Star Wars: Os Últimos Jedi

Imagem: Reprodução

Por Graça Vignolo de Siqueira

Sinopse:

“Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker (Mark Hammil) em uma ilha isolada, a jovem Rey (Daisy Ridley) busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren (Adam Driver) se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde.”

Resolvi assistir Star Wars: Os Últimos Jedi por já ser uma tradição familiar. Afinal, lá se vão 40 anos… Hoje já existe conselho que se siga outra ordem para assistí-los, não a de data de lançamento, mas aí já fica demais.

O filme ainda é interessante, tanto pelo lado nostálgico quanto pelos efeitos especiais, cada vez mais espetaculares. E o mote ainda é a luta do bem contra o mal. Há dois anos ficamos com a última cena, onde Rey encontra Luke e é a partir daí que a trama recomeça. Luke não quer participar de mais nada e pede que Rey desista, mas essa é uma palavra que a garota não conhece.

Não faltarão fãs emocionados com as cenas da princesa Leia, mas resta a dúvida sobre o que será feito no Episodio IX, em que estava previsto que assumisse uma posição central.

Kylo está muito presente no episodio, onde torcemos para que fique do lado certo. Rey também continua com sua presença marcante e DJ (Benicio Del Toro) engana mais uma vez.

Mark Hamill sai de cena por não concordar com o rumo de seu personagem, embora tenha dado o seu melhor durante as filmagens. A trilha sonora de John Williams é competente e é o maior filme da saga, com 152 minutos de duração.

Eu diria, e não me queiram mal por isso, que já deu. Não precisa mais. Mas sou apenas uma voz. Saí com aquele gostinho de que “já vi esse filme”  e até um pouco cansada.

Fãs irão curtir muito e só por isso já vale a pena.

Nota: 8,5

Confira o trailer:

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