{"id":18370,"date":"2023-07-27T14:20:21","date_gmt":"2023-07-27T17:20:21","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=18370"},"modified":"2023-07-27T14:25:02","modified_gmt":"2023-07-27T17:25:02","slug":"morte-matada-contada-feito-morte-morrida-uma-reflexao-sobre-o-feminicidio-na-imprensa-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/morte-matada-contada-feito-morte-morrida-uma-reflexao-sobre-o-feminicidio-na-imprensa-brasileira\/","title":{"rendered":"Morte matada contada feito morte morrida: uma reflex\u00e3o sobre o feminic\u00eddio na imprensa brasileira"},"content":{"rendered":"<p><em>Palestra realizada pelo curso de Jornalismo da UFPel contou com a presen\u00e7a da jornalista e escritora Niara de Oliveira, em um debate sobre o feminic\u00eddio e a forma problem\u00e1tica como esse crime \u00e9 noticiado pela imprensa brasileira.<\/em><\/p>\n<p><strong>Por Julia Barcelos \/ Ag\u00eancia Em Pauta<\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_18371\" style=\"width: 408px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18371\" class=\"size-medium wp-image-18371\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-398x318.jpg\" alt=\"\" width=\"398\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-398x318.jpg 398w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-199x159.jpg 199w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-768x614.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-1536x1229.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Niara-2048x1638.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18371\" class=\"wp-caption-text\">Niara de Oliveira durante palestra sobre feminic\u00eddio na UFPel.<br \/>Foto: Julia Barcelos.<\/p><\/div>\n<p>Na segunda-feira, 24, a palestra realizada pelo Curso de Jornalismo do Centro de Letras e Comunica\u00e7\u00e3o (CLC) da UFPel, no Campus Anglo, contou com a jornalista e escritora Niara de Oliveira, atual delegada regional de Pelotas no Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (Sindjors), como ministradora.<\/p>\n<p>Sendo uma das autoras do livro \u201cHist\u00f3rias de morte matada contadas feito morte morrida: a narrativa de feminic\u00eddios na imprensa brasileira\u201d, lan\u00e7ado em 2021, Niara foi convidada para debater o tema e as problem\u00e1ticas envolvendo a maneira como os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o nacionais noticiam crimes de \u00f3dio contra mulheres.<\/p>\n<p>A autora introduz sua fala reafirmando o dever social dos jornalistas com a defesa dos direitos humanos, mas que apesar disso o jornalismo brasileiro vem desrespeitando as mulheres, principalmente ao narrar casos de feminic\u00eddio. A jornalista justifica a problem\u00e1tica: \u201c\u00c9 a \u00faltima coisa que est\u00e1 se dizendo sobre aquela mulher e \u00e9 quase sempre de forma desrespeitosa, quase sempre dizendo que essas mulheres s\u00e3o co-respons\u00e1veis pela viol\u00eancia que as matou\u201d.<\/p>\n<p>O debate foi conduzido a partir de informa\u00e7\u00f5es apuradas pelas autoras, Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues, durante o processo de escrita do livro Hist\u00f3rias de morte matada contadas feito morte morrida. A ideia para a obra surgiu de uma comunidade virtual, na qual Niara, Vanessa e outros usu\u00e1rios discutiam e analisavam a forma como os feminic\u00eddios eram noticiados pelos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o brasileiros.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o se tratar de uma produ\u00e7\u00e3o estritamente acad\u00eamica, o livro traz uma pesquisa intensa e dados relevantes sobre o cen\u00e1rio de feminic\u00eddio no Brasil. A apura\u00e7\u00e3o englobou os mais diversos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, desde os grandes jornais at\u00e9 pequenos sites de not\u00edcias de cidades do interior, o que confirmou que a f\u00f3rmula narrativa se repete, independente de regi\u00e3o ou tamanho do ve\u00edculo.