{"id":230,"date":"2023-08-23T15:28:12","date_gmt":"2023-08-23T18:28:12","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/coisapublica\/?p=230"},"modified":"2023-08-23T15:28:12","modified_gmt":"2023-08-23T18:28:12","slug":"sensacionalismo-televisivo-e-a-tipificacao-do-bandido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/coisapublica\/2023\/08\/23\/sensacionalismo-televisivo-e-a-tipificacao-do-bandido\/","title":{"rendered":"Sensacionalismo televisivo e a tipifica\u00e7\u00e3o do bandido"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400; text-align: right;\"><em>Carmen Beatriz Silva de Castro<\/em><br \/>\n<em>Luciana Alves<\/em><br \/>\n<em>Pedro Henrique Landim Oliveira de Souza<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Este ensaio tem como problem\u00e1tica o sensacionalismo televisivo e o campo das p\u00fablicas, especialmente, o campo das pol\u00edticas publicas de seguran\u00e7a. Assim, busca-se problematizar a rela\u00e7\u00e3o entre o discurso da viol\u00eancia nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e como ele pode perpetuar estere\u00f3tipos negativos, contribuindo para a padroniza\u00e7\u00e3o da criminaliza\u00e7\u00e3o associada a determinados grupos sociais, influenciando a gest\u00e3o de pol\u00edticas publicas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Com base na bibliografia mobilizada ao longo deste texto, entende-se que essa forma de comunica\u00e7\u00e3o televisiva contribui para que o telespectador construa e absorva uma rotula\u00e7\u00e3o sobre determinados sujeitos, recorrentemente, preconceituosa. Al\u00e9m da relev\u00e2ncia te\u00f3rica, essas quest\u00f5es colocam-se enquanto demandas de interesse social, pois de alguma forma definem o comportamento do indiv\u00edduo enquanto sociedade. Ness contexto abordaremos os dois programas televisivos, que se utilizam de estrat\u00e9gias apontadas como sensacionalistas, com o objetivo de alavancar a audi\u00eancia e desse modo ultrapassam os limites da principal fun\u00e7\u00e3o da imprensa que \u00e9 informar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Importante pontuar que nos anos 60 e 70 inicia-se o g\u00eanero da cr\u00f4nica policial que se populariza no Brasil, especificamente nos r\u00e1dios e jornais, consagrando nomes como Nelson Rodrigues, Jacinto Figueiredo J\u00fanior (popularmente conhecido como \u201cO homem do sapato branco\u201d) e Gil Gomes. As duas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas da televis\u00e3o \u00e9 marcada pela explora\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia com os programas \u201cAqui e Agora\u201d da emissora SBT tendo sob um dos comandos de reportagens o Gil Gomes, e \u201cLinha Direta\u201d da emissora Rede Globo, atraindo milhares de telespectadores e consolidando o g\u00eanero que se mant\u00e9m at\u00e9 os dias atuais, como por exemplo o programa \u201cBrasil Urgente\u201d exibido na TV Band e apresentado por Jos\u00e9 Luiz Datena. Tanto o programa \u201cAqui e Agora\u201d como o \u201cBrasil Urgente\u201d \u00e9 carregado de um discurso marcado pela intensifica\u00e7\u00e3o dos fatos, exagero, valoriza\u00e7\u00e3o da emo\u00e7\u00e3o, por uma perspectiva tr\u00e1gica, viol\u00eancia e muitas vezes grotesca ou fant\u00e1stica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Outra caracter\u00edstica que demonstra essa explora\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia \u00e9 o jarg\u00e3o policial \u201celementos\u201d usado para descrever os suspeitos ou acusados, esse jarg\u00e3o \u00e9 reproduzido pelos apresentadores e rep\u00f3rteres dos programas. Para Teixeira (2011, p. 51) \u201c[&#8230;] agressor: sem voz, sem hist\u00f3ria, sem humanidade. Para estes, a estrat\u00e9gia discursiva do programa contribu\u00eda no sentido da difus\u00e3o de uma vis\u00e3o naturalizada de seu car\u00e1ter criminoso\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00c9 not\u00f3rio a semelhan\u00e7a na forma com que os crimes s\u00e3o apresentados