{"id":11046,"date":"2018-07-22T17:51:59","date_gmt":"2018-07-22T20:51:59","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/?p=11046"},"modified":"2018-07-22T20:07:54","modified_gmt":"2018-07-22T23:07:54","slug":"leia-mulheres-leva-luz-a-literatura-feita-por-elas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/leia-mulheres-leva-luz-a-literatura-feita-por-elas\/","title":{"rendered":"Leia Mulheres leva luz \u00e0 literatura feita por elas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-11047 size-full\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"698\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n.jpg 960w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n-212x154.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n-424x308.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/26904552_1704809966205861_4716731190582567821_n-768x558.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><em>Por <a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/tag\/claudine-zingler\/\">Claudine Zingler<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quantos livros escritos por mulheres voc\u00ea j\u00e1 leu? Quantas escritoras est\u00e3o presentes em sua estante? A brit\u00e2nica Joanna Walsh n\u00e3o estava contente com as respostas que tinha dado a essas perguntas e criou a <em>hashtag <\/em><strong>#ReadWomen2014<\/strong>. A ideia era postar livros escritos por mulheres nas redes sociais, para divulgar as autoras e seus trabalhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Foi inspirada pela <em>hashtag<\/em> e com vontade de fazer algo mais pr\u00e1tico que Juliana Leuenroth, Juliana Gomes e Michele Henriques deram o pontap\u00e9 inicial no projeto <strong>Leia Mulheres<\/strong> aqui no Brasil, primeiramente em S\u00e3o Paulo, cidade onde moram. Atualmente elas s\u00e3o parte da coordena\u00e7\u00e3o nacional do clube de leitura, por\u00e9m cada cidade tem autonomia na escolha dos livros e locais de encontro. Leuenroth conta que &#8220;a cria\u00e7\u00e3o do clube foi justamente para que pud\u00e9ssemos discutir sobre o reconhecimento de autoras e para evidenciar o trabalho delas.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando perguntada sobre as dificuldades enfrentadas pela iniciativa, Juliana conta que elas enfrentaram preconceito, &#8220;pois ainda se pensava nesse termo &#8216;literatura feminina&#8217;, como se as mulheres escrevessem algo com menos qualidade e direcionado exclusivamente para mulheres&#8221;. Hoje em dia, tr\u00eas anos depois de sua cria\u00e7\u00e3o, muitos estados j\u00e1 recebendo o Leia Mulheres, inclusive o Rio Grande do Sul. No Brasil s\u00e3o cerca de 80 cidades e at\u00e9 fora do pa\u00eds os primeiros encontros do leia j\u00e1 est\u00e3o acontecendo, como em Porto, capital lus\u00f3fona. Aqui em Pelotas, o Leia Mulheres teve sua primeira edi\u00e7\u00e3o em janeiro de 2018, com a discuss\u00e3o do best seller <em>Outros Jeitos de Usar a Boca<\/em>, de Rupi Kaur. Mas, a vontade de iniciar o grupo na cidade j\u00e1 existia h\u00e1 mais tempo. Por\u00e9m, foi nesse ano de 2017 que as moderadoras do Leia aqui em Pelotas colocaram a ideia na rua, criando primeiramente um grupo no Facebook para unir as pessoas interessadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Viviane Martini, uma das moderadoras dos encontros em Pelotas, conta que j\u00e1 havia participado de clube de leitura, mas que ao se aproximar do feminismo e da literatura, j\u00e1 na universidade, percebeu &#8220;que n\u00e3o tinha contato com autoras como gostaria, e da\u00ed surgiu a vontade de aumentar a biblioteca&#8221;. Ela conta que conheceu o Leia Mulheres pela internet, se reuniu com mais duas interessadas (Claudine, essa que vos fala, e Deise Grellert) e assim se deu o in\u00edcio os encontros na cidade. &#8220;J\u00e1 conversamos sobre diversos livros de autoras pouco conhecidas pelo grande p\u00fablico e de diferentes g\u00eaneros&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ela destaca diversos pontos positivos nos encontros do grupo: &#8220;Os encontros s\u00e3o levados de maneira muito natural, cada m\u00eas procuramos um lugar novo, comandado por mulheres, aonde os participantes dividem suas impress\u00f5es sobre o que gostaram ou n\u00e3o nas obras&#8221;. Ela tamb\u00e9m fala sobre o fato de, em uma cidade universit\u00e1ria, as discuss\u00f5es n\u00e3o irem muito ao encontro de academicismos, o que pode \u00e0s vezes afastar o p\u00fablico: &#8220;o fato dos encontros fugirem do teor acad\u00eamico torna a conversa mais natural, e n\u00e3o uma procura de demonstrar conhecimento atrav\u00e9s de teorias&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Viviane tamb\u00e9m pontua que o Leia Mulheres vai al\u00e9m da sua proposta inicial: &#8220;Os encontros tem sido uma grande troca, de dividir impress\u00f5es e se conhecer um pouco mais, conhecer pessoas que dividem esse gosto pela leitura e est\u00e3o dispostas a se jogarem em um livro que foi pouco ou nada falado&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outro ponto bastante citado \u00e9 a oportunidade de conhecer