{"id":147,"date":"2018-05-15T18:13:03","date_gmt":"2018-05-15T21:13:03","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eifi\/?page_id=147"},"modified":"2018-09-03T09:28:52","modified_gmt":"2018-09-03T12:28:52","slug":"o-historiador-e-suas-fontes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/eifi\/o-historiador-e-suas-fontes\/","title":{"rendered":"O Historiador e suas Fontes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><strong>M\u00e1rcia Espig<\/strong> (UFPel) | <strong>Rog\u00e9rio Rosa Rodrigues<\/strong> (UDESC)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As muta\u00e7\u00f5es pelas quais passou a disciplina hist\u00f3ria nas \u00faltimas d\u00e9cadas expressam-se de forma inequ\u00edvoca quando tratamos das fontes ou documentos hist\u00f3ricos. O alargamento da no\u00e7\u00e3o de fonte hist\u00f3rica teve sua primeira grande inflex\u00e3o com a Escola dos Annales, tradi\u00e7\u00e3o francesa que em suas diferentes gera\u00e7\u00f5es passou a considerar toda a produ\u00e7\u00e3o humana, distante ou recente, mat\u00e9ria prima v\u00e1lida para a reconstru\u00e7\u00e3o do passado. Recebendo ainda a contribui\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas ligadas ao neo marxismo, \u00e0 micro hist\u00f3ria e \u00e0 hist\u00f3ria cultural, dentre outras, e sujeito \u00e0 inova\u00e7\u00f5es trazidas pela interdisciplinaridade, a discuss\u00e3o sobre fontes hist\u00f3ricas sofisticou-se progressivamente, com o avan\u00e7o da tecnologia no s\u00e9culo XXI, a digitaliza\u00e7\u00e3o de acervos e a constru\u00e7\u00e3o de novos suportes de debate como redes sociais, sites interativos, jogos eletr\u00f4nicos e blogs. Soma-se a isso a incorpora\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises sobre objetos materiais e express\u00f5es culturais como devo\u00e7\u00f5es, acervos museuais, registros corporais, mem\u00f3ria e outros.\u00a0\u00a0O presente simp\u00f3sio tem\u00e1tico busca promover o di\u00e1logo sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o historiador e suas fontes, lan\u00e7ando olhares inovadores sobre documenta\u00e7\u00f5es consideradas tradicionais,\u00a0bem como a incorpora\u00e7\u00e3o de novos registros, an\u00e1lises e fontes recentemente incorporadas na oficina do historiador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: center\">Trabalhos Selecionados<\/h3>\n<p><strong>Sess\u00e3o 1 (25\/10\/2018)<\/strong><\/p>\n<p>SILVA, Andr\u00e9 Rodrigues da. ARRIADA, Eduardo. Universidade Federal de Pelotas. <em>A fonte como objeto: Um estudo sobre os discursos e as categoriza\u00e7\u00f5es do Almanaque do Globo (1917-1933).<\/em><\/p>\n<p>SIMAS, Alicy de Oliveira. Universidade do Estado de Santa Catarina &#8211; UDESC &#8211; CAPES.\u00a0<em>Media\u00e7\u00e3o cultural e escritas da hist\u00f3ria por intelectuais no Suplemento de cultura do O Estado de S. Paulo. <\/em><\/p>\n<p>PIOTROWSKI, Jaqueline de Gaspari. Universidade Federal de Pelotas \u2013 UFPel. <em>Impresso estudantil:\u00a0O in\u00edcio de um estudo.<\/em><\/p>\n<p>ESPIG, M\u00e1rcia Janete. Universidade Federal de Pelotas.\u00a0<em>Fontes jornal\u00edsticas: algumas\u00a0 possibilidades anal\u00edticas e um estudo de caso (o combate de Rio das Antas, 02 de novembro de 1914). <\/em><\/p>\n<p>HENRIQUE JUNIOR, Gilson Moura. UFPel &#8211; CAPES\/FAPERGS.\u00a0<em>Peri\u00f3dicos como objeto e fonte sob a perspectiva da microan\u00e1lise: forma cultural, tecnologia e abordagens te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas.<\/em><\/p>\n<p>MARTINS, TaianeSanti. PUCRS &#8211; CAPES. POSTAY, AndrezzaTartarotti. PUCRS &#8211; CNPq.\u00a0<em>As vers\u00f5es da fonte: a revista Travessa em Tr\u00eas Tempos.