<\/p>\n<p>Pensando em tornar essa an\u00e1lise em algo mais s\u00f3lido e duradouro, as duas jornalistas decidem transformar essa cr\u00edtica em um livro. Segundo Niara, a dimens\u00e3o do problema s\u00f3 foi percebida por elas ao longo da pesquisa, que revelou padr\u00f5es anti\u00e9ticos na cobertura de casos de feminic\u00eddio e viol\u00eancia contra mulheres.<\/p>\n<p>\u201cO recurso que usamos para trazer essa dimens\u00e3o foi dispor de v\u00e1rios t\u00edtulos em sequ\u00eancia, para mostrar o padr\u00e3o\u201d, explica a jornalista. Entre as caracter\u00edsticas dos padr\u00f5es encontrados pelas escritoras e citados durante a fala de Niara, est\u00e3o: a romantiza\u00e7\u00e3o do feminic\u00eddio, o tratamento do crime de forma passional e o padr\u00e3o na utiliza\u00e7\u00e3o da voz passiva ao noticiar esse tipo de caso.<\/p>\n<div id=\"attachment_18372\" style=\"width: 328px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro-.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18372\" class=\"size-medium wp-image-18372\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--318x318.png\" alt=\"\" width=\"318\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--318x318.png 318w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--159x159.png 159w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--768x768.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--80x80.png 80w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro--320x320.png 320w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro-.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18372\" class=\"wp-caption-text\">Imagem de divulga\u00e7\u00e3o do livro de Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues. Foto\/divulga\u00e7\u00e3o.<\/p><\/div>\n<p>O uso da voz passiva impressionou as autoras de tal maneira, que tiveram de dedicar um cap\u00edtulo inteiro da obra apenas para esse \u201cfen\u00f4meno\u201d. Para contextualizar, no jornalismo, aprendemos desde cedo a escrever de forma direta e simples, preferencialmente utilizando da voz ativa e ora\u00e7\u00f5es na forma\u00e7\u00e3o \u201csujeito, verbo, predicado\u201d para melhor compreens\u00e3o do p\u00fablico. No entanto, n\u00e3o \u00e9 isso que vemos em casos de feminic\u00eddio. Niara revela que em quase todas as mat\u00e9rias que tratavam desse tipo de crime notava-se o uso da voz passiva. Dessa forma, o assassino era colocado como sujeito passivo da ora\u00e7\u00e3o e quem recebia o destaque na frase era a v\u00edtima, como no exemplo \u201cMulher \u00e9 morta a facadas pelo ex-marido\u201d, ao inv\u00e9s de \u201cHomem mata ex-esposa a facadas\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro ponto levantado pelas autoras \u00e9 o fato de que muitas vezes a especifica\u00e7\u00e3o do crime, um feminic\u00eddio, era deixada para o final da mat\u00e9ria ou era omitida, dando lugar a informa\u00e7\u00f5es pessoais da v\u00edtima ou narrativas que a culpabilizam. Inclusive, a palavra \u201csuposto\u201d era muito utilizada ao longo das mat\u00e9rias, juntamente da omiss\u00e3o do assassino. Tamb\u00e9m era comum usar o ci\u00fames ou uma suposta trai\u00e7\u00e3o como justificativa para o assassinato. Ainda, as autoras destacam a escolha das imagens das not\u00edcias que, em grande parte, s\u00e3o fotos das redes sociais das mulheres assassinadas, em momentos de descontra\u00e7\u00e3o ou sensuais. Novamente gerando uma sensa\u00e7\u00e3o de invers\u00e3o de pap\u00e9is, como se a vida \u00edntima, o of\u00edcio ou as vestimentas da v\u00edtima justificassem o crime.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O jornalismo est\u00e1 longe de ser imparcial, uma vez que este nem \u00e9 nosso objetivo. A imparcialidade j\u00e1 est\u00e1 presente nas palavras que usamos ao narrar um fato, j\u00e1 que essas s\u00e3o escolhas dos jornalistas. Por\u00e9m, como afirma Niara: \u201cPodemos escolher ser mais humanos, por n\u00f3s mesmos e principalmente em respeito \u00e0s pessoas que est\u00e3o envolvidas no fato que estamos narrando\u201d, o cuidado em tratar de not\u00edcias envolvendo t\u00f3picos sens\u00edveis v\u00eam da nossa \u00e9tica e princ\u00edpios profissionais e at\u00e9 pessoais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto mais o tempo passa, mais essa forma anti\u00e9tica como a imprensa trata o feminic\u00eddio se torna inaceit\u00e1vel, uma vez que, segundo o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Direitos Humanos, o Brasil ocupa o 5\u00ba lugar no ranking mundial de feminic\u00eddio. De acordo com dados do Monitor da Viol\u00eancia, foram 1,4 mil casos contabilizados apenas em 2023, ou seja, uma brasileira morria v\u00edtima de crime de \u00f3dio a cada 6 horas. Enquanto isso, al\u00e9m de terem suas vidas ceifadas, seus rostos eram estampados nas not\u00edcias, de formas desrespeitosas, que normalizam e atenuam o absurdo que \u00e9 o feminic\u00eddio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar do contexto machista e mis\u00f3gino de nosso pa\u00eds influenciar esse tipo de discurso distorcido, o jornalismo deve se atentar ao reproduzir narrativas e f\u00f3rmulas. Al\u00e9m do mais, o papel do jornalista \u00e9 ser um cr\u00edtico da sociedade, gerar a reflex\u00e3o, trazer a aten\u00e7\u00e3o para causas importantes. \u201cNosso papel \u00e9 mudar a sociedade para melhor, ser defensores dos direitos humanos. A fun\u00e7\u00e3o social do jornalista n\u00e3o \u00e9 reproduzir o status quo, o machismo, a misoginia, o racismo\u201d, afirma Niara.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Debates como esse, realizado na noite de segunda-feira, s\u00e3o extremamente importantes para a reflex\u00e3o sobre as formas de fazer jornalismo, especialmente em ambientes universit\u00e1rios, que formar\u00e3o as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es de profissionais. A palestrante afirma que esse era exatamente o objetivo do livro, entrar nas faculdades de jornalismo. \u201cTentar mudar a cabe\u00e7a e a vis\u00e3o de mundo que eles entrem para reda\u00e7\u00e3o e sejam moldados, fazer eles verem isso criticamente. Repensarem essa f\u00f3rmula absurda de reda\u00e7\u00e3o de feminic\u00eddio que n\u00e3o existe, n\u00e3o \u00e9 estudada, nem ensinada em nenhuma faculdade, mas \u00e9 reproduzida cega e passivamente\u201d, explica a autora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esperamos que esses descasos da imprensa brasileira na cobertura de casos de feminic\u00eddio sejam reconhecidos e revistos o quanto antes. N\u00e3o deveria haver espa\u00e7o para reprodu\u00e7\u00e3o de preconceitos, viol\u00eancia e desrespeito nessa \u00e1rea t\u00e3o fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o dos direitos humanos. &#8220;Eu j\u00e1 estou exausta de ler not\u00edcias de feminic\u00eddio na voz passiva\u2026 N\u00e3o aguento mais feminic\u00eddios, mas ler eles na voz passiva \u00e9 muito desanimador, porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que diante de um corpo, j\u00e1 com um assassino, se pense que a frase \u2018Mulher \u00e9 encontrada morta\u2019 \u00e9 o resumo da not\u00edcia\u201d, Niara finaliza sua fala.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Palestra realizada pelo curso de Jornalismo da UFPel contou com a presen\u00e7a da jornalista e escritora Niara de Oliveira, em um debate sobre o feminic\u00eddio e a forma problem\u00e1tica como esse crime \u00e9 noticiado&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":18372,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-18370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/livro-.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-4Mi","jetpack-related-posts":[{"id":14355,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/palestra-do-projeto-primeira-pauta-e-sucesso-entre-os-alunos-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":18370,"position":0},"title":"Palestra do Projeto Primeira Pauta \u00e9 sucesso entre os alunos da UFPel","author":"Em Pauta","date":"31\/08\/2021","format":false,"excerpt":"Na \u00faltima segunda-feira, alunos do curso de Jornalismo da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) tiveram a oportunidade de participar do ciclo de palestras do Projeto Primeira Pauta, realizado pelo Grupo RBS. 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