{"id":1898,"date":"2014-08-08T19:08:52","date_gmt":"2014-08-08T22:08:52","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=1898"},"modified":"2015-11-20T14:55:07","modified_gmt":"2015-11-20T16:55:07","slug":"uma-marca-da-personalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/uma-marca-da-personalidade\/","title":{"rendered":"Uma marca da personalidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Por <a href=\"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?tag=vinicius-pereira-colares\" target=\"_blank\">Vin\u00edcius Colares<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O homem do s\u00e9culo XXI \u00e9 mais social do que nunca. \u00c9 poss\u00edvel presenciar o nascimento de uma gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 interconectada vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Rotinas, <em>hobbies<\/em> e detalhes do cotidiano s\u00e3o compartilhados n\u00e3o s\u00f3 com os \u201camigos de Facebook\u201d, termo usado pelo soci\u00f3logo Zygmunt Bauman para definir esse novo tipo de amizade, mas com o mundo todo. O crescimento das redes sociais \u00e9 s\u00f3 mais uma evid\u00eancia desse fato que marca uma das principais caracter\u00edsticas do ser humano p\u00f3s-moderno. A vida em rede \u00e9 quase natural para quem nasceu a partir da segunda metade da d\u00e9cada de 1990 e a afirma\u00e7\u00e3o de uma personalidade, dentro desse meio, beira o essencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como uma maneira eficiente de mostrar caracter\u00edsticas pessoais, imagens surgem instantaneamente nas redes sociais e registram desde eventos e festas particulares at\u00e9 momentos inesperados e aspectos f\u00edsicos. A busca \u00e9 sempre pela melhor foto e, \u00e9 claro, por aquela que mais identifica o perfil do fot\u00f3grafo (ou modelo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No meio de tantas fotografias \u00e9 poss\u00edvel identificar um tra\u00e7o cada vez mais evidente. Ali\u00e1s, n\u00e3o apenas um. S\u00e3o v\u00e1rios os tra\u00e7os que formam uma tatuagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Engana-se, por\u00e9m, quem pensa que as tatuagens s\u00e3o um fen\u00f4meno moderno. Sequer \u00e9 poss\u00edvel prever uma data exata dessa pr\u00e1tica que \u00e9 considerada por muitos uma arte. Existem casos de m\u00famias eg\u00edpcias que j\u00e1 marcavam o corpo. Uma das mais famosas \u00e9 a de Amunet (foto), que teria vivido entre 2160 e 1994 a.C. e apresentava marcas e pontos inscritos na regi\u00e3o do abd\u00f4men. No Egito Antigo, esse tipo de tatuagem poderia ter rela\u00e7\u00e3o com cultos \u00e0 fertilidade, segundo alguns historiadores que, em sua maioria, concordam com a ideia de que essas marcas eram uma tentativa de preservar a pintura do corpo.<\/p>\n<div id=\"attachment_1899\" style=\"width: 543px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/08\/imagem-vini.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1899\" class=\"size-full wp-image-1899\" alt=\"Foto da m\u00famia eg\u00edpcia Amunet, um dos primeiros registros de marcas no corpo que se tem conhecimento. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o (http:\/\/goo.gl\/OybJYp)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/08\/imagem-vini.jpg\" width=\"533\" height=\"331\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1899\" class=\"wp-caption-text\">Foto da m\u00famia eg\u00edpcia Amunet, um dos primeiros registros de marcas no corpo que se tem conhecimento. