{"id":17627,"date":"2023-04-11T16:46:12","date_gmt":"2023-04-11T19:46:12","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=17627"},"modified":"2023-04-11T16:47:33","modified_gmt":"2023-04-11T19:47:33","slug":"cidade-invisivel-e-a-representatividade-no-audiovisual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/cidade-invisivel-e-a-representatividade-no-audiovisual\/","title":{"rendered":"\u201cCidade Invis\u00edvel\u201d e a representatividade no audiovisual"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\"><i>Por Jaime Lucas Mattos \/ Em Pauta<\/i><\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_17630\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17630\" class=\"wp-image-17630 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12-215x318.jpeg\" alt=\"\" width=\"215\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12-215x318.jpeg 215w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12-107x159.jpeg 107w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12-768x1137.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-12.jpeg 878w\" sizes=\"auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17630\" class=\"wp-caption-text\">P\u00f4ster da segunda temporada da s\u00e9rie\/ Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Netflix Brasil<\/p><\/div>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Times New Roman, serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">\u201c<span style=\"font-size: medium;\">Cidade Invis\u00edvel\u201d segue a hist\u00f3ria de Eric Alves (Marco Pigossi), policial ambiental que, tempo ap\u00f3s a morte de sua esposa, encontra um boto cor-de-rosa morto em uma praia do Rio de Janeiro e passa a desconfiar que as duas mortes t\u00eam uma conex\u00e3o. A partir dessa rela\u00e7\u00e3o, Eric descobre um mundo oculto de entidades folcl\u00f3ricas, que sempre estiveram vivendo ao nosso redor.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Na segunda temporada, que estreou em mar\u00e7o na Netflix, os encontros e desencontros de Eric e sua filha, Luna (Manu Dieguez), s\u00e3o o fio condutor da narrativa. Com o apoio de In\u00eas\/Cuca (Alessandra Negrini), pai e filha buscam se reencontrar, apesar dos obst\u00e1culos impostos por outra entidades folcl\u00f3ricas e pelo garimpo ilegal de terras ind\u00edgenas.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A quest\u00e3o do garimpo ilegal, vale mencionar, foi trabalhada com cuidado e foi bem inserida na trama. Nesta temporada, temos um n\u00facleo de personagens que quer explorar os recursos naturais de um ambiente ind\u00edgena cheio de ouro. As entidades do folclore brasileiro t\u00eam a miss\u00e3o de proteger esse lugar, chamado Marangatu, que est\u00e1, por meio de um feiti\u00e7o, escondido no meio da floresta amaz\u00f4nica.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">O garimpo ilegal ganha destaque na trama dos antagonistas da narrativa. Pessoas poderosas usam Lazo\/Zaori (Mestre Seb\u00e1) como um detector de ouro, tendo em conta que o Zaori \u00e9 uma figura que tem a capacidade de enxergar a riqueza das terras. Al\u00e9m disso, est\u00e3o atr\u00e1s de Luna, j\u00e1 que ela possui a capacidade de encontrar e adentrar o Marangatu.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_17628\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17628\" class=\"wp-image-17628 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21-424x239.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21-424x239.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21-212x119.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21-768x433.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-21.jpeg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17628\" class=\"wp-caption-text\">A Mula Sem Cabe\u00e7a \u00e9 um dos novos personagens folcl\u00f3ricos que aparecem na s\u00e9rie \/ Imagem: Divulga\u00e7\u00e3o\/Netflix<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Al\u00e9m de Cuca e Zaori, somos apresentados a outras figuras folcl\u00f3ricas, como a Matinta Per\u00ea (Let\u00edcia Spiller), a Mula Sem Cabe\u00e7a (Simone Spoladore) e o Menino-Lobo (Tom\u00e1s de Fran\u00e7a). Apesar de as entidades do folclore brasileiro terem mais destaque nessa temporada, eles ainda s\u00e3o usados com um pouco de superficialidade.