{"id":505,"date":"2014-04-03T21:18:12","date_gmt":"2014-04-03T21:18:12","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=505"},"modified":"2015-11-09T13:32:39","modified_gmt":"2015-11-09T15:32:39","slug":"motociclismo-de-estrada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/motociclismo-de-estrada\/","title":{"rendered":"Motociclismo de estrada"},"content":{"rendered":"<p align=\"right\">Por <a href=\"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?tag=daiane-brites\" target=\"_blank\">Daiane Brites<\/a> e <a href=\"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?tag=elise-souza\" target=\"_blank\">Elise Souza<\/a><\/p>\n<p><em>Das Harley Davidson \u00e0s esportivas japonesas, a paix\u00e3o de quem escolheu se aventurar sobre duas rodas.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Monstros sobre rodas ou esp\u00edritos livres? Era essa pergunta que Hunter Thompson procurava responder ao escrever a reportagem que deu origem a um novo estilo jornal\u00edstico. O jornalismo Gonzo, filho bastardo do New Journalism, nasceu da curiosidade de Thompson em descobrir a verdadeira face do Clube de Motoqueiros americanos HellsAngels. A brilhante reportagem rendeu muitos frutos, mas n\u00e3o colocou um ponto final no mito que ainda persiste sobre o estilo de vida dos grupos que preferem encarar a vida em cima de duas rodas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>O come\u00e7o de tudo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desde a constru\u00e7\u00e3o da primeira motocicleta, em 1868, a pr\u00e1tica do motociclismo sempre esteve ligada ao espirito de liberdade e aventura. As primeiras corridas de motos foram organizadas logo no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, o que aumentou n\u00e3o s\u00f3 o interesse, como tamb\u00e9m a admira\u00e7\u00e3o pelo novo meio de transporte, levando a cria\u00e7\u00e3o de grupos sociais constitu\u00eddos de pessoas que tinham o motociclismo como interesse em comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O fim da segunda guerra foi o grande catalisador para a mudan\u00e7a deste pacato cen\u00e1rio. Muitos membros das for\u00e7as armadas voltavam dos campos de batalha e simplesmente n\u00e3o conseguiam se readaptar a rotina de cidad\u00e3os comuns. Era preciso celebrar a volta ao seu pa\u00eds, mas eles estavam acostumados com a adrenalina e com o desafio de seus limites. Assim, aos poucos foram se reunindo e juntos descobriram na motocicleta um novo meio de satisfa\u00e7\u00e3o. Os ex-combatentes haviam sido treinados a guia-las nas zonas de guerra, e com o fim do conflito, elas passaram a serem vendidas a baixo custo nos leil\u00f5es militares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Logo, os veteranos adaptaram a hierarquia militar em uma estrutura de irmandade. Os membros rodavam juntos e estabeleceram cores, bras\u00f5es e filosofias que passaram a defender com a mesma honra que defendiam a Am\u00e9rica nos campos de batalha. Na Calif\u00f3rnia se formaram in\u00fameros e pequenos moto clubes (MC\u2019s), como os 13 Rebels, YellowJackets e PissedofBastards.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Percebendo que o novo contexto ganhava for\u00e7a, a A.M.A (American MotorcycleAssociation) passou a organizar competi\u00e7\u00f5es e viagens na tentativa de atrair e manter os novos motociclistas. O problema \u00e9 que esses novos praticantes haviam voltado do front de combate com experi\u00eancias muito mais marcantes do que as vivenciadas sobre suas Harley Davidson WA45. Eles haviam sido expostos a todos os tipos de traumas e em busca do tempo perdido, eles transformavam os eventos em festas, bebedeiras e confus\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Foi ap\u00f3s um fim de semana em Hollister, Calif\u00f3rnia, que a toler\u00e2ncia da popula\u00e7\u00e3o com os excessos dos veteranos acabou. At\u00e9 ent\u00e3o, o fato deles terem defendido o pa\u00eds na guerra havia atenuado o comportamento errante dos novos motociclistas, mesmo que toda essa farra estivesse sendo financiada pelas pens\u00f5es do governo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aquele fim de semana taxado de \u201cnegro\u201d pela m\u00eddia sensacionalista, era o que faltava para concretizar o mito de que os grupos de motociclistas eram, na verdade, motoqueiros fora da lei, que andavam em gangues aterrorizando as cidades. Os jornais estampavam manchetes\u00a0exageradas\u00a0como &#8220;Revoltas&#8230;&#8221; &#8220;Motociclistas assumem Cidade&#8221; e &#8220;Motociclistas destroem Hollister&#8221;. At\u00e9 a Revista Life estampou uma fotografia de p\u00e1gina