nos dois programas, atrav\u00e9s da valoriza\u00e7\u00e3o da emo\u00e7\u00e3o e a perspectiva tr\u00e1gica. Al\u00e9m disso, tanto o apresentador Datena quanto Gil Gomes refor\u00e7am ao p\u00fablico seus ju\u00edzos de valores sobre os casos, os crimes s\u00e3o apresentados isoladamente, sem contextualiza\u00e7\u00e3o ou reflex\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel encontrar nos dois programas a incita\u00e7\u00e3o aos telespectadores de uma vis\u00e3o restrita a um determinado estere\u00f3tipo de bandido, que refor\u00e7a a cultura do medo ligada \u00e0s camadas mais populares da sociedade e pode ser chamada de processo social de subjetiva\u00e7\u00e3o, denominado sujei\u00e7\u00e3o criminal:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify; padding-left: 200px;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">A sujei\u00e7\u00e3o criminal \u00e9 o processo social pelo qual identidades s\u00e3o constru\u00eddas e atribu\u00eddas para habitar adequadamente o que \u00e9 representado como um \u201cmundo \u00e0 parte\u201d, o \u201cmundo do crime\u201d. H\u00e1 sujei\u00e7\u00e3o criminal quando h\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o social de \u201ctipos sociais\u201d, representados como criminais ou potencialmente criminais: bandidos (MISSE, 2010, p. 71).<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Importante salientar que, se um tipo espec\u00edfico de pessoa \u00e9 mostrado como criminosa em v\u00e1rios meios de comunica\u00e7\u00e3o, esse mesmo perfil consequentemente passar\u00e1 a ser associado a vida real das pessoas, pois a televis\u00e3o \u00e9 representada conforme (TEIXEIRA, 2011) como institui\u00e7\u00e3o socializadora.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Em uma das edi\u00e7\u00f5es, o rep\u00f3rter Gil Gomes entrevista o assassino de uma garota de 9 anos, morta com 34 facadas, ele esbraveja diante do criminoso acuado pela c\u00e2mera e registrado em um close: \u201c\u00c9 pena que eu n\u00e3o posso fazer o que tenho vontade. Eu vejo criminoso faz 24 anos e eu nunca vi um cr\u00e1pula como voc\u00ea!\u201d. Antes disso, Gil Gomes investe na apresenta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria a partir de uma narrativa de drama pessoal, para em seguida, transformar o suspeito em um monstro, desprovido de humanidade, o que influencia a opini\u00e3o p\u00fablica a respeito da culpa do acusado, antecipa seu julgamento e influencia a fazer justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os. Nesse contexto sobre o sujeito criminoso, Michel Misse analisa:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify; padding-left: 200px;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Trata-se de um sujeito que \u201ccarrega\u201d o crime em sua pr\u00f3pria alma; n\u00e3o \u00e9 algu\u00e9m que comete crimes, mas que sempre cometer\u00e1 crimes, um bandido, um sujeito perigoso, um sujeito irrecuper\u00e1vel, algu\u00e9m que se pode desejar naturalmente que morra, que pode ser morto, que seja mat\u00e1vel. No limite da sujei\u00e7\u00e3o criminal, o sujeito criminoso \u00e9 aquele que pode ser morto. (MISSE, 2010, p. 21)<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">A respeito desse recorte sobre categoria de sujeito criminoso apontado nos programas, o \u201cBrasil Urgente\u201d segue uma linha semelhante, onde o apresentador dialoga com o telespectador e imp\u00f5e opini\u00f5es a respeito dos casos, incentiva julgamentos e linchamentos televisivos ao vivo. O apresentador Datena ainda, utiliza um discurso particularmente preconceituoso ao abordar casos de assassinados e assaltos, por exemplo, fazendo associa\u00e7\u00f5es entre criminalidade, pobreza e descren\u00e7a religiosa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Portanto, a condu\u00e7\u00e3o dos fatos de crimes em programas de televis\u00e3o aponta para um discurso que categoriza socialmente os agressores, associando-os fortemente \u00e0s classes populares. Essa abordagem