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o (http:\/\/goo.gl\/OybJYp)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Em entrevista a revista <em>Mundo Estranho<\/em>, a professora C\u00e9lia Maria Antonacci Ramos, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), autora do livro Teorias da Tatuagem, lembrou que as civiliza\u00e7\u00f5es antigas costumavam manter-se em movimento sempre. &#8220;Um dos objetivos (da tatuagem) seria permitir ao indiv\u00edduo registrar sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, carregando-a na pele em seus constantes deslocamentos\u201d, disse C\u00e9lia que \u00e9 tamb\u00e9m artista pl\u00e1stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Paulo Barreto, mais conhecido pelo pseud\u00f4nimo de Jo\u00e3o do Rio, foi um dos jornalistas que mais acompanhou algumas das caracter\u00edsticas do cidad\u00e3o carioca do s\u00e9culo XX e procurou not\u00edcia onde n\u00e3o se imaginava encontrar. Em novembro de 1904, em um texto publicado originalmente na revista <em>Kosmos<\/em>, com o t\u00edtulo \u201cA tatuagem no Rio\u201d, Jo\u00e3o escreveu sobre a populariza\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica pelas ruas cariocas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 interessante perceber que as tatuagens eram feitas na sua maioria por crian\u00e7as que ficavam nos pontos onde a procura era maior. Jo\u00e3o usa uma linguagem popular para descrever quem eram os que mais procuravam as \u201cmarcas\u201d. Segundo o jornalista, eram os negros, os \u201cturcos\u201d (de religi\u00f5es variadas), portugueses e a \u201cclasse baixa do Rio \u2013 vendedores ambulantes, os oper\u00e1rios, os soldados, os criminosos, os rufi\u00f5es, as meretrizes\u201d. Entre esses \u00faltimos, a hist\u00f3ria mais curiosa \u00e9 de um marinheiro chamado Joaquim. Ele tatuou um desenho de Jesus Cristo crucificado no peito e uma cruz negra nas costas. O motivo era malandragem e n\u00e3o religiosidade. Joaquim sofria castigos menores na cadeia j\u00e1 que os guardas n\u00e3o tinham coragem de surr\u00e1-lo. \u201cParece que est\u00e3o dando em Jesus!\u201d, confessou o malandro a Jo\u00e3o do Rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Hoje tamb\u00e9m h\u00e1 aqueles que optam pelas <em>tattuos<\/em> por motivos variados desde sempre. O termo, ali\u00e1s, foi criado pelo navegador ingl\u00eas James Cook, em seu di\u00e1rio de bordo, ap\u00f3s uma expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 Polin\u00e9sia, onde homens e mulheres pintavam o corpo e nomeavam a pr\u00e1tica como <em>tatau<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1900\" style=\"width: 361px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/08\/tatoo-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1900\" class=\" wp-image-1900 \" alt=\"Schiefley (esq.) \u00e9 um dos primeiros tatuadores a ter o nome reconhecido. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o (http:\/\/goo.gl\/YTUvVw)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/08\/tatoo-2.jpg\" width=\"351\" height=\"476\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1900\" class=\"wp-caption-text\">Schiefley (esq.) \u00e9 um dos primeiros tatuadores a ter o nome reconhecido. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o (http:\/\/goo.gl\/YTUvVw)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">A tatuagem j\u00e1 encontrou explica\u00e7\u00f5es para sua arte dentro da universidade, inclusive. O que leva algu\u00e9m a tatuar-se tem rela\u00e7\u00e3o com t\u00f3picos como a busca de identidade (Le Breton, 2002; Sanders, 1998), a procura de sentido \u00edntimo (D\u2019Allondans, 2001) ou a manifesta\u00e7\u00e3o de uma vontade incontrol\u00e1vel (Almeida, 2001). Por\u00e9m, os relatos dos tatuados, fora do ambiente acad\u00eamico, variam. Estilo, arte ou a vontade de homenagear algu\u00e9m, s\u00e3o alguns dos principais motivos. Esse \u00faltimo, ali\u00e1s, \u00e9 o caso do pelotense Jos\u00e9 Barboza (24), estudante de eletrot\u00e9cnica e fot\u00f3grafo. Jos\u00e9 j\u00e1 fez tr\u00eas tatuagens e todas elas t\u00eam um valor sentimental:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cUma (das tatuagens) eu fiz pra minha m\u00e3e e est\u00e1 no meu peito. Outra \u00e9 uma clave do sol que simboliza minha paix\u00e3o pela m\u00fasica. A outra \u00e9 relacionada ao fato de que s\u00f3 podemos resolver os grandes problemas da vida com experi\u00eancia e for\u00e7a de vontade.