{"id":18334,"date":"2023-07-26T14:01:20","date_gmt":"2023-07-26T17:01:20","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=18334"},"modified":"2023-07-26T14:02:52","modified_gmt":"2023-07-26T17:02:52","slug":"o-vinho-como-coadjuvante-na-refeicao-o-relato-de-uma-pessoa-chata-para-comer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/o-vinho-como-coadjuvante-na-refeicao-o-relato-de-uma-pessoa-chata-para-comer\/","title":{"rendered":"O vinho como coadjuvante na refei\u00e7\u00e3o: o relato de uma pessoa &#8220;chata para comer&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>No preparo de molhos, harmoniza\u00e7\u00e3o, para marinar a carne, o vinho \u00e9 uma das bebidas mais antigas do mundo pode assumir diversos pap\u00e9is dentro da gastronomia. Saber fazer combina\u00e7\u00f5es com a bebida \u00e9 \u00fatil para preparar uma boa refei\u00e7\u00e3o e, talvez, ganhar cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Por Bruna Meotti \/Ag\u00eancia Em Pauta<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_18335\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18335\" class=\"wp-image-18335 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2293-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18335\" class=\"wp-caption-text\">Estrogonofe preparado com vinho \/ Imagem por Bruna Meotti Por Bruna Meotti \/ Em Pauta<\/p><\/div>\n<p>Meu primeiro contato memor\u00e1vel com o vinho foi em uma visita \u00e0 Casa Valduga, vin\u00edcola da Serra Ga\u00facha. Eu tinha 10 anos e com certeza s\u00f3 estava \u2014 no m\u00e1ximo \u2014 interessada em comer no restaurante italiano que havia l\u00e1. Vi tantos adultos degustando vinho, cheirando e apreciando tantas variedades de uma bebida com uma felicidade que, <em>de forma coerente com um paladar infantil, <\/em>parecia n\u00e3o fazer sentido para mim.<\/p>\n<p>Das vezes em que, at\u00e9 aquele momento, tive a oportunidade de sorver um m\u00edsero gole daquela bebida (que, de modo confuso, \u00e0s vezes era transparente e dourada, \u00e0s vezes era roxa escur\u00edssima, \u00e0s vezes era transparente e rosada, \u00e0s vezes tinha bolhas&#8230;), o gosto sempre parecia azedo e nada agrad\u00e1vel. Eu n\u00e3o tinha a menor ideia da diferen\u00e7a entre vinho tinto, ros\u00e9, branco, e n\u00e3o era como se tivesse alguma curiosidade sobre isso. N\u00e3o entrava na minha cabe\u00e7a como aquela gente gostava <em>tanto <\/em>de vinho.<\/p>\n<p>Hoje, aos meus 20 anos, e tendo um pai parceiro para beber, sou apaixonada por alguns vinhos espec\u00edficos, e aproveitaria muito mais aquele passeio na Casa Valduga. Por\u00e9m, adquirindo o gosto pelo vinho, meu paladar pode at\u00e9 ter amadurecido quando se trata de \u00e1lcool&#8230; O que definitivamente n\u00e3o aconteceu com o meu gosto alimentar.<\/p>\n<p>A cozinha foi um t\u00f3pico delicado para mim desde sempre, a seletividade alimentar \u00e9 um problema grande \u2014 principalmente quando se trata de texturas. E, por isso, nos \u00faltimos anos, tenho tentado ampliar minhas habilidades culin\u00e1rias para sobreviver \u00e0 vida universit\u00e1ria sem ter uma intoxica\u00e7\u00e3o alimentar ou ir \u00e0 fal\u00eancia.<\/p>\n<p>Combinando a dificuldade para comer, o gosto pelo vinho e um pai parceiro tamb\u00e9m para testar receitas (e convenientemente formado em gastronomia), achei interessante testar o que d\u00e1 para fazer com a bebida em uma refei\u00e7\u00e3o. Depois de alguns minutos pesquisando receitas com vinhos na internet e fazer uma chamada de v\u00eddeo com o meu pai pedindo dicas, decidi preparar um estrogonofe de carne com vinho para jantar com o meu \u2014 at\u00e9 ent\u00e3o \u2014 amigo que me visitaria em Pelotas.<\/p>\n<p>E esta \u00e9 a jornada de uma pessoa n\u00e3o muito experiente na cozinha, <em>chata para comer, <\/em>mas determinada a fazer uma janta decente utilizando vinho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vinho na comida?