{"id":4367,"date":"2015-07-23T18:23:42","date_gmt":"2015-07-23T21:23:42","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4367"},"modified":"2015-11-20T14:43:32","modified_gmt":"2015-11-20T16:43:32","slug":"em-defesa-do-pop","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/em-defesa-do-pop\/","title":{"rendered":"Em Defesa do Pop: o g\u00eanero al\u00e9m do ef\u00eamero"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>por <a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vinicius Colares<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A m\u00fasica acompanha o homem h\u00e1 muito tempo sem levar em considera\u00e7\u00e3o intelecto e posi\u00e7\u00e3o social. Onde h\u00e1 vida, h\u00e1 m\u00fasica e toda constru\u00e7\u00e3o musical \u00e9 intr\u00ednseca ao ser humano. \u00c9 ele que a produz, afinal. Mantendo os p\u00e9s no s\u00e9culo XXI, uma grande diferen\u00e7a de nossa \u00e9poca em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s passadas, nesse sentido, \u00e9 simples: a possibilidade de fugir da m\u00fasica hoje \u00e9 nula. Ing\u00eanuo aquele que diz que pode controlar sempre o que vai ouvir e quando vai ouvir. Encontrar uma trilha sonora diferente em cada lugar exemplifica o fato. Das livrarias \u00e0s oficinas, a m\u00fasica preenche qualquer ambiente de forma un\u00e2nime. O termo \u201cm\u00fasica de elevador\u201d n\u00e3o surgiu do nada, afinal.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 pop?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O fator determinante, que serve como base para definir o que vai tocar com maior frequ\u00eancia em um n\u00famero X ou Y de lugares, n\u00e3o \u00e9 a sorte, por\u00e9m. O conceito de m\u00fasica pop est\u00e1 diretamente ligado a isso. A <em>pop music <\/em>(termo em ingl\u00eas que surge da abrevia\u00e7\u00e3o da palavra <em>popular<\/em>) pode ser entendida, grosso modo, como um g\u00eanero que se alimenta de elementos variados para criar um tipo espec\u00edfico de m\u00fasica. Os objetivos da m\u00fasica popular s\u00e3o o puro prazer por parte do ouvinte \u2013 sem grande preocupa\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es t\u00e9cnicas &#8211; e a comercializa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do alcance das grandes audi\u00eancias (<i>mass audience<\/i>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A m\u00fasica pop, geralmente, n\u00e3o tem preocupa\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas aprimoradas. Quest\u00f5es estruturais s\u00e3o geralmente as mesmas (a dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 3-6 minutos, letras de formato b\u00e1sico com \u201cesqueleto\u201d <i>verse-chorus<\/i>, guitarras que n\u00e3o abusam de distor\u00e7\u00e3o, etc.). Essas caracter\u00edsticas acabam dando certos ares de efemeridade para a m\u00fasica pop. Todo preconceito contra esse g\u00eanero vai de encontro com o fato de ser \u201cm\u00fasica para vender e n\u00e3o para ouvir\u201d. E a partir daqui deve-se ter cuidado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Aviso: o ouvinte que define o que ouve a partir de quest\u00f5es t\u00e9cnicas estruturais e de composi\u00e7\u00e3o apenas, n\u00e3o leia o texto at\u00e9 o fim. Ali\u00e1s, desnecess\u00e1rio escrever isso. Quem assim define m\u00fasica s\u00f3 leu o t\u00edtulo e foi-se embora. Que assim seja.<\/em><\/p>\n<p><strong>A qualidade popular<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 com a melhor das inten\u00e7\u00f5es que deve-se pedir para que tenham cuidado ao simplesmente definir a <i>pop<\/i> <i>music <\/i>como descart\u00e1vel. Existe vida dentro desse g\u00eanero. Pouca, verdade, se compararmos o quanto se produz dentro da m\u00fasica popular, mas isso serve tamb\u00e9m para outros g\u00eaneros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Exemplifica\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhor ferramenta nesse caso. Recorro aos cl\u00e1ssicos: <i>Off The Wall<\/i> (1979) do eterno Michael Jackson; <i>Arrival <\/i>(1976) do ABBA (grupo sueco preferido das titias do mundo todo); <i>Purple<\/i> <i>Rain <\/i>(1984) de Prince em parceria com seu grupo de apoio The Revolution.