{"id":4584,"date":"2015-08-24T21:30:45","date_gmt":"2015-08-25T00:30:45","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4584"},"modified":"2015-11-20T14:42:37","modified_gmt":"2015-11-20T16:42:37","slug":"4584","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/4584\/","title":{"rendered":"Nelson Rodrigues: o g\u00eanio \u00f3bvio"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>por <a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vinicius Colares<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>1.<\/strong> Nelson Rodrigues completaria 103 anos ontem, dia 23 de agosto. O centen\u00e1rio do escritor foi tratado, tr\u00eas anos atr\u00e1s, como \u201co ano Nelson Rodrigues\u201d. Ao bater estas notas venho corrigir esse erro. Nelson \u00e9 atemporal. Nunca existiu um ano dele. O homem de g\u00eanio n\u00e3o \u00e9 um morto-vivo que, aleatoriamente, ressurge, d\u00e1 os ares da sua gra\u00e7a e morre novamente. O dramaturgo que mudou a hist\u00f3ria do teatro brasileiro n\u00e3o h\u00e1 de ser considerado morto nunca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2.<\/strong> N\u00e3o escrevo um texto assim por um acaso. Nas suas \u201cMem\u00f3rias\u201d, assinadas no <i>Correio da Manh\u00e3 <\/i>em 1967, os par\u00e1grafos eram assim, numerados. Dentro das minhas limita\u00e7\u00f5es, hoje, imito Nelson Rodrigues. Falei hoje? Engano meu. Sempre fiz isso. N\u00e3o apenas eu, mas toda a imprensa p\u00f3s-rodrigueana sofreu influ\u00eancia sua, assim como nasceu dele toda uma gera\u00e7\u00e3o de dramaturgos, segundo Paulo Francis. Ele est\u00e1 certo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>3.<\/strong> O maior medo de Nelson enquanto escrevia para o jornal era que o adjetivo morresse. Que a emo\u00e7\u00e3o fugisse como um ladr\u00e3o de galinhas das m\u00e3os do cronista. Imaginem! Como dar for\u00e7a suficiente para as tantas trag\u00e9dias shakespearianas que perseguem nossa vida real sem usar, no m\u00ednimo, um pontinho de exclama\u00e7\u00e3o?! Como?!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>4.<\/strong> \u201cAlmir, nosso Pel\u00e9 branco\u201d; \u201cCoutinho n\u00e3o \u00e9 nome de jogador de futebol!\u201d; \u201cNarciso \u00e0s avessas\u201d; \u201cO mais belo futebol da Terra\u201d. S\u00e3o t\u00edtulos de textos assinados por Nelson Rodrigues sobre a nossa paix\u00e3o eterna, o futebol. Foi depois dele \u2013 influenciad\u00edssimo pelo irm\u00e3o M\u00e1rio Filho \u2013 que a cr\u00f4nica esportiva brasileira adotou de vez o adjetivo. Ainda bem.<\/p>\n<div id=\"attachment_4585\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/08\/Arquibancada-\u00e9-a-p\u00e1tria-do-palavr\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4585\" class=\"size-full wp-image-4585\" alt=\"&quot;Arquibancada \u00e9 a p\u00e1tria do palavr\u00e3o&quot;, brada Nelson Rodrigues (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/08\/Arquibancada-\u00e9-a-p\u00e1tria-do-palavr\u00e3o.jpg\" width=\"600\" height=\"337\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4585\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;A arquibancada \u00e9 a p\u00e1tria do palavr\u00e3o&#8221;, bradava Nelson Rodrigues (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>5.<\/strong> Hoje, segunda-feira, por exemplo. Quero que voc\u00ea, leitor, arrisque gritar o nome de um programa que cobriu o fim de semana de esportes e n\u00e3o falou de uma jogada <i>maravilhosa<\/i> ou de uma atua\u00e7\u00e3o <i>terr\u00edvel<\/i>. Pois agrade\u00e7am a Nelson! O futebol n\u00e3o vive sem emo\u00e7\u00e3o. E a emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o se passa atrav\u00e9s da objetividade, essa doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>6.<\/strong> Quem nunca amou mais um cachorro de rua do que um jornalista de economia? O primeiro vive uma vida de Rask\u00f3lnikov, dram\u00e1tica, feroz, incerta; o segundo, na \u00e2nsia pela imparcialidade, me parece um rob\u00f4 programado para fazer, eternamente, o mesmo processo. O faz bem, claro. Mas \u00e9 uma m\u00e1quina, ainda assim. \u00c9 uma m\u00e1quina. N\u00e3o me imagino chorando dentro de um galp\u00e3o da Volkswagen, emocionado com uma linha de montagem como uma tia gorda se emociona com a novela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>7.