{"id":17609,"date":"2023-04-05T16:54:28","date_gmt":"2023-04-05T19:54:28","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=17609"},"modified":"2023-04-05T16:54:28","modified_gmt":"2023-04-05T19:54:28","slug":"marco-chega-ao-fim-e-indices-de-violencia-contra-a-mulher-continuam-crescendo-apos-o-mes-que-as-homenageia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/marco-chega-ao-fim-e-indices-de-violencia-contra-a-mulher-continuam-crescendo-apos-o-mes-que-as-homenageia\/","title":{"rendered":"Mar\u00e7o chega ao fim e \u00edndices de viol\u00eancia contra a mulher continuam crescendo ap\u00f3s o m\u00eas que as homenageia"},"content":{"rendered":"<h3><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00fameros trazem reflex\u00e3o acerca das pol\u00edticas p\u00fablicas que deveriam ser abordadas para a seguran\u00e7a dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o<\/span><\/h3>\n<div id=\"attachment_17610\" style=\"width: 483px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17610\" class=\"size-full wp-image-17610\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa.jpeg\" alt=\"\" width=\"473\" height=\"463\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa.jpeg 473w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa-325x318.jpeg 325w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa-162x159.jpeg 162w\" sizes=\"auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17610\" class=\"wp-caption-text\">Joy foi a artista que realizou pintura no novo local do Centro de Atendimento \u00e0 Mulher. Foto: Joyce de Sousa<\/p><\/div>\n<p><em>Por Carol Quincozes \/ Em Pauta<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando se pensa no 8 de mar\u00e7o, Dia da Mulher, \u00e9 comum que as mulheres ganhem flores, chocolates e outros tipos de gratifica\u00e7\u00f5es. O m\u00eas de mar\u00e7o, na realidade, pode ser considerado como o m\u00eas delas por muitas pessoas, que configuram como a maioria da popula\u00e7\u00e3o &#8211; 51,1% da na\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 mulher.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A quest\u00e3o \u00e9, a vida continua, e apesar das homenagens direcionadas ao p\u00fablico feminino, palavras de carinho, afirma\u00e7\u00f5es e todo o tipo de frases caprichadas estampadas em imagens bem escolhidas, de que forma as m\u00e3es, irm\u00e3s, filhas &#8211; mulheres &#8211; est\u00e3o se sentindo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua seguran\u00e7a? De que forma as pol\u00edticas p\u00fablicas est\u00e3o as acolhendo? De que maneira a sociedade realmente as v\u00ea?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Conforme a 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Vis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil, feita pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, cerca de 18,6 milh\u00f5es de mulheres sofreram algum tipo de viol\u00eancia em 2022, seja ela f\u00edsica, sexual ou psicol\u00f3gica. Ainda de acordo com esse levantamento, uma em cada tr\u00eas brasileiras com mais de 16 anos sofreu viol\u00eancia f\u00edsica e sexual provocada por parceiro \u00edntimo ao longo da vida. S\u00e3o os maiores n\u00fameros da s\u00e9rie hist\u00f3rica (4,5 pontos percentuais acima do resultado da pesquisa anterior).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E afinal, quais as ra\u00edzes desses problemas? O que leva 21,5 milh\u00f5es de mulheres, ou 33,4% do p\u00fablico feminino, relatar que j\u00e1 sofreram viol\u00eancia f\u00edsica e sexual pelo pr\u00f3prio parceiro? Que fatores fazem com que uma mulher seja agredida a cada 22 minutos no estado do Rio Grande do Sul?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo Elisiane Chaves, pesquisadora e historiadora, h\u00e1 ind\u00edcios de que no in\u00edcio da conviv\u00eancia da humanidade em pequenos grupos, homens e mulheres viviam em situa\u00e7\u00e3o de igualdade. Entretanto, no momento da divis\u00e3o de tarefas, as mulheres tinham que cuidar dos filhos e coletar alimentos cotidianamente, enquanto homens, mesmo que n\u00e3o saindo para ca\u00e7ar todos os dias, elaboraram a ideia de que suas atividades eram mais \u201cimportantes\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAs mulheres n\u00e3o tiveram participa\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o desse