{"id":21501,"date":"2026-03-06T11:28:13","date_gmt":"2026-03-06T14:28:13","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=21501"},"modified":"2026-03-06T11:28:13","modified_gmt":"2026-03-06T14:28:13","slug":"luto-enfrentamento-comum-que-atravessa-diferentes-realidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/luto-enfrentamento-comum-que-atravessa-diferentes-realidades\/","title":{"rendered":"Luto: enfrentamento comum que atravessa diferentes realidades"},"content":{"rendered":"<p><i>Psic\u00f3loga explica como o luto \u00e9 vivenciado em diferentes etapas e destaca seus impactos emocionais<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>B\u00e1rbara Carvalho \/ Em Pauta<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_21502\" style=\"width: 688px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/images-2026-02-26T215854.586.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21502\" class=\"wp-image-21502 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/images-2026-02-26T215854.586.jpeg\" alt=\"\" width=\"678\" height=\"452\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/images-2026-02-26T215854.586.jpeg 678w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/images-2026-02-26T215854.586-424x283.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/images-2026-02-26T215854.586-212x141.jpeg 212w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21502\" class=\"wp-caption-text\"><em>O la\u00e7o preto simboliza o luto como experi\u00eancia individual, marcada pela dor \u00edntima e pela aus\u00eancia que reorganiza a vida cotidiana.\u00a0Imagem: banco de imagens \/ Em Pauta<\/em><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo da vida, cada ser humano vivencia sentimentos, constr\u00f3i convic\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e enfrenta d\u00favidas particulares. Apesar das diferen\u00e7as individuais, h\u00e1 uma experi\u00eancia comum que atravessa pessoas de distintos contextos sociais, culturais e et\u00e1rios: o luto.<\/p>\n<p>Dados do Censo de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), indicam que o Brasil possui mais de 200 milh\u00f5es de habitantes, sendo 29.937.706 residentes na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds. Independentemente de classe social, ra\u00e7a, g\u00eanero ou idade, todas essas pessoas, em algum momento da vida, enfrentar\u00e3o a perda de algu\u00e9m significativo.<\/p>\n<p>Para compreender os estigmas e os impactos desse processo, a reportagem entrevistou a psic\u00f3loga Luana Ribeiro Bueno, graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 2019. Ela \u00e9 especialista em autismo e em psicologia escolar e educacional, al\u00e9m de pesquisadora do N\u00facleo de Pesquisas em Desenvolvimento Infantojuvenil (NPDI\/UFPel).<\/p>\n<p>Segundo a profissional, a perda n\u00e3o \u00e9 socialmente bem aceita, embora seja uma condi\u00e7\u00e3o inerente \u00e0 exist\u00eancia humana. Esse desconforto pode ser observado desde a inf\u00e2ncia, em situa\u00e7\u00f5es como a frustra\u00e7\u00e3o ao perder um jogo, um objeto importante ou um animal de estima\u00e7\u00e3o. Com o avan\u00e7o da vida, as perdas tornam-se mais complexas, especialmente quando envolvem pessoas pr\u00f3ximas.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga explica que \u00e9 comum o desenvolvimento de sintomas depressivos ap\u00f3s a morte de algu\u00e9m significativo. Esses sintomas fazem parte do processo de luto e n\u00e3o configuram, necessariamente, um transtorno depressivo. Em alguns casos, no entanto, a perda pode desencadear um epis\u00f3dio de transtorno depressivo maior, inclusive em pessoas que n\u00e3o apresentavam quadros anteriores. Isso ocorre porque a viv\u00eancia do luto ativa sentimentos como tristeza intensa, sofrimento profundo e dor emocional, que podem se prolongar ao longo do tempo.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel, como \u00e9 extremamente comum de acontecer. A partir da perda \u00e9 que se ativam muitos sintomas, como tristeza, dor intensa e sofrimento, que muitas vezes se estendem e se aprofundam\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, Luana relata que o luto costuma ser vivenciado em etapas. De modo geral, o processo pode iniciar pela nega\u00e7\u00e3o, quando a pessoa n\u00e3o aceita a perda ou ignora os pr\u00f3prios sentimentos. Em seguida, pode surgir a raiva, caracterizada por irrita\u00e7\u00e3o, agressividade e revolta diante da dor. Posteriormente, ocorre a barganha, marcada por questionamentos como \u201cpor que comigo?