{"id":1591,"date":"2022-10-03T14:30:00","date_gmt":"2022-10-03T17:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cursodeturismo\/?page_id=1591"},"modified":"2022-10-03T14:45:39","modified_gmt":"2022-10-03T17:45:39","slug":"historico-do-curso","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cursodeturismo\/historico-do-curso\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico do Curso"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Acreditando no potencial tur\u00edstico da regi\u00e3o e entendendo que n\u00e3o basta estimular o desenvolvimento da atividade tur\u00edstica, a UFPel, ciente de seu papel nesse processo, prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o do Curso de Bacharelado em Turismo, at\u00e9 ent\u00e3o, feito in\u00e9dito em universidade p\u00fablica no estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os estudos para a cria\u00e7\u00e3o do curso iniciaram-se em mar\u00e7o de 2000, por meio da constitui\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o de professores que elaborou o projeto, dando origem ao Curso de Bacharelado em Turismo. O curso tinha por objetivo a cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o interdisciplinar para a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do Turismo a partir da interface de seus m\u00faltiplos saberes, permitindo a forma\u00e7\u00e3o de profissionais habilitados. Al\u00e9m disso, tinha por prop\u00f3sito a cria\u00e7\u00e3o de uma inst\u00e2ncia capaz de participar dos processos de desenvolvimento da metade sul, avaliando que o Turismo, somado a outras iniciativas, e dadas as caracter\u00edsticas culturais e ambientais dessa regi\u00e3o, configurava-se como uma alternativa no conjunto daqueles processos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto de cria\u00e7\u00e3o foi, ent\u00e3o, aprovado pelo Conselho Coordenador de Ensino, da Pesquisa e da Extens\u00e3o (COCEPE) em 13 de junho de 2000 e pelo Conselho Universit\u00e1rio (CONSUN) em 20 de agosto de 2000. O curso iniciou suas atividades no segundo semestre de 2000, com o ingresso da primeira turma no vestibular de inverno. A partir de 2002, o ingresso dos alunos passou a ocorrer no primeiro semestre do ano. A Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 03 de 24 de mar\u00e7o de 2001 do Conselho Universit\u00e1rio autorizou o funcionamento do curso. Em maio de 2001 foi realizada uma reestrutura\u00e7\u00e3o curricular, levando em conta as recomenda\u00e7\u00f5es da LDB e da Pr\u00f3-Reitoria de Gradua\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 flexibiliza\u00e7\u00e3o curricular, a qual foi aprovada, pelo Conselho Coordenador do Ensino, da Pesquisa e da Extens\u00e3o (COCEPE), em 22 de mar\u00e7o de 2002. Em maio de 2006, o Curso de Bacharelado em Turismo foi reconhecido pelo MEC atrav\u00e9s da Portaria N\u00ba 52 do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o de 26 de maio de 2006. Ap\u00f3s o reconhecimento, o curso j\u00e1 passou por tr\u00eas reformula\u00e7\u00f5es curriculares: em 2006, 2009 e 2013, respectivamente. Em julho de 2012, atrav\u00e9s da Portaria N\u00ba 124 de 09 de julho de 2012, o Curso de Turismo obteve a renova\u00e7\u00e3o do seu reconhecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, diante de uma nova realidade, o N\u00facleo Docente Estruturante do Curso de Bacharelado em Turismo discutiu amplamente com a comunidade acad\u00eamica e prop\u00f4s uma nova revis\u00e3o curricular. Essa nova realidade se configura a partir da renova\u00e7\u00e3o de parte do corpo docente do Departamento de Turismo (extinto em 2020 e integrado \u00e0 nova estrutura do Centro de Ci\u00eancias Socio-Organizacionais) que traz consigo novos saberes e experi\u00eancias capazes de enriquecer e aprimorar ainda mais o curso. Outros aspectos que tamb\u00e9m conduziram a esta reformula\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica est\u00e3o ligados \u00e0 altera\u00e7\u00e3o do tempo de integraliza\u00e7\u00e3o do curso; cria\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o de disciplinas obrigat\u00f3rias e optativas; adequa\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria pr\u00e1tica das disciplinas; adequa\u00e7\u00e3o de ementas e conte\u00fados program\u00e1ticos; adequa\u00e7\u00e3o das atividades complementares; e inser\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria de extens\u00e3o, conforme legisla\u00e7\u00e3o pertinente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e1rea do Turismo, o que se percebe \u00e9 que muitos t\u00eam feito do seu trabalho intelectual uma atividade praticamente restrita ao universo da reprodu\u00e7\u00e3o capitalista. A Universidade n\u00e3o pode aceitar a subordina\u00e7\u00e3o de uma parte dos intelectuais e da reflex\u00e3o cient\u00edfica contempor\u00e2nea aos crit\u00e9rios do mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao se pensar em Turismo, consequentemente, h\u00e1 a necessidade de uma reflex\u00e3o sobre os processos de desenvolvimento que a atividade produz sobre os locais, visto que o ser humano \u00e9 parte integrante e indissoci\u00e1vel do meio ambiente natural e cultural no qual est\u00e1 inserido. Para atuar de forma consciente sobre a realidade \u00e9 preciso conhec\u00ea-la, entender as for\u00e7as que a movem, as contradi\u00e7\u00f5es que a sedimentam, o movimento anteriormente percorrido e o apontamento de um novo sentido. Neste cen\u00e1rio verificamos que as potencialidades e necessidades de avan\u00e7os em busca, prioritariamente, de um conhecimento amplo e profundo sobre as rela\u00e7\u00f5es que envolvam o fen\u00f4meno tur\u00edstico, s\u00e3o latentes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acreditando no potencial tur\u00edstico da regi\u00e3o e entendendo que n\u00e3o basta estimular o desenvolvimento da atividade tur\u00edstica, a UFPel, ciente de seu papel nesse processo, prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o do Curso de Bacharelado em Turismo, at\u00e9 ent\u00e3o, feito in\u00e9dito em universidade p\u00fablica no estado do Rio Grande do Sul. 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