{"id":4138,"date":"2015-07-03T22:37:47","date_gmt":"2015-07-04T01:37:47","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=4138"},"modified":"2015-11-20T14:51:28","modified_gmt":"2015-11-20T16:51:28","slug":"ate-quando-e-ficcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/ate-quando-e-ficcao\/","title":{"rendered":"At\u00e9 quando \u00e9 fic\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Por\u00a0<a title=\"Estevan Garcia\" href=\"Estevan Garcia\">Estevan Garcia<\/a><\/p>\n<div id=\"attachment_4139\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/eg.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4139\" class=\"size-full wp-image-4139\" alt=\"(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/eg.jpg\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4139\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Ol\u00e1! Meu nome \u00e9 Rafael e hoje vou contar a minha hist\u00f3ria pra voc\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Meu pai se chama Jair, mas \u00e9 mais conhecido aqui no bairro como Jairz\u00e3o, devido \u00e0 sua estatura e porte f\u00edsico.\u00a0 Trabalha como gari, desde que eu me entendo por gente. \u00a0Minha m\u00e3e \u00e9 costureira. Aprendeu a profiss\u00e3o com a m\u00e3e dela, que aprendeu com a av\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Meus pais se conheceram aqui no bairro mesmo. Meu pai jogava futebol com o meu tio, irm\u00e3o da m\u00e3e, em um campinho de terra que tem ali no Obelisco, no bairro Areal. Um dia, ap\u00f3s uma partida em que o time do pai e do tio ganhou, os jogadores resolveram comemorar em um bar ali na rua nove. O tio convidou a m\u00e3e. Ela foi, meio contrariada. L\u00e1 conheceu o zagueiro do time: meu pai. Conversa vai, conversa vem, se apaixonaram. Fruto desse amor, eu nasci. Mas n\u00e3o s\u00f3 eu. Eu e mais tr\u00eas: Jairton, Marcio e Caroline.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nasci em Pelotas, no Hospital Benefic\u00eancia Portuguesa, em 2 de janeiro de 2000.\u00a0 Sempre morei em um chal\u00e9 pequeno, de dois quartos, no Bairro Dunas, a duas quadras do Jardim das Tradi\u00e7\u00f5es. Minha inf\u00e2ncia foi boa. Durante o ensino fundamental, eu estudava no turno da tarde no Presidente Dutra, escola municipal localizada ali no bairro. Durante a manh\u00e3, eu jogava bola com os meus irm\u00e3os e amigos.\u00a0 Futebol \u00e9 uma paix\u00e3o de fam\u00edlia. A gente jogava aqui na rua mesmo. Fazia as traves com os chinelos. Dif\u00edcil era quando a bola ia por cima do chinelo. Quem tinha marcado dizia que era gol. Quem tinha sofrido o gol dizia que n\u00e3o valia. Sempre dava confus\u00e3o. O ensino m\u00e9dio, eu fiz em uma escola ali no Bairro Obelisco. A m\u00e3e achava que a educa\u00e7\u00e3o l\u00e1 era melhor. Desde sempre ela me diz: \u201cMesmo que eu e o teu pai n\u00e3o tenhamos feito faculdade, tu vais fazer!\u201d. E eu sempre acreditei nisso. No primeiro ano do ensino m\u00e9dio j\u00e1 tinha decidido: queria fazer o curso de direito. Defender os outros. Tirar inocentes da cadeia. Que nem a gente via na novela das oito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No entanto, depois do que me aconteceu j\u00e1 nem acredito mais nisso. No final de 2015, o apresentador do Jornal Nacional falou algo sobre ter diminu\u00eddo a maioridade penal. Gente de dezesseis anos agora poderia ir pra cadeia. Eu n\u00e3o dei muita import\u00e2ncia, afinal n\u00e3o sou bandido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas a vida nos derruba. Dois meses depois disso, o namorado da minha irm\u00e3 ganhou uns ingressos pra uma festa. Estavam sorteando em uma r\u00e1dio e ele foi o ganhador. Pegou uma chuva uns dias antes do evento e ficou doente, n\u00e3o poderia ir. Minha irm\u00e3 me deu os ingressos dizendo: \u201cVai, se diverte\u201d. Coloquei minha roupa nova, aquela que eu guardava para sair, calcei meu t\u00eanis de marca que ganhei no Natal, passei gel no cabelo, encontrei meus amigos, e fui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O lugar era muito grande. Tinha muita gente. As luzes piscavam. Eu n\u00e3o conseguia enxergar ningu\u00e9m. Muito menos ouvir. O <i>tuntz tuntz<\/i> das caixas de som era alto demais. Mas j\u00e1 que estava l\u00e1, resolvi ficar um pouco. L\u00e1 pelas duas da manh\u00e3 que aconteceu tudo: Um rapaz de camisa gola polo, dessas que t\u00eam um s\u00edmbolo de jacar\u00e9 estampado no lado esquerdo do peito, come\u00e7ou a discutir com um dos meus amigos. Devido \u00e0 m\u00fasica, eu n\u00e3o consegui entender muito bem do que se tratava. Aproximei-me para ver. O mo\u00e7o estava acusando meu amigo de ter roubado seu celular. O rapaz estava completamente b\u00eabado. Eu sabia que meu amigo n\u00e3o era culpado. Ele \u00e9 uma das pessoas mais honestas que eu conhe\u00e7o. Ent\u00e3o entrei na confus\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Argumentei