\u201d ou \u201cpor que n\u00e3o fui eu?\u201d.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s essas fases, surgem os sintomas depressivos, que envolvem tristeza profunda, choro intenso e recolhimento social. Esse momento pode ocorrer dias, semanas ou at\u00e9 meses ap\u00f3s a perda, quando a pessoa compreende de forma mais concreta a aus\u00eancia definitiva. Por fim, ocorre a aceita\u00e7\u00e3o, etapa em que o indiv\u00edduo reconhece a realidade da perda e inicia um processo de retomada dos v\u00ednculos com a vida.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante lembrar que cada indiv\u00edduo \u00e9 diferente e vai externar essa emo\u00e7\u00e3o de uma maneira diferente. Em algum momento se vivencia uma certa aceita\u00e7\u00e3o, um entendimento de que aquele epis\u00f3dio \u00e9 real, e a pessoa come\u00e7a a trazer novamente esses ligamentos com a vida\u201d, conclui.<\/p>\n<div id=\"attachment_21503\" style=\"width: 2570px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21503\" class=\"wp-image-21503 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1928\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-scaled.jpg 2560w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-422x318.jpg 422w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-212x159.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-768x578.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-1536x1157.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-2048x1542.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><p id=\"caption-attachment-21503\" class=\"wp-caption-text\"><em> O p\u00f4r do sol sobre a \u00e1gua representa a continuidade da vida ap\u00f3s a perda, sugerindo a possibilidade de seguir em frente sem apagar a mem\u00f3ria de quem se foi.\u00a0Foto B\u00e1rbara Carvalho \/Em Pauta<\/em><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Psic\u00f3loga explica como o luto \u00e9 vivenciado em diferentes etapas e destaca seus impactos emocionais &nbsp; B\u00e1rbara Carvalho \/ Em Pauta &nbsp; Ao longo da vida, cada ser humano vivencia sentimentos, constr\u00f3i convic\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":21503,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[219,438,205,1442],"tags":[],"class_list":["post-21501","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao","category-em-pauta-noticias","category-qualidadedevida","category-saude"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2026\/03\/IMG_20260201_1920031-scaled.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-5AN","jetpack-related-posts":[{"id":4290,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-vida-finita-uma-entrevista-sobre-a-problematica-da-morte\/","url_meta":{"origin":21501,"position":0},"title":"A Vida Finita: uma entrevista sobre a problem\u00e1tica da morte","author":"Em Pauta","date":"17\/07\/2015","format":false,"excerpt":"\u00a0 Professora de Filosofia fala sobre morte e luto: \u201c\u00c9 dif\u00edcil lidar com o problema da exist\u00eancia e finitude, \u00e9 dif\u00edcil pensar que vivemos para morrer\u201d por\u00a0Aline Vohlbrecht Souza A morte de uma pessoa p\u00fablica geralmente causa como\u00e7\u00e3o em diversas partes do pa\u00eds. \u00cddolos de uns e desconhecidos de outros,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/geral\/"},"img":{"alt_text":"Martha \u00e9 professora de filosofia e estudante de psicologia da UFPel (imagem: divulga\u00e7\u00e3o\/Facebook)","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2015\/07\/martha.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":20428,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/segundo-ciclo-de-palestras-doe-aborda-a-doacao-de-orgaos-em-pelotas\/","url_meta":{"origin":21501,"position":1},"title":"Segundo Ciclo de Palestras DOE aborda a doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os em Pelotas","author":"Em Pauta","date":"24\/09\/2024","format":false,"excerpt":"As palestras acontecem desde agosto e est\u00e3o planejadas para continuar at\u00e9 o final do ano. 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