{"id":137,"date":"2023-12-20T10:29:35","date_gmt":"2023-12-20T13:29:35","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/confins\/?page_id=137"},"modified":"2023-12-20T15:12:39","modified_gmt":"2023-12-20T18:12:39","slug":"a-proposta","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/confins\/a-proposta\/","title":{"rendered":"a proposta"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O modelo de desenvolvimento adotado por cidades de m\u00e9dio porte na Am\u00e9rica Latina levou \u00e0 <span style=\"color: #33cccc;\"><strong>ocupa\u00e7\u00e3o das margens<\/strong> <\/span>de corpos h\u00eddricos por sociedades tradicionais como <strong><span style=\"color: #33cccc;\">quilombolas, pescadoras, ribeirinhas e ind\u00edgenas<\/span><\/strong>, que veem na \u00e1gua uma fonte de renova\u00e7\u00e3o e garantia de sobreviv\u00eancia. Nossa pesquisa visa criar <span style=\"color: #33cccc;\"><strong>diretrizes de pol\u00edticas p\u00fablicas<\/strong><\/span> em colabora\u00e7\u00e3o com essas comunidades, presentes nas margens de cidades de m\u00e9dio porte nas extremidades da Am\u00e9rica do Sul, onde os corpos d&#8217;\u00e1gua s\u00e3o simultaneamente fronteiras e alicerces. Concentramo-nos nas cidades de <strong><span style=\"color: #33cccc;\">Marab\u00e1\/BR<\/span><\/strong>, <strong><span style=\"color: #33cccc;\">Pelotas\/BR<\/span><\/strong> e <strong><span style=\"color: #33cccc;\">Comodoro Rivadavia\/AR<\/span><\/strong>. Nossa abordagem metodol\u00f3gica emprega a Caminhografia Urbana, combinando caminhadas explorat\u00f3rias e cartografia, estabelecendo uma metodologia org\u00e2nica. Baseada na pedagogia de acolhimento, reconhecimento e an\u00e1lise sens\u00edvel, esta metodologia integra os conhecimentos das comunidades tradicionais em colabora\u00e7\u00e3o com os pesquisadores, apoiada pelo desenvolvimento do <strong><span style=\"color: #33cccc;\">aplicativo CaminhoVivo<\/span><\/strong>. A intera\u00e7\u00e3o entre pesquisadores e comunidades tradicionais \u00e9 enriquecida por trocas de experi\u00eancias em campo e semin\u00e1rios presenciais e remotos. Estes ocorrer\u00e3o em um ambiente h\u00edbrido, incorporando plataformas online, aplicativos e recursos de dom\u00ednio p\u00fablico. Apresentaremos e publicaremos os resultados em workshops que incluir\u00e3o funcion\u00e1rios p\u00fablicos e representantes governamentais, visando transferir os achados para formuladores de pol\u00edticas p\u00fablicas. Adicionalmente, os resultados ser\u00e3o compartilhados por meio de eventos e publica\u00e7\u00f5es em revistas indexadas, bem como exposi\u00e7\u00f5es em espa\u00e7os culturais e escolas locais. Nossa equipe de pesquisa internacional \u00e9 composta por especialistas de diferentes \u00e1reas. Trabalhamos em colabora\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es renomadas como a <strong><span style=\"color: #33cccc;\">Universidade Federal de Pelotas<\/span><\/strong>, a <span style=\"color: #33cccc;\"><strong>Universidade Federal do Sul e Sudeste do Par\u00e1<\/strong><\/span>, a <span style=\"color: #33cccc;\"><strong>Universidad Nacional de la Patagonia San Juan Bosco<\/strong><\/span>.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O modelo de desenvolvimento adotado por cidades de m\u00e9dio porte na Am\u00e9rica Latina levou \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o das margens de corpos h\u00eddricos por sociedades tradicionais como quilombolas, pescadoras, ribeirinhas e ind\u00edgenas, que veem na \u00e1gua uma fonte de renova\u00e7\u00e3o e garantia de sobreviv\u00eancia. 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