<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>De forma bem resumida, o vinho \u00e9 uma bebida alc\u00f3olica produzida a partir da fermenta\u00e7\u00e3o do suco da uva. Partindo deste ponto, \u00e9 importante compreender algumas categorias para saber que tipo de vinho estamos consumindo. Aqui, prefiro n\u00e3o adentrar no m\u00e9rito do teor alc\u00f3olico, j\u00e1 que h\u00e1 uma diverg\u00eancia entre especialistas no assunto quanto a apresentar o champagne como um vinho \u00e0 parte do espumante e enquadr\u00e1-lo como uma categoria ao lado dos vinhos de mesa ou licorosos. E tudo o que eu menos quero \u00e9 complicar esse assunto j\u00e1 cheio de detalhes.<\/p>\n<p>O que, neste momento, considero importante entender \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cor do vinho e o teor de a\u00e7\u00facar. O vinho pode ter 3 cores: <strong>branco, tinto <\/strong>e <strong>ros\u00e9.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao a\u00e7\u00facar, que determina se ele \u00e9\u00a0 um vinho mais doce ou \u201cagressivo\u201d no paladar, podemos dividir entre: <strong>suave, demi-sec <\/strong>ou <strong>seco\/brut. <\/strong>As denomina\u00e7\u00f5es correspondem, respectivamente, ao preparo com mais a\u00e7\u00facar at\u00e9 aquele com menos.<\/p>\n<p>Insiro aqui uma men\u00e7\u00e3o honrosa a um fator importante: a efervesc\u00eancia do vinho. Alguns tipos de vinho podem ter uma certa concentra\u00e7\u00e3o de g\u00e1s carb\u00f4nico, o que faz com que ele tenha bolhas, como os espumantes e frisantes (e a diferen\u00e7a essencial entre eles \u00e9 que o frisante possui uma concentra\u00e7\u00e3o um pouco menor de g\u00e1s carb\u00f4nico, e por isso ele n\u00e3o tem tanta espuma).<\/p>\n<p>Compreendendo as categorias que acabei de listar, \u00e9 mais f\u00e1cil reconhecer e buscar por vinhos que sejam do seu agrado. A partir disso, \u00e9 importante saber que nomes comuns como <em>Merlot, Champagne, Cabernet, Lambrusco <\/em>e etc&#8230; Se referem ao tipo de uva ou ao preparo utilizado para a produ\u00e7\u00e3o do vinho.<\/p>\n<p>Tomando ao exemplo do Lambrusco, minha bebida favorita nesta vida, ele \u00e9 um vinho frisante feito da uva tinta cultivada na It\u00e1lia, sobretudo da regi\u00e3o da <em>Emilia-Romana. <\/em>Esta \u00e9 a \u201cbase\u201d do Lambrusco, pois para al\u00e9m das caracter\u00edsticas principais que mencionei, podemos encontr\u00e1-lo nas 3 cores, e sendo suave ou seco.<\/p>\n<div id=\"attachment_18336\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18336\" class=\"size-medium wp-image-18336\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1-424x290.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1-424x290.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1-212x145.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1-768x526.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/Marcocarboni_lambrusco-1.jpg 1000w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18336\" class=\"wp-caption-text\">Le bollicine del Lambrusco (as bolhinhas do Lambrusco) \/ Imagem por Marco Carboni<\/p><\/div>\n<p>Em determinados locais o vinho pode ser um produto mais elitizado, mas h\u00e1 sim lugares em que o consumo est\u00e1 tradicionalmente enraizado ao dia a dia das massas, como em alguns pa\u00edses Europeus, e em consequ\u00eancia da exporta\u00e7\u00e3o cultural no s\u00e9culo XIX e XX, o h\u00e1bito de consumir vinho est\u00e1 muito presente em pa\u00edses influenciados por processos imigrat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Em uma chamada de v\u00eddeo recente com o meu pai, que \u00e9 a minha principal fonte para esta mat\u00e9ria, recebi umas informa\u00e7\u00f5es bem legais sobre o consumo de vinho. Segundo o seu Jo\u00e3o de Paula, tecn\u00f3logo em gastronomia e ex\u00edmio apreciador de vinhos, Portugal \u00e9 o pa\u00eds que mais consome vinho. Tendo um m\u00e9dia de 62 litros por pessoa ao ano, enquanto o Brasil tem uma m\u00e9dia de apenas 2 \u2014 o que eu achei absurdo, pois essa \u00e9 geralmente a minha m\u00e9dia quinzenal.