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Os personagens poderiam ser melhor desenvolvidos, com mais tempo de tela, para uma identifica\u00e7\u00e3o maior do p\u00fablico. A s\u00e9rie pressup\u00f5e que as pessoas j\u00e1 conhecem as figuras folcl\u00f3ricas, no entanto isso exclui da jogada n\u00e3o s\u00f3 os brasileiros que n\u00e3o as conhecem como tamb\u00e9m exclui o p\u00fablico internacional que est\u00e1 conhecendo a s\u00e9rie e n\u00e3o tem nem o conhecimento b\u00e1sico sobre o nosso folclore.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Muito desse subdesenvolvimento dos personagens se deve ao fato de que a nova temporada tem apenas 5 epis\u00f3dios. A narrativa tamb\u00e9m parece apressada, passando a impress\u00e3o de que os roteiristas tinham pouco tempo para desenvolver muita coisa. Se tivesse mais epis\u00f3dios, o desenvolvimento dos personagens e da narrativa poderia ter sido melhor. \u00c9 compreens\u00edvel que \u201cCidade Invis\u00edvel\u201d seja uma s\u00e9rie cara de se produzir, muito por conta de seus efeitos especiais \u2013 que s\u00e3o muito bem feitos, por sinal \u2013, por\u00e9m a solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 fazer poucos epis\u00f3dios. A parte art\u00edstica da s\u00e9rie foi afetada.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_17629\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17629\" class=\"wp-image-17629 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31-424x265.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31-424x265.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31-212x133.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31-768x480.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-31.jpeg 1360w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17629\" class=\"wp-caption-text\">Alessandra Negrini vive uma Cuca diferente do habitual. Ao inv\u00e9s de ser um jacar\u00e9, ela se transforma em borboleta \/ Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Netflix<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Apesar de alguns problemas, a s\u00e9rie consegue entregar um bom material com o que tem dispon\u00edvel. Uma das maiores virtudes \u00e9 a discuss\u00e3o sobre os dons sobrenaturais dos personagens. Algumas entidades veem seus poderes como uma maldi\u00e7\u00e3o, no entanto a narrativa traz a discuss\u00e3o de que eles devem assumir a for\u00e7a da natureza que est\u00e1 dentro de si.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Se na primeira temporada a hist\u00f3ria estava centrada no Rio de Janeiro, na segunda a equipe toma a sensata decis\u00e3o de deslocar a hist\u00f3ria para a Amaz\u00f4nia, centralizando o n\u00facleo de personagens em Bel\u00e9m (PA). Essa \u00e9 uma decis\u00e3o acertada principalmente por conta da representatividade que vem junto com ela. Se antes apenas atores n\u00e3o-ind\u00edgenas integravam o elenco \u2013 o que foi duramente criticado pelo p\u00fablico \u2013, agora a produ\u00e7\u00e3o conta com pessoas ind\u00edgenas tanto na frente quanto atr\u00e1s das c\u00e2meras.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\">Zahy Guajajara (interpretando D\u00e9bora), Ermelinda Yepario (como Paj\u00e9 Jaciara), Igor Pedroso (como Norato) e Kay Sara (como Telma Dyor\u00e1) s\u00e3o alguns dos atores que ganharam destaque na s\u00e9rie. Tamb\u00e9m est\u00e1 inclu\u00edda na equipe a diretora Graciela Guarani.<\/p>\n<div id=\"attachment_17632\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17632\" class=\"size-medium wp-image-17632\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4-424x195.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4-424x195.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4-212x98.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4-768x353.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4-980x450.jpeg 980w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-4.jpeg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17632\" class=\"wp-caption-text\">Zahy Guajajara \u00e9 uma atriz ind\u00edgena que ganha destaque vivendo a vil\u00e3 D\u00e9bora \/ Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Netflix<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\">H\u00e1 muitos anos as minorias sociais buscam ter sua voz ouvida no que diz respeito \u00e0 representatividade no audiovisual brasileiro. Ap\u00f3s anos de reivindica\u00e7\u00e3o, a representatividade negra, por exemplo, se faz mais presente na TV brasileira ultimamente. Na TV Globo, as novelas que est\u00e3o no ar trazem personagens negros em papel de destaque al\u00e9m de elencos com um n\u00famero consider\u00e1vel \u2013 mas ainda n\u00e3o ideal \u2013 de pessoas negras.