{"id":7407,"date":"2015-11-29T17:00:00","date_gmt":"2015-11-29T19:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=7407"},"modified":"2015-11-29T15:54:28","modified_gmt":"2015-11-29T17:54:28","slug":"zudizilla-a-luta-a-vida-e-a-obra-do-rapper-pelotense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/zudizilla-a-luta-a-vida-e-a-obra-do-rapper-pelotense\/","title":{"rendered":"Zudizilla: a luta, a vida e a obra do rapper pelotense"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>por Caroline Albaini<\/strong><\/p>\n<p>O f\u00e1cil acesso aos meios de grava\u00e7\u00e3o tornou mais simples a populariza\u00e7\u00e3o mundial de diversos g\u00eaneros musicais, sendo um deles o <em>rap<\/em>. Sa\u00eddo dos guetos e mesclando um ritmo intenso com rimas po\u00e9ticas o <em>Rhythm and Poetry <\/em>(ritmo e poesia, rap) migrou para os centros urbanos ap\u00f3s desenvolver-se nas margens da sociedade norte-americana. Em Pelotas s\u00e3o incont\u00e1veis artistas que comp\u00f5em o cen\u00e1rio da categoria musical, lan\u00e7ando suas <em>mixtapes<\/em>, seja por CD ou disponibilizando seus trabalhos na internet. Um apaixonado pelo g\u00eanero \u00e9 o rapper <em>Zudizilla<\/em>, que atrav\u00e9s de rimas, busca expressar seus pensamentos sobre assuntos com os quais se depara nas ruas, como o preconceito, por exemplo.<\/p>\n<p>Designer por profiss\u00e3o, grafiteiro por ess\u00eancia, artista pl\u00e1stico de cora\u00e7\u00e3o e <em>mc<\/em> por excel\u00eancia, a arte sempre esteve presente na vida do cantor. Antes dos 18 anos j\u00e1 tinha exposto seus desenhos em locais importantes como o espa\u00e7o da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e no sagu\u00e3o nobre da prefeitura pelotense. A proximidade com o \u00e2mbito urbano e suas mais variadas vertentes fez com que <em>Zudizilla<\/em> experimentasse superf\u00edcies maiores para expressar sua arte &#8211; dos tra\u00e7os de um desenho para as letras de uma composi\u00e7\u00e3o. A partir da\u00ed, transitou entre o <em>hardcore<\/em> e o <em>punk<\/em> antes de encontrar-se no <em>rap<\/em>, sem nunca esquecer nenhuma das influ\u00eancias que hoje o tornam um <em>mc<\/em> diferenciado, n\u00e3o apenas pela forma de cantar e vestir, mas pelas atitudes, sempre acompanhadas de sua personalidade forte e muitas vezes classificada como revoltada.<\/p>\n<p>O nome art\u00edstico vem de Godzilla Africano, os povos da \u00c1frica do Sul. Para compor suas rimas, o cantor inspira-se no ciclo da vida, nos est\u00edmulos que v\u00eam das ruas e na influ\u00eancia que as drogas t\u00eam na juventude. No campo musical, suas inspira\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o delimitadas: &#8220;n\u00e3o tenho um \u00eddolo em especial, mas acho que muita gente boa vive e viveu, cada qual em sua express\u00e3o me influenciaram\u201d. Em Pelotas, o rapper tamb\u00e9m tem suas refer\u00eancias, como em um cen\u00e1rio que considera o mais vers\u00e1til do pa\u00eds. &#8220;Curto uma rapaziada, quase todos, e tenho o <em>Pok Sombra<\/em> como refer\u00eancia. Mas curto o <em>Johnguen<\/em>, <em>Bova<\/em>, <em>Fill<\/em>, <em>Guido<\/em>, <em>Guigo<\/em>, <em>Guile<\/em>, <em>Zumbi<\/em>, enfim, uma galera&#8221;. <em>Zudizilla<\/em> conta ainda que h\u00e1 cerca de sete anos o rap era s\u00f3 um <em>hobbie<\/em> para boa parte dos m\u00fasicos da cidade, que n\u00e3o se importavam muito com a qualidade de suas produ\u00e7\u00f5es. Hoje essa vis\u00e3o mudou, mas o mercado continua dif\u00edcil. \u201cT\u00e1 a mesma <em>merda<\/em> e \u00e9 para todo mundo. Quem se permite relaxar n\u00e3o prospera! Quem est\u00e1 no topo n\u00e3o dorme e quem est\u00e1 come\u00e7ando n\u00e3o pode vir por menos. A n\u00e3o ser que almeje menos&#8221;. Ao ser questionado como se tornou m\u00fasico, Zudzilla contesta: \u201cn\u00e3o virei, n\u00e3o sou e n\u00e3o me sinto como um\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_7408\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/zudizilla1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7408\" class=\"size-full wp-image-7408\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/zudizilla1.jpg\" alt=\"Zudizilla. Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"720\" height=\"480\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7408\" class=\"wp-caption-text\">Zudizilla.