{"id":107,"date":"2020-06-10T01:37:23","date_gmt":"2020-06-10T04:37:23","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/?page_id=107"},"modified":"2021-07-03T03:07:01","modified_gmt":"2021-07-03T06:07:01","slug":"serie-pensamento-negro-descolonial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/serie-pensamento-negro-descolonial\/","title":{"rendered":"Pensamento Negro Descolonial"},"content":{"rendered":"<h1>Redes Intelectuais: Epistemologias e Metodologias Negras, Descoloniais e Antirracistas<\/h1>\n<div class=\"et_pb_module et_pb_post_content et_pb_post_content_0_tb_body\">\n<p>O terceiro volume de nossa S\u00e9rie Pensamento Negro Descolonial, \u201cRedes Intelectuais: epistemologias e metodologias negras, descoloniais e antirracistas\u201d, intensifica um princ\u00edpio suleador \u00e0s atividades do N\u00facleo de Estudos e Pesquisas E\u2019l\u00e9\u00e9k\u00f2, assim como a ideia contempor\u00e2nea de pensamento amefricano, em sua circula\u00e7\u00e3o: a ideia de rede ou, particularmente, a ideia de redes intelectuais. Dentro do que temos buscado em nossas constru\u00e7\u00f5es de redes intelectuais amefricanas, publica\u00e7\u00f5es como a presente S\u00e9rie oferecem condi\u00e7\u00f5es para compreender um pouco da pot\u00eancia dessas redes intelectuais produzidas entre Brasil e Am\u00e9frica Ladina, entre nosotros y nuestros Otros, considerando o que tem sido proposto como novos problemas modelares em nossa comunidade cient\u00edfica: Com que parcerias trabalhamos? Com quem aprendemos e constru\u00edmos? Quem citamos e compartilhamos? Como intensificamos, melhoramos nossos modos de compartilhar conhecimentos amefricanos?<\/p>\n<p>E, \u2013 pergunta rediviva, em nosso of\u00edcio \u2013 para que(m) servem? Cada cap\u00edtulo deste volume, em perspectiva transdisciplinar, trata a esta pergunta, necess\u00e1ria, desde um lugar de enuncia\u00e7\u00e3o onde somos sujeitas\/os cognoscentes e onde percebemos a quens investigamos, com quens aprendemos, desde quens observamos o mundo e, nos mostramos agentes sobre ele; desde um lugar de enuncia\u00e7\u00e3o no qual as\/os concebemos, igualmente, como sujeitas\/os cognoscentes. Nosso volume, ora em anuncia\u00e7\u00e3o, diz respeito, o tempo todo, em cada cap\u00edtulo, a um fazer-ci\u00eancia desde sujeitas\/os amefricanas\/os, em uma constru\u00e7\u00e3o contra-hegem\u00f4nica sobre os modos de produzir conhecimento.<\/p>\n<p>Organizadores: M\u00edriam Cristiane Alves e Alcione Corr\u00eaa Alves<\/p>\n<\/div>\n<p>Acesse o site da Rede Unida e fa\u00e7a download da colet\u00e2nea:<\/p>\n<p>https:\/\/editora.redeunida.org.br\/project\/redes-intelectuais-epistemologias-e-metodologias-negras-descoloniais-e-antirracistas\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>A Matriz Africana: Epistemologias e Metodologias Negras, Descoloniais e Antirracistas<\/h1>\n<p>Este segundo volume da S\u00e9rie Pensamento Negro Descolonial, \u201cA Matriz Africana: Epistemologias e Metodologias Negras, Descolonial e Antirracistas\u201d, est\u00e1 carregado de quest\u00f5es-vida que emergiram e emergem em nossa caminhada, enquanto afroativistas, intelectuais, pesquisadores e pesquisadoras na e da di\u00e1spora africana no Brasil. Com foco na Matriz Africana, esse volume se reveste de incomensur\u00e1vel import\u00e2ncia, de modo que para concretiz\u00e1-lo necessitamos explicitar a dial\u00f3gica com os demais conhecimentos civilizacionais edificadores da sociedade brasileira.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es-vida emergentes nessa obra, expressam-se na seguinte problematiza\u00e7\u00e3o: o que fomos e\/ou \u00e9ramos (\u00c1frica pr\u00e9-colonial); o que fizeram de n\u00f3s e\/ou nos tornaram (colonialismo\/imperialismo); ao que poderemos voltar a ser ou vir a Ser (p\u00f3s-colonialismo\/decolonial). Essa problematiza\u00e7\u00e3o suleadora remete-nos a pensar, por exemplo, sobre a afroancestralidade arrolada a uma afroepistemologia e afrometodologia.<\/p>\n<p>A\u00a0obra\u00a0apresenta produ\u00e7\u00f5es autorais\u00a0de intelectuais e pesquisadoras\/es negra\/os e\/ou das tradi\u00e7\u00f5es de matriz africana na di\u00e1spora, comprometidas\/os com o que anunciamos enquanto pensamento negro descolonial. Sua import\u00e2ncia se fundamenta na necessidade de propor, estabelecer e difundir produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas que se anunciam desde o lugar afrodiasp\u00f3rico. Assinalamos, portanto,\u00a0o car\u00e1ter \u00e9tico-est\u00e9tico-pol\u00edtico deste caminhar coletivo sobre epistemologias, com \u00eanfase em epistemologias negras, descoloniais e antirracistas e nas metodologias delas decorrentes.