{"id":21563,"date":"2026-04-15T17:19:16","date_gmt":"2026-04-15T20:19:16","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=21563"},"modified":"2026-04-15T17:20:54","modified_gmt":"2026-04-15T20:20:54","slug":"arroz-organico-ganha-terreno-na-safra-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/arroz-organico-ganha-terreno-na-safra-gaucha\/","title":{"rendered":"Arroz org\u00e2nico ganha terreno na safra ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<p><b>Assentamento Filhos de Sep\u00e9 concentra maior produ\u00e7\u00e3o de arroz org\u00e2nico da Am\u00e9rica Latina em Viam\u00e3o\/RS<\/b><\/p>\n<div id=\"attachment_21564\" style=\"width: 1188px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21564\" class=\"wp-image-21564 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284.jpg\" alt=\"\" width=\"1178\" height=\"798\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284.jpg 1178w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284-424x287.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284-212x144.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284-768x520.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1178px) 100vw, 1178px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21564\" class=\"wp-caption-text\"><em>Lavoura de arroz org\u00e2nico em Viam\u00e3o\/RS Foto: Ot\u00e1vio de Mattos<\/em><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Emily do Amaral, Ot\u00e1vio de Mattos e Rafaela Silveira \/ Em Pauta<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A cidade de Viam\u00e3o, na Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre, \u00e9 considerada a capital nacional do Arroz Org\u00e2nico. \u00c9 no Assentamento Filhos de Sep\u00e9, ligado \u00e0 Coooperativa dos Produtores Org\u00e2nicos de Reforma Agr\u00e1ria de Viam\u00e3o (Coperav), que est\u00e1 a maior \u00e1rea cont\u00ednua de produ\u00e7\u00e3o de arroz org\u00e2nico da Am\u00e9rica Latina. L\u00e1, cerca de 1,600 hectares s\u00e3o dedicados a este cultivo, envolvendo cerca de 150 fam\u00edlias.<\/p>\n<p>A base dessa produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 na agroecologia e na busca por autonomia produtiva. Segundo o s\u00f3cio fundador da Coperav, Huli Zang, um dos principais desafios dos assentamentos sempre foi a depend\u00eancia externa de sementes. <i>\u201cO desafio \u00e9 ter a produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Esse projeto surge justamente para garantir autonomia, com qualidade e diversidade de materiais\u201d<\/i>, afirma. A parceria com a Embrapa \u00e9 central nesse processo. A coopera\u00e7\u00e3o permite acesso a materiais gen\u00e9ticos e acompanhamento t\u00e9cnico cont\u00ednuo, o que, na avalia\u00e7\u00e3o de Zang, traz seguran\u00e7a para avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>Mais do que ampliar a produ\u00e7\u00e3o, o projeto aposta na diversifica\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gia de mercado. <i>\u201cA gente n\u00e3o trabalha s\u00f3 com o \u2018arroz agulhinha\u2019. Estamos investindo em arrozes integrais, coloridos e especiais, como o vermelho e o para sushi, justamente para atender nichos diferentes\u201d<\/i>, explica. Segundo ele, enquanto o arroz tradicional segue abastecendo programas institucionais, como a alimenta\u00e7\u00e3o escolar, as variedades especiais abrem espa\u00e7o em feiras e mercados diferenciados.<\/p>\n<p>Outro ponto destacado por Zang \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o no manejo. A ado\u00e7\u00e3o do sistema de mudas, com uso de equipamentos importados, representa uma mudan\u00e7a importante na l\u00f3gica produtiva. <i>\u201cA gente buscou novas tecnologias, fez mudas e transplantou. Isso j\u00e1 mostra resultado na lavoura, tanto em desenvolvimento quanto em qualidade\u201d<\/i>, relata.<\/p>\n<p>No campo da pesquisa, o acompanhamento da Embrapa Clima Temperado, com sede em Pelotas\/RS, refor\u00e7a a base t\u00e9cnica da iniciativa. O pesquisador Elbio Cardoso chama aten\u00e7\u00e3o para o conjunto de cultivares avaliadas, que inclui desde gr\u00e3os longos finos, mais comuns no consumo brasileiro, at\u00e9 variedades especiais, como arroz japon\u00eas e vermelho. Para ele, o diferencial dessas cultivares est\u00e1 na adapta\u00e7\u00e3o ao sistema org\u00e2nico. <i>\u201cS\u00e3o materiais com boa toler\u00e2ncia a doen\u00e7as, especialmente \u00e0 brusone, e com alta efici\u00eancia produtiva mesmo em ambientes com menor fertilidade\u201d<\/i>, explica. Isso reduz a necessidade de insumos externos e torna o sistema mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Cardoso tamb\u00e9m destaca o potencial econ\u00f4mico da diversifica\u00e7\u00e3o. <i>\u201cOs nichos de mercado, como arroz vermelho, preto ou japon\u00eas, agregam valor. Em \u00e1reas menores, como \u00e9 o caso da produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, isso permite maior rentabilidade ao produtor\u201d<\/i>, afirma. Ele ressalta ainda que esses produtos podem ser comercializados tanto em cadeias curtas, como feiras, quanto em mercados maiores, ampliando as oportunidades.