{"id":21334,"date":"2025-10-14T10:28:05","date_gmt":"2025-10-14T13:28:05","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=21334"},"modified":"2025-10-14T10:28:05","modified_gmt":"2025-10-14T13:28:05","slug":"gibis-preservam-patrimonio-cultural-da-regiao-rural-de-pelotas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/gibis-preservam-patrimonio-cultural-da-regiao-rural-de-pelotas\/","title":{"rendered":"Gibis preservam patrim\u00f4nio cultural da regi\u00e3o rural de Pelotas"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Com tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es publicadas, as hist\u00f3rias em quadrinhos \u201cMuseu Gruppelli: Lendas Rurais\u201d contam sobre as viv\u00eancias dos moradores a partir de objetos, tradi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as da regi\u00e3o <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><em><strong><span style=\"font-size: medium;\">Por Amanda Leitzke \/ Em Pauta<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_21335\" style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21335\" class=\"wp-image-21335 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi.png\" alt=\"\" width=\"1076\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi.png 1076w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi-424x303.png 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi-212x151.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi-768x548.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1076px) 100vw, 1076px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21335\" class=\"wp-caption-text\">Capa da primeira edi\u00e7\u00e3o do gibi \u201cMuseu Gruppelli: Lendas Rurais\u201d.<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A ideia de cria\u00e7\u00e3o dos gibis surge em 2020, durante a pandemia de Covid-19, quando o Museu Gruppelli, localizado no S\u00e9timo Distrito de Pelotas, precisou permanecer fechado e, com isso, n\u00e3o conseguia trabalhar em novas exposi\u00e7\u00f5es. Jos\u00e9 Paulo Brahm, professor e coordenador do curso de bacharelado em Museologia na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e coordenador geral dos gibis, conta que, inicialmente, foi planejada uma exposi\u00e7\u00e3o que retratasse as lendas rurais. Como o museu ficou fechado fisicamente em virtude da pandemia, a institui\u00e7\u00e3o teve que adaptar as suas atividades e uma das alternativas foi transformar as hist\u00f3rias contadas pelo museu em um livro no formato de gibi. Ele afirma que \u201cessa iniciativa tamb\u00e9m teve como objetivo impulsionar as a\u00e7\u00f5es educativas e manter vivas as atividades do museu durante o per\u00edodo em que estava fechado, de 2020 at\u00e9 meados de 2022\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">O processo de cria\u00e7\u00e3o de um gibi se baseia, primeiramente, em pesquisas sobre as lendas rurais. S\u00e3o realizadas entrevistas com moradores locais e pesquisas em fontes bibliogr\u00e1ficas. Ap\u00f3s a coleta de depoimentos, a equipe \u00e9 dividida e cada um exerce a sua fun\u00e7\u00e3o, seja elaborando as hist\u00f3rias e a concep\u00e7\u00e3o dos enredos, que acontece em conjunto com todos os autores das hist\u00f3rias, ou trabalhando na confec\u00e7\u00e3o dos desenhos.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Jos\u00e9 Brahm explica: \u201cAs lendas originais s\u00e3o adaptadas pela nossa equipe para garantir um ar de originalidade \u00e0s hist\u00f3rias. Trazemos, nos roteiros, algumas refer\u00eancias cl\u00e1ssicas que visualizamos na nossa cultura popular, al\u00e9m de elementos trazidos por culturas externas. \u00c9 importante destacar que lendas presentes em v\u00e1rias partes do mundo, como o lobisomem, tamb\u00e9m fazem parte da cultura regional do sul do Brasil\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Ele evidencia que um dos fatores mais interessantes das hist\u00f3rias \u00e9 que elas s\u00e3o contadas pelos moradores locais, trazendo, assim, um ar diferenciado e particular, e at\u00e9 mesmo in\u00e9dito, pois n\u00e3o se encontram registros de algumas hist\u00f3rias em nenhum outro lugar, como a lenda do tacho de cobre e a da porca camale\u00f4nica.