{"id":11755,"date":"2018-11-14T18:18:05","date_gmt":"2018-11-14T20:18:05","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=11755"},"modified":"2018-11-14T18:19:18","modified_gmt":"2018-11-14T20:19:18","slug":"mulherismo-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/mulherismo-africana\/","title":{"rendered":"Mulherismo Africana na 46\u00b0 Feira do Livro"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_11756\" style=\"width: 1310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-11756\" class=\"size-full wp-image-11756\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1.jpg\" alt=\"\" width=\"1300\" height=\"867\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1.jpg 1300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1300px) 100vw, 1300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11756\" class=\"wp-caption-text\">46\u00aa Feira do Livro promove roda de conversa sobre Mulherismo Africana na Bibliotheca P\u00fablica Pelotense. Fotos: Lunara Duarte<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: right\"><em><span style=\"font-weight: 400\">Por Lunara Duarte<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">No \u00faltimo domingo, dia (11), aconteceu uma roda de conversa sobre Mulherismo Africana promovida pela 46\u00b0 Feira do Livro de Pelotas, \u00e0s 18h, na Bibliotheca P\u00fablica. A estudante de Ci\u00eancias Sociais, Mayra de Jesus, ministrou o encontro e debateu com o p\u00fablico de maneira descontra\u00edda um tema de enorme complexidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">De in\u00edcio, Mayra apresenta a defini\u00e7\u00e3o de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Mulherismo Africana<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> (apesar de estar no feminino, significa plural em latim). O termo surge oficialmente nos Estados Unidos na segunda metade do s\u00e9culo XX com a professora de ingl\u00eas Clenora Hudson. Autora de diversos livros, ela conta que, enquanto negra da di\u00e1spora (descendente de africanos escravizados), n\u00e3o se reconhece no territ\u00f3rio em que vive, na Am\u00e9rica. \u201cOnde quer que voc\u00ea esteja, voc\u00ea \u00e9 \u00c1frica. E quanto mais \u00c1frica voc\u00ea se parece, mais dif\u00edcil \u00e9 viver fora dela\u201d, afirmou a estudante.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_11757\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-11757\" class=\"size-medium wp-image-11757\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2-424x283.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2-424x283.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2-212x141.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto-2.jpg 1300w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11757\" class=\"wp-caption-text\">A estudante Mayra de Jesus fala sobre a import\u00e2ncia da afrocentricidade.<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A teoria n\u00e3o possui vertentes e est\u00e1 alicer\u00e7ada em tr\u00eas grandes pilares: o matriarcado, o panafricanismo e a afrocentricidade. No primeiro caso, parte de uma perspectiva matriarcal, ou seja, a figura feminina tem um papel central (como era na \u00c1frica pr\u00e9-colonial). No segundo, trata-se de uma teoria que tem como eixo a premissa de que todos os negros pertencem \u00e0 \u00c1frica independente da sua nacionalidade, em uma tentativa de reerguer o continente destru\u00eddo pela invas\u00e3o colonial. No terceiro, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 guiar-se por autores panafricanistas negros, resgatar a religiosidade t\u00e3o cara \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o africana e adotar no cotidiano \u00a0costumes e valores ancestrais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Mayra salientou as diferen\u00e7as te\u00f3ricas com o feminismo. \u201cA gente n\u00e3o tem a inten\u00e7\u00e3o de ser universal, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 reconhecer e abra\u00e7ar mulheres negras\u201d, enfatizou. Al\u00e9m disso, destacou que a maneira de encarar g\u00eanero e sexualidade pela teoria \u00e9 totalmente oposta j\u00e1 que no contexto pr\u00e9-colonial a figura feminina era sagrada, e as formas de organiza\u00e7\u00e3o social eram bastante diferentes das verificadas nos padr\u00f5es ocidentais. \u201cApesar de sermos diferentes (homens negros e mulheres negras), somos africanos e temos que trabalhar para a \u00c1frica crescer\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O Candombl\u00e9, religi\u00e3o de matriz africana, ajuda a compreender como funcionam as rela\u00e7\u00f5es entre homens e mulheres nessa perspectiva. No terreiro, a mulher prepara e serve os alimentos n\u00e3o por submiss\u00e3o, mas porque nela reside o dom da cria\u00e7\u00e3o, por isso nutre os demais. Ela \u00e9 detentora do ventre original. Existe uma simbologia que corresponde \u00e0 outra maneira de interpretar o mundo, incompat\u00edvel com a teoria feminista, surgida a partir de uma matriz euroc\u00eantrica na qual a mulher ocupa uma posi\u00e7\u00e3o subalterna.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O panafricanismo defende que todas as pessoas negras possuem um elo em comum, algo al\u00e9m da apar\u00eancia. A estudante apresentou a analogia das m\u00e1scaras africanas para exemplificar que, apesar da diversidade cultural no continente, existe uma ess\u00eancia inerente aos povos nativos. \u201cVoc\u00ea pode reunir v\u00e1rias m\u00e1scaras da \u00c1frica e coloc\u00e1-las em um museu na Europa que eles n\u00e3o v\u00e3o saber exatamente de qual tribo \u00e9, mas v\u00e3o saber que \u00e9 da \u00c1frica\u201d, pontuou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A conversa durou em torno de 2h30 e trouxe muitas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0s pessoas, que ouviam atentamente e depois faziam coment\u00e1rios pertinentes. Os assuntos se desdobraram em temas como identidade nacional, religi\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e outros tantos, oportunizando uma troca de conhecimento enriquecedora para quem pertencia ou n\u00e3o \u00e0 universidade. A mensagem foi repassada: Mulherismo Africana \u00e9 muito mais do que uma teoria, \u00e9 uma luta constante pela preserva\u00e7\u00e3o de valores ancestrais. <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Roda de conversa abordou a afrocentricidade<\/p>\n","protected":false},"author":587,"featured_media":11756,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[204],"tags":[261],"class_list":["post-11755","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culturaeentretenimento","tag-lunara-duarte"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/foto1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p6Xvzq-33B","jetpack-related-posts":[{"id":11661,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/abertura-oficial-da-46a-feira-do-livro-de-pelotas-reune-personalidades-negras\/","url_meta":{"origin":11755,"position":0},"title":"Abertura oficial da 46\u00aa Feira do Livro de Pelotas re\u00fane personalidades negras","author":"Em Pauta","date":"03\/11\/2018","format":false,"excerpt":"Cerim\u00f4nia destacou a necessidade de combate ao racismo","rel":"","context":"Em &quot;Cultura e Entretenimento&quot;","block_context":{"text":"Cultura e Entretenimento","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/category\/todos\/culturaeentretenimento\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/11\/1.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x"},"classes":[]},{"id":11815,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/o-legado-que-o-povo-de-terreiro-traz-e-historico\/","url_meta":{"origin":11755,"position":1},"title":"\u201cO legado que o povo de terreiro traz \u00e9 hist\u00f3rico\u201d","author":"Em Pauta","date":"27\/11\/2018","format":false,"excerpt":"Por Rafaela Martins O quanto realmente conhecemos sobre a cultura africana? 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