{"id":7653,"date":"2016-01-20T22:15:13","date_gmt":"2016-01-21T00:15:13","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=7653"},"modified":"2016-01-20T22:15:13","modified_gmt":"2016-01-21T00:15:13","slug":"novos-ares-musicais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/novos-ares-musicais\/","title":{"rendered":"Novos ares musicais"},"content":{"rendered":"<p><em>Formada, principalmente, por jovens universit\u00e1rios de in\u00fameros lugares do pa\u00eds, a noite de Pelotas ainda se divide em subgrupos separados por estilo musical \u2013 mas que acabam indo muito al\u00e9m da m\u00fasica. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>por Fernanda Flores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c0s vezes, torna-se complicado sair da zona de conforto de uma vida toda para morar em uma cidade completamente nova e desconhecida. Assim, procurar por lugares e pessoas da mesma vertente musical que a tua pode ser dif\u00edcil. E como para muitos dos quase-adultos m\u00fasica \u00e9 o novo oxig\u00eanio, resolvi facilitar esse trabalho \u00e1rduo entrevistando jovens de diferentes idades e \u201ctribos\u201d, por\u00e9m, todos com um ideal em comum: encontrar em Pelotas um pouquinho de si mesmos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A cearense Karolina Magalh\u00e3es, 25, a paulista Thamiris Barbosa, 24, e a baiana Gabriela Martins, 22, t\u00eam prefer\u00eancias musicais variadas: samba, hardcore e rock alternativo, respectivamente. Por\u00e9m, foram un\u00e2nimes quanto \u00e0 primeira impress\u00e3o de um rec\u00e9m chegado a Pelotas. \u201cDepois de um tempo, a gente vai conhecendo melhor, vai andando mais e acaba conhecendo o pessoal que gosta do estilo. Quando mudei, era mais dif\u00edcil de se achar um lugar pra ir, mas agora a hist\u00f3ria t\u00e1 mudando\u201d, diz Thamiris, resumindo o pensamento das tr\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre a dificuldade de encontrar uma galera de gosto musical parecido, Karol e Gabi concordaram que acharam f\u00e1cil. Ambas conheceram colegas de curso ou amigos que j\u00e1 moravam aqui em Pelotas h\u00e1 mais tempo e sabiam para onde e com quem ir. J\u00e1 Thamiris disse que \u201cno come\u00e7o foi meio dif\u00edcil. Comecei a ir a alguns eventos que n\u00e3o faziam muito o meu gosto\u201d, por\u00e9m, com o tempo, se acaba encontrando nesses eventos pessoas que tamb\u00e9m n\u00e3o queriam estar ali e procuravam por algo diferente. Karol ainda d\u00e1 a dica: \u201cdepois que voc\u00ea come\u00e7a a frequentar locais que tendem a um certo estilo, naturalmente, voc\u00ea vai conhecendo e criando la\u00e7os com pessoas que dividem o mesmo gosto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tanto em Fortaleza, quanto em Salvador e Cachoeira Paulista, as gurias afirmaram que a diferen\u00e7a musical comparada a Pelotas \u00e9 enorme. Karol vivia na quinta maior capital do pa\u00eds em popula\u00e7\u00e3o, o que tornava f\u00e1cil caso ela quisesse ouvir seu samba e chorinho de segunda a segunda. Segundo ela: \u201cDepois do per\u00edodo de busca, fui conhecendo os locais, os m\u00fasicos, e as pessoas envolvidos com o samba e o choro em Pelotas, fiquei bastante empolgada, pois finalmente pude desfrutar de locais com um n\u00edvel musical elevad\u00edssimo nesse estilo. Por\u00e9m, sabia que a oferta seria bem menor comparada com a minha cidade. [&#8230;] Digamos que eu pressentia que n\u00e3o seria t\u00e3o f\u00e1cil encontrar bares que tocassem choro e samba como os que eu costumo frequentar em Fortaleza. Muito menos aqueles bares mais simples, mais ao ar livre, devido ao clima, logicamente.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">J\u00e1 Gabriela e Thamiris encontraram em Pelotas uma cena muito melhor de acordo com seus gostos. A primeira viu aqui muito mais oportunidades na noite dos finais de semana, j\u00e1 que curte um som mais alternativo e, na sua cidade natal, Salvador, quase s\u00f3 tocava sertanejo universit\u00e1rio em festas com DJs. Ela ainda diz que, \u201coutra quest\u00e3o importante \u00e9 que a maioria das festas alternativas de Salvador ou s\u00e3o simples Covers de bandas tipo Oasis, Strokes e The Killers ou s\u00e3o voltadas para o p\u00fablico GLS. Ou seja, \u00e9 muito dif\u00edcil ir a alguma festa em que um DJ inclua o rock na setlist e fa\u00e7a o p\u00fablico dan\u00e7ar\u201d. Thamiris \u00e9 da mesma opini\u00e3o e diz que \u201co que faltava era realmente um grupo que estivesse querendo fazer um som legal e pessoas interessadas a formar bandas.\u201d Em Pelotas ela encontrou \u201cmais pessoas interessadas, o que ajuda a divulgar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E como uma dica para as casas de show e boates, Gabriela contou o que acha que deveria melhorar aqui. \u201cO maior problema passa pela quest\u00e3o da seguran\u00e7a. O acesso aos bons lugares da cidade depende de t\u00e1xi, j\u00e1 que a cidade \u00e9 muito perigosa para ir ou voltar andando de uma festa. Outra quest\u00e3o \u00e9 a falta de controle da venda de ingresso. Muitas vezes, o estabelecimento superlota porque vendem os ingressos at\u00e9 o limite m\u00e1ximo de pessoas que ali cabem, o que torna o ambiente desconfort\u00e1vel para todos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Karolina acha que os eventos culturais da cidade s\u00e3o pouco divulgados: \u201cAcredito que deve existir um enfoque maior na divulga\u00e7\u00e3o, no