{"id":4803,"date":"2015-10-01T21:30:03","date_gmt":"2015-10-02T00:30:03","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4803"},"modified":"2015-11-20T14:41:58","modified_gmt":"2015-11-20T16:41:58","slug":"uma-breve-historia-da-revista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/uma-breve-historia-da-revista\/","title":{"rendered":"Uma breve hist\u00f3ria da revista"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>por <a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vinicius Colares<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pesquisando sobre a hist\u00f3ria de publica\u00e7\u00f5es diversas (livros, jornais, folhetins, etc.) \u00e9 poss\u00edvel verificar um fator predominante para o sucesso ou fracasso dos ve\u00edculos entre os s\u00e9culos XVII e XX. A taxa de alfabetiza\u00e7\u00e3o de determinada regi\u00e3o (tanto na Europa como no Brasil, posteriormente) sempre teve rela\u00e7\u00e3o direta com o interesse da popula\u00e7\u00e3o pela leitura e pelo conte\u00fado que busca ler.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O tipo de narrativa adotada por um grande n\u00famero de revistas, com exce\u00e7\u00e3o das revistas cient\u00edficas, geralmente \u00e9 mais \u201cleve\u201d. Uma maioria de publica\u00e7\u00f5es \u00e9 aberta para textos com caracter\u00edsticas liter\u00e1rias e que fogem das amarras do <i>lead<\/i> e da narrativa jornal\u00edstica objetiva. O leitor de revista quer, geralmente, al\u00e9m da informa\u00e7\u00e3o bem apurada, uma experi\u00eancia liter\u00e1ria prazerosa, simples e clara: um texto que o deixa satisfeito e suprime suas necessidades por cultura, entretenimento e informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mar\u00edlia Scalzo, no livro <i>Jornalismo de Revista<\/i>, lembra que a revista &#8211; mesmo antes de receber esse nome na Inglaterra em 1704 &#8211; surgiu com uma miss\u00e3o parecida com a que ainda domina uma maioria das publica\u00e7\u00f5es: \u201cdestinar-se a p\u00fablicos espec\u00edficos e aprofundar os assuntos \u2013 mais que os jornais, menos que os livros\u201d. Foi durante o s\u00e9culo XVIII que surgiram as primeiras revistas parecidas com as que encontramos nas bancas hoje. Inspiradas nas <i>magazines<\/i>, lojas inglesas que vendiam variedades, a <i>The Gentleman\u2019s Magazine<\/i> (1731) e a <i>Ladies Magazine<\/i> (1749) trouxeram um formato novo com assuntos diversos.<\/p>\n<div id=\"attachment_4804\" style=\"width: 416px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/10\/406px-Gentlemans_Magazine_1731.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4804\" class=\"size-full wp-image-4804\" alt=\"Imagem da The Gentleman\u2019s Magazine - publica\u00e7\u00e3o de 1731 (imagem: reprodu\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/10\/406px-Gentlemans_Magazine_1731.jpg\" width=\"406\" height=\"600\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4804\" class=\"wp-caption-text\">Imagem da The Gentleman\u2019s Magazine &#8211; publica\u00e7\u00e3o de 1731 (imagem: reprodu\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Ocupando um espa\u00e7o definitivo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">At\u00e9 aquele momento a maioria das publica\u00e7\u00f5es contava com um \u00fanico tema por edi\u00e7\u00e3o e foi no s\u00e9culo seguinte que a revista ocupou uma lacuna definitiva gra\u00e7as ao aumento dos \u00edndices de escolariza\u00e7\u00e3o. Mar\u00edlia afirma que a \u201crevista ocupou, assim, um espa\u00e7o entre o livro (objeto sacralizado) e o jornal (que s\u00f3 trazia o notici\u00e1rio ligeiro)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A for\u00e7a da revista aumentou junto com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos dentro da ind\u00fastria gr\u00e1fica. Esse fator possibilitou uma maior tiragem, com melhor qualidade e, automaticamente, trouxeram para os ve\u00edculos um n\u00famero maior de anunciantes. Com esse crescimento as revistas ocuparam um papel fundamental na amplifica\u00e7\u00e3o de conte\u00fado cultural e cient\u00edfico j\u00e1 que os jornais, nesse per\u00edodo, ainda tinham um car\u00e1ter pol\u00edtico e ideol\u00f3gico intenso e n\u00e3o procuravam aprofundar-se em conte\u00fado editorial que as revistas ocuparam (cultura, cotidiano, etc.