<\/p>\n<p>Por ser uma bebida intimamente ligada \u00e0 cultura de certos povos, incorporar o vinho na gastronomia foi um processo natural. A come\u00e7ar pelas harmoniza\u00e7\u00f5es, que por muito tempo se estabeleciam por meio do regionalismo. Uma comunidade que residia no sul da Fran\u00e7a, por l\u00f3gica, iria harmonizar a sua culin\u00e1ria local com o seu vinho, e a busca por uma combina\u00e7\u00e3o perfeita estimulou o processo de elabora\u00e7\u00e3o da comida e da bebida para que os sabores se casassem.<\/p>\n<p>E \u00e9 claro que, em meio a isso, algumas mentes geniosas decidiram inserir o vinho diretamente no preparo das refei\u00e7\u00f5es, e isso deu <em>muito certo.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cO vinho pode ser usado no preparo de comidas como em molhos, nas marinadas, no risoto&#8230;\u201d, <\/em>explica Jo\u00e3o, <em>\u201cMas o uso n\u00e3o se resume ao sabor, o vinho tamb\u00e9m pode ter uma fun\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, como no caso do risoto, em que se utiliza a acidez do vinho para liberar o amido do arroz, e deixar o prato mais cremoso.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Vale mencionar aqui um dos maiores pecados gastron\u00f4micos. A jun\u00e7\u00e3o de vinho tinto com peixe provoca uma rea\u00e7\u00e3o com o iodo presente na carne, e assim o vinho fica com um gosto metalizado. O vinho branco \u00e9 o mais recomendado na harmoniza\u00e7\u00e3o com frutos do mar e peixes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como descobri que tem gente que coloca vinho na comida<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A grande apreciadora de frisantes brancos suaves que hoje escreve esta mat\u00e9ria\/experi\u00eancia informativa foi uma crian\u00e7a apavorada ao ver a m\u00e3e virando uma\u00a0 garrafa de vinho dentro da panela em que preparava <em>Fondue <\/em>para uma janta de s\u00e1bado \u00e0 noite. Obviamente a minha m\u00e3e virou muito pouco, mas eu fiquei extremamente indignada por ver uma bebida alc\u00f3olica sendo colocada no que, mais tarde, seria servido a uma crian\u00e7a.<\/p>\n<p>A Dona V\u00e2nia, que n\u00e3o \u00e9 conhecida por uma grande paci\u00eancia, n\u00e3o deu muita aten\u00e7\u00e3o \u00e0 minha revolta e continuou fazendo o jantar. Naquela noite, nenhuma crian\u00e7a foi embebedada, e o <em>fondue <\/em>estava uma del\u00edcia.<\/p>\n<p>Anos depois, quando eu j\u00e1 morava sozinha e n\u00e3o tinha muita no\u00e7\u00e3o na cozinha, inventei de fazer <em>fondue <\/em>de queijo em um dia frio. Quando meus pais me explicaram que eu deveria usar um vinho seco (porque n\u00e3o \u00e9 muito indicado colocar um vinho suave, com um alto teor de a\u00e7\u00facar, em uma comida supostamente salgada), eu guardei bem a informa\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o me atentei ao fato de que deveria escolher um vinho <strong>branco,<\/strong> e acredito que isso explica bem por que o <em>fondue <\/em>ficou roxo.<\/p>\n<p>Na segunda vez em que fiz, entretanto, comprei o maldito vinho branco seco, e deu tudo certo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A primeira receita que eu n\u00e3o deturpei 100% por conta da minha seletividade alimentar<\/strong><\/p>\n<p>Eu escolhi falar sobre a enogastronomia sem refletir muito antes; eu precisava escrever algo para o Em Pauta, estava gostando de explorar o jornalismo gastron\u00f4mico, queria testar umas receitas legais para fazer para os meus amigos (e que agradassee tanto ao meu gosto chato quanto ao deles). Pronto, cheguei em casa \u00e0 noite, depois da reuni\u00e3o do projeto, e fui para a internet pesquisar <em>\u201creceitas com vinho\u201d. <\/em>Achei uma receita de estrogonofe de carne justamente no site da Casa Valduga. A sugest\u00e3o de vinho para o molho era um <em>Cabernet Sauvignon <\/em>tinto seco. Coerente com o fato do teor de a\u00e7\u00facar e condizente com a cor tipicamente escura do estrogonofe.<\/p>\n<p>O preparo envolvia carne de gado, que eu como sem problemas, alguns temperos que eu como sem problemas&#8230; Mas existia uma pequena lista de obst\u00e1culos para mim: cebola, tomate e champignon. Se eu tirasse os tr\u00eas, ficaria t\u00e3o sem gra\u00e7a, mas o tomate jamais seria uma op\u00e7\u00e3o para mim. Por isso, optei, entre esses tr\u00eas, por usar somente o champignon.