modo de ver a vida. Para impor a elas esse pensamento, eles (homens) usaram at\u00e9 a viol\u00eancia f\u00edsica. Com o aumento da conviv\u00eancia entre diferentes grupos, essa ideia de superioridade masculina, como beneficiava os homens, foi sendo ensinada a outras sociedades e, como consequ\u00eancia, tamb\u00e9m foi transmitida entre as gera\u00e7\u00f5es, chegando at\u00e9 os dias de hoje, ainda que com menor vigor\u201d, relata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lisiane auxiliou na disserta\u00e7\u00e3o de mestrado nomeada como <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c[&#8230;] eu quebrei a pau, chutei, arroxei os dois olhos, eu gostava tanto dela, n\u00e3o era pra ter feito aquilo comigo\u201d: narrativas de r\u00e9us julgados por viol\u00eancia dom\u00e9stica na comarca de Pelotas-RS (2011-2018). No momento atual, est\u00e1 sendo feita uma pesquisa sobre os feminic\u00eddios ocorridos a partir de 2014 em Pelotas, cujo a realiza\u00e7\u00e3o servir\u00e1 para a tese de Doutorado, prevista para ser defendida ainda no primeiro semestre deste ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPara a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, foram entrevistados 18 homens que eram r\u00e9us em processos que tramitavam no Juizado da Viol\u00eancia Dom\u00e9stica de Pelotas. Os relatos que marcaram foram aqueles em que alguns disseram que mesmo sabendo que a situa\u00e7\u00e3o das mulheres mudou, eles ainda as queriam submissas, como era antes. A maior parte dos r\u00e9us relatou que aprendeu que o homem deve tomar a frente das decis\u00f5es de um casal, pois sempre foi assim. Acreditam que isso foi aprendido tanto com os pais, quanto na conviv\u00eancia em sociedade\u201d, analisa Elisiane.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO maior problema que eu noto \u00e9 que a sociedade trata a v\u00edtima como culpada, ela culpabiliza a mulher por aquela viol\u00eancia, ent\u00e3o a mulher tem vergonha de falar, seja para os amigos ou familiares\u201d\u00a0 \u00e9 o que exp\u00f5e Paola Fernandes, coordenadora do Centro de Refer\u00eancia ao Atendimento \u00e0 Mulher Professora Cl\u00e1udia Pinho Hartleben, local oferece servi\u00e7os de acolhimento a mulheres que sofreram qualquer tipo de viol\u00eancia descrita na Lei Maria da Penha.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Conforme a coordenadora, o centro realiza um trabalho psicossocial com as v\u00edtimas, onde psic\u00f3logas e assistentes sociais auxiliam nesse processo, que busca a supera\u00e7\u00e3o do trauma e o recome\u00e7o da jornada dessas mulheres. \u201cA mulher \u00e9 muito descredibilizada, ent\u00e3o quando ela vai contar uma viol\u00eancia que talvez ela possa n\u00e3o ter provas, como viol\u00eancia psicol\u00f3gica ou abuso sexual dentro de um casamento, a palavra da mulher, perante o judici\u00e1rio, geralmente n\u00e3o basta. Isso \u00e9 um fator muito complicado\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar de fazer parte da cidade h\u00e1 nove anos, o Centro de Atendimento teve adicionado o nome de Cl\u00e1udia Pinho Hartleben a partir de 2020. Como destaca Paola, o nome \u00e9 bastante representativo por ser um caso emblem\u00e1tico e de grandes repercuss\u00f5es, j\u00e1 que comoveu o munic\u00edpio na \u00e9poca do crime. Cl\u00e1udia lecionava na UFPel e tinha 47 anos quando foi vista pela \u00faltima vez, em 9 de abril de 2015. Os principais suspeitos continuam sendo o ex-marido, Jo\u00e3o Morato Fernandes, e o filho do casal, Jo\u00e3o F\u00e9lix Hartleben Fernandes. Em dezembro daquele ano, ambos foram acusados pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico de Pelotas por homic\u00eddio qualificado, oculta\u00e7\u00e3o de cad\u00e1ver e feminic\u00eddio.\u00a0<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_17611\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-2.