{"id":4264,"date":"2015-07-14T21:45:47","date_gmt":"2015-07-15T00:45:47","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4264"},"modified":"2015-11-20T14:51:28","modified_gmt":"2015-11-20T16:51:28","slug":"a-objetividade-fragilizada-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-objetividade-fragilizada-parte-2\/","title":{"rendered":"A Objetividade Fragilizada (parte 2)"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Jornalismo liter\u00e1rio e Novo Jornalismo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>por <a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vinicius Colares<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma das maiores obras da hist\u00f3ria do <i>new journalism<\/i> \u00e9 o livro <em>A luta<\/em> (1975), de Norman Mailer. O escritor norte-americano acompanhou a \u201cbatalha do s\u00e9culo\u201d entre Muhammad Ali e George Foreman, realizada no Zaire. Uma das maiores lutas da hist\u00f3ria do boxe internacional se transformou em mat\u00e9ria-prima para Mailer e \u00e9 interessante pensar que, 40 anos depois do lan\u00e7amento do livro, \u00e9 o Novo Jornalismo quem tenta se manter em p\u00e9 da mesma forma que os dois pesos-pesados &#8211; j\u00e1 em idade avan\u00e7ada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Publica\u00e7\u00f5es como as revistas Rolling Stone e Piau\u00ed, por exemplo, tentam trabalhar com o jornalismo liter\u00e1rio e mant\u00ea-lo vivo, mas a situa\u00e7\u00e3o do g\u00eanero \u00e9 a mesma de Foreman no fim da batalha contra Ali: com as costas nas cordas, o jornalismo liter\u00e1rio apanha; cansado e ofegante, ele, ainda assim, faz de tudo para n\u00e3o cair.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>A origem do Novo Jornalismo\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As revolu\u00e7\u00f5es dos anos 1960 agitaram o mundo culturalmente, socialmente e politicamente. O jornalismo, como mecanismo presente em todas elas, foi afetado. N\u00e3o faltaram, evidentemente, boas pautas para quem trabalhava com a not\u00edcia durante esse per\u00edodo. As ascens\u00f5es e quedas de John F. Kennedy e Martin Luther King, o in\u00edcio da Guerra do Vietn\u00e3 e os primeiros passos de Neil Armstrong na lua, por exemplo, foram alguns dos eventos que mudaram a hist\u00f3ria da ci\u00eancia, pol\u00edtica e cultura nos EUA e no restante do globo. O mundo girava e os fatos aconteciam, mas a forma como eram narrados n\u00e3o atingia a profundidade dos acontecimentos. Era isso que pensava Tom Wolfe, um dos precursores do movimento chamado Novo Jornalismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tom Wolfe lembra que os jornalistas que faziam reportagens maiores durante os anos 1960 eram menos valorizados do que aqueles que corriam atr\u00e1s do grande furo com um ritmo quase convulsivo, sabendo da competitividade do ambiente jornal\u00edstico na \u00e9poca. Sendo o pr\u00f3prio Wolfe um dos incomodados com a falta de profundidade da maioria dos textos nos jornais di\u00e1rios norte-americanos, depois de j\u00e1 ter publicado textos com caracter\u00edsticas est\u00e9ticas diferentes de tudo que havia na imprensa dos EUA, o jornalista publicou o manifesto <i>The New Journalism<\/i> (1973). Nesse pequeno livro, o autor detalha algumas das caracter\u00edsticas desse movimento e ajuda a identificar um texto que pode ser caracterizado como produto do Novo Jornalismo.<\/p>\n<div id=\"attachment_4266\" style=\"width: 345px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/tomwolfe.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4266\" class=\" wp-image-4266  \" alt=\"Tom Wolfe: um dos principais nomes do Novo Jornalismo (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/tomwolfe.jpg\" width=\"335\" height=\"448\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4266\" class=\"wp-caption-text\">Tom Wolfe: um dos principais nomes do Novo Jornalismo (imagem: divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 importante deixar claro, por\u00e9m, que Wolfe n\u00e3o \u00e9 o precursor desse tipo de texto. Felipe Pena (j\u00e1 citado na <a href=\"http:\/\/empauta.ufpel.edu.br\/?p=4191\" target=\"_blank\">parte 1<\/a> do artigo) lembra que alguns historiadores consideram Daniel Defoe como \u201co primeiro jornalista liter\u00e1rio moderno\u201d. Tamb\u00e9m, pouco tempo antes das ideias de Wolfe serem difundidas, escritores como John Hersey publicavam reportagens t\u00e3o profundas quanto Wolfe imaginava ser poss\u00edvel. <i>Hiroshima<\/i> (1946) de Hersey \u00e9 um dos exemplos. Junto com ele autores como John Sack, Hunter Thompson e Joan Didion tamb\u00e9m estavam buscando a amplia\u00e7\u00e3o do jornalismo para al\u00e9m do <i>lead<\/i> e trabalhando com ideias que servem como base para o Novo Jornalismo. O jornalista, por exemplo, pode ser subjetivo e deve usar t\u00e9cnicas liter\u00e1rias para atingir um valor est\u00e9tico, defendiam esses jornalistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>A defini\u00e7\u00e3o de <em>new journalism<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tom Wolfe, mesmo sabendo que o movimento n\u00e3o foi fruto de nenhuma teoria ou ideologia espec\u00edfica, escreveu em seu manifesto quatro recursos que, n\u00e3o de maneira obrigat\u00f3ria, devem ser usados no <i>new journalism<\/i> e servem como uma esp\u00e9cie de guia para identificar textos do g\u00eanero. S\u00e3o eles <i>a reconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria cena a cena<\/i>, o<i> registro de di\u00e1logos completos<\/i>, a vis\u00e3o das cenas a partir de mais de um personagem (<i>uso da terceira pessoa<\/i>) e <i>o registro de detalhes caracter\u00edsticos dos personagens<\/i> (roupas, express\u00f5es, h\u00e1bitos, etc.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma maioria de estudos e pesquisas da \u00e1rea do jornalismo liter\u00e1rio e do <i>new journalism <\/i>apoia-se nos anos 1960 e 1970 e nos autores cl\u00e1ssicos do Novo Jornalismo. Gay Talese, Norman Mailer e Truman Capote s\u00e3o os mais lembrados nesse per\u00edodo, al\u00e9m de Wolfe. Existe uma raz\u00e3o para tanto. O Novo Jornalismo n\u00e3o conseguiu encontrar um espa\u00e7o definitivo dentro dos peri\u00f3dicos de maior circula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o conseguiu no seu auge e ainda n\u00e3o consegue hoje. A preocupa\u00e7\u00e3o com a objetividade ainda \u00e9 primordial para os grandes ve\u00edculos e sobrou para os jornalistas que escrevem grandes reportagens algum espa\u00e7o em poucas editoras \u2013 na tentativa de publicar um livro -, na internet e em algumas revistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E apesar da import\u00e2ncia daquela luta para sua carreira, George Foreman perdeu para Ali. Ainda assim, depois de derrotado, continuou lutando e segue vivo at\u00e9 hoje. Esse talvez continue sendo o destino do jornalismo liter\u00e1rio e do Novo Jornalismo dentro da produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica moderna: manter-se vivo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Jornalismo liter\u00e1rio e Novo Jornalismo por Vinicius Colares Uma das maiores obras da hist\u00f3ria do new journalism \u00e9 o livro A luta (1975), de Norman Mailer. 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