{"id":4290,"date":"2015-07-17T19:01:21","date_gmt":"2015-07-17T22:01:21","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4290"},"modified":"2015-11-20T15:17:51","modified_gmt":"2015-11-20T17:17:51","slug":"a-vida-finita-uma-entrevista-sobre-a-problematica-da-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-vida-finita-uma-entrevista-sobre-a-problematica-da-morte\/","title":{"rendered":"A Vida Finita: uma entrevista sobre a problem\u00e1tica da morte"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" align=\"center\"><em>Professora de Filosofia fala sobre morte e luto:<br \/>\n<\/em><em>\u201c\u00c9 dif\u00edcil lidar com o problema da exist\u00eancia e finitude, \u00e9 dif\u00edcil pensar que vivemos para morrer\u201d<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right\" align=\"center\"><strong>por\u00a0<a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?tag=aline-vohlbrecht-souza\" target=\"_blank\">Aline Vohlbrecht Souza<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A morte de uma pessoa p\u00fablica geralmente causa como\u00e7\u00e3o em diversas partes do pa\u00eds. \u00cddolos de uns e desconhecidos de outros, n\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o pare um minuto em frente \u00e0 televis\u00e3o para ouvir as not\u00edcias. A morte de algu\u00e9m pr\u00f3ximo ou de uma pessoa famosa sempre causa grande consternamento. Confira a seguir, a entrevista concedida pela professora de Filosofia e acad\u00eamica do curso de Psicologia da UFPEL Martha Medeiros Goularte, sobre a morte e a dificuldade em lidar com o luto e a tristeza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: Na sua opini\u00e3o por que a morte ainda \u00e9 um assunto dif\u00edcil de ser falado? <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Porque \u00e9 algo que o homem, ao longo do tempo, n\u00e3o conseguiu superar, modificar ou ainda encontrar resposta. Porque talvez seja a \u00fanica coisa certa de existir, da qual temos certeza de que ir\u00e1 acontecer, mas nunca estamos preparados. Eu posso vir a morrer amanh\u00e3, mas n\u00e3o posso nem pensar na possibilidade disso acontecer. \u00c9 dif\u00edcil lidar com o problema da exist\u00eancia e finitude, \u00e9 dif\u00edcil pensar que vivemos para morrer um dia, saber que iremos morrer e que pode ser hoje, amanh\u00e3 ou m\u00eas que vem. E as coisas que n\u00e3o fizemos ainda? As que ficaram no meio do caminho? E o tempo n\u00e3o aproveitado ou que n\u00e3o se teve?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: Por que a morte de uma pessoa conhecida e famosa causa tanta como\u00e7\u00e3o na maioria das pessoas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Primeiramente, pela divulga\u00e7\u00e3o exercida pela m\u00eddia, pelo seu poder de influenciar o\u00a0comportamento dos indiv\u00edduos. Ela busca meios de envolver ao m\u00e1ximo as\u00a0pessoas em determinado acontecimento, parecendo n\u00e3o esgotar as possibilidades de concluir a not\u00edcia, o fato. \u00c9 como se quisesse fazer as pessoas sentirem a mesma dor, sofrimento ou tristeza pelos quais um \u00eddolo ou pessoa famosa vivenciou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: A perda de um \u00eddolo pode ser comparada a perda de algu\u00e9m da fam\u00edlia ou amigo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Acredito que do ponto de vista da proximidade n\u00e3o, porque \u00e9 outro tipo de rela\u00e7\u00e3o que existe.J\u00e1 do ponto de vista sentimental pode sim, pois h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o de afeto atribu\u00edda a esta pessoa.<\/p>\n<div id=\"attachment_4295\" style=\"width: 262px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/martha.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4295\" class=\" wp-image-4295 \" alt=\"Martha \u00e9 professora de filosofia e estudante de psicologia da UFPel (imagem: divulga\u00e7\u00e3o\/Facebook)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/martha.jpg\" width=\"252\" height=\"380\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4295\" class=\"wp-caption-text\">Martha \u00e9 professora de filosofia e estudante de psicologia da UFPel (divulga\u00e7\u00e3o\/Facebook)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: Qual a import\u00e2ncia de uma pessoa viver o luto pela perda de algu\u00e9m querido?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> \u00c9 importante porque faz parte da vida daquele que enfrenta, porque somos seres que vivemos em rela\u00e7\u00e3o, tudo tem rela\u00e7\u00e3o, se relaciona a algo, estamos sempre em rela\u00e7\u00e3o. A morte \u00e9 algo natural, mas o luto \u00e9 muito dif\u00edcil de ser elaborado. Passamos por diversas perdas ao longo da vida, mas a morte de algu\u00e9m que amamos talvez seja a mais dolorosa. Nascemos e vamos morrer, mas temos medo do desconhecido, a morte \u00e9 um mist\u00e9rio e todos est\u00e3o sujeitos a ela. Acho que \u00e9 importante buscarmos a compreens\u00e3o do processo que \u00e9 a exist\u00eancia e darmos o tempo necess\u00e1rio para cada situa\u00e7\u00e3o ou processo ser elaborado, sem pressa, porque de pressa j\u00e1 basta o funcionamento da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b><\/b><strong>Rep\u00f3rter: Algumas teorias afirmam que o luto possui cinco fases. Quais s\u00e3o elas e o que dizem?