{"id":13766,"date":"2019-10-18T11:28:33","date_gmt":"2019-10-18T14:28:33","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=13766"},"modified":"2019-10-18T11:28:33","modified_gmt":"2019-10-18T14:28:33","slug":"a-epidemia-do-seculo-xxi-sete-perguntas-sobre-o-transtorno-de-ansiedade-generalizada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/a-epidemia-do-seculo-xxi-sete-perguntas-sobre-o-transtorno-de-ansiedade-generalizada\/","title":{"rendered":"A epidemia do s\u00e9culo XXI: sete perguntas sobre o Transtorno de Ansiedade\u00a0Generalizada"},"content":{"rendered":"<h5><strong>Doutor em psicologia e pesquisador da UCPel, Luciano Souza responde \u00e0s quest\u00f5es sobre o TAG<\/strong><\/h5>\n<p style=\"text-align: right\"><strong><em>Por Isabelli Neckel<\/em><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_13767\" style=\"width: 572px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13767\" class=\"size-full wp-image-13767\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar.png\" alt=\"\" width=\"562\" height=\"374\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar.png 562w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar-212x141.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar-424x282.png 424w\" sizes=\"auto, (max-width: 562px) 100vw, 562px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-13767\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Katie Crawford, em s\u00e9rie de registros sobre a vida com ansiedade.<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Pense em seus familiares, amigos e conhecidos. Provavelmente algum deles, ou at\u00e9 mesmo voc\u00ea, foi diagnosticado com ansiedade nos \u00faltimos tempos. E o problema n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 mera impress\u00e3o. Os\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/exame.abril.com.br\/ciencia\/brasil-e-o-pais-mais-ansioso-do-mundo-segundo-a-oms\/\"><span style=\"font-weight: 400\">n\u00fameros da OMS comprovam<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">: o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que mais sofre com o problema no mundo. Por aqui,\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/apps.who.int\/iris\/bitstream\/handle\/10665\/254610\/WHO-MSD-MER-2017.2-eng.pdf;jsessionid=67B6DA609C1195D172F20BADCD8BB4B1?sequence=1\"><span style=\"font-weight: 400\">9,3% da popula\u00e7\u00e3o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0da popula\u00e7\u00e3o possui algum transtorno de ansiedade, termo que abrange diversas patologias, como s\u00edndrome do p\u00e2nico, fobia social, transtorno de ansiedade generalizada (TAG), entre outras.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Abaixo, falaremos especificamente sobre o TAG. Para isso, entrevistamos Luciano Souza,<\/span><b>\u00a0<\/b><span style=\"font-weight: 400\">doutor em psicologia pela PUC-RS, professor do\u00a0Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade e Comportamento da UCPel e\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/tede2.pucrs.br\/tede2\/bitstream\/tede\/708\/1\/422822.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">pesquisador do transtorno de ansiedade generalizada.\u00a0<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">Mas aten\u00e7\u00e3o: este texto possui fins informativos e n\u00e3o deve ser usado, de forma alguma, como diagn\u00f3stico.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Em Pauta &#8211; O que diferencia a sensa\u00e7\u00e3o normal de ansiedade e o TAG? O que indica que o\u00a0comum se transformou em patologia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>Luciano Souza<\/strong> \u2013 A ansiedade \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o. \u00c9 muito importante para nosso funcionamento, para nossa sobreviv\u00eancia, que a gente se sinta ansioso em situa\u00e7\u00f5es de amea\u00e7a. Ent\u00e3o,\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/super.abril.com.br\/saude\/uma-breve-historia-da-ansiedade\/\"><span style=\"font-weight: 400\">a ansiedade \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o protetora e funcional<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0que nos ajuda a sobreviver e ter uma melhor adapta\u00e7\u00e3o ao ambiente em que estamos inseridos. J\u00e1 o transtorno de ansiedade generalizada, ou TAG, \u00e9 quando essa ansiedade acaba se tornando excessiva, quando isso perdura no tempo independente do contexto. Se a pessoa fica mais de seis meses excessivamente preocupada ou ansiosa com diversas coisas (por isso o termo \u201cgeneralizada\u201d), pode-se come\u00e7ar a pensar em uma psicopatologia, no caso, o TAG. O problema tem os seguintes sintomas: preocupa\u00e7\u00e3o e ang\u00fastia dif\u00edceis de controlar, inquieta\u00e7\u00e3o, cansa\u00e7o, sensibilidade, irritabilidade, tens\u00e3o muscular, dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o, problemas com o sono, entre outros. Al\u00e9m disso, para ser caracterizada como transtorno, a ansiedade deve prejudicar as rela\u00e7\u00f5es pessoais, o trabalho, o dia a dia da pessoa como um todo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP &#8211; Os jovens s\u00e3o mais vulner\u00e1veis ao problema?