{"id":14562,"date":"2021-09-24T15:13:10","date_gmt":"2021-09-24T18:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=14562"},"modified":"2021-09-24T15:13:10","modified_gmt":"2021-09-24T18:13:10","slug":"quando-um-grito-na-garganta-forma-um-lar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/quando-um-grito-na-garganta-forma-um-lar\/","title":{"rendered":"Quando um grito na garganta forma um lar"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_14563\" style=\"width: 328px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14563\" class=\"size-medium wp-image-14563\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato-318x318.jpeg\" alt=\"\" width=\"318\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato-318x318.jpeg 318w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato-159x159.jpeg 159w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato-80x80.jpeg 80w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato-320x320.jpeg 320w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato.jpeg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-14563\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/ Literato.on<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Como escritoras jovens fundaram um site que se tornou ref\u00fagio para mulheres literatas<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em><strong>Por Maria Clara Morais Sousa\/ Em Pauta<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Em junho de 2021, Ana Guelere postou uma enquete em seu <em>Instagram<\/em> convidando as escritoras que a seguiam para um projeto ainda sem nome. Unidas por uma paix\u00e3o pela literatura e escrita, as meninas se conheceram na plataforma de publica\u00e7\u00e3o de livros independentes \u201c<em>Wattpad<\/em>\u201d, e ap\u00f3s a ideia inicial de Guelere, as escritoras montaram o \u201c<a href=\"https:\/\/medium.com\/literato-on\">Literato.on<\/a>\u201d no site de publica\u00e7\u00e3o <em>Medium<\/em> com uma proposta de usar a poesia para falar o que suas bocas n\u00e3o tinham coragem de dizer.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Todo o processo de cria\u00e7\u00e3o foi feito com cuidado e o nome foi um debate cheio de ideias com palavras em outras l\u00ednguas e trocadilhos, por\u00e9m quando uma delas sugeriu a palavra \u201cliterato\u201d, foi amor \u00e0 primeira vista: \u201cApesar de termos escolhido esse nome, foi mais como se ele tivesse nos escolhido. Literato nos remete a literatura e a tudo que podemos alcan\u00e7ar com ela\u201d. Diz Camila Chagas, participante do projeto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Atualmente o website conta com 10 meninas, por\u00e9m a idealizadora do projeto menciona que ela ainda pensa em aumentar ainda mais a equipe e trabalhar com mais mulheres trazendo ainda mais diversidade para o projeto. Dessa forma, est\u00e3o abertas as inscri\u00e7\u00f5es para ser <a href=\"https:\/\/forms.gle\/EgQTJGhEYe1ABLoZ8\">escritora<\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400\">, <a href=\"https:\/\/forms.gle\/8BzkpYRmX4JHnjADA\">colaboradora externa<\/a> <\/span><span style=\"font-weight: 400\">e <a href=\"https:\/\/forms.gle\/QtbiVhz4uCJN4qy5A\">redatora<\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0do Literato.on.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Embora nem todas sejam do mesmo lugar, elas afirmam que a diferen\u00e7a cultural n\u00e3o as afeta &#8211; apenas em express\u00f5es ou situa\u00e7\u00f5es cotidianas. Segundo Andressa Souza, estudante de Biologia, \u201ca sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que todas viemos de um mesmo lugar, que compartilhamos uma mesma casa, pelo fato da escrita ser t\u00e3o importante para todas n\u00f3s\u201d, \u00e9 o que realmente importa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Essa paix\u00e3o por palavras \u00e9 algo que acompanha as garotas h\u00e1 muito tempo. Daniela Alves, estudante de jornalismo, conta que come\u00e7ou a criar \u201cas mais bobas coisas\u201d com 8 anos e a partir dos 13 come\u00e7ou a escrever algo concreto, j\u00e1 Clara Lemuchi come\u00e7ou aos 9. Todas elas escreveram no <em>Wattpad<\/em> na adolesc\u00eancia, Ana Guelere e Daniela chegaram a ganhar pr\u00eamios da plataforma que escreviam, os chamados <em>Wattys Awards<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Apesar de terem hist\u00f3rias t\u00e3o parecidas, a individualidade de cada uma \u00e9 sublinhada em seus textos. Trazendo suas viv\u00eancias \u2013 e at\u00e9 suas melancolias \u2013 as poetas usam do website para criar um, como diria Carolina Feltrim,\u00a0 \u201clugar onde n\u00e3o temos medo de sermos n\u00f3s mesmas\u201d. E esse ref\u00fagio n\u00e3o se forma apenas para quem escreve, ele transpassa as telas e passa apoio para as leitoras que por identifica\u00e7\u00e3o, se sentem menos sozinhas e mais acolhidas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_14564\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14564\" class=\"size-medium wp-image-14564\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato-424x146.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"146\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato-424x146.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato-212x73.