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Maur\u00edcio Pinheiro, muse\u00f3logo que atua no Museu Gruppelli e que participou do processo de escrita de todas as hist\u00f3rias dos gibis, conta que a experi\u00eancia foi surpreendente e maravilhosa. \u201cComo sou morador da zona rural, eu tenho uma proximidade muito grande com o acervo e os objetos, e tenho conhecimento sobre as lendas, ent\u00e3o coloco essa quest\u00e3o afetiva nas hist\u00f3rias e busco trazer a realidade da regi\u00e3o\u201d. Relata, tamb\u00e9m, que o museu conseguiu atingir um grande p\u00fablico e que recebe muito apoio dos visitantes e da comunidade, que se sente representada a partir das hist\u00f3rias.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">As ilustra\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o feitas e impressas em preto e branco com o intuito de permitir que as crian\u00e7as possam colorir as p\u00e1ginas, demora em torno de quatro a oito meses para ficarem prontas. O respons\u00e1vel por dar vida \u00e0s hist\u00f3rias, Gabriel Acosta Insaurriaga, formado em Museologia e criador das artes dos gibis, conta que a primeira edi\u00e7\u00e3o foi desafiadora na parte da cria\u00e7\u00e3o, pois os objetos do museu saem da sua visualidade na terceira dimens\u00e3o para a vers\u00e3o bidimensional no papel. Ele relata que as duas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es foram mais dif\u00edceis de fazer. \u201cEram lendas e n\u00f3s t\u00ednhamos que adaptar e omitir alguns detalhes por causa do p\u00fablico infantil\u201d, observa.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A primeira edi\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ada em 2022, conta a hist\u00f3ria dos objetos que est\u00e3o expostos no Museu Gruppelli, como o tacho, que \u00e9 utilizado na produ\u00e7\u00e3o de doces coloniais, o pil\u00e3o, que serve para triturar gr\u00e3os, e a carro\u00e7a que era usada como meio de transporte de pessoas, animais e mercadorias. A segunda edi\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ada em 2024, fala das feras, fantasmas e monstros, como a puma, que vivia na regi\u00e3o e quase desapareceu devido \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o e \u00e0 ca\u00e7a. Ainda traz a hist\u00f3ria da \u201cNoiva do Cemit\u00e9rio\u201d, que n\u00e3o teve um casamento bom e decidiu se vingar de seu marido quando morreu, e o \u201cTilltrap\u201d, figura r\u00e1pida e esquiva que se parece com um chupa-cabra pequeno.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A terceira e \u00faltima edi\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada at\u00e9 o momento, foca nas hist\u00f3rias extraordin\u00e1rias, como a do \u201ccaramelo\u201d, o c\u00e3o sobrenatural, que foi maltratado enquanto estava vivo, e ap\u00f3s a morte decide fazer justi\u00e7a com quem agride animais, o alien \u201cXir\u00fa\u201d, que se infiltra no meio dos humanos para estudar os seus costumes, e a \u201cporca camale\u00f4nica\u201d, que muda a cor dos olhos de acordo com o clima.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_21336\" style=\"width: 1078px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21336\" class=\"wp-image-21336 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi.png\" alt=\"\" width=\"1068\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi.png 1068w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi-424x305.png 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi-212x152.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-2-gibi-768x552.