{"id":1447,"date":"2014-06-23T17:05:21","date_gmt":"2014-06-23T17:05:21","guid":{"rendered":"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?p=1447"},"modified":"2015-11-20T14:55:07","modified_gmt":"2015-11-20T16:55:07","slug":"tradicao-doceira-em-pelotas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/tradicao-doceira-em-pelotas\/","title":{"rendered":"Tradi\u00e7\u00e3o doceira em Pelotas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\">Por <a href=\"http:\/\/agpel.ufpel.edu.br\/?tag=juliana-moura\" target=\"_blank\">Juliana Moura<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Neste m\u00eas de junho, a Fenadoce e os famosos doces de Pelotas foram assuntos muito comentados na cidade.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A tradi\u00e7\u00e3o do doce em Pelotas \u00e9 portuguesa, \u00e9 de l\u00e1 a origem das receitas dos tradicionais doces feitos basicamente com ovos, a\u00e7\u00facar e am\u00eandoas. Para os a\u00e7orianos, a\u00e7\u00facar e doce eram sin\u00f4nimos de festa. Nas cozinhas dos conventos surgiram os ovos moles, que deram origem a outros doces que est\u00e3o presentes nos mais variados doces produzidos aqui.<\/p>\n<div id=\"attachment_1449\" style=\"width: 570px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/06\/doces-t\u00edpicos-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1449\" class=\" wp-image-1449 \" alt=\"Estande das doceiras de Aveiro na 22\u00aa Fenadoce. Foto: Di\u00e1rio da Manh\u00e3 (http:\/\/goo.gl\/ywE8kp)\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/06\/doces-t\u00edpicos-2.jpg\" width=\"560\" height=\"373\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1449\" class=\"wp-caption-text\">Estande das doceiras de Aveiro na 22\u00aa Fenadoce. Foto: Di\u00e1rio da Manh\u00e3 (http:\/\/goo.gl\/ywE8kp)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Em Aveiro, regi\u00e3o de origem dos ovos moles, eles podem ser encontrados em barraquinhas de madeira, decoradas ou revestidas de h\u00f3stia, imitando formas marinhas. De outras regi\u00f5es de Portugal, ainda temos o p\u00e3o-de-l\u00f3 de Ovar, da Murtosa ou de Serradelo, os pasteis de \u00c1gueda, os beijinhos de Sever, as barquinhas do Vouga e o arroz doce de Ilhavo, entre outros. Os imigrantes portugueses que chegavam aqui traziam em suas bagagens diversas receitas da sua regi\u00e3o de origem. Como era escassa a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar no Rio Grande do Sul, fazia-se necess\u00e1rio a importa\u00e7\u00e3o vinda dos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Santa Catarina e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Chegando pelo Porto do Rio Grande, a maior parte do carregamento vinha para Pelotas. Naquela \u00e9poca (s\u00e9culo XIX), j\u00e1 havia grande produ\u00e7\u00e3o de frutas como a laranja, o p\u00eassego, o marmelo e a bergamota, passando as compotas a fazer parte das mesas das fam\u00edlias portuguesas aqui residentes. Aos poucos, foram introduzidos os doces cristalizados, as passas e os doces em massa, feitos em tachos por pretas velhas e vendido nas ruas. Com o crescimento econ\u00f4mico (1870), as festas freq\u00fcentes em Pelotas ganharam o requinte dos doces t\u00edpicos portugueses, como camafeus, bem-casados, fios de ovos, fatias de braga, ninhos e past\u00e9is de Santa Clara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Logo, este prest\u00edgio foi rompendo fronteiras e os doces levados para fora do munic\u00edpio e do estado, para as festas mais importantes do centro do pa\u00eds. Essa hist\u00f3ria sobrevive gra\u00e7as \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o de algumas doceiras que se mant\u00e9m fieis \u00e0s receitas dos antepassados portugueses.