{"id":7699,"date":"2016-02-14T21:40:46","date_gmt":"2016-02-14T23:40:46","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=7699"},"modified":"2016-02-13T16:10:56","modified_gmt":"2016-02-13T18:10:56","slug":"tecnologico-mundo-novo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/tecnologico-mundo-novo\/","title":{"rendered":"Tecnol\u00f3gico Mundo Novo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>por <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/tag\/vinicius-pereira-colares\/\" target=\"_blank\">Vinicius Colares<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\n<p>Existe uma contradi\u00e7\u00e3o inerente ao uso de m\u00eddias digitais. Essa afirma\u00e7\u00e3o comprova-se, principalmente, quando a ligamos aos <em>smartphones<\/em>. Ningu\u00e9m usaria o celular por tanto tempo se n\u00e3o acreditasse de verdade nos benef\u00edcios dele. Poupar tempo, ser mais produtivo e ter acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o em qualquer lugar \u2013 <em>anyplace<\/em>, <em>anytime<\/em> \u2013 s\u00e3o alguns dos aspectos positivos citados, geralmente.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo \u00e9 cada vez mais comum ouvir relatos, quando estes s\u00e3o sinceros, de donos de <em>smartphones<\/em> que sentem-se frustrados com o tempo empreendido nas redes sociais ou em outros aplicativos in\u00fateis. Na tentativa de controlar sua rotina (e imagem), o indiv\u00edduo em sua contemporaneidade \u00e9 cada vez mais vulner\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>As novas amizades<\/strong><\/p>\n<p>Desde 2007, com o lan\u00e7amento do primeiro aparelho celular com um sistema operacional pr\u00f3prio totalmente <em>touch-screen <\/em>(o primeiro <em>Iphone<\/em> da Apple), os h\u00e1bitos mudaram. E mudam-se os h\u00e1bitos, sabe-se, mudam-se as pessoas.<\/p>\n<p>Jacob Weisberg, em <a href=\"http:\/\/www.nybooks.com\/articles\/2016\/02\/25\/we-are-hopelessly-hooked\/\">artigo<\/a> na <em>New York Review of Books<\/em>, fez a cr\u00edtica de alguns livros que tratam da grande tem\u00e1tica <em>digital media<\/em>, pensando em um vi\u00e9s sociol\u00f3gico. Um dos livros, de <a href=\"http:\/\/www.amazon.com\/gp\/product\/1594205558?ie=UTF8&amp;tag=thneyoreofbo-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=1594205558\">Sherry Turkle<\/a>, trata de aspectos especialmente intrigantes. A psic\u00f3loga e soci\u00f3loga do MIT (<em>Massachusetts Institute of Technology<\/em>) analisou a possibilidade de um novo tipo de comunica\u00e7\u00e3o estar surgindo com as novas tecnologias.<\/p>\n<p>As amizades nesse cen\u00e1rio, por exemplo, mudaram. Hoje \u201ca arte da amizade\u201d, diz Turkle, virou a arte de saber dividir a aten\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m constantemente \u2013 com o <em>smartphone<\/em>, por exemplo. Quem nunca passou por uma situa\u00e7\u00e3o parecida, de encontrar-se falando consigo mesmo, que atire a primeira pedra \u2013 ou d\u00ea <em>unfollow<\/em>.<\/p>\n<p><strong>A falsa aproxima\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a possibilidade de repensar um ato que faz com que, normalmente, um indiv\u00edduo n\u00e3o repita um erro. Para alcan\u00e7ar esse tipo de reflex\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 preciso estar sozinho. N\u00e3o \u00e9 uma regra, mas \u00e9 sozinho que o sujeito consegue ponderar sua exist\u00eancia individual e, respectivamente, perceber a independ\u00eancia daqueles que o cercam. As rela\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s das redes sociais impossibilitam, de certa forma, que tudo isso aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>O termo <em>fight over text<\/em> \u2013 que significa mais ou menos \u201cbriga por mensagem de texto\u201d \u2013 \u00e9 extremamente ilustrativo para pensar esse aspecto. Um exemplo usado por Turkle: Adam teve uma discuss\u00e3o s\u00e9ria com sua namorada. Ou melhor, teve uma <em>fight over text<\/em>. Em uma situa\u00e7\u00e3o onde ele seria tomado por um surto de p\u00e2nico, Adam resolve mandar \u2013 e esse \u00e9 o exemplo que a autora d\u00e1 \u2013 uma foto de seu pr\u00f3prio p\u00e9 (risos?) para a namorada. Isso alivia a situa\u00e7\u00e3o e tudo acaba bem.