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato-768x264.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/literato.jpg 1119w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-14564\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/ Literato.on<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Estabelecendo \u201cum ref\u00fagio para jovens mulheres que compartilham do mesmo amor pela escrita e pela literatura\u201d, a Literato se formou como uma forma de dar voz e acolher mulheres numa sociedade que as nega ouvir todo dia. Raquel Leal resume a p\u00e1gina como um ciclo de liberta\u00e7\u00e3o, uma forma de encorajar mulheres \u201ca romper com seus medos, limita\u00e7\u00f5es e imposi\u00e7\u00f5es que lhes foram dadas\u201d de forma a &#8220;libertarmo-nos para libertarmos\u201d. Trazendo melancolia, dor, perda, amor, felicidade, reflex\u00e3o e todas as emo\u00e7\u00f5es que podem ser sentidas, o site permite uma vis\u00e3o real e \u00fanica de cada participante do projeto.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Exatamente pelo fato de expor todos os detalhes, algumas das escritoras lutam contra timidez e inseguran\u00e7a com sua escrita. Tha\u00edssa Carvalho explica que \u2013 mesmo escrevendo desde os 13 anos \u2013 s\u00f3 come\u00e7ou a publicar recentemente por timidez e auto cobran\u00e7a. A paulista revela que \u00e9 a primeira vez que se mostra completamente dessa forma, e que o fato de \u201cagora as pessoas podem ver um lado de mim que n\u00e3o gosto muito que vejam\u201d \u00e9 o \u201cpior pesadelo de uma pessoa t\u00edmida\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Essa express\u00e3o genu\u00edna de suas personalidades se torna ainda mais evidente em suas poesias. Daniela afirma que a poesia \u00e9 \u201caquela parte de n\u00f3s mesmos que d\u00f3i, n\u00e3o por ser ruim, mas por ser real e t\u00e3o, t\u00e3o forte\u201d. De forma an\u00e1loga \u00e0 fala da ga\u00facha, Clara Lemuchi conta que \u201cquando escrevo elas (as palavras) abrem caminho e acolhimento para os meus sentimentos. Faz com que eu me sinta segura com tudo o que est\u00e1 em mim.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Real\u00e7ando ainda mais a verdadeira forma de cada uma, as literatas unem tamb\u00e9m seu amor por outras artes e suas pr\u00f3prias forma\u00e7\u00f5es com suas palavras. Ana L\u00edcia Morais diz que seu estudo de psicologia fez ela entender mais os comportamentos, as atitudes e os sentimentos, e afirma que isso se refletiu nos seus contos e poemas. Andressa tamb\u00e9m fala que seu conhecimento de biologia realiza refer\u00eancia a natureza t\u00e3o org\u00e2nica que ela nem repara.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Artes visuais, m\u00fasica e cinema tamb\u00e9m s\u00e3o outros interesses das garotas. Ana Guelere tamb\u00e9m participa do projeto \u201c<em>Hello Band<\/em>\u201d, cujo objetivo \u00e9 dar destaque a artistas musicais desconhecidos de minorias sociais e usa essas bagagens como refer\u00eancia em sua forma de escrever. Ana Karoline, amante de artes visuais, relata que \u201cas artes visuais me influenciam para que eu escreva aquilo que eu estou sentindo, e \u00e9 uma das coisas mais libertadoras que eu tenho\u201d. J\u00e1 Tiffany Uch\u00f4a Jarjour acredita que \u201cos filmes para mim s\u00e3o uma forma visual da literatura\u201d e \u00e9 por isso que eles os encantam tanto. Nas palavras de Tha\u00edssa Carvalho \u201ctodos os tipos de Arte est\u00e3o interligadas\u201d e \u00e9 isso que as motivam \u201cuma interligada \u00e0 outra.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Como uma forma de gritar o que est\u00e1 na garganta, Guelere define poesia como \u201cuma sensa\u00e7\u00e3o humana, ainda que incomum. Para os realistas extremos, ver gra\u00e7a na vida ao ponto de perceber poesia pode ser imposs\u00edvel. Apenas sei que existe. Sei que nossas mentes e cora\u00e7\u00f5es trabalham duro e merecem ser compreendidos. Se sentimos, n\u00e3o h\u00e1 erro algum.\u201d.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como escritoras jovens fundaram um site que se tornou ref\u00fagio para mulheres literatas Por Maria Clara Morais Sousa\/ Em Pauta Em junho de 2021, Ana Guelere postou uma enquete em seu Instagram convidando as&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":14563,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204,9],"tags":[],"class_list":["post-14562","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","category-geral"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2021\/09\/logo-literato.jpeg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-3MS","jetpack-related-posts":[{"id":18748,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/coletivo-mulherio-das-letras-rio-grande-valorizando-a-literatura-feminina-local\/","url_meta":{"origin":14562,"position":0},"title":"Coletivo Mulherio das Letras Rio Grande: valorizando a literatura feminina local","author":"Em Pauta","date":"11\/09\/2023","format":false,"excerpt":"Fundado em junho de 2022, o coletivo Mulherio das Letras Rio Grande est\u00e1 unindo for\u00e7as para valorizar e promover a literatura feita por mulheres na cidade do Rio Grande, contribuindo para um cen\u00e1rio liter\u00e1rio mais inclusivo e diversificado. 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