<\/p>\n<div id=\"attachment_1448\" style=\"width: 462px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/06\/doces_pelotas1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1448\" class=\" wp-image-1448 \" alt=\"Doces tradicionais. Foto: http:\/\/goo.gl\/c0EpuD\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2014\/06\/doces_pelotas1.jpg\" width=\"452\" height=\"300\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1448\" class=\"wp-caption-text\">Doces tradicionais. Foto: http:\/\/goo.gl\/c0EpuD<\/p><\/div>\n<p><strong>A Feira Nacional do Doce<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Fenadoce surgiu em 1986 e visa promover a cultura doceira em Pelotas. Foi criada pelo Poder P\u00fablico junto de outras entidades e, a partir de 1995, a sua coordena\u00e7\u00e3o passou a ser feita pela C\u00e2mara de Dirigentes Logistas (CDL).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A feira tornou-se anual a partir de 1988 e passou a ter endere\u00e7o fixo: o Centro de Eventos Fenadoce. Antes disso, cada edi\u00e7\u00e3o era realizada em um local diferente da cidade. Atrai visitantes de todo o pa\u00eds e de pa\u00edses vizinhos, movimentando a economia da cidade e tamb\u00e9m o turismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este ano, ocorreu a 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o do evento, que iniciou no dia quatro e foi at\u00e9 o dia 22 de junho. Uma das novidades apresentadas nesta edi\u00e7\u00e3o foram os doces em homenagem \u00e0 Copa, os \u201camuletos da sorte\u201d. A iniciativa foi da C\u00e2mara de Dirigentes Logistas, que lan\u00e7ou o desafio \u00e0s doceiras.<\/p>\n<p><strong>Encontro com as origens<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma comitiva de doceiras veio de Aveiro (Portugal), na quinta-feira, 12 de junho, para realizar um interc\u00e2mbio cultural com as doceiras de Pelotas. \u201c\u00c9 uma oportunidade \u00fanica podermos proporcionar este encontro entre as nossas doceiras e as portuguesas, que tanto fazem parte da nossa hist\u00f3ria\u201d, disse a gerente\u00a0 do Centro de Eventos, Michele\u00a0 de Lima.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Juliana Moura Neste m\u00eas de junho, a Fenadoce e os famosos doces de Pelotas foram assuntos muito comentados na cidade. A tradi\u00e7\u00e3o do doce em Pelotas \u00e9 portuguesa, \u00e9 de l\u00e1 a origem&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204],"tags":[100],"class_list":["post-1447","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-culturaeentretenimento","tag-juliana-moura"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-nl","jetpack-related-posts":[{"id":12989,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/entenda-por-que-a-tradicao-doceira-de-pelotas-e-considerada-patrimonio-imaterial-do-brasil\/","url_meta":{"origin":1447,"position":0},"title":"Entenda por que a tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas \u00e9 considerada patrim\u00f4nio imaterial do Brasil","author":"Em Pauta","date":"06\/06\/2019","format":false,"excerpt":"A decis\u00e3o de tornar a tradi\u00e7\u00e3o doceira de Pelotas um patrim\u00f4nio imaterial do Brasil foi tomada pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN), no dia 15 de maio de 2018, em Bras\u00edlia.","rel":"","context":"Em &quot;Cultura e Entretenimento&quot;","block_context":{"text":"Cultura e Entretenimento","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/culturaeentretenimento\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/06\/1533795_696613293704608_1445957844_n.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/06\/1533795_696613293704608_1445957844_n.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/06\/1533795_696613293704608_1445957844_n.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/06\/1533795_696613293704608_1445957844_n.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":4556,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-doce-fama-pelotense\/","url_meta":{"origin":1447,"position":1},"title":"A doce fama pelotense","author":"Em Pauta","date":"21\/08\/2015","format":false,"excerpt":"A hist\u00f3ria que\u00a0deu origem a\u00a0cidade do doce. por Rayane Lacerda e Stefany Bittencourt A cidade de Pelotas, pertencente ao estado do Rio Grande do Sul, tamb\u00e9m chamada de Princesa do Sul, encontra-se na terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking de munic\u00edpios mais populosos do RS, com 327.778 habitantes. 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