<br \/>Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Remando contra o estere\u00f3tipo do <em>rap<\/em> nacional, <em>Zudizilla<\/em> n\u00e3o se incomoda com o preconceito que o acompanha seja pelo estilo &#8211; os <em>dreads<\/em> de seu cabelo &#8211; ou a cor negra da pele. Como um guia, leva consigo a seguinte frase: &#8221;n\u00e3o \u00e9 o que fizeram de voc\u00ea, mas o que voc\u00ea faz do que fizeram de voc\u00ea&#8221;. Enquanto dribla as cr\u00edticas, almeja desvendar os caminhos desconhecidos atrav\u00e9s de sua arte &#8212; &#8220;quero chegar na plenitude da minha coer\u00eancia, no \u00e1pice da criatividade, no auge da minha express\u00e3o, no m\u00e1ximo da minha capacidade como algu\u00e9m que pode e deve ajudar pela palavra&#8221;. Apoiado por uma s\u00e9rie de amigos, parceiros e sonhadores, <em>Zudizilla<\/em> busca em seu trabalho agregar valores que possam ser oferecidos por poss\u00edveis companheiros que compactuem do ideal. Esses valores nada t\u00eam a ver com financeiro, vale muito mais um parceiro que aposte no ideal da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Seu \u00faltimo trabalho &#8211; intitulado &#8220;Luz&#8221; &#8211; foi lan\u00e7ado em 2013. Uma <em>mixtape<\/em> produzida dentro do munic\u00edpio de Pelotas com algumas poucas colabora\u00e7\u00f5es externas, n\u00e3o por bairrismo, mas para que sirva como prova f\u00edsica, para os artistas locais, sobre o quanto \u00e9 grande a for\u00e7a do &#8220;querer&#8221;. Mas seus outros projetos j\u00e1 t\u00eam continuidade. Com previs\u00e3o de lan\u00e7amento para o ano que vem,<em> Zudzilla<\/em> est\u00e1 produzindo e compondo as can\u00e7\u00f5es da sua pr\u00f3xima <em>mixtape<\/em>, &#8220;Fa\u00e7a a coisa certa&#8221;.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a, abaixo, a faixa &#8220;Slow&#8221;, do EP &#8220;Foda-se&#8221;:<br \/>\n<div class=\"video-container\"><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"youtube-player\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7A-Qpt9AX6k?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent\" allowfullscreen=\"true\" style=\"border:0;\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox\"><\/iframe><\/span><\/div><\/p>\n<p><strong>G\u00edrias do g\u00eanero musical:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mixtape<\/strong>: uma sele\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es, normalmente com <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Copyright\">copyright<\/a> e adquiridas de fontes alternativas. As m\u00fasicas podem ser encontradas em sequ\u00eancia ou de forma agrupada por caracter\u00edsticas comuns como ano de publica\u00e7\u00e3o, g\u00eanero e outros aspectos mais subjetivos. Como consequ\u00eancia tamb\u00e9m tem surgido mixtapes de v\u00eddeos.<\/p>\n<p><strong>MC<\/strong>: tendo suas ra\u00edzes no DJ (dee-jay) jamaicano, o MC no g\u00eanero rap \u00e9 um artista ou cantor que normalmente comp\u00f5e e canta seu material pr\u00f3prio e original (n\u00e3o deve ser confundido com <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/DJ\">DJ<\/a>, o qual interpreta a m\u00fasica de in\u00edcio e cria mixagens para ela).<\/p>\n<p><strong>Beatbox<\/strong>: a partir do <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/L%C3%ADngua_inglesa\">ingl\u00eas<\/a> significa, literalmente, caixa de batida e refere-se a percuss\u00e3o vocal do <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hip-hop\">hip-hop<\/a>. Consiste na arte em reproduzir sons de <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Bateria_%28instrumento_musical%29\">bateria<\/a> com a <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Voz\">voz<\/a>, <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Boca\">boca<\/a> e <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cavidade_nasal\">cavidade nasal<\/a>. Tamb\u00e9m envolve o <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Canto\">canto<\/a>, imita\u00e7\u00e3o vocal de efeitos de <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/DJ\">DJs<\/a>, simula\u00e7\u00e3o de cornetas, cordas e outros <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Instrumento_musical\">instrumentos musicais<\/a>, al\u00e9m de outros efeitos sonoros.<\/p>\n<p><strong>Freestyle: <\/strong>o modo de cantar o rap de forma improvisada. Colocando versos feitos na hora, baseados nos versos dos seus advers\u00e1rios. Geralmente os MC&#8217;s participam de rachas, disputas de free style onde um tenta ser melhor do que o outro.<\/p>\n<p><strong>Flow<\/strong>: definido como &#8220;ritmos e rimas&#8221; de letras de uma do hip-hop e de como elas interagem.