{"id":8613,"date":"2016-09-12T12:50:04","date_gmt":"2016-09-12T15:50:04","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=8613"},"modified":"2016-09-12T12:50:04","modified_gmt":"2016-09-12T15:50:04","slug":"aborto-no-brasil-a-clandestinidade-que-pode-ceifar-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/aborto-no-brasil-a-clandestinidade-que-pode-ceifar-vidas\/","title":{"rendered":"Aborto no Brasil: a clandestinidade que pode ceifar vidas"},"content":{"rendered":"<p><em>Por: <a href=\"http:\/\/Lunara Duarte\">Lunara Duarte<\/a><\/em><\/p>\n<p>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o brasileira vigente desde 1984, o aborto \u00e9 considerado crime. O procedimento s\u00f3 pode ser realizado legalmente em casos extremos de risco \u00e0 vida da m\u00e3e: gravidez resultante de estupro ou anencefalia fetal. A penaliza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica continua a ser questionada em raz\u00e3o do contingente de mulheres que recorrem a este recuso por vias clandestinas e perigosas.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros s\u00e3o alarmantes. A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) estima que cerca de 19 milh\u00f5es de abortos s\u00e3o realizados de maneira insegura anualmente e a mortalidade materna se aproxima de 70 mil. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (ONU), leis restritivas contribuem para aumentar a mortalidade por abortos inseguros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da possibilidade de falhas no uso do anticoncepcional, estudos revelam que o uso cont\u00ednuo pode causar in\u00fameros efeitos colaterais. Este texto relata um caso de gravidez ect\u00f3pica (nas trompas) em decorr\u00eancia do uso de p\u00edlula do dia seguinte \u2013 quando o \u00f3vulo \u00e9 fecundado mas a a\u00e7\u00e3o da p\u00edlula impede seu deslocamento para o \u00fatero.<\/p>\n<p>O document\u00e1rio O Aborto dos Outros, dirigido por Carla Gallo, exp\u00f5e uma s\u00e9rie de entrevistas em uma narrativa comovente das dores enfrentadas pelas abortantes. Adolescentes ou mulheres adultas, v\u00edtimas de estupro ou mulheres que decidiram dar fim \u00e0 gesta\u00e7\u00e3o por causa da pobreza, todas encaram a vergonha e o julgamento moral da sociedade. Os m\u00e9dicos s\u00e3o assertivos quanto \u00e0 necessidade de reformula\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Penal nesse quesito para amenizar todo o constrangimento e riscos. \u201cAproximadamente 70 mil mulheres morrem por ano em fun\u00e7\u00e3o do abortamento inseguro. E 95% deles s\u00e3o feitos em pa\u00edses em desenvolvimento, pois neles h\u00e1 a manuten\u00e7\u00e3o de leis restritivas e proibitivas\u201d, diz o ginecologista Jefferson Drezzett.<\/p>\n<p>Cl\u00e1udia (nome fict\u00edcio), 60 anos, moradora de Pelotas, revelou a amarga experi\u00eancia. A secret\u00e1ria tem uma filha adolescente e demonstra certo embara\u00e7o ao ser questionada sobre o assunto. Ela conta que tinha 30 anos quando fez o aborto, mas o fez porque estava em um relacionamento passageiro e desempregada. A press\u00e3o familiar tamb\u00e9m influenciou. \u201cA crian\u00e7a n\u00e3o foi planejada. Eu estava desempregada e meus pais foram contr\u00e1rios. N\u00e3o conseguiria sustentar a crian\u00e7a. Minha m\u00e3e estava com problemas de sa\u00fade e gast\u00e1vamos muito. No fundo eu n\u00e3o queria [abortar], mas n\u00e3o tive escolha\u201d, contou.<\/p>\n<p>O fato de Cl\u00e1udia ter o pai enfermeiro foi um facilitador. Ele aplicou uma inje\u00e7\u00e3o abortiva nela no segundo m\u00eas de gesta\u00e7\u00e3o. Na ocasi\u00e3o, ela n\u00e3o estava fazendo uso do anticoncepcional e o paceiro se recusou a usar preservativo. \u201cMe senti culpada por ter me descuidado\u201d, afirmou. Apesar de tudo, \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 descriminaliza\u00e7\u00e3o do aborto pois considera que, quando feito na clandestinidade, gera danos \u00e0 sa\u00fade da mulher. \u201cUm aborto at\u00e9 o terceiro m\u00eas deveria ser controlado atrav\u00e9s da legisla\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>A dona de casa pelotense Elena Baldez, 27 anos, que est\u00e1 na sua segunda gesta\u00e7\u00e3o, \u00e9 reticente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica. Ela acha incorreto interromper a gravidez por mero descuido. S\u00f3 considera que deve ser feito em casos de m\u00e1-forma\u00e7\u00e3o fetal. Por\u00e9m, demonstra solidariedade com as abortantes, j\u00e1 que nem todas t\u00eam o amparo familiar como ela. \u201cSou contra o aborto, acho errado impedir algu\u00e9m de viver, algu\u00e9m que n\u00e3o pode se defender. Mas as mulheres que praticam t\u00eam os seus motivos. N\u00e3o devem ser punidas t\u00e3o severamente pela lei\u201d, finalizou.<\/p>\n<p>J\u00e1 a estudante de Antropologia da UFPel, Amanda Oliveira (20 anos), \u00e9 enf\u00e1tica no seu posicionamento. \u201cExistem mulheres que n\u00e3o querem ter filhos. \u00c9 simples. N\u00e3o querem ser m\u00e3es. E a escolha delas deve ser respeitada.\u201d Como militante, Amanda contextualiza que a proibi\u00e7\u00e3o do aborto \u00e9 indissoci\u00e1vel da opress\u00e3o sexual sofrida por todas as mulheres. De acordo com ela, homens n\u00e3o podem decidir sobre aborto porque eles n\u00e3o engravidam. Para eles, ser pai n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o trabalhoso, n\u00e3o requer tanta dedica\u00e7\u00e3o e abnega\u00e7\u00e3o quanto ser m\u00e3e. Toda a cobran\u00e7a recai sobre as mulheres e elas \u00e9 que devem ter autonomia reprodutiva.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, apenas Cuba, Porto Rico, Guiana e Uruguai permitem o aborto sem necessidade de justificativa. No resto do continente, a legisla\u00e7\u00e3o varia de totalmente a parcialmente proibido. Estudos alegam a queda vertiginosa no n\u00famero de mortes maternas nesses pa\u00edses j\u00e1 que a legaliza\u00e7\u00e3o vem aliada \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. No Brasil, a laicidade do Estado tem sido questionada pelo movimento feminista, j\u00e1 que o aborto \u00e9 discutido sob um vi\u00e9s estritamente moral e religioso. Enquanto isso, \u00e9 cada vez mais dif\u00edcil vislumbrar medidas verdadeiramente democr\u00e1ticas diante das manobras pol\u00edticas restritivas impostas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Lunara Duarte De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o brasileira vigente desde 1984, o aborto \u00e9 considerado crime. 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