{"id":22140,"date":"2026-07-21T12:04:01","date_gmt":"2026-07-21T15:04:01","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=22140"},"modified":"2026-07-21T12:04:01","modified_gmt":"2026-07-21T15:04:01","slug":"a-sociedade-musica-pela-musica-reencontra-o-sete-de-abril-apos-16-anos-de-silencio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-sociedade-musica-pela-musica-reencontra-o-sete-de-abril-apos-16-anos-de-silencio\/","title":{"rendered":"A Sociedade M\u00fasica Pela M\u00fasica reencontra o Sete de Abril ap\u00f3s 16 anos de sil\u00eancio"},"content":{"rendered":"<p class=\"s5\"><span class=\"s4\">Sob reg\u00eancia de S\u00e9rgio Sisto, cerca de 40 coralistas e solistas participam da primeira semana de funcionamento do Theatro e defendem o palco como espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico e transforma\u00e7\u00e3o social<\/span><\/p>\n<p class=\"s5\"><span class=\"s4\"><em><strong>Por Adriana Cunha e Luiz In\u00e1cio Amorim \/ Em Pauta<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_22141\" style=\"width: 2570px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-scaled.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-22141\" class=\"size-full wp-image-22141\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-scaled.jpeg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1920\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-scaled.jpeg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-424x318.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-212x159.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-768x576.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6839-2048x1536.jpeg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-22141\" class=\"wp-caption-text\">Quando as cortinas (re)abrem. SPMM no Sete de Abril. Imagem: Adriana Cunha \/ Em Pauta.<\/p><\/div>\n<p>Quatro dias ap\u00f3s a reabertura, o Theatro Sete de Abril recebeu, depois de 16 anos fechado para apresenta\u00e7\u00f5es com p\u00fablico, cerca de 40 coralistas e solistas da Sociedade Pelotense M\u00fasica Pela M\u00fasica (SPMM). Sob reg\u00eancia e acompanhamento ao piano do maestro S\u00e9rgio Sisto, no s\u00e1bado (11 de julho), o grupo apresentou trechos de \u00f3peras e cl\u00e1ssicos populares durante a programa\u00e7\u00e3o gratuita da Semana de Pelotas, em um reencontro entre uma entidade de 35 anos, o p\u00fablico e um dos principais palcos da hist\u00f3ria cultural da cidade.<\/p>\n<p>O Sete de Abril foi oficialmente reaberto no dia 7 de julho, anivers\u00e1rio de 214 anos de Pelotas. Interditado em janeiro de 2010, ap\u00f3s uma vistoria apontar comprometimento na estrutura de sustenta\u00e7\u00e3o do telhado, o pr\u00e9dio passou por uma obra de restauro e permaneceu fora do circuito de apresenta\u00e7\u00f5es com plateia por mais de uma d\u00e9cada e meia. Na primeira semana de funcionamento, o teatro recebeu m\u00fasica, dan\u00e7a e circo em uma programa\u00e7\u00e3o que se estendeu at\u00e9 o dia 12.<\/p>\n<p>A SPMM subiu ao palco depois do grupo Ojuob\u00e1 \u2014 Cantos Sagrados e Populares. No repert\u00f3rio, estiveram obras como \u201cVa, pensiero\u201d, o \u201cCoro dos Ferreiros\u201d, \u201cLibiamo\u201d, da \u00f3pera La Traviata, a \u201c\u00c1ria do Toureiro\u201d, de Carmen, e a can\u00e7\u00e3o \u201cGranada\u201d. Ao lado do coro, participaram solistas acompanhados por S\u00e9rgio Sisto. Mais do que ocupar um hor\u00e1rio na programa\u00e7\u00e3o comemorativa, a apresenta\u00e7\u00e3o deu aos integrantes da Sociedade a oportunidade de voltar a pensar o que um palco aberto pode fazer pela m\u00fasica produzida em Pelotas.<\/p>\n<p>Cleusa Maria Gra\u00e7a Borba Monteiro tem 89 anos e canta na Sociedade h\u00e1 26. O primeiro contato com o grupo aconteceu depois de uma apresenta\u00e7\u00e3o no Centro Portugu\u00eas. Ela gostou do que ouviu, fez o teste e passou a integrar o coro. Desde ent\u00e3o, acumulou ensaios, festivais e apresenta\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o descreve a experi\u00eancia apenas como uma atividade musical. \u201cEu me sinto muito bem cantando. Rejuvenes\u00e7o, fico muitos anos mais jovem\u201d, conta.<\/p>\n<p>Quando perguntada sobre uma mem\u00f3ria favorita, Cleusa lembra de uma apresenta\u00e7\u00e3o ligada ao Festival Sesc de M\u00fasica. A resposta, por\u00e9m, muda ao olhar para a noite no Sete de Abril. \u201cCertamente hoje ser\u00e1 uma mem\u00f3ria favorita: a inaugura\u00e7\u00e3o do Theatro Sete de Abril, pelo qual tanto esperamos\u201d, afirmou antes de subir ao palco. Embora a cerim\u00f4nia oficial de reabertura tenha ocorrido quatro dias antes, a fala traduz a sensa\u00e7\u00e3o de participar do primeiro ciclo de espet\u00e1culos depois de 16 anos de portas fechadas.