<\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o do sistema de mudas tamb\u00e9m \u00e9 apontada como um avan\u00e7o t\u00e9cnico relevante. <i>\u201cQuando voc\u00ea transplanta uma planta j\u00e1 desenvolvida, ela tem um arranque mais r\u00e1pido e compete melhor com as invasoras. Isso melhora o controle de plantas daninhas e a qualidade da produ\u00e7\u00e3o de sementes\u201d<\/i>, detalha o pesquisador. Em sistemas agroecol\u00f3gicos, onde n\u00e3o se utilizam herbicidas, esse fator \u00e9 decisivo. Para Cardoso, a inova\u00e7\u00e3o do projeto est\u00e1 justamente na integra\u00e7\u00e3o de diferentes tecnologias. <i>\u201cN\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o isolada. \u00c9 a soma de cultivares adaptadas, uso de mudas e mecaniza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, permitindo que os pr\u00f3prios agricultores avancem na autonomia da produ\u00e7\u00e3o de sementes\u201d<\/i>, avalia.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o entre conhecimento cient\u00edfico, inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e organiza\u00e7\u00e3o coletiva tem transformado o assentamento em refer\u00eancia. Mais do que produzir alimentos, a experi\u00eancia aponta caminhos para uma agricultura mais sustent\u00e1vel e economicamente vi\u00e1vel.<\/p>\n<div id=\"attachment_21565\" style=\"width: 1189px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21565\" class=\"wp-image-21565 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg.jpeg\" alt=\"\" width=\"1179\" height=\"831\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg.jpeg 1179w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg-424x299.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg-212x149.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7286-convertido-de-jpeg-768x541.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1179px) 100vw, 1179px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21565\" class=\"wp-caption-text\"><em>Ind\u00fastria de arroz org\u00e2nico Coperav, Viam\u00e3o\/RS. Foto: Ot\u00e1vio de Mattos \/ Em Pauta<\/em><\/p><\/div>\n<p>Ao final da cadeia, a Coperav garante que esse trabalho chegue ao consumidor com qualidade: a cooperativa atua do campo \u00e0 mesa, realizando o beneficiamento do arroz em sua pr\u00f3pria ind\u00fastria. O processo industrial tamb\u00e9m segue os princ\u00edpios da agroecologia: n\u00e3o h\u00e1 gera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos, e todos os subprodutos s\u00e3o reaproveitados, refor\u00e7ando o modelo produtivo sustent\u00e1vel em todas as etapas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Assentamento Filhos de Sep\u00e9 concentra maior produ\u00e7\u00e3o de arroz org\u00e2nico da Am\u00e9rica Latina em Viam\u00e3o\/RS &nbsp; Emily do Amaral, Ot\u00e1vio de Mattos e Rafaela Silveira \/ Em Pauta A cidade de Viam\u00e3o, na Regi\u00e3o&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":21564,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[203,202,425,205],"tags":[],"class_list":["post-21563","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cienciaetecnologia","category-economiaepolitica","category-meio-ambiente","category-qualidadedevida"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/04\/IMG_7284.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-5BN","jetpack-related-posts":[{"id":8213,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/cerveja-a-base-de-arroz-e-lancada-em-pelotas\/","url_meta":{"origin":21563,"position":0},"title":"Cerveja \u00e0 base de arroz \u00e9 lan\u00e7ada em Pelotas","author":"Em Pauta","date":"22\/06\/2016","format":false,"excerpt":"A cultivar de arroz BRS AG, lan\u00e7ada pela Embrapa, faz parte da composi\u00e7\u00e3o da bebida\u00a0 Por Anah\u00ed Silveira e Let\u00edcia Pinto Foi lan\u00e7ada em Pelotas (RS) a cultivar de\u00a0arroz BRS AG (o arroz Gigante). 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