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 levar nenhum beatleman\u00edaco \u00e0 loucura, mas \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o traz\u00ea-los nessa lista tamb\u00e9m. Alguns especialistas (muitos deles) creditam aos Beatles os melhores \u00e1lbuns pop de todos os tempos. <i>Abbey<\/i> <i>Road<\/i> (1969) talvez seja o maior.<\/p>\n<div id=\"attachment_4368\" style=\"width: 532px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/mj.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4368\" class=\" wp-image-4368 \" alt=\"Michael Jackson: um dos maiores nomes da hist\u00f3ria do Pop (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/mj-1024x768.jpg\" width=\"522\" height=\"392\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4368\" class=\"wp-caption-text\">Michael Jackson: um dos maiores nomes da hist\u00f3ria do Pop (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Daft Punk e a reforma do pop<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outra motiva\u00e7\u00e3o para a defesa do g\u00eanero deve ser um disco de 2013 que mudou a forma de fazer <em>pop music<\/em>. O <em>Random Access Memories<\/em> (2013) do Daft Punk, no m\u00ednimo, assusta. Fugindo da formata\u00e7\u00e3o simples, o \u00e1lbum n\u00e3o se prende a nenhum tipo de conven\u00e7\u00e3o. O preconceito que ainda levam consigo alguns, pode morrer ao apertar o <i>play<\/i> e a culpa \u00e9 da ousadia da dupla francesa. O resultado final do \u00e1lbum \u00e9 m\u00fasica pop eletr\u00f4nica de fin\u00edssima qualidade com elementos de disco, funk e jazz. Alguns elementos de m\u00fasica dos anos 1970 e 1980, principalmente, voltaram a marcar presen\u00e7a forte nos hits que se ouve por a\u00ed gra\u00e7as ao <em>Random Access Memories<\/em>. Um dos respons\u00e1veis por isso \u00e9 o produtor e m\u00fasico Nile Rodgers, figura marcada no disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A terceira m\u00fasica do <i>R.A.M.<\/i>, \u201cGiorgio by Moroder\u201d, \u00e9 narrada pelo compositor e tamb\u00e9m produtor Giovanni Giorgio. Uma das frases dessa lenda da m\u00fasica <i>disco<\/i> deve servir para quem gosta de m\u00fasica, apenas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8211; Uma vez que voc\u00ea liberta sua mente sobre um conceito de harmonia e de \u2018m\u00fasica correta\u2019, voc\u00ea pode fazer tudo o que quiser &#8211; diz Giovanni na introdu\u00e7\u00e3o da can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A m\u00fasica, hoje, deveria ser considerada uma das formas de arte mais democr\u00e1ticas que temos. Por isso ou\u00e7am o que lhes agrada, sempre. Mas n\u00e3o esque\u00e7am o lugar comum que diz que voc\u00ea \u00e9 o que voc\u00ea come. N\u00e3o est\u00e1 assim t\u00e3o errado. Se for m\u00fasica pop que agrada, que seja. Procurem o que \u00e9 bom e n\u00e3o aquilo est\u00e1 definido como bom. Falando de m\u00fasica nada \u00e9 intoc\u00e1vel e surpresas surgem o tempo todo. Procurem, para variar, na <i>pop<\/i> <i>music<\/i>. E, mais importante, procurem o tempo todo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; por Vinicius Colares A m\u00fasica acompanha o homem h\u00e1 muito tempo sem levar em considera\u00e7\u00e3o intelecto e posi\u00e7\u00e3o social. Onde h\u00e1 vida, h\u00e1 m\u00fasica e toda constru\u00e7\u00e3o musical \u00e9 intr\u00ednseca ao ser humano.&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":4370,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204],"tags":[191],"class_list":["post-4367","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","tag-vinicius-pereira-colares"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-18r","jetpack-related-posts":[{"id":4075,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/uma-vitoria-para-a-verdadeira-cultura-dos-eua\/","url_meta":{"origin":4367,"position":0},"title":"Uma vit\u00f3ria para a verdadeira cultura dos EUA","author":"Em Pauta","date":"26\/06\/2015","format":false,"excerpt":"Por\u00a0Vin\u00edcius Pereira Colares Moby Dick; A Sangue Frio; Um Bonde Chamado Desejo; Walden. 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