enfatiza a dramatiza\u00e7\u00e3o e simplifica\u00e7\u00e3o discursiva, criando uma dicotomia entre o bem e o mal, onde o &#8220;bandido&#8221; \u00e9 retratado como vil\u00e3o, marginal e criminoso, sempre necessitando ser capturado e punido para haver justi\u00e7a. Esse estere\u00f3tipo \u00e9 tendencioso, levando em considera\u00e7\u00e3o fatores como classe social, ra\u00e7a e condi\u00e7\u00e3o financeira, e os elementos considerados fora da lei s\u00e3o predominantemente das classes C e D, com baixo n\u00edvel de escolaridade, moradores de periferias e pessoas negras, o que evidencia preconceito estrutural no telejornalismo brasileiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, a ret\u00f3rica simplista, descontextualizada e cheia de julgamentos de valor amplifica discursos de \u00f3dio. A explora\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa e sua rela\u00e7\u00e3o com a sociedade n\u00e3o devem ser consideradas como uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito, mas sim como um instrumento de potencializa\u00e7\u00e3o, causando impactos negativos na sociedade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias <\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">MISSE. Michel. Crime, Sujeito e Sujei\u00e7\u00e3o Criminal: Aspectos de uma contribui\u00e7\u00e3o anal\u00edtica sobre a Categoria \u201cBandido\u201d. <strong>Lua Nova<\/strong>, S\u00e3o Paulo, 79: 15-38, 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">TEIXEIRA, Alex Niche. Televis\u00e3o, hipercrimes e viol\u00eancias na Modernidade Tardia. In: SANTOS, J. V. T., TEIXEIRA, N. A., and RUSSO, M., orgs. <strong>Viol\u00eancia e cidadania: pr\u00e1ticas sociol\u00f3gicas e compromissos sociais<\/strong> [online]. Dispon\u00edvel em: &lt;http:books.scielo.org\/id\/ycrrp\/epub\/santos-9788538603863.epub&gt;. Porto Alegre: Sulina; Editora da UFRGS, 2011.<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">TEIXEIRA, Alex Niche. Televis\u00e3o, viol\u00eancias e o drama do crime &#8220;real&#8221;.In: SANTOS, J. V. T., TEIXEIRA, N. A. orgs. <strong>Conflitos sociais e perspectivas de paz<\/strong>. Porto Alegre: TOMO editorial, 2012.<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Trecho do Caso do programa \u201cAqui e Agora\u201d. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_BvpWIuSOyo<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carmen Beatriz Silva de Castro Luciana Alves Pedro Henrique Landim Oliveira de Souza Este ensaio tem como problem\u00e1tica o sensacionalismo televisivo e o campo das p\u00fablicas, especialmente, o campo das pol\u00edticas publicas de seguran\u00e7a. Assim, busca-se problematizar a rela\u00e7\u00e3o entre o discurso da viol\u00eancia nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e como ele pode perpetuar estere\u00f3tipos negativos,&#8230; <\/p>\n<div class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/coisapublica\/2023\/08\/23\/sensacionalismo-televisivo-e-a-tipificacao-do-bandido\/\">Leia mais<\/a><\/div>\n","protected":false},"author":1252,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-230","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack-related-posts":[{"id":235,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/coisapublica\/2023\/08\/23\/meios-digitais-e-ineficiencia-na-comunicacao-publica-um-estudo-sobre-a-prefeitura-de-pelotas\/","url_meta":{"origin":230,"position":0},"title":"Meios digitais e (in)efici\u00eancia na comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica: um estudo sobre a Prefeitura de Pelotas","author":"coisapublica","date":"23 de agosto de 2023","format":false,"excerpt":"Felipe Par\u00f3dia Cordeiro Richardy da Silva Azevedo Este ensaio tem como problem\u00e1tica a forma como os meios digitais de comunica\u00e7\u00e3o podem auxiliar na rela\u00e7\u00e3o entre o poder p\u00fablico e a sociedade para a resolu\u00e7\u00e3o de problemas p\u00fablicos na cidade de Pelotas\/RS. 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