu: 8,2 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>9) Feij\u00e3o fradinho (ou feij\u00e3o de corda): 8,2 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>10) Feij\u00e3o carioca: 4,8 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento;<\/p>\n<p>11) Feij\u00e3o preto: 4,5 gramas de prote\u00edna a cada 100 gramas do alimento.<\/p>\n<p>Vale salientar que esses n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos.<\/p>\n<p><strong>Sobre a adequa\u00e7\u00e3o do mercado aliment\u00edcio nas cidades<\/strong><\/p>\n<p>Embora o n\u00famero dos adeptos ao regime alimentar na sociedade brasileira seja consider\u00e1vel, o mercado aliment\u00edcio de muitas cidades, no geral, ainda deixa a desejar para este nicho de clientes. Anah\u00ed Silveira, 22 anos, estudante de jornalismo, se tornou ovolactovegetariana h\u00e1 tr\u00eas anos e h\u00e1 pouco mais de um ano aboliu do seu dia a dia qualquer produto de origem animal. Segundo ela, no \u00faltimo ano, principalmente, na cidade de Pelotas, as op\u00e7\u00f5es de mercado aumentaram consideravelmente: \u201c\u00e9 bem raro chegar a um lugar e perguntar se h\u00e1 algo vegano pra comer e ningu\u00e9m saber te responder. Da mesma forma, estabelecimentos que antes n\u00e3o ofereciam op\u00e7\u00f5es, hoje moldaram seus card\u00e1pios ou at\u00e9 mesmo, se ainda n\u00e3o \u00e9 feito, aceitam sugest\u00f5es abertamente &#8211; at\u00e9 porque \u00e9 mais um nicho de mercado que se abre\u201d, afirma. No entanto, aponta que existe outro lado: \u201cpercebo que sair \u00e0 noite pra comer \u00e9 meio que um dilema por aqui. N\u00e3o tem pizzarias, restaurantes ou muitas lancherias &#8211; com servi\u00e7o que tu possas comer no local &#8211; oferecendo essas op\u00e7\u00f5es. Tem p\u00fablico pra esse nicho de mercado, mas n\u00e3o tem engajamento dos estabelecimentos, na minha opini\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Gengiscan Pereira, 19 anos, estudante de teatro, \u00e9 ovolactovegetariano h\u00e1 mais de um ano. Segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 uma grande variedade de op\u00e7\u00f5es de locais para comer na cidade. O estudante aponta outra dificuldade: \u201cOs pre\u00e7os \u00e9 que s\u00e3o o problema. Geralmente esse tipo de lugar acaba sendo mais caro do que lugares mais comuns\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, conta que \u00e9 muito dif\u00edcil encontrar op\u00e7\u00f5es vegetarianas em restaurantes n\u00e3o especializados no ramo: \u201cEncontro uma dificuldade gigante, quando saio com fam\u00edlia ou amigos, de encontrar algo que eu coma\u201d, conta.<\/p>\n<p>Pensando nisso, listamos aqui algumas das op\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os especializados no assunto da cidade de Pelotas.<\/p>\n<p><strong>Libre<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: pra\u00e7a coronel pedroos\u00f3rio, 61- a.<\/p>\n<p>Telefone: (53) 3222-4205<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/librebicicafe\">Facebook<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Teia ecol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Pra\u00e7a Coronel Pedro Os\u00f3rio<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/teia.ecologica.3?fref=ts\">Facebook<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Eco<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Rua Gon\u00e7alves Chaves, n\u00ba 708.<\/p>\n<p>Telefone: (53) 3028 1500<\/p>\n<p><strong>La c\u00f3smica<\/strong><\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Rua Santa Cruz, 1114.<\/p>\n<p>Telefone: (53) 3025-1642<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lacosmicavegan?fref=ts\">Facebook<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Duendes m\u00e1gicos (delivery)<\/strong><\/p>\n<p>Facebook\/deliciasdosduendes<\/p>\n<p>Telefone: (53) 8458-0608<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Estevan Garcia Segundo dados do Instituto Brasileiro de Opini\u00e3o P\u00fablica e Estat\u00edstica (IBOPE), no ano de 2012, 8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u2013 aproximadamente 15,2 milh\u00f5es de pessoas \u2013 se declarava vegetariana, em seus&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":8789,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":true,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[205],"tags":[69],"class_list":["post-8788","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-qualidadedevida","tag-estevan-garcia"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/09\/Sem-t\u00edtulo-52.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-2hK","jetpack-related-posts":[{"id":3758,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-cultura-da-tatuagem-no-seculo-xxi\/","url_meta":{"origin":8788,"position":0},"title":"A cultura da tatuagem no s\u00e9culo XXI","author":"Em Pauta","date":"11\/05\/2015","format":false,"excerpt":"Por Estevan Garcia Mesmo sendo uma pr\u00e1tica milenar, as tatuagens ainda causam d\u00favidas na sociedade contempor\u00e2nea. 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