\u00a0 O desenho \u00e9 de uma m\u00e3o de zumbo segurando um cubo m\u00e1gico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cassandra Bonfante (21) \u00e9 natural de Passo Fundo, mas estuda engenharia qu\u00edmica em Porto Alegre e j\u00e1 fez duas tatuagens. Cassandra voltou recentemente de um interc\u00e2mbio na Europa e disse que o brasileiro est\u00e1 \u00e0 frente de muitas outras culturas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade que as pessoas t\u00eam de marcar o pr\u00f3prio corpo. Para ela, a marca\u00e7\u00e3o definitiva n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de estilo apenas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cFiz porque acredito que \u00e9 uma arte imortalizada no corpo e acho essa ideia fant\u00e1stica. Em uma delas (das tatuagens) aproveitei para homenagear minha fam\u00edlia. Acredito que n\u00e3o seja tanto uma quest\u00e3o de estilo, mas sim o que fazer a tatuagem significa para a pessoa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As opini\u00f5es divergem, mas acabam encontrando um ponto em comum: a liga\u00e7\u00e3o do desenho com alguma mensagem espec\u00edfica. Rafael Eidelwein (24) \u00e9 designer gr\u00e1fico e mora em S\u00e3o Paulo. As tatuagens, para ele, t\u00eam um valor individual muito forte:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cParticularmente, gosto de pensar na tatuagem como uma express\u00e3o pessoal. Talvez influenciado pela minha profiss\u00e3o, todas as minhas tatuagens (sete no total) possuem uma forma e uma fun\u00e7\u00e3o. Todas representam algo, um momento da minha vida, alguma cren\u00e7a, uma pessoa ou uma passagem de fase e n\u00e3o ficam na \u2018arte pela arte\u2019\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Rafael disse tamb\u00e9m que esse valor individual da tatuagem faz com que ele n\u00e3o tenha prazer em explicar a raz\u00e3o dos desenhos que faz na pele. \u201cO que vale \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o de quem tem a tatuagem e o que aquilo significa para ela. Como admirador, gosto da intriga que a tatuagem nos outros me causa. Aqueles \u2018riscos\u2019 dizem muito a respeito daquela pessoa indo al\u00e9m do estilo apenas\u201d, conclui o jovem designer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 poss\u00edvel pensar na tatuagem apenas como um ato individual. Mas, o crescente n\u00famero de tatuados mostra que essa talvez n\u00e3o seja a \u00fanica realidade. A tatuagem \u00e9 tamb\u00e9m uma pr\u00e1tica social atrav\u00e9s dos tempos. Existe hoje mais liberdade para algu\u00e9m que mostra as marcas \u201cn\u00e3o naturais\u201d no corpo e essa \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o de nossa cultura. Apenas \u00e9 recente o verbo <em>tatuar<\/em>, mas sempre fez parte do cotidiano do ser humano marcar o pr\u00f3prio corpo e definir assim sua personalidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Vin\u00edcius Colares O homem do s\u00e9culo XXI \u00e9 mais social do que nunca. \u00c9 poss\u00edvel presenciar o nascimento de uma gera\u00e7\u00e3o que est\u00e1 interconectada vinte e quatro horas por dia, sete dias por&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":1901,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204],"tags":[191],"class_list":["post-1898","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","tag-vinicius-pereira-colares"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-uC","jetpack-related-posts":[{"id":4191,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-objetividade-fragilizada-parte-1\/","url_meta":{"origin":1898,"position":0},"title":"A Objetividade Fragilizada (parte 1)","author":"Em Pauta","date":"07\/07\/2015","format":false,"excerpt":"Jornalismo liter\u00e1rio e Novo Jornalismo por Vinicius Colares O jornalismo historicamente tem uma liga\u00e7\u00e3o muito forte com a comunica\u00e7\u00e3o oral. \u00c9 imposs\u00edvel estudar a hist\u00f3ria do primeiro sem pensar os seus prim\u00f3rdios, ligados diretamente a segunda. 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