investimento e na promo\u00e7\u00e3o de certos eventos culturais. Al\u00e9m do que, tem que se aprofundar ainda mais a rela\u00e7\u00e3o com os universit\u00e1rios interessados por cultura, que, sem d\u00favidas, tem muitas coisas para acrescentar nesse cen\u00e1rio cultural de Pelotas\u201d. J\u00e1 Thamiris d\u00e1 a dica para quem curte bandas locais ou independentes: \u201cO pessoal podia ter um g\u00e1s maior e dar mais for\u00e7a para as bandas novas que vem aparecendo. Quando os caras v\u00e3o tocar ningu\u00e9m se empolga, n\u00e3o h\u00e1 uma energia boa da galera com a banda\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas de que adianta ter banda, DJ e festa, se n\u00e3o tem lugar pra tudo isso acontecer? Pois saiba que tem, e s\u00e3o v\u00e1rios. Gabriela curte Galp\u00e3o Satolep pra uma festa mais agitada e com bastante gente, \u201cj\u00e1 que sempre tem festas tem\u00e1ticas que se adaptam \u00e0s diversas vertentes do rock.\u201d Karolina prefere o famoso Bar Liberdade, que \u00e9 grande refer\u00eancia no samba Pelotense, mas ela tem uma dica pessoal, \u201cconheci outro bar bastante interessante que toca um samba mais partido alto, chamado bar do Rog\u00e9rio, fica no centro, na Cassiano entre Andrade Neves e XV de novembro, e o samba acontece nas tardes de s\u00e1bado. Al\u00e9m desses, \u00e9 sempre bom ficarmos nos informando de apresenta\u00e7\u00f5es pontuais que ocorrem na cidade.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como opini\u00e3o final sobre a cena musical, de forma abrangente, a baiana Gabi diz que \u201ccomo em todos os lugares, os gostos musicais se dividem em polos. Uma sexta-feira em frente \u00e0 UCPel comprova isso \u2013 pode-se ver carros com Luan Santana nas alturas, mas tamb\u00e9m pode-se ouvir um Nirvana vindo de algum lugar. Como a cidade tem uma quantidade consider\u00e1vel de jovens, \u00e9 muito comum que a diversidade musical esteja presente. No entanto, pra um interior, Pelotas se mostra muito receptiva.\u201d Pelotas \u00e9 isso, uma cidade universit\u00e1ria com espa\u00e7o para todos os gostos e um potencial de crescimento ainda maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E Thamiris termina com uma mensagem de otimismo para a cena hardcore e as bandas locais: \u201cAguardem que tem muita coisa boa vindo ai! O cen\u00e1rio t\u00e1 crescendo, aparecendo pessoas que realmente gostam e que fazem isso n\u00e3o por fogo, mas porque realmente amam. Pelotas j\u00e1 t\u00e1 come\u00e7ando a trazer pessoas de cidades vizinhas para vir pros roles daqui, deixe mais uns tempos e ser\u00e1 uma refer\u00eancia aqui no sul. Vamos incentivar as bandas novas, tem gente que t\u00e1 fazendo um trabalho legal e que as pessoas nem sabem. O neg\u00f3cio \u00e9 divulgar e vamos continuar com tudo\u201d. No fim, a dica \u00e9 procurar conhecer pessoas de gostos parecidos e n\u00e3o ter medo de experimentar coisas novas. Depois disso \u00e9 s\u00f3 aproveitar tudo que a cidade tem a oferecer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Formada, principalmente, por jovens universit\u00e1rios de in\u00fameros lugares do pa\u00eds, a noite de Pelotas ainda se divide em subgrupos separados por estilo musical \u2013 mas que acabam indo muito al\u00e9m da m\u00fasica. por Fernanda&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":7654,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[73],"class_list":["post-7653","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-fernanda-flores"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2016\/01\/music.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-1Zr","jetpack-related-posts":[{"id":3066,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/espaco-de-cultura-casa-fora-do-eixo-pelotas\/","url_meta":{"origin":7653,"position":0},"title":"Espa\u00e7o de cultura: Casa Fora do Eixo Pelotas","author":"Em Pauta","date":"14\/11\/2014","format":false,"excerpt":"Por Fernanda Flores A Casa Fora do Eixo Pelotas, assim como outras Casas Fora do Eixo do Brasil, \u201catua como espa\u00e7o de interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es, metodologias, pr\u00e1ticas colaborativas e constru\u00e7\u00e3o coletiva, o que transforma em mais um Campi da Universidade Livre Fora do Eixo.\u201d Al\u00e9m disso, \u201ca Casa Fora do\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura e Entretenimento&quot;","block_context":{"text":"Cultura e Entretenimento","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/culturaeentretenimento\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/11\/Fernanda-FOTO.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/11\/Fernanda-FOTO.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/11\/Fernanda-FOTO.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/11\/Fernanda-FOTO.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":8309,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/alunos-do-curso-de-jornalismo-promovem-documentario-da-ong-afro-beat-anjos-e-querubim\/","url_meta":{"origin":7653,"position":1},"title":"Alunos do curso de Jornalismo promovem Document\u00e1rio da ONG Afro Beat Anjos e Querubim","author":"Em Pauta","date":"11\/07\/2016","format":false,"excerpt":"Por Ariel Pedone e K\u00e9tlin Gon\u00e7alves \u00a0\u00a0 O Jornalismo Comunit\u00e1rio tem por preocupa\u00e7\u00e3o dar voz aos quais as m\u00eddias tradicionais, por muito, tenta ignorar. 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