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 Usualmente, a incid\u00eancia \u00e9 maior em adolescentes e jovens adultos. Antes, na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia inicial, a express\u00e3o da ansiedade \u00e9 um pouco diferente, \u00e9 mais vinculada \u00e0s fobias e pontos de ansiedade espec\u00edficos. Depois, na adolesc\u00eancia e no in\u00edcio da vida adulta, ela se torna generalizada. Nessa \u00e9poca, <\/span><a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/familia\/a-explosao-da-ansiedade-entre-os-mais-jovens\/\"><span style=\"font-weight: 400\">h\u00e1 maior incid\u00eancia de novos casos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">. Depois, ao longo da vida adulta, \u00e9 comum que a ocorr\u00eancia desses transtornos se mantenha. J\u00e1 no final da vida adulta e na terceira idade, isso vai diminuindo gradualmente.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP &#8211; \u00c9 poss\u00edvel se prevenir de alguma forma? Como?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 Sim. Com um estilo de vida tranquilo, que busque o bem-estar. Al\u00e9m disso, manter uma rotina de vida que inclua n\u00e3o abusar do \u00e1lcool, n\u00e3o fumar, manter uma dieta saud\u00e1vel e praticar exerc\u00edcios f\u00edsicos regularmente. Isso tudo tem a ver com uma prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade em geral e acaba repercutindo tamb\u00e9m na prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP- Voc\u00ea acredita que nosso modo de vida atual, hiperconectado e acelerado, influencia no desenvolvimento do transtorno?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 Certamente, possui alguma rela\u00e7\u00e3o para quem j\u00e1 tem ansiedade. Porque atrav\u00e9s das redes sociais e da forma online de se relacionar, n\u00f3s acabamos tendo menos refer\u00eancias concretas dos relacionamentos, sejam eles pessoais ou profissionais. As refer\u00eancias acabam sendo preenchidas com a expectativa e a percep\u00e7\u00e3o que j\u00e1 temos sobre o mundo. Se j\u00e1 existe uma percep\u00e7\u00e3o de mundo mais amea\u00e7adora, mais insegura da sua vis\u00e3o de si ou de maior vulnerabilidade nos la\u00e7os afetivos, isso vai ser explicitado. Tamb\u00e9m h\u00e1 um maior n\u00famero de informa\u00e7\u00f5es e de situa\u00e7\u00f5es em que a ansiedade pode acontecer ainda como emo\u00e7\u00e3o. Da\u00ed para ela virar um transtorno, depende da pessoa, de sua vulnerabilidade gen\u00e9tica e experi\u00eancias ao longo da vida. A vida conectada s\u00f3\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/saude\/nomofobia-uso-excessivo-de-celular-pode-levar-a-ansiedade-tremor-e-ate-depressao-19072015\"><span style=\"font-weight: 400\">faz crescer o n\u00famero de situa\u00e7\u00f5es potencialmente ansiog\u00eanicas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0e, talvez, para aqueles com maior vulnerabilidade, isso se torne um problema.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP &#8211; Como voc\u00ea v\u00ea as terapias alternativas que est\u00e3o surgindo e prometem curar a ansiedade? Por exemplo, reiki, \u201cterapias qu\u00e2nticas\u201d, aux\u00edlio de coaches, entre outras.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 N\u00e3o h\u00e1 nenhuma evid\u00eancia cient\u00edfica de que essas terapias ter\u00e3o algum tipo de efic\u00e1cia sobre os transtornos. O que se tem s\u00e3o estudos cient\u00edficos baseados em tratamentos farmacol\u00f3gicos e v\u00e1rias formas de psicoterapias, que s\u00e3o modelos de interven\u00e7\u00e3o validados empiricamente para serem considerados eficazes nesse tipo de problema. Quanto a essas terapias citadas, desconhe\u00e7o que existam evid\u00eancias cient\u00edficas que sustentem ou apoiem esse tipo de pr\u00e1tica. Talvez para uma pessoa em particular isso possa ajudar, mas muito mais como afinidade filos\u00f3fica ou de senso comum do que efetivamente como uma t\u00e9cnica cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP &#8211; O TAG pode levar ao suic\u00eddio?