<\/p>\n<p>Essa possibilidade de esconder vulnerabilidades explica, de certa forma, o crescimento de aplicativos como o <em>Snapchat<\/em> (e suas mensagens \u201cfantasmas\u201d) e o <em>Instagram<\/em>. Nessas redes sociais o Adam de Turkle \u00e9 sempre o Adam que <em>quer<\/em> ser. N\u00e3o \u00e9 por um acaso que o <em>Facetime<\/em>, aplicativo da Apple onde os envolvidos conversam por v\u00eddeo, n\u00e3o deu t\u00e3o certo quanto o esperado.<\/p>\n<div id=\"attachment_7701\" style=\"width: 760px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin.jpg\" rel=\"attachment wp-att-7701\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7701\" class=\"size-full wp-image-7701\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin.jpg\" alt=\"A imagem do fot\u00f3grafo Eric Pickersgill \u00e9 da s\u00e9rie &quot;Removed&quot;, uma cr\u00edtica ao uso excessivo de smartphones (fonte: Eric Pickersgill\/www.removed.social)\" width=\"750\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin.jpg 750w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin-199x159.jpg 199w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin-398x318.jpg 398w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/02\/debbie_kevin-600x480.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7701\" class=\"wp-caption-text\">A imagem do fot\u00f3grafo Eric Pickersgill \u00e9 da s\u00e9rie &#8220;Removed&#8221;, uma cr\u00edtica ao uso excessivo de smartphones (fonte: Eric Pickersgill\/www.removed.social)<\/p><\/div>\n<p><strong><em>FOMO<\/em><\/strong><strong> e a realidade do <em>social media<\/em> <\/strong><\/p>\n<p>As m\u00eddias digitais e as redes sociais est\u00e3o movimento uma quantidade cada vez maior de pesquisas em torno de suas problem\u00e1ticas. Termos como <em>FOMO<\/em> (<em>Fear Of Missing Out <\/em>\u2013 algo equivalente a \u201cmedo de perder algo\u201d) est\u00e3o tentando explicar o que est\u00e1 por tr\u00e1s do desenvolvimento de aplicativos e dispositivos.<\/p>\n<p>Em Standford, por exemplo, foi criado o <em>Persuasive Technology Lab <\/em>(Laborat\u00f3rio de Tecnologia da Persuas\u00e3o). S\u00e3o estudados nesse centro, por exemplo, os mecanismos que causam essa esp\u00e9cie de depend\u00eancia por parte do usu\u00e1rio das redes sociais. Os resultados desses estudos acabam gerando mais aplicativos de <em>persistent routine<\/em> ou <em>behavioral loop<\/em>, que integram-se \u00e0 nossa rotina e, na maioria dos casos, n\u00e3o s\u00e3o produtivos &#8211; e sim distrativos.<\/p>\n<p>O <em>Instagram<\/em> talvez venha a ser o melhor exemplo, definido como um produto <em>habit-forming<\/em> (ou criador de h\u00e1bito). \u00c9 comum conhecer pessoas que, ao acordar, assumem abrir o aplicativo antes mesmo de sair da cama. Isso torna-se, em curto e m\u00e9dio prazo, o equivalente a despertar toda manh\u00e3 e puxar a alavanca de uma m\u00e1quina de apostas em um Casino.<\/p>\n<p>Essa incapacidade de controlar os pr\u00f3prios h\u00e1bitos implica geralmente na falta de capacidade de controlar as pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es. E s\u00e3o esses indiv\u00edduos que tentam, com o uso das redes sociais, apropriar-se de uma imagem idealizada e controlar (ou contrariar) os atos do pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Existem maneiras de tentar mudar isso. Deixar o <em>smartphone<\/em> longe da mesa enquanto faz uma refei\u00e7\u00e3o ou sair de casa sem o celular no bolso, por exemplo.\u00a0 Mas a melhor e mais valiosa dica \u00e9 de Sherry Turkle: leia (ou releia) <em>Walden<\/em> de Henry David Thoreau.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Vinicius Colares Existe uma contradi\u00e7\u00e3o inerente ao uso de m\u00eddias digitais. Essa afirma\u00e7\u00e3o comprova-se, principalmente, quando a ligamos aos smartphones. 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