<\/p>\n<p>Organizadoras\/es: M\u00edriam Cristiane Alves e Olorode \u00d2g\u00ecy\u00e0n K\u00e1l\u00e0f\u00f3 Jayro Pereira de Jesus<\/p>\n<p>Acesse o site da Rede Unida e fa\u00e7a download da colet\u00e2nea:<\/p>\n<p>https:\/\/editora.redeunida.org.br\/project\/a-matriz-africana-epistemologias-e-metodologias-negras-descoloniais-e-antirracistas\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1>Epistemologias e Metodologias Negras, Descoloniais e Antirracistas<\/h1>\n<p>A S\u00e9rie Pensamento Negro Descolonial se justifica, primeiramente, pelo ingresso (e deslocamentos te\u00f3ricos da\u00ed decorrentes) de correntes de pensamento descolonial africano subsaariano no campo das investiga\u00e7\u00f5es empreendidas por pesquisadoras\/es negras\/os em centros de pesquisa brasileiros, na \u00faltima d\u00e9cada; e, em segundo lugar, se destaca o ingresso de correntes de pensamento descolonial americano e, particularmente, de feminismo negro descolonial no campo das investiga\u00e7\u00f5es empreendidas por pesquisadoras\/as negras\/os em centros de pesquisa brasileiros, nos \u00faltimos cinco anos, dos quais t\u00eam decorrido interc\u00e2mbios te\u00f3ricos relevantes a um campo mais vasto das ci\u00eancias humanas.<\/p>\n<p>A partir de edi\u00e7\u00f5es e tradu\u00e7\u00f5es de autoras\/es como Achille Mbembe e Oy\u00e8r\u00f3nk\u1eb9 Oy\u011bw\u00f9m\u00ed, al\u00e9m da difus\u00e3o de edi\u00e7\u00f5es de autoras e coletivos feministas americanos (muitas dos quais, sob a chancela de editoras acad\u00eamicas, como da CLACSO), assim como sua incorpora\u00e7\u00e3o em investiga\u00e7\u00f5es recentes de ci\u00eancias humanas e da sa\u00fade, conv\u00e9m ao N\u00facleo de Estudos e Pesquisas \u00c9\u2019L\u00c9\u00c9KO, em parceria com a Rede Unida compilar investiga\u00e7\u00f5es conduzidas por pesquisadoras\/es negras\/os e suas redes, a fim de compreender a abrang\u00eancia de tais aportes te\u00f3ricos entre investiga\u00e7\u00f5es mais recentes.<\/p>\n<p>Nessa perspectiva, a s\u00e9rie tem como objetivo disseminar produ\u00e7\u00f5es autorais com narrativas de autoras\/es e organiza\u00e7\u00f5es, resultados de pesquisas te\u00f3ricas ou emp\u00edricas, relatos de experi\u00eancia, ensaios e\/ou an\u00e1lises de projetos de interven\u00e7\u00e3o, desenvolvidas por pesquisadoras\/es negras\/os em centros de pesquisa, programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, cujas discuss\u00f5es epistemol\u00f3gicas partem de matrizes te\u00f3ricas de pensamento negro descolonial. Assim, a S\u00e9rie Pensamento Negro Descolonial tem a potencialidade de proporcionar avan\u00e7os em nossos usos e interpreta\u00e7\u00f5es de matrizes de pensamento negro descolonial em ci\u00eancias humanas e da sa\u00fade (especialmente no campo da sa\u00fade coletiva), assim como o est\u00edmulo a pr\u00e1ticas transdisciplinares e forma\u00e7\u00e3o de novas redes intelectuais de pesquisa.<\/p>\n<p>Organizadoras\/es: M\u00edriam Cristiane Alves e Alcione Corr\u00eaa Alves<\/p>\n<p>Acesse o site da Rede Unida e fa\u00e7a download da colet\u00e2nea:<\/p>\n<p>https:\/\/editora.redeunida.org.br\/project\/epistemologias-e-metodologias-negras-descoloniais-e-antirracistas\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Redes Intelectuais: Epistemologias e Metodologias Negras, Descoloniais e Antirracistas O terceiro volume de nossa S\u00e9rie Pensamento Negro Descolonial, \u201cRedes Intelectuais: epistemologias e metodologias negras, descoloniais e antirracistas\u201d, intensifica um princ\u00edpio suleador \u00e0s atividades do N\u00facleo de Estudos e Pesquisas E\u2019l\u00e9\u00e9k\u00f2, assim como a ideia contempor\u00e2nea de pensamento amefricano, em sua circula\u00e7\u00e3o: a ideia de rede [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1018,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":6,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-107","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/107","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1018"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=107"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/107\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":408,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/107\/revisions\/408"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eleeko\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}