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17611\" class=\"size-medium wp-image-17611\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-2-424x282.jpeg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-2-424x282.jpeg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-2-212x141.jpeg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-2.jpeg 700w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-17611\" class=\"wp-caption-text\">Em 2019, o caso foi arquivado porque todas as pistas foram seguidas, mas o desfecho de Cl\u00e1udia n\u00e3o se concretizou. Foto: Facebook\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar dos ataques f\u00edsicos e, pior ainda, os feminic\u00eddios serem o \u00e1pice da viol\u00eancia contra a mulher, existem outras formas de agress\u00e3o que s\u00e3o inundadas de desrespeito e hostilidade &#8211; o ass\u00e9dio e a importuna\u00e7\u00e3o sexual. Inclusive, as pr\u00e1ticas citadas podem ocorrer em formato virtual, ambas enquadrando-se em atos criminosos, de acordo com a lei 13.718, com pena prevista de 1 a 5 anos de pris\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu recebi uma mensagem de um n\u00famero desconhecido e foi apagada sem eu ter aberto, da\u00ed na outra noite eu recebi uma foto de visualiza\u00e7\u00e3o \u00fanica e era um p\u00eanis. Nisso, meu namorado foi falar como se fosse eu, enquanto o cara falava como se me conhecesse e eu quisesse aquela foto\u201d, \u00e9 o que compartilhou a estudante de Biologia da UFPel, Lu\u00edza Romano, que se enquadra como v\u00edtima dessa situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Infelizmente, relatos dessa natureza n\u00e3o s\u00e3o raros &#8211; muito pelo contr\u00e1rio, s\u00e3o t\u00e3o frequentes que s\u00e3o praticamente comuns na vida das mulheres. De acordo com pesquisa publicada em outubro de 2020, intitulada como \u201cLiberdade On-line? Como meninas e jovens mulheres lidam com o ass\u00e9dio nas redes sociais\u201d, realizada pela ONG Plan International, 77% das brasileiras sofrem ass\u00e9dio pela internet. Para se ter uma no\u00e7\u00e3o, a m\u00e9dia global \u00e9 de 58%.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lu\u00edza diz j\u00e1 ter passado por ocasi\u00f5es desse g\u00eanero e, inclusive, afirma n\u00e3o ter demonstrado grandes rea\u00e7\u00f5es por isso. \u201cNa verdade, eu n\u00e3o esbocei espanto, o que torna a situa\u00e7\u00e3o bem mais triste\u201d, finaliza a estudante.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pelas estat\u00edsticas da Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Estado, al\u00e9m dos dois feminic\u00eddios, em janeiro e fevereiro deste ano, Pelotas somou 169 casos de amea\u00e7a, 152 registros de les\u00e3o corporal e 14 estupros.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esses n\u00fameros comprovam que situa\u00e7\u00f5es como a que Cl\u00e1udia Hartleben foi acometida n\u00e3o s\u00e3o casos isolados. \u00c9 poss\u00edvel citar M\u00e1rcia Oliveira da Silva que, em agosto de 2021, via sua vida chegar ao fim ap\u00f3s o marido jogar em seu corpo uma subst\u00e2ncia inflam\u00e1vel e, ap\u00f3s alguns instantes, atear fogo. Ou, talvez, relembrar o caso da radialista Andreia Belasque, de 40 anos, que foi encontrada morta em novembro do mesmo ano, no km 521 da BR 116. Por fim, \u00e9 poss\u00edvel citar uma companheira de profiss\u00e3o de Cl\u00e1udia, desta vez, professora de matem\u00e1tica &#8211; Gillan Garcia de Oliveira, de 54 anos, foi morta a tiros pelo companheiro em mar\u00e7o deste ano, deixando uma filha.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00fameros trazem reflex\u00e3o acerca das pol\u00edticas p\u00fablicas que deveriam ser abordadas para a seguran\u00e7a dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o Por Carol Quincozes \/ Em Pauta Quando se pensa no 8 de mar\u00e7o, Dia da Mulher,&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":17610,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[202],"tags":[885,814,877,495],"class_list":["post-17609","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economiaepolitica","tag-feminicidio","tag-feminismo","tag-mes-da-mulher","tag-violencia-domestica"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2023\/04\/foto-1-capa.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-4A1","jetpack-related-posts":[{"id":17324,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/8m-vai-as-ruas-no-dia-internacional-da-mulher\/","url_meta":{"origin":17609,"position":0},"title":"8M vai \u00e0s ruas no Dia Internacional da Mulher","author":"Em Pauta","date":"13\/03\/2023","format":false,"excerpt":"A \u00faltima quarta-feira foi um dia de luta e conscientiza\u00e7\u00e3o para as pelotenses. 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