{"id":567,"date":"2014-04-10T20:35:43","date_gmt":"2014-04-10T20:35:43","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=567"},"modified":"2015-11-20T15:44:50","modified_gmt":"2015-11-20T17:44:50","slug":"critica-do-filme-shame","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/critica-do-filme-shame\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica do filme Shame"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><em>Por <a title=\"Vinicius Pereira Colares\" href=\"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vin\u00edcius Colares<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Existe quem ainda abra\u00e7a o senso comum e lan\u00e7a p\u00e9rolas do tipo &#8220;o cinema hoje em dia s\u00f3 produz enlatado\u201d ou \u201cos efeitos especiais s\u00e3o a principal caracter\u00edstica do cinema contempor\u00e2neo\u201d. Para esses, existe um argumento definitivo: Steve McQueen.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O diretor e roteirista de <i>Hunger<\/i> (2008) &#8211; filme que chamou aten\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica mundial pela primeira vez &#8211; \u00e9 um dos nomes mais promissores do cinema hoje. Com um trabalho s\u00f3lido, McQueen n\u00e3o precisou de mais de tr\u00eas longas para receber a notoriedade que merece. Prova disso \u00e9 o Oscar de melhor filme deste ano por <i>12 Anos de Escravid\u00e3o<\/i>(2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas a dica aqui \u00e9 o seu segundo filme de McQueen: <i>Shame<\/i> (2011)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esse \u00e9 o tipo &#8211; raro &#8211; de filme completo. Gravado em (assustadores) 25 dias, McQueen dirigiu e escreveu o longa que contou com Michael Fassbender e Carey Mulligan nos melhores momentos de suas carreiras.O resultado do trabalho de c\u00e2meras de McQueen \u00e9 uma est\u00e9tica que dita o ritmo da vida do personagem principal. Um viciado em sexo, vivido por Fassbender, mostra o lado negro do verdadeiro significado da lux\u00faria e quebra toda e qualquer salva\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos que acreditam no \u201cprazer pelo prazer\u201d. O personagem \u00e9 engolido pelo que Nelson Rodrigues chamava de \u201ct\u00e9dio da carne\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Confrontado com quest\u00f5es terrivelmente reais, o espectador \u00e9 obrigado a visitar um mundo sujo que contrasta com as tomadas limpas de Steve na cidade dos sonhos, Nova York.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao final fica viva a d\u00favida. At\u00e9 onde o prazer pode nos levar? Melhor ainda. Pode ele nos levar a algum lugar?in<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Existe quem ainda abra\u00e7a o senso comum e lan\u00e7a p\u00e9rolas do tipo &#8220;o cinema hoje em dia s\u00f3 produz enlatado\u201d ou \u201cos efeitos especiais s\u00e3o a principal caracter\u00edstica do cinema contempor\u00e2neo\u201d. Para esses, existe um argumento definitivo: Steve McQueen.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O diretor e roteirista de <i>Hunger<\/i> (2008) &#8211; filme que chamou aten\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica mundial pela primeira vez &#8211; \u00e9 um dos nomes mais promissores do cinema hoje. Com um trabalho s\u00f3lido, McQueen n\u00e3o precisou de mais de tr\u00eas longas para receber a notoriedade que merece. Prova disso \u00e9 o Oscar de melhor filme deste ano por <i>12 Anos de Escravid\u00e3o<\/i>(2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas a dica aqui \u00e9 o seu segundo filme de McQueen: <i>Shame<\/i> (2011)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esse \u00e9 o tipo &#8211; raro &#8211; de filme completo. Gravado em (assustadores) 25 dias, McQueen dirigiu e escreveu o longa que contou com Michael Fassbender e Carey Mulligan nos melhores momentos de suas carreiras.O resultado do trabalho de c\u00e2meras de McQueen \u00e9 uma est\u00e9tica que dita o ritmo da vida do personagem principal. Um viciado em sexo, vivido por Fassbender, mostra o lado negro do verdadeiro significado da lux\u00faria e quebra toda e qualquer salva\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos que acreditam no \u201cprazer pelo prazer\u201d. O personagem \u00e9 engolido pelo que Nelson Rodrigues chamava de \u201ct\u00e9dio da carne\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Confrontado com quest\u00f5es terrivelmente reais, o espectador \u00e9 obrigado a visitar um mundo sujo que contrasta com as tomadas limpas de Steve na cidade dos sonhos, Nova York.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao final fica viva a d\u00favida. At\u00e9 onde o prazer pode nos levar? Melhor ainda. Pode ele nos levar a algum lugar?<\/p>\n<div id=\"attachment_568\" style=\"width: 220px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/shame_ver4_xlg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-568\" class=\"size-medium wp-image-568\" alt=\"Imagem: divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/shame_ver4_xlg-210x300.jpg\" width=\"210\" height=\"300\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-568\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Vin\u00edcius Colares Existe quem ainda abra\u00e7a o senso comum e lan\u00e7a p\u00e9rolas do tipo &#8220;o cinema hoje em dia s\u00f3 produz enlatado\u201d ou \u201cos efeitos especiais s\u00e3o a principal caracter\u00edstica do cinema contempor\u00e2neo\u201d.&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[191],"class_list":["post-567","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral","tag-vinicius-pereira-colares"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-99","jetpack-related-posts":[{"id":1849,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-carnificina-de-polanski\/","url_meta":{"origin":567,"position":0},"title":"A carnificina de Polanski","author":"Em Pauta","date":"29\/07\/2014","format":false,"excerpt":"Por Vinicius Colares Carnage,\u00a0no Brasil traduzido como\u00a0Deus da Carnificina\u00a0-\u00a0(2011), \u00e9 um filme dirigido por Roman Polanski. 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