autoras novas. Viviane chama aten\u00e7\u00e3o para o fato de ter conhecido escritoras &#8220;que talvez eu nunca fosse parar para ler se n\u00e3o fosse o grupo&#8221;. Essa \u00e9 uma fala que se repete nas entrevistas. Ana Paula Camargo trabalha como t\u00e9cnica qu\u00edmica na Embrapa e participa ativamente dos encontros do Leia Mulheres Pelotas. &#8220;A gente acaba indo pelos cl\u00e1ssicos ou pelos mais aclamados da cr\u00edtica e acaba perdendo tanta coisa boa e deixando de valorizar tanta gente bacana&#8221;, ela diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A qu\u00edmica industrial conta, bem humorada, que apesar de ser &#8220;de exatas&#8221;, sempre gostou da \u00e1rea das humanidades. Ana diz que est\u00e1 tentando recuperar o tempo perdido sem ter o h\u00e1bito de ler e que conheceu o Leia (como o clube \u00e9 carinhosamente chamado) pelas redes sociais. &#8220;Nunca tinha participado de nenhum grupo e esse ano que eu resolvi me dedicar mais \u00e0 leitura, conheci o Leia Mulheres, o que veio muito a calhar&#8221;, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ana Paula afirma:&#8221;\u201cEstou amando! Falo pra todo mundo que eu conhe\u00e7o e que gosta de ler. As discuss\u00f5es incluem sempre o lado humano, a sociedade atual, os preconceitos, etc., e n\u00e3o s\u00f3 o assunto do livro em si. S\u00e3o encontros realmente enriquecedores&#8221;.<\/p>\n<div id=\"attachment_11048\" style=\"width: 434px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o..jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-11048\" class=\"wp-image-11048 size-medium\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o.-424x318.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o.-424x318.jpg 424w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o.-212x159.jpg 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o.-768x576.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/empauta\/files\/2018\/07\/Mediadoras-do-Leia-Mulheres-Pelotas.-Divulga\u00e7\u00e3o..jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-11048\" class=\"wp-caption-text\">Mediadoras do projeto. Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">O Leia Mulheres Pelotas \u00e9 itinerante, sempre fazendo os encontros em estabelecimentos geridos por ao menos uma mulher. Al\u00e9m das participantes conhecerem novas autoras, t\u00eam a oportunidade de conhecer as mulheres que comandam suas pr\u00f3prias empresas na cidade. Izabel Brum, uma das respons\u00e1veis pelo restaurante Orion Gastronomia Intuitiva, juntamente com sua s\u00f3cia Julia Tunes, recebeu em seu estabelecimento a edi\u00e7\u00e3o do Leia Mulheres Pelotas de maio, que discutiu sobre <em>O Conto da Aia<\/em>, obra de Margaret Atwood. Izabel conta que como empres\u00e1rias e feministas, as s\u00f3cias tentam &#8220;sempre incentivar o trabalho feminino inclusive nos nossos eventos, sempre convidando artistas e empreendedoras mulheres para participar, bem como na contrata\u00e7\u00e3o das nossas funcion\u00e1rias, tamb\u00e9m mulheres&#8221;. Portanto, o Leia Mulheres no Orion veio a calhar: &#8220;Para n\u00f3s, o leia mulheres \u00e9 uma maneira muito positiva de incentivar a cultura e quebrar paradigmas, pois atualmente a maioria dos livros lidos s\u00e3o escritos por homens&#8221;, diz. Todas as escolhas feitas s\u00e3o pol\u00edticas e, portanto, ela ainda pontua que o projeto promove uma nova forma de ver a cultura e as escolhas feitas pelas pessoas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Perguntada sobre as expectativas para os futuros encontros do Leia Mulheres Pelotas, Viviane conta que s\u00e3o as melhores poss\u00edveis. &#8220;Espero que os pr\u00f3ximos encontros sigam t\u00e3o bons quanto os que j\u00e1 se passaram&#8221;, torce. &#8220;Chegamos sempre \u00e0 conclus\u00e3o que nos falta literatura feita por mulheres. Sinto que nossos papos v\u00e3o al\u00e9m do livro: compartilhamos experi\u00eancias ao refletir o livro, e vamos construindo juntos, al\u00e9m de dividirmos dicas de livros, filmes, etc.&#8221;. Juliana, tamb\u00e9m falando sobre os resultados j\u00e1 atingidos e as perspectivas de futuro do Leia, conclui: &#8220;\u00c9 muito legal ver que editoras passaram a olhar com mais cuidado essa quest\u00e3o \u00e9 est\u00e3o atr\u00e1s de publicar novas vozes. Para o futuro, acredito que o principal \u00e9 consolidar esses clubes, melhorar nossa estrutura&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O pr\u00f3ximo encontro do Leia Mulheres Pelotas ser\u00e1 no dia 28\/07 e ir\u00e1 discutir a hist\u00f3ria em quadrinhos <em>Pers\u00e9polis<\/em>, de Marjane Satrapi, no Espa\u00e7o oMZe (Rua Coronel Alberto Rosa, 200), \u00e0s 15h. Ap\u00f3s, haver\u00e1 apresenta\u00e7\u00e3o do Aklanto Poesia. <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/events\/198526980722090\/\">O evento j\u00e1 est\u00e1 no Facebook<\/a>!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Claudine Zingler Quantos livros escritos por mulheres voc\u00ea j\u00e1 leu? Quantas escritoras est\u00e3o presentes em sua estante? 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