<\/p>\n<p><strong>Uma sociedade ligada \u00e0 cidade<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_22145\" style=\"width: 1930px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-scaled.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-22145\" class=\"size-full wp-image-22145\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-scaled.jpeg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"2560\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-scaled.jpeg 1920w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-239x318.jpeg 239w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-119x159.jpeg 119w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6836-1-1536x2048.jpeg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-22145\" class=\"wp-caption-text\">Maestro S\u00e9rgio Sisto. Imagem Adriana Cunha.<\/p><\/div>\n<p>A hist\u00f3ria da SPMM come\u00e7ou em outubro de 1990, quando um grupo de pessoas interessadas em composi\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas organizou um coral. Cinco anos depois, S\u00e9rgio Sisto assumiu a reg\u00eancia. Em 1996, a entidade foi declarada de utilidade p\u00fablica e, em 2025, recebeu o t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Imaterial de Pelotas. O coro permanente re\u00fane aproximadamente 60 vozes, enquanto a apresenta\u00e7\u00e3o no Sete contou com cerca de 40 coralistas e solistas.<\/p>\n<p>S\u00edlvia Regina conhecia a Sociedade antes mesmo de fazer parte dela. Pelotense, viveu durante um per\u00edodo em Niter\u00f3i, no Rio de Janeiro, e aproveitava as visitas \u00e0 cidade natal, muitas vezes pr\u00f3ximas ao Festival Sesc de M\u00fasica, para assistir \u00e0s apresenta\u00e7\u00f5es do grupo. Quando voltou definitivamente para Pelotas, h\u00e1 cinco anos, n\u00e3o demorou a se unir ao coro.<\/p>\n<p>Hoje, al\u00e9m de cantar como soprano, integra a diretoria como vice-tesoureira. Para S\u00edlvia, a rela\u00e7\u00e3o da Sociedade com a cidade pode ser percebida na resposta do p\u00fablico. \u201cQuando anuncia qualquer atividade que n\u00f3s tenhamos, a comunidade pelotense \u00e9 muito receptiva e valoriza muito\u201d, afirma. O reconhecimento como patrim\u00f4nio imaterial, para ela, refor\u00e7a um v\u00ednculo que j\u00e1 existia nas apresenta\u00e7\u00f5es, nos ensaios e na presen\u00e7a do grupo em diferentes espa\u00e7os culturais de Pelotas.<\/p>\n<p>A liga\u00e7\u00e3o entre a entidade e o Sete de Abril tamb\u00e9m atravessa a trajet\u00f3ria de S\u00e9rgio Sisto. O maestro j\u00e1 havia regido no teatro na d\u00e9cada de 1990 e chegou a assumir a dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica da casa nos anos 2000. No retorno do palco ao circuito cultural, foi novamente ao piano que ele conduziu o coro e os solistas da Sociedade.<\/p>\n<p><strong>Um palco para formar p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<p>Roger Bueno Gomes dos Santos conheceu a SPMM em 1995, quando tinha cerca de 18 anos. Apaixonado por \u00f3pera, recebeu o convite de um integrante, fez uma audi\u00e7\u00e3o com S\u00e9rgio Sisto e entrou para o coro no segundo semestre daquele ano. Participou de diferentes espet\u00e1culos, passou um per\u00edodo afastado ao morar em outra cidade e, mais tarde, retornou a Pelotas. O v\u00ednculo com a Sociedade permaneceu e foi tamb\u00e9m uma das raz\u00f5es que o aproximaram da forma\u00e7\u00e3o profissional em m\u00fasica.<\/p>\n<p>Em 2020, Roger ingressou no curso de M\u00fasica da Universidade Federal de Pelotas. Tamb\u00e9m passou a integrar a Companhia de \u00d3pera do Rio Grande do Sul e atua como solista da SPMM. Ao falar sobre a import\u00e2ncia da entidade, ele come\u00e7a por uma condi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica: para que exista p\u00fablico, primeiro \u00e9 preciso que as pessoas tenham a oportunidade de ouvir.<\/p>\n<div id=\"attachment_22142\" style=\"width: 1930px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-scaled.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-22142\" class=\"size-full wp-image-22142\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-scaled.jpeg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"2560\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-scaled.jpeg 1920w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-239x318.jpeg 239w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-119x159.jpeg 119w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6838-1536x2048.jpeg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-22142\" class=\"wp-caption-text\">Roger Bueno, um dos solistas da SPPM. Imagem: Adriana Cunha \/ Em Pauta.