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1068px) 100vw, 1068px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21336\" class=\"wp-caption-text\">Quadrinhos da primeira parte da hist\u00f3ria da Centaura, ser m\u00edstico que protege a natureza<\/p><\/div>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\">\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A quarta edi\u00e7\u00e3o do gibi ser\u00e1 intitulada como \u201cLendas Rurais: Hist\u00f3rias da Natureza\u201d, na qual ser\u00e3o abordadas diversas narrativas relacionadas ao per\u00edodo anterior \u00e0 chegada dos imigrantes na regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, a equipe do Museu Gruppelli tamb\u00e9m planeja elaborar uma edi\u00e7\u00e3o voltada para maiores de 18 anos, pois descobriram v\u00e1rias hist\u00f3rias com conte\u00fado inadequado para crian\u00e7as, mas que s\u00e3o extremamente interessantes e fazem parte do imagin\u00e1rio local h\u00e1 muitos anos. Com isso, eles pretendem ampliar ainda mais o alcance das publica\u00e7\u00f5es e conquistar um novo p\u00fablico, o adulto.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Jos\u00e9 Paulo Brahm compartilha que a motiva\u00e7\u00e3o de publicar essas hist\u00f3rias parte da ideia de preserv\u00e1-las e de evitar que elas caiam no esquecimento. \u201cA ideia \u00e9 preservar, documentar e divulgar essas narrativas para o maior n\u00famero de pessoas poss\u00edvel. A zona rural tem hist\u00f3rias incr\u00edveis que merecem ser compartilhadas e descobertas. Preservar as mem\u00f3rias e os relatos relacionados \u00e0s lendas \u00e9 preservar uma parte da identidade da comunidade rural. \u00c9 manter vivas as tradi\u00e7\u00f5es e proteger os patrim\u00f4nios culturais\u201d. Ainda afirma que as lendas sempre deixam um ar de curiosidade e encantamento, e esse tamb\u00e9m \u00e9 o papel dos museus e do patrim\u00f4nio. \u201cO patrim\u00f4nio tem essa fun\u00e7\u00e3o de encantar as pessoas, assim como os museus. Nossa miss\u00e3o \u00e9 justamente possibilitar que todos consigam sentir essa magia que os museus t\u00eam a oferecer\u201d.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Al\u00e9m disso, a equipe deseja que essas hist\u00f3rias sejam uma fonte de conhecimento e aprendizagem para o p\u00fablico infantojuvenil, que no futuro ser\u00e1 o p\u00fablico adulto do museu, e caber\u00e1 a eles garantir que essas hist\u00f3rias continuem sendo compartilhadas com as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es, evitando, como j\u00e1 dito, que se percam com o tempo.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Os gibis f\u00edsicos est\u00e3o \u00e0 venda no Museu Gruppelli, com valores entre 35 e 40 reais, e tamb\u00e9m est\u00e3o dispon\u00edveis em vers\u00e3o digital que podem ser acessados por meio do <\/span><a href=\"https:\/\/linktr.ee\/museugruppelli?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadR5WdZoI4jOBQcUDgkpnyCSVpxhcYuBk8s224UIbNhQNuF2VtFLyw6Serp-A_aem_DprWh8RN7iU8VuHCghWS8A\"><span style=\"color: #1155cc;\"><span style=\"font-size: medium;\"><u>Link Tree<\/u><\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: medium;\"> do museu na p\u00e1gina do Instagram e do Facebook.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es publicadas, as hist\u00f3rias em quadrinhos \u201cMuseu Gruppelli: Lendas Rurais\u201d contam sobre as viv\u00eancias dos moradores a partir de objetos, tradi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as da regi\u00e3o Por Amanda Leitzke \/ Em Pauta A&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":21335,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204,219,425,205],"tags":[],"class_list":["post-21334","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","category-educacao","category-meio-ambiente","category-qualidadedevida"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2025\/10\/foto-1-gibi.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-5y6","jetpack-related-posts":[{"id":12438,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/mesa-redonda-discute-a-tradicao-doceira-de-pelotas-e-a-paisagem-rural\/","url_meta":{"origin":21334,"position":0},"title":"Mesa redonda discute a tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas e a paisagem rural","author":"Em Pauta","date":"24\/04\/2019","format":false,"excerpt":"Na manh\u00e3 da \u00faltima quinta-feira (18), no audit\u00f3rio do Museu do Doce iniciava-se a mesa redonda com o intuito de debater o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico material e imaterial da cidade de Pelotas. 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