inteira de um motociclista em uma Harley, com uma cerveja em cada m\u00e3o e envolto em garrafas de bebidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Buscando salvar a imagem da associa\u00e7\u00e3o, a A.M. A culpou os Bastards pelo incidente, tentando mostrar \u00e0 sociedade que os motociclistas n\u00e3o deveriam ser culpados pela depreda\u00e7\u00e3o causada por um \u00fanico clube. Mas j\u00e1 era tarde. Os grupos j\u00e1 haviam sido estigmatizados e a imagem de v\u00e2ndalos foi refor\u00e7ada por produ\u00e7\u00f5es hollywoodianas como o filme \u201cWild One\u201d de 1954, onde Marlon Brando revivia os acontecimentos de Hollister. O que Hollywood e a imprensa conseguiram ao vendar essa imagem de motoqueiros sociopatas foi incentivar verdadeiros marginais a criarem gangues travestidas de moto clubes, transformando a d\u00e9cada de 50 uma p\u00e1gina negra na hist\u00f3ria do motociclismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ao culpar um \u00fanico grupo, argumentando que a maioria n\u00e3o poderia ser responsabilizada pela atitude de 1% de arruaceiros, a A.M. A acabou criando o fen\u00f4meno dos moto clubes 1% ou OutlawsMotorcycleClubs. Aliados aos veteranos do Vietnam que eram marginalizados pela popula\u00e7\u00e3o, os Outlaws tomaram para si a atitude e a imagem daqueles 1% apontados na Calif\u00f3rnia, e criaram uma institui\u00e7\u00e3o independente da A.M.A , sem regras especificas e com limites geogr\u00e1ficos, onde cada MC teria dom\u00ednio. \u00c9 neste per\u00edodo que os Oakland HellsAngels ganham destaque, depois de dois de seus membros serem presos e acusados de estuprar duas mulheres em Monterey.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na d\u00e9cada de 60, os motociclistas voltam a estampar as telas do cinema, mas dessa vez de forma positiva. Filmes como \u201cEasyRiders\u201d levaram o tema a se popularizar, dando in\u00edcio a fase rom\u00e2ntica do motociclismo que se estendeu at\u00e9 o fim dos anos 70.\u00a0 Esta fase imprimiu ao estilo uma nova imagem de renova\u00e7\u00e3o, contemporaneidade, contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade e liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Os moto clubes no Brasil<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No in\u00edcio do s\u00e9culo XX nasce no Rio de Janeiro o primeiro grupo de motociclistas nos moldes de uma associa\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s as transforma\u00e7\u00f5es na estrutura dos clubes no p\u00f3s-guerra, alguns grupos se readaptaram \u00e0 nova realidade, outros, como ocorreu no Brasil, se extinguiram ou continuaram como associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s sofrer uma defasagem de 60 anos na hist\u00f3ria do motociclismo de estrada, durante a d\u00e9cada de 60 a TV Tupi produziu, entre 1961 e 1962, a s\u00e9rie \u201cO Vigilante Rodovi\u00e1rio\u201d, que inflou a cabe\u00e7a de jovens e adultos com ideais de liberdade e aventura. Todos esses anos de atraso foram dilu\u00eddos nos anos 70 e 80, durante o per\u00edodo rom\u00e2ntico. Em 1996 o estilo finalmente se popularizou no Brasil e foram criados diversos MC\u2019S, impulsionados pela grande cobertura midi\u00e1tica acerca do tema, pelas f\u00e1bricas japonesas que passaram a copiar os desenhos da Harley Davidson, a abertura de lojas da pr\u00f3pria Harley no Brasil, e os diversos eventos comerciais que grandes empres\u00e1rios passaram a organizar a fim de explorar esse mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Hoje no Brasil existem milhares de moto clubes e moto grupos (MG\u2019s). Somente na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, estima-se haver mais de 300. Diferentemente da filosofia dos Outlaws, os grupos de motociclistas da regi\u00e3o liberaram-se de qualquer esp\u00edrito de rebeldia e vivem sob uma conduta de liberdade, moral e uni\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O professor de artes Fl\u00e1vio Cavalheiro, presidente do moto grupo Amigos Aventureiros, criado h\u00e1 sete anos, conta que cada grupo possui suas peculiaridades. De sua passagem pelos Scorpions do Asfalto, de Belo Horizonte\/MG, trouxe a paix\u00e3o pelo motociclismo e a pr\u00e1tica da assist\u00eancia social, mas abandonou os r\u00edgidos crit\u00e9rios de ingresso, caracter\u00edsticos dos grupos do centro do pa\u00eds. De Belo Horizonte trouxe tamb\u00e9m a esposa, Ana Suvalski, que conheceu pela internet. Depois de passar por uma r\u00edgida cria\u00e7\u00e3o, Ana apaixonou-se pelo motociclismo quando experimentou a liberdade que pode proporcionar e aderiu a esse estilo de vida. \u201cA moto traz