<\/em><\/p>\n<p>RODRIGUES, Rog\u00e9rio Rosa. Universidade do Estado de Santa Catarina.\u00a0<em>Quando os objetos falam: a hist\u00f3ria por meio de vest\u00edgios materiais.<\/em><\/p>\n<p>KNACK, Eduardo Roberto Jord\u00e3o. Universidade Federal de Pelotas &#8211; CAPES.\u00a0<em>A patrimonializa\u00e7\u00e3o dos teatros brasileiros nos processos do IPHAN.<\/em><\/p>\n<p>SILVA, S\u00e9rgio Roberto Rocha da. PUCRS.\u00a0<em>A Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Sul do Brasil: a constru\u00e7\u00e3o do her\u00f3i nos monumentos p\u00fablicos.<\/em><\/p>\n<p>SCHMITZ, Maira Eveline. Instituto Federal Farroupilha \u2013 <em>campus <\/em>Santa Rosa. SILVA, Manuela Ilha. Instituto Federal Farroupilha \u2013 <em>campus <\/em>Santa Rosa.\u00a0<em>O acervo do Museu Municipal de Santa Rosa\/RS: estrat\u00e9gias de preserva\u00e7\u00e3o e acesso \u00e0 pesquisa.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sess\u00e3o 2 (26\/10\/2018)<\/strong><\/p>\n<p>RODRIGUES NETO, Artur. Universidade Estadual de Santa Catarina.\u00a0<em>Os contos de Lima Barreto como fontes\/documentos did\u00e1ticos da Primeira Rep\u00fablica (1890 \u2013 1922). <\/em><\/p>\n<p>GURGEL, Vitor. UFRRJ.\u00a0<em>\u201cTranquem a imprensa \u00e0s valentias da capoeira\u201d: Repensando referenciais hist\u00f3ricos de uma cr\u00f4nica machadiana do s\u00e9culo XIX.<\/em><\/p>\n<p>VIEIRA, Airton Munhoz. UFPel.\u00a0<em>Representa\u00e7\u00f5es dos negros e ind\u00edgenas em um livro de admiss\u00e3o ao gin\u00e1sio produzido no Rio Grande do Sul\u00a0<\/em><em>(D\u00e9cada de 1960).<\/em><\/p>\n<p>COSTA, Leandro Braz da. UFRGS.\u00a0<em>As fontes musicais no fazer biogr\u00e1fico: Usos, possibilidades e limites.<\/em><\/p>\n<p>SILVA, Beatriz Pereira. UFSC.\u00a0<em>O testemunho na escrita de Yvonne Jean na ditadura civil-militar brasileira.<\/em><\/p>\n<p>KURZ, Charles \u00c2nderson dos Santos. Universidade Federal de Pelotas.\u00a0<em>O Arquivo Pessoal Sonoro do radialista Roberto dos Reis Costa: proposta e pr\u00e1tica de organiza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>NEITZKE, Juan. Universidade Federal de Pelotas &#8211; CAPES.\u00a0<em>A Campanha Xavante de 1985 na narrativa de um atleta<\/em>.<\/p>\n<p>KUNRATH, Gabriel Carvalho. Universidade Federal de Pelotas.\u00a0<em>A micro-hist\u00f3ria e suas contribui\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas para a an\u00e1lise de documentos na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento hist\u00f3rico.<\/em><\/p>\n<p>JARDIM, Paula S. B. Universidade Franciscana \u2013 UFN.\u00a0<em>De hist\u00f3ria, de ci\u00eancias e de neuroci\u00eancias.\u00a0<\/em><\/p>\n<p>OLIVEIRA, Thomas Aguiar. Universidade Federal de Rio Grande.\u00a0<em>Elasticsearch e o historiador.<\/em><\/p>\n<p>GON\u00c7ALVES, Clarice Jana\u00edna de Oliveira. FURG.\u00a0THUM, Carmo. FURG.\u00a0<em>As interdisciplinaridades da Hist\u00f3ria Oral: notas sobre suas contribui\u00e7\u00f5es para pesquisas n curso de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right\"><em><strong>Para Inscrever-se enviar o resumo, conforme orienta\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/strong><\/em><em><strong>constantes na \u201caba orienta\u00e7\u00f5es\u201d,\u00a0para o e-mail<br \/>\nmarcia.espig@terra.com.br<br \/>\n<\/strong><\/em><\/h6>\n<h2 style=\"text-align: right\">O Historiador e suas Fontes no S\u00e9culo XXI<\/h2>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e1rcia Espig (UFPel) | Rog\u00e9rio Rosa Rodrigues (UDESC) As muta\u00e7\u00f5es pelas quais passou a disciplina hist\u00f3ria nas \u00faltimas d\u00e9cadas expressam-se de forma inequ\u00edvoca quando tratamos das fontes ou documentos hist\u00f3ricos. 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