<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">No entanto, as reivindica\u00e7\u00f5es de minorias sociais seguem ecoando pela internet e outros espa\u00e7os sociais, em cr\u00edticas \u00e0 ind\u00fastria. A representatividade de pessoas negras, da comunidade LGBTQIA+, dos povos origin\u00e1rios, das pessoas com defici\u00eancia, entre outros, ainda n\u00e3o chega perto do que deveria ser.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A representatividade dos povos origin\u00e1rios \u00e9 muito escassa na TV brasileira. Aparecem pouco na TV, como em \u201cAruanas\u201d (2019), mas s\u00f3 aparecem quando a quest\u00e3o ind\u00edgena \u00e9 um dos t\u00f3picos do personagem. S\u00e3o poucos os ind\u00edgenas sendo representados na dramaturgia como sujeitos atuantes na sociedade, que tamb\u00e9m frequentam espa\u00e7os comuns e t\u00eam profiss\u00f5es como qualquer outro ser humano. Sua participa\u00e7\u00e3o em s\u00e9ries e novelas \u00e9 sempre reduzida \u00e0 luta de sua causa.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Temos casos complicados, como, por exemplo, o da novela \u201cNovo Mundo\u201d (2017), que possu\u00eda um n\u00facleo ind\u00edgena em que os atores contratados para interpretar esses personagens eram pessoas n\u00e3o-ind\u00edgenas.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">Tendo em vista esse cen\u00e1rio, \u201cCidade Invis\u00edvel\u201d \u00e9 um leve respiro. A s\u00e9rie consegue trazer representatividade para a narrativa, conseguindo trabalhar com personagens ind\u00edgenas que est\u00e3o envoltos de sua causa, mas que podem ter personalidades e profiss\u00f5es pr\u00f3prias. A personagem de Zahy Guajajara \u00e9 uma das vil\u00e3s, subvertendo o papel que se espera do estere\u00f3tipo, enquanto a personagem de Kay Sara \u00e9 uma advogada que luta contra o garimpo ilegal. A representatividade ainda n\u00e3o \u00e9 a ideal, mas d\u00e1 alguma perspectiva de avan\u00e7o.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_17631\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17631\" class=\"wp-image-17631 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51-424x229.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"229\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51-424x229.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51-212x115.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51.jpeg 760w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17631\" class=\"wp-caption-text\">Personagens de Manu Dieguez e Alessandra Negrini em busca do Marangatu \/ Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Netflix<\/p><\/div>\n<p align=\"justify\">\u201c<span style=\"font-size: medium;\">Cidade Invis\u00edvel\u201d traz uma temporada sobre sensibilidade e reconex\u00e3o consigo mesmo e com a natureza, inserindo na tela a narrativa folcl\u00f3rica com a representatividade ind\u00edgena que \u00e9 naturalmente necess\u00e1ria. Com isso, observamos que a equipe soube escutar as cr\u00edticas e colocar na narrativa aqueles que deveriam estar desde o princ\u00edpio.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-size: medium;\">A s\u00e9rie est\u00e1 dispon\u00edvel na Netflix, com duas temporadas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jaime Lucas Mattos \/ Em Pauta \u00a0 \u201cCidade Invis\u00edvel\u201d segue a hist\u00f3ria de Eric Alves (Marco Pigossi), policial ambiental que, tempo ap\u00f3s a morte de sua esposa, encontra um boto cor-de-rosa morto em&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":17631,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204,425,1],"tags":[],"class_list":["post-17627","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","category-meio-ambiente","category-noticias"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/imagem-51.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-4Aj","jetpack-related-posts":[{"id":14470,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/as-vozes-escondidas-da-cultura-em-cidade-invisivel\/","url_meta":{"origin":17627,"position":0},"title":"As vozes escondidas da cultura em Cidade Invis\u00edvel","author":"Em Pauta","date":"17\/09\/2021","format":false,"excerpt":"Jornalista cria projeto de jornalismo cultural independente com o intuito de propagar a cultura brasileira por Amanda Freitas Kuhn\/ Em Pauta Cultura que transforma: Essas s\u00e3o as tr\u00eas palavras que definem o Cidade Invis\u00edvel. 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