<\/p>\n<p><strong>Rap<\/strong>: um discurso r\u00edtmico com <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rima\">rimas<\/a> e <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Poesias\">poesias<\/a>, que surgiu na d\u00e9cada de 1960 quando ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Sistemas_de_som\">sistemas de som<\/a>, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos &#8220;toasters&#8221;, aut\u00eanticos mestres de cerim\u00f3nia que comentavam, nas suas interven\u00e7\u00f5es, assuntos como a viol\u00eancia das favelas de <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Kingston\">Kingston<\/a> e a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Ilha, sem deixar de falar, \u00e9 claro, de temas mais prosaicos, como sexo e drogas. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estados_Unidos\">Estados Unidos<\/a>, devido a uma crise econ\u00f3mica e social que se abateu sobre a ilha, o que levou a dissemina\u00e7\u00e3o do estilo. O rap \u00e9 um dos cinco pilares fundamentais da cultura <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hip_hop\">hip hop<\/a>, e n\u00e3o utiliza melodias e motivos decorativos e harm\u00f4nicos com arranjos elaborados dos instrumentos, mas vale-se somente em qu\u00e3o r\u00e1pido o cantor narra a sua &#8220;fala&#8221; com muito pouca musicalidade adicionada a sua poesia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Outros Nomes:<\/strong><\/p>\n<p>As influ\u00eancias de Zudizilla tamb\u00e9m s\u00e3o influenciadas por ele.<\/p>\n<p><strong>Guido CNR: <\/strong>Guido nasceu e foi criado nas periferias de Pelotas. Iniciou sua Carreira como m\u00fasico no ano de 1997, dando inic\u00edo ao Grupo Banca Cnr (Consci\u00eancia Negra Rappers). Em seus 16 anos no Rap, Guido CNR lan\u00e7ou 4 cd\u2019s com o Grupo: \u201cSabedoria de vida\u201d, \u201cSeja bem vindo\u201d, \u201cA banca\u201d e \u201cRap, Mulheres e Drinks\u201d. Os m\u00fasicos ganharam ainda o pr\u00eamio \u201cLan\u00e7a de Ouro\u201d, como melhor grupo do interior. Em 2013, Guido CNR lan\u00e7ou seu primeiro trabalho solo com o disco \u201cF\u00faria\u201d. Suas letras relatam um pouco da sua hist\u00f3ria, entre o cotidiano em seu ponto de vista, com revoltas e reivindica\u00e7\u00f5es pelo descaso do governo, a viol\u00eancia extrema nas periferias e outros. Ap\u00f3s, la\u00e7ou o EP \u201cLoucos viciados e Revolucion\u00e1rios\u201d e tamb\u00e9m o disco \u201c#G2_cnr\u201d, com seu colega de trabalho Glauco Cnr. No momento atual trabalha no disco #100lIMITES lan\u00e7ado agora no fim de 2014.<\/p>\n<div id=\"attachment_7411\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/guido-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7411\" class=\"size-full wp-image-7411\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/guido-1.jpg\" alt=\"Guido CNR. Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"720\" height=\"477\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7411\" class=\"wp-caption-text\">Guido CNR.<br \/>Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><strong>Garcez<\/strong>\u00a0<strong>DL<\/strong> conheceu rap e reggae ao mesmo tempo, no bairro onde morava. A rela\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica \u00e9 antiga, a av\u00f3 tocava piano e ele acompanhava, cantando. Comp\u00f4s pela primeira vez aos 15 e, depois disso, n\u00e3o parou mais. A escolha pelo rap foi pelo acaso, pois sempre gostou de todos os estilos musicais. \u201cSempre me chamou a aten\u00e7\u00e3o a quest\u00e3o do protesto, ter uma mensagem. Mostrar algumas falhas no sistema e apontar perspectivas de mudan\u00e7as\u201d, afirma. Garcez n\u00e3o vive s\u00f3 da m\u00fasica: vende camisetas, CDs, faz artesanato e at\u00e9 trabalhos publicit\u00e1rios, \u00e1rea em que \u00e9 formado.<\/p>\n<div id=\"attachment_7410\" style=\"width: 543px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/garcez1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7410\" class=\"size-full wp-image-7410\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/11\/garcez1.jpg\" alt=\"Garcez DL. Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"533\" height=\"533\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7410\" class=\"wp-caption-text\">Garcez DL.<br \/>Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Caroline Albaini O f\u00e1cil acesso aos meios de grava\u00e7\u00e3o tornou mais simples a populariza\u00e7\u00e3o mundial de diversos g\u00eaneros musicais, sendo um deles o rap. 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