dizendo que n\u00e3o era verdade. Esvaziei os bolsos do meu amigo, provando que o celular n\u00e3o estava com ele. N\u00e3o adiantava. O cara da gola polo continuava insistindo. De repente me ofendeu: \u201cForam voc\u00eas! Seus favelados\u201d. N\u00e3o me contive. Empurrei-o. Por\u00e9m n\u00e3o sei medir minha for\u00e7a. Herdei o porte f\u00edsico do meu pai e, para a minha idade, sou bem grande. O rapaz foi jogado com o empurr\u00e3o. Bateu com a cabe\u00e7a em uma mesa, que ficava no canto do sal\u00e3o e ali ficou estirado. Os amigos dele foram para sua volta. Falavam com ele, o sacodiam pelos ombros, mas ele n\u00e3o reagia. Fiquei assustado, mas n\u00e3o fugi. Fiquei ali, vendo todas aquelas pessoas me olharem com cara de nojo, desgosto. De repente chegaram os seguran\u00e7as da festa. Pegaram-me pelos bra\u00e7os e levaram pra uma salinha separada. Chamaram a pol\u00edcia. Quando estavam me levando para a delegacia, o sal\u00e3o j\u00e1 estava vazio. Ouvi ambul\u00e2ncias l\u00e1 fora. Os familiares do rapaz estavam na volta dele, chorando. Quando me viram, ouvi v\u00e1rios gritos: \u201cAssassino!\u201d. N\u00e3o entendi. Na delegacia soube da morte. Nos dias seguintes fui a julgamento. Condenaram-me por les\u00e3o corporal seguida de morte. \u00a0Quando o juiz deu a senten\u00e7a muitas pessoas aplaudiram. Minha m\u00e3e e meus irm\u00e3os choravam. Enquanto me levavam do tribunal at\u00e9 o carro, o qual me levaria para o pres\u00eddio, as pessoas me xingavam: \u201cassassino!\u201d, \u201cdelinquente!\u201d. Abaixei a cabe\u00e7a e segui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na pris\u00e3o eu era o mais novo, um dos poucos com 16 anos. O ca\u00e7ula. S\u00f3 que esses irm\u00e3os n\u00e3o eram iguais aos meus. L\u00e1 tinha estupradores, traficantes, assaltantes e assassinos. Tudo que a minha m\u00e3e sempre me ensinou a n\u00e3o ser. Tudo que eu nunca quis ser. Colocaram-me em um quarto com mais cinco presos, devido \u00e0 superlota\u00e7\u00e3o do pres\u00eddio. \u00a0Eu sentia muito medo. Medo de ser estuprado. Medo de ser morto. Para evitar sofrer qualquer tipo de viol\u00eancia fiz amizade com uns homens que eram de uma esp\u00e9cie de gangue existente dentro do pres\u00eddio. Eles eram respeitados. Comandavam o tr\u00e1fico de drogas na cidade l\u00e1 de dentro. Ningu\u00e9m se metia com eles. Ofereceram-me prote\u00e7\u00e3o. Aceitei. Na hora me pareceu uma boa ideia. Aprendi muito sobre tr\u00e1fico, drogas e armas. L\u00e1 fora, todos eles eram bem de vida. Tinham casas grandes, muito maiores do que o chal\u00e9 que eu dividia com cinco pessoas. Possu\u00edam carros, roupas de grife e joias. Depois de um tempo troquei o medo pela raiva. Raiva do lugar. Raiva de ver meus dias passando ali, in\u00fateis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Alguns anos depois, sai da cadeia. Aqui fora todos que sabiam que eu havia sido preso me olhavam com cara de nojo. Tentei alguns empregos. N\u00e3o consegui. A sociedade ainda \u00e9 preconceituosa. Ningu\u00e9m quer um ex-presidi\u00e1rio trabalhando no seu estabelecimento. Al\u00e9m disso, eu nem tinha terminado o ensino m\u00e9dio quando fui preso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0Eu tinha que me sustentar. Lembrei-me dos amigos da pris\u00e3o, os quais me defenderam. N\u00e3o tive sa\u00edda. Entrei para o ramo de tr\u00e1fico de drogas. De futuro advogado a traficante em um empurr\u00e3o. Obrigado Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\" align=\"right\">Pelotas, 02 de julho de 2021<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Isso \u00e9 uma fic\u00e7\u00e3o. Os nomes s\u00e3o inventados e a hist\u00f3ria n\u00e3o aconteceu de fato. Pelo menos n\u00e3o at\u00e9 agora. No dia 02 de julho de 2015, um dia ap\u00f3s a rejei\u00e7\u00e3o da aprova\u00e7\u00e3o da PEC 171, que diminuiria de maioridade penal de 18 para 16 anos, o Presidente da C\u00e2mara de Deputados, Eduardo Cunha, orquestrou uma manobra que tornou a aprova\u00e7\u00e3o poss\u00edvel na casa. Um passo para que muitos Paulos, Rafaels, Marcios, Marias e Anas fa\u00e7am dessa fic\u00e7\u00e3o uma hist\u00f3ria real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No entanto, ainda h\u00e1 tempo. Para que a PEC 171 seja colocada em pr\u00e1tica, precisa passar pelo segundo turno na c\u00e2mara de deputados e por mais duas vota\u00e7\u00f5es no senado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Que essa hist\u00f3ria fique s\u00f3 na imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a title=\"#Redu\u00e7\u00e3on\u00e3o\u00e9solu\u00e7\u00e3o\" href=\"#Redu\u00e7\u00e3on\u00e3o\u00e9solu\u00e7\u00e3o\">#Redu\u00e7\u00e3on\u00e3o\u00e9solu\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Estevan Garcia Ol\u00e1! Meu nome \u00e9 Rafael e hoje vou contar a minha hist\u00f3ria pra voc\u00eas. 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