<\/strong> E o teatro rodrigueano? Vou poupar meus pontos de exclama\u00e7\u00e3o ou gasto todos aqui, antes mesmo de come\u00e7ar. Pois alguns d\u00e3o a Oswald de Andrade o t\u00edtulo de revolucion\u00e1rio do teatro brasileiro. N\u00e3o vou desvalorizar o autor paulista, \u00e9 claro. Mas ando ao lado de H\u00e9lio Pellegrino que d\u00e1 a Nelson os cr\u00e9ditos de \u201cfundador do teatro brasileiro\u201d. Sua pe\u00e7a <i>Vestido de Noiva<\/i>, para H\u00e9lio, \u201cfunda o teatro moderno brasileiro\u201d. Nesse ponto uma grande parte da cr\u00edtica, de antes e de agora, concorda. O texto de Nelson &#8211; nas m\u00e3os do diretor Ziembinski e da primeira companhia de teatro moderno do pa\u00eds, Os Comediantes &#8211; transtornaram a <i>intelligenzia<\/i> brasileira. Os aplausos foram coletivos, quase un\u00e2nimes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>8.<\/strong> <i>Dorot\u00e9ia<\/i>, <i>Senhora dos afogados<\/i> e <i>\u00c1lbum de fam\u00edlia<\/i>. Mesmo que muito se fale de <i>Vestido de Noiva<\/i>, Nelson Rodrigues prova seu valor nessas tr\u00eas pe\u00e7as tanto quanto na primeira. Nelson tratou do \u201cabsurdo\u201d antes mesmo de Beckett e Ionesco. Mas a falta de conhecimento \u2013 eu prefiro acreditar que \u00e9 falta de informa\u00e7\u00e3o \u00e0 pregui\u00e7a \u2013 faz com que ainda existam as antas que o definem apenas como \u201creacion\u00e1rio\u201d, \u201cporn\u00f3grafo\u201d e o rotulem (risos?) a uma voz da direita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>9.<\/strong> Antas, eu repito. Foi Nelson Rodrigues um dos homens que mais sofreu com a ditadura durante seu per\u00edodo mais brutal. Foi a repress\u00e3o ditatorial que lhe deu a fama de tarado e abomin\u00e1vel, na voz de Carlos Lacerda, <em>a priori<\/em>. Foram esses repressores que barraram suas pe\u00e7as e que as teriam destru\u00eddo n\u00e3o fosse a coragem de cr\u00edticos como \u00c1lvaro Lins e Prudente de Moraes Neto.<\/p>\n<div id=\"attachment_4587\" style=\"width: 628px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/08\/As-atrizes-Maria-Fernanda-e-Stella-Perry-em-montagem-de-Vestido-de-Noiva.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4587\" class=\" wp-image-4587 \" alt=\"Maria Fernanda e Stella Perry em montagem da pe\u00e7a &quot;Vestido de Noiva&quot; (imagem: divulga\u00e7\u00e3o Funarte)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/08\/As-atrizes-Maria-Fernanda-e-Stella-Perry-em-montagem-de-Vestido-de-Noiva.jpg\" width=\"618\" height=\"560\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4587\" class=\"wp-caption-text\">Maria Fernanda e Stella Perry em montagem da pe\u00e7a &#8220;Vestido de Noiva&#8221; (imagem: divulga\u00e7\u00e3o Funarte)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>10.<\/strong> A vida pessoal de Nelson Rodrigues n\u00e3o caberia aqui. As suas mem\u00f3rias (reeditadas novamente esse ano pela Nova Fronteira como <i>Mem\u00f3rias: a Menina Sem Estrela<\/i>) d\u00e3o conta da dramaticidade de sua exist\u00eancia. Sua voz \u00e9 ouvida tamb\u00e9m na biografia escrita por Ruy Castro, <i>O Anjo Pornogr\u00e1fico<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>11.<\/strong> Em entrevista a Paulo Francis, Nelson escreveu: \u201cQuero ser esquecido para sempre.\u201d. Numa esp\u00e9cie de arroubo, bradava para si mesmo que a posteridade n\u00e3o o pertencia. Seu medo era, na \u00e9poca, n\u00e3o ter notoriedade com seu teatro. Pois teve. Em vida e postumamente, Nelson Rodrigues n\u00e3o foge da alcunha de g\u00eanio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>12.<\/strong>\u00a0E n\u00e3o culpo, vejam, aqueles que n\u00e3o conseguem ver a genialidade de Nelson Rodrigues. Mas a defendo com a for\u00e7a com que Dom Quixote defende sua Dulcinea. Sou possu\u00eddo por um esp\u00edrito rodrigueano. Ergo os dois punhos e me pende dos l\u00e1bios uma baba bovina, el\u00e1stica. Com o dedo indicador em riste, me transformo em um Settembrini de Thomas Mann. Brado, sem pudor, uma das maiores m\u00e1ximas de Nelson Rodrigues. Assim como afirmou o homem que melhor entendeu o brasileiro, grito que <em>s\u00f3 os profetas enxergam o \u00f3bvio<\/em>! O \u00f3bvio \u2013 ululante! \u2013 nos escapa muitas vezes e s\u00f3 quem n\u00e3o entende o Brasil, n\u00e3o entende Nelson Rodrigues.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Vinicius Colares 1. Nelson Rodrigues completaria 103 anos ontem, dia 23 de agosto. O centen\u00e1rio do escritor foi tratado, tr\u00eas anos atr\u00e1s, como \u201co ano Nelson Rodrigues\u201d. 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