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 Pode, porque \u00e9 altamente desgastante, faz com que a pessoa entre em um estado de desespero, de desesperan\u00e7a. Nesse estado, ela n\u00e3o enxerga solu\u00e7\u00e3o para o final da ang\u00fastia e, muitas vezes, o comportamento suicida tem a finalidade de terminar com esse sofrimento, numa perspectiva idealizada da morte como um al\u00edvio. E isso, evidentemente, \u00e9 uma percep\u00e7\u00e3o distorcida. Essas pessoas devem buscar tratamento.<\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-weight: 400\">Fonte: Artigo <\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u201c<\/span><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/pusf\/v17n1\/a07v17n1.pdf\"><span style=\"font-weight: 400\">Risco de suic\u00eddio em jovens com transtornos de ansiedade: estudo de base populacional\u201d.<\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>EP &#8211; Em Pelotas, em que locais se pode buscar tratamento adequado?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\"><strong>LS<\/strong> \u2013 Quanto ao <\/span><a href=\"http:\/\/cliquesaudepelotas.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400\">sistema p\u00fablico de sa\u00fade<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, existem os CAPS (Centro de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial) para casos mais graves. Dependendo do resultado da avalia\u00e7\u00e3o feita, se \u00e9 considerado um caso grave, eles acolhem a pessoa e providenciam o atendimento psicossocial mais adequado. Tamb\u00e9m h\u00e1 o Ambulat\u00f3rio de Sa\u00fade Mental, para casos moderados e leves. E as pr\u00f3prias UBS (Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade) tamb\u00e9m costumam ter algum tipo de acompanhamento em sa\u00fade mental. Al\u00e9m disso, tem a rede privada. Buscar ajuda de profissionais credenciados, especialmente psic\u00f3logos e psiquiatras, \u00e9 o mais indicado para um tratamento especializado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Fontes: Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia da PUC-RS; Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS); Portal Drauzio Varella.<\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doutor em psicologia e pesquisador da UCPel, Luciano Souza responde \u00e0s quest\u00f5es sobre o TAG<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":13767,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[9],"tags":[79,437],"class_list":["post-13766","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-geral","tag-isabelli-neckel"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/10\/Capturar.png","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-3A2","jetpack-related-posts":[{"id":14027,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/alunos-do-jornalismo-ufpel-encerram-ano-letivo-com-reconhecimentos-e-premios\/","url_meta":{"origin":13766,"position":0},"title":"Alunos do Jornalismo UFPel encerram ano letivo com reconhecimentos e pr\u00eamios","author":"Em Pauta","date":"15\/12\/2019","format":false,"excerpt":"Ao longo deste ano, acad\u00eamicos do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) foram reconhecidos em diferentes premia\u00e7\u00f5es e competi\u00e7\u00f5es.","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/12\/78218411_3434226593316050_4155352696779440128_o.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/12\/78218411_3434226593316050_4155352696779440128_o.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/12\/78218411_3434226593316050_4155352696779440128_o.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/12\/78218411_3434226593316050_4155352696779440128_o.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2019\/12\/78218411_3434226593316050_4155352696779440128_o.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":10558,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/centro-academico-patricia-galvao-promove-ciclo-de-palestras-para-estudantes-do-jornalismo-da-ufpel\/","url_meta":{"origin":13766,"position":1},"title":"Centro Acad\u00eamico Patr\u00edcia Galv\u00e3o promove ciclo de palestras para estudantes do Jornalismo da UFPEL","author":"Em Pauta","date":"30\/04\/2018","format":false,"excerpt":"Por Roberta Muniz Neste m\u00eas de abril, aconteceu o Ciclo de Palestras do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), organizado pelo Centro Acad\u00eamico Patr\u00edcia Galv\u00e3o. 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A abertura oficial do evento ocorreu no Audit\u00f3rio do Campus II, antigo pr\u00e9dio da Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas. 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