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais tarde, no s\u00e9culo XX, dois jovens criam o que seria uma das publica\u00e7\u00f5es mais influentes da hist\u00f3ria do jornalismo de revista. Briton Hadden e Henry Luce, em 1923, lan\u00e7am a <i>Time<\/i>. Os dois rapazes perceberam que a mat\u00e9ria prima do jornalismo, o fato, n\u00e3o vinha sendo tratado da forma como deveria ser. Mesmo o jornal di\u00e1rio n\u00e3o era capaz de lidar com velocidade com que tudo acontecia. Nos EUA \u2013 e o mundo todo iria copiar a ideia &#8211; era necess\u00e1rio fazer uma revista com publica\u00e7\u00e3o semanal de not\u00edcias com caracter\u00edsticas espec\u00edficas do jornalismo (concis\u00e3o e apura\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, por exemplo), bem estruturada e organizada semana ap\u00f3s semana.<\/p>\n<div id=\"attachment_4805\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/10\/1101230611_400.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4805\" class=\"size-full wp-image-4805\" alt=\"Uma das primeiras capas da revista Time trazia o autor Joseph Conrad (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/10\/1101230611_400.jpg\" width=\"400\" height=\"527\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4805\" class=\"wp-caption-text\">Uma das primeiras edi\u00e7\u00f5es da revista Time trazia na capa o autor Joseph Conrad (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Treze anos depois o mesmo Henry Luce cria uma nova f\u00f3rmula de revista usando como principal recurso a fotografia e seus recentes avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos. Desse trabalho surge a <i>Life<\/i>, publica\u00e7\u00e3o que serviu de inspira\u00e7\u00e3o em pa\u00edses como Alemanha, Fran\u00e7a e, posteriormente, Brasil &#8211; com a revista <i>Cruzeiro<\/i>, dos Di\u00e1rios Associados de Assis Chateubriand. Mantendo-se estabilizado a partir do meio do s\u00e9culo XX, o ve\u00edculo revista nessa \u00e9poca passa a definir cada vez mais seu p\u00fablico pr\u00f3prio e revistas no mundo inteiro v\u00e3o direcionando suas editorias de acordo com seus leitores. \u00c9 o cen\u00e1rio que encontramos hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As revistas voltadas, por exemplo, para um p\u00fablico feminino buscam fugir das pautas estereotipadas pensando em uma mulher com maior consci\u00eancia de sua individualidade e de seu papel social \u2013 uma \u201cmulher moderna\u201d. As revistas que eram classificadas como \u201crevistas masculinas\u201d trazem um conte\u00fado mais criativo e atendem um p\u00fablico de mulheres cada vez maior. As revistas cient\u00edficas e culturais continuam buscando atingir seus leitores e assim essas publica\u00e7\u00f5es mant\u00e9m um espa\u00e7o no mercado. Cabe agora aos editores e jornalistas adaptarem-se a uma realidade inevit\u00e1vel: a internet.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; por Vinicius Colares Pesquisando sobre a hist\u00f3ria de publica\u00e7\u00f5es diversas (livros, jornais, folhetins, etc.) \u00e9 poss\u00edvel verificar um fator predominante para o sucesso ou fracasso dos ve\u00edculos entre os s\u00e9culos XVII e XX.&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":4806,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204],"tags":[191],"class_list":["post-4803","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","tag-vinicius-pereira-colares"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-1ft","jetpack-related-posts":[{"id":4480,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/silencio-e-furia-em-hiroshima-70-anos-depois\/","url_meta":{"origin":4803,"position":0},"title":"Sil\u00eancio e F\u00faria em Hiroshima: 70 anos depois","author":"Em Pauta","date":"06\/08\/2015","format":false,"excerpt":"\u00a0 O horror produzido pelas bombas at\u00f4micas foi visto de forma in\u00e9dita pelos olhos de John Hersey por Vinicius Colares No dia 5 de agosto de 1945, precisamente \u00e0s oito e quinze da noite, hor\u00e1rio de Bras\u00edlia, a Srta. 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