<\/p><\/div>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 como tu gostares de algo que tu n\u00e3o conhe\u00e7as\u201d, afirma. Para Roger, o papel da Sociedade \u00e9 difundir m\u00fasica de qualidade sem construir uma divis\u00e3o r\u00edgida entre o erudito e o popular. \u201cA m\u00fasica que hoje \u00e9 tratada como cl\u00e1ssica j\u00e1 fez parte do cotidiano de outras \u00e9pocas. Do mesmo modo, uma obra popular do presente pode permanecer e ser reconhecida no futuro\u201d, lembra.<\/p>\n<p>O contato com esse repert\u00f3rio, segundo ele, n\u00e3o serve apenas para ensinar nomes de compositores ou apresentar uma forma musical. \u201c\u00c9 como se tu deixasses de enxergar as coisas em preto e branco e passasses a enxergar em cores. Muda a percep\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica transforma e muda vidas.\u201d<\/p>\n<p>Roger afirma que o trabalho desenvolvido pela Sociedade j\u00e1 alcan\u00e7ou jovens de bairros perif\u00e9ricos de Pelotas e ajudou alguns deles a construir carreiras como cantores. Para ele, a transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o se limita ao destino individual de quem passa pela forma\u00e7\u00e3o: alcan\u00e7a tamb\u00e9m as fam\u00edlias e os lugares de onde esses artistas vieram. \u00c9 um impacto que nem sempre aparece, mas pode ser sentido por quem convive com o trabalho da entidade.<\/p>\n<p>A reabertura do Sete de Abril amplia esse alcance. Na avalia\u00e7\u00e3o do cantor, Pelotas possui m\u00fasicos e vozes capazes de ocupar grandes palcos, mas ainda oferece poucas oportunidades para que eles construam uma carreira na pr\u00f3pria cidade. Sem mercado e sem uma agenda cont\u00ednua de apresenta\u00e7\u00f5es, muitos precisam procurar espa\u00e7o em outros centros \u2014 e, em alguns casos, fora do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Depois do sil\u00eancio<\/strong><\/p>\n<p>Durante 16 anos, a aus\u00eancia do Sete de Abril foi tamb\u00e9m a aus\u00eancia de um dos espa\u00e7os capazes de reunir artistas, p\u00fablico e mem\u00f3ria no centro de Pelotas. A reabertura devolve \u00e0 cidade um pr\u00e9dio restaurado, mas o sentido do retorno depende do que passa a acontecer dentro dele. Para os integrantes da M\u00fasica Pela M\u00fasica, isso significa oferecer palco \u00e0s vozes locais e criar condi\u00e7\u00f5es para que mais pessoas conhe\u00e7am repert\u00f3rios que, muitas vezes, permanecem distantes do cotidiano.<\/p>\n<div id=\"attachment_22144\" style=\"width: 1510px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-22144\" class=\"size-full wp-image-22144\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835.jpeg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1125\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835.jpeg 1500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835-424x318.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835-212x159.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/IMG_6835-768x576.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-22144\" class=\"wp-caption-text\">O primeiro agradecimento no rec\u00e9m reaberto Sete de Abril. Imagem: Adriana Cunha \/ Em Pauta.<\/p><\/div>\n<p>Na primeira semana, o teatro voltou a ter plateia. Para a SPMM, por\u00e9m, o reencontro s\u00f3 se completa se o palco permanecer aberto e em movimento. \u201cS\u00f3 n\u00e3o temos p\u00fablico quando n\u00e3o estamos no palco\u201d, resume Roger.<\/p>\n<p>Depois de 16 anos de sil\u00eancio, o Sete de Abril voltou a oferecer a Pelotas a chance de ouvir \u2014 e de descobrir \u2014 os pr\u00f3prios artistas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sob reg\u00eancia de S\u00e9rgio Sisto, cerca de 40 coralistas e solistas participam da primeira semana de funcionamento do Theatro e defendem o palco como espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico e transforma\u00e7\u00e3o social Por Adriana&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":22146,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[204,438],"tags":[],"class_list":["post-22140","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","category-em-pauta-noticias"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/07\/20260711_205328-scaled.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-5L6","jetpack-related-posts":[{"id":22047,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-volta-do-sete-de-abril\/","url_meta":{"origin":22140,"position":0},"title":"A volta do Sete de Abril","author":"Em Pauta","date":"06\/07\/2026","format":false,"excerpt":"Reabertura do Theatro Sete de Abril marca anivers\u00e1rio de 214 anos de Pelotas. 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