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Em um primeiro momento surge a nega\u00e7\u00e3o, a pessoa n\u00e3o quer enfrentar a realidade. Depois tem a fase da revolta, ou seja, a pessoa n\u00e3o entende por que justo ela tem de passar por aquela situa\u00e7\u00e3o. Em um terceiro momento, h\u00e1 uma tentativa de supera\u00e7\u00e3o, de aceita\u00e7\u00e3o, o indiv\u00edduo sente que ser\u00e1 mais forte, viver\u00e1 melhor, se sair daquela situa\u00e7\u00e3o. A quarta fase \u00e9 a da depress\u00e3o, o indiv\u00edduo sente-se impotente para lidar com o problema. Por fim, h\u00e1 a fase da aceita\u00e7\u00e3o, a pessoa consegue enfrentar a realidade, tem condi\u00e7\u00f5es para enfrentar a perda ou morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: Qual a melhor maneira de contar para uma crian\u00e7a a perda de uma pessoa querida?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Talvez n\u00e3o exista a melhor maneira, porque depende do contexto no qual a crian\u00e7a est\u00e1 inserida. Na minha opini\u00e3o, a melhor maneira \u00e9 contar o que \u00e9 de fato, o que est\u00e1 acontecendo, n\u00e3o omitir. Mas, claro, que n\u00e3o se deve esquecer de que \u00e9 com uma crian\u00e7a que estamos falando, ent\u00e3o se faz necess\u00e1rio cuidado e aten\u00e7\u00e3o ao falar, explicar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: Que tipos de danos a morte de algu\u00e9m\u00a0 pr\u00f3ximo pode causar?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Penso que tem a ver com o tipo de v\u00ednculo que se tinha com o ente querido. Sendo assim, muitos danos podem ser ocasionados. Por exemplo, uma crian\u00e7a que perde a m\u00e3e ou o pai, ter\u00e1 que passar por um processo de desenvolvimento diferente do que seria com os pais pr\u00f3ximos, j\u00e1 que \u00e9 de extrema import\u00e2ncia o papel desempenhado pelos pais no processo de desenvolvimento dos filhos. Outro exemplo, um casal em que um dos membros morre; quem fica, muitas vezes, o corpo f\u00edsico adoece, porque a dor de ter que viver sozinho \u00e9 insuport\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: No caso de mortes s\u00fabitas e violentas, o processo de luto \u00e9 diferente?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Com certeza. Est\u00e1 certo que a morte n\u00e3o avisa quando ir\u00e1 chegar, mas quando uma doen\u00e7a se instaura, a pessoa pode buscar uma prepara\u00e7\u00e3o para a morte ou tentativas de enfrentar tal per\u00edodo de acometimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter: O sepultamento \u00a0faz parte do processo todo, voc\u00ea acha necess\u00e1rio passar por esse momento?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Sim. Acho que \u00e9 um processo natural e tamb\u00e9m uma quest\u00e3o cultural. H\u00e1 culturas que celebram a morte, assim como celebram a vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Rep\u00f3rter:\u00a0 Que dicas voc\u00ea daria para algu\u00e9m\u00a0 que est\u00e1 passando por esse momento, aliviar a dor , a aus\u00eancia e a saudade\u00a0 da perda de algu\u00e9m?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Martha:<\/strong> Em primeiro lugar, acho que o importante \u00e9 a pessoa buscar o autoconhecimento, o desenvolvimento de valores, virtudes, conhecer e respeitar seus limites, entender que cada um enfrenta os problemas de maneira particular. Cada um tem o seu tempo e muitas pessoas podem ter que elaborar o processo de luto por um grande per\u00edodo, mas faz parte. Outra dica que considero \u00e9 desenvolver a religiosidade, acreditar em algo superior, algo bom, seja l\u00e1 o que for, buscar uma fonte para se restabelecer. Acreditar em algo superior pode significar acreditar em si mesmo, ter f\u00e9 em si mesmo, se entendermos que todos n\u00f3s somos parte de um Deus, em cada um de n\u00f3s existe algo divino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">*A imagem destacada na chamada desta mat\u00e9ria \u00e9 a obra <em>A Morte de Masaccio<\/em>, de\u00a0Auguste Couder<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Professora de Filosofia fala sobre morte e luto: \u201c\u00c9 dif\u00edcil lidar com o problema da exist\u00eancia e finitude, \u00e9 dif\u00edcil pensar que vivemos para morrer\u201d por\u00a0Aline Vohlbrecht Souza A morte de uma pessoa&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":4298,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[17],"class_list":["post-4290","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-aline-vohlbrecht-souza"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-17c","jetpack-related-posts":[{"id":4273,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/entrevista-marismar-chaves-da-silva-todos-os-dias-os-alunos-me-ensinam-a-ser-uma-professora-melhor\/","url_meta":{"origin":4290,"position":0},"title":"Entrevista: Marismar Chaves da Silva &#8211; \u201cTodos os dias os alunos me ensinam a ser uma professora melhor\u201d","author":"Em Pauta","date":"16\/07\/2015","format":false,"excerpt":"por Aline Vohlbrecht Souza S\u00e3o 7h30min de uma fria manh\u00e3 na cidade de Pelotas. 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