muita liberdade, aquele vento no rosto \u00e9 uma coisa inexplic\u00e1vel, hoje eu tenho paix\u00e3o por moto, \u00e9 a nossa vida\u201d, pontua. A internet al\u00e9m de unir o casal, tamb\u00e9m \u00e9 considerada por ela uma<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ferramenta de aproxima\u00e7\u00e3o dos motociclistas, que utilizam as redes sociais para manter rela\u00e7\u00f5es de amizade e disseminarem seus conceitos e filosofia de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em um encontro comum na sede do Amigos Aventureiros \u00e9 poss\u00edvel encontrar diversos representantes de outros MG\u2019s, n\u00e3o s\u00f3 de Pelotas, como tamb\u00e9m de cidades como Cangu\u00e7u, Rio Grande e at\u00e9 Montevid\u00e9o, grande parte deles, pertencentes \u00e0 Irmandade Estradeira, que re\u00fane motociclistas de todo o Brasil.<\/p>\n<div id=\"attachment_506\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/Sem-t\u00edtulo.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-506\" class=\"size-medium wp-image-506\" alt=\"Fl\u00e1vio e a esposa Ana na sede do Amigos  Aventureiros (Foto: arquivo)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/Sem-t\u00edtulo-300x239.png\" width=\"300\" height=\"239\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-506\" class=\"wp-caption-text\">Fl\u00e1vio e a esposa Ana na sede do Amigos Aventureiros (Foto: arquivo)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">O motociclista Juan Pedro Alvarez, do moto grupo Cavaleiros Negros de Montevideo, conta que para ele a \u00fanica coisa que separa brasileiros e uruguaios \u00e9 a fronteira, j\u00e1 que s\u00e3o muito semelhantes em quest\u00f5es culturais e humanas. Por este motivo, explica sua afei\u00e7\u00e3o pelo povo brasileiro e justifica sua presen\u00e7a em maior parte das reuni\u00f5es dos Amigos Aventureiros, que segundo ele, foi o grupo que o recebeu e apoiou. O aposentado de 55 anos, que j\u00e1 realizou longas viagens e chegou \u00e0 Calif\u00f3rnia de moto, v\u00ea o motociclismo como uma terapia, em que os problemas desaparecem, dando lugar a uma sensa\u00e7\u00e3o de alegria e tranquilidade. Para ele, por mais viagens que se fa\u00e7am, as experi\u00eancias nunca s\u00e3o as mesmas e sempre rendem novos aprendizados. Embora admita que os motociclistas ainda sejam vistos com preconceito pelas pessoas que desconhecem sua filosofia, Juan tem apenas uma recomenda\u00e7\u00e3o para quem quer adquirir experi\u00eancia de vida, viv\u00ea-la sobre duas rodas.<\/p>\n<div id=\"attachment_507\" style=\"width: 296px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/Sem-t\u00edtulo1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-507\" class=\"size-medium wp-image-507\" alt=\"Juan e a esposa, sua companheira de viagem (Foto: arquivo)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/04\/Sem-t\u00edtulo1-286x300.png\" width=\"286\" height=\"300\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-507\" class=\"wp-caption-text\">Juan e a esposa, sua companheira de viagem (Foto: arquivo)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">E parece que cada vez mais as pessoas querem compartilhar desta experi\u00eancia, j\u00e1 que o movimento tem ganhado adeptos. \u00c9 o que afirma Buda, presidente e um dos seis fundadores do moto grupo Legion\u00e1rio do Sul, da cidade de Pelotas. De acordo<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">com ele, em tempos antigos os motogrupos se destacavam pela eleg\u00e2ncia e pot\u00eancia das motos, o que foi substitu\u00eddo por algo muito mais inclusivo, o que chamam de \u201cesp\u00edrito<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">de motociclista\u201d. O que importa agora \u00e9 a paix\u00e3o, al\u00e9m de valores como amizade e respeito, compartilhados por integrantes de moto grupos distintos, que viajam juntos e realizam seus encontros em dias alternados da semana, para que n\u00e3o hajam disputas e todos possam confraternizar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A hist\u00f3ria transformou a \u00e2nsia de liberdade de sobreviventes em um mito de rebeldes vestindo couro preto sobre m\u00e1quinas potentes. A imagem, assim como a paix\u00e3o, ultrapassou gera\u00e7\u00f5es, mas a filosofia mudou, transformando o motociclismo em um estilo de vida para aqueles a quem n\u00e3o basta o lugar comum.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Daiane Brites e Elise Souza Das Harley Davidson \u00e0s esportivas japonesas, a paix\u00e3o de quem escolheu se aventurar sobre duas rodas. Monstros sobre rodas ou esp\u00edritos livres? 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