<\/p>\n<p>Falei com o meu pai sobre a receite e ele me sugeriu harmonizar o prato com um vinho <em>Merlot<\/em> suave. Pronto, eu tinha um vinho para inserir no preparo, e outro para a harmoniza\u00e7\u00e3o, estava bom para escrever uma mat\u00e9ria legal.<\/p>\n<p>E no dia seguinte a minha amiga, a querida Natasha, acompanhou-me em uma aventura em um dia chuvoso atravessando o centro de Pelotas para comprar os vinhos e o tal champignon.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O estrogonofe de vinho que conquistou o est\u00f4mago e o cora\u00e7\u00e3o do Lucas<\/strong><\/p>\n<p>Por mais que a Natasha tenha ido ao mercado comigo, ela infelizmente n\u00e3o poderia apreciar a receita, pois ela \u00e9 vegetariana. Ent\u00e3o a cobaia seria um amigo que frequentemente ia passar seus finais de semana comigo em Pelotas. E acredito que isso foi uma boa motiva\u00e7\u00e3o, eu n\u00e3o queria passar vergonha servindo um estrogonofe med\u00edocre para o Lucas.<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o quer dizer que eu fiz tudo sozinha, como eu tenho medo de fatiar os dedos ao cortar carne, repassei a tarefa para o amiguinho. E entre um desespero inicial por deixar o alho e a manteiga queimarem na primeira tentativa, e uma chamada de v\u00eddeo emergencial para o meu pai, pois eu <em>precisava <\/em>do conselho dos universit\u00e1rios, deu tudo certo.<\/p>\n<p>Servi o estrogonofe de fil\u00e9 mignon com vinho e macarr\u00e3o, <em>prato harmonizado tamb\u00e9m com vinho, <\/em>e degustamos a comida naquela noite assistindo a <em>The Office.<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_18337\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18337\" class=\"size-medium wp-image-18337\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2289-1-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18337\" class=\"wp-caption-text\">Estrogonofe preparado com vinho \/ Imagem por Bruna Meotti<\/p><\/div>\n<p>O estrogonofe com <em>Cabernet Sauvignon <\/em>no molho ficou muito gostoso, posso afirmar sem culpa. <em>Mesmo para esse paladar insuport\u00e1vel que eu tenho. <\/em>Por\u00e9m n\u00e3o consegui vencer o champignon por muito tempo, a textura fez meu c\u00e9rebro ficar confuso, e todos os cogumelos foram parar no prato do Lucas.<\/p>\n<div id=\"attachment_18338\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-18338\" class=\"size-medium wp-image-18338\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/07\/IMG_2290-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-18338\" class=\"wp-caption-text\">Estrogonofe acompanhado de uma garrafa de Cabernet Sauvignon, e uma de Tannat\/Merlot (preparo de 2 uvas) \/ Imagem por Bruna Meotti<\/p><\/div>\n<p>Quanto \u00e0 harmoniza\u00e7\u00e3o, a comida n\u00e3o afeta o gosto do outro vinho, e eu com certeza beberia uma ta\u00e7a do <em>Merlot <\/em>juntamente a aperitivos. Porque, <em>para o meu gosto, <\/em>ele era um vinho pesado demais para comer com uma refei\u00e7\u00e3o encorpada como macarr\u00e3o com estrogonofe. E tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 como se eu fosse muito chegada em vinhos tintos, ent\u00e3o encerrei a noite tomando um frisante branco suave, e extremamente contente com a comida que eu preparei.<\/p>\n<p>E se eu sou muito suspeita para falar, vou usar o Lucas como exemplo. O cara gostou tanto do estrogonofe que dois dias depois j\u00e1 foi embora da minha casa com um anel de coco no dedo e querendo me apresentar pra fam\u00edlia. Posso n\u00e3o ter conseguido comer champignon ou beber vinho tinto, mas fiz uma comida muito boa, consegui conte\u00fado para uma mat\u00e9ria muito legal, e conquistei um homem pelo est\u00f4mago.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No preparo de molhos, harmoniza\u00e7\u00e3o, para marinar a carne, o vinho \u00e9 uma das bebidas mais antigas do mundo pode assumir diversos pap\u00e9is dentro da gastronomia. 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