{"id":615,"date":"2024-03-13T20:30:13","date_gmt":"2024-03-13T23:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/?page_id=615"},"modified":"2024-03-13T20:39:03","modified_gmt":"2024-03-13T23:39:03","slug":"fontes-digitais-e-a-organizacao-de-uma-pesquisa-em-historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/artigos-clio-hd\/fontes-digitais-e-a-organizacao-de-uma-pesquisa-em-historia\/","title":{"rendered":"Fontes digitais e a organiza\u00e7\u00e3o de uma pesquisa em Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: center;\"><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Prof. Dr. Jo\u00e3o J\u00falio Gomes dos Santos J\u00fanior<sup>*<\/sup><\/span><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">(Universidade do Estado de Santa Catarina\/UDESC)<\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_617\" style=\"width: 353px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-617\" class=\"wp-image-617\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/800px-Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg?resize=353%2C265&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"353\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/800px-Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg?resize=400%2C300&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/800px-Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/800px-Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/800px-Exampleofdigitalhoarding_cluttereddesktop001.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 353px) 100vw, 353px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-617\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000; font-size: 8pt;\">Cluttered computer desktop, a common example of digital hoarding (2017)<\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trabalhar com fontes digitais j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais uma novidade para os historiadores na atualidade. O pr\u00f3prio desenvolvimento da inform\u00e1tica levou a profiss\u00e3o a se adequar ao r\u00e1pido desenvolvimento de equipamentos e recursos digitais. Essas novidades trouxeram uma redu\u00e7\u00e3o do tempo necess\u00e1rio para realizar tarefas simples da nossa profiss\u00e3o, como, por exemplo, transcri\u00e7\u00f5es de fontes, revis\u00f5es ortogr\u00e1ficas e edi\u00e7\u00e3o de textos<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De maneira paralela, a pr\u00f3pria Web avan\u00e7ou provocando uma ra\u0301pida incorporac\u0327a\u0303o das fontes digitais nas formas de escrever a hist\u00f3ria nos dias de hoje. Na primeira fase, conhecida como Web 1.0, a novidade eram pa\u0301ginas com <em>hiperlinks <\/em>e as possibilidades de relacionamento de conteu\u0301do entre um site e outro, sendo o usua\u0301rio apenas um sujeito pass\u00edvel nessa relac\u0327a\u0303o. Na fase 2.0 foi a vez da interatividade entre usua\u0301rios, sites, blogs e redes sociais<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[ii]<\/a>. Talvez, um dos principais si\u0301mbolos dessa atividade compartilhada seja a pro\u0301pria <em>Wikipe\u0301dia<\/em>, e seu cara\u0301ter colaborativo<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[iii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 80px;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Por mais que todos esses recursos tecnol\u00f3gicos tenham alterado a l\u00f3gica da pr\u00e1tica da pesquisa, grande parte dos historiadores preferem continuar acreditando que o m\u00e9todo hist\u00f3rico tradicional seria o suficiente para dar conta dessa nova realidade e n\u00e3o refletem profundamente sobre o impacto da mudan\u00e7a que eles vivenciam<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[iv]<\/a>. H\u00e1 outros que reconhecem a transforma\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o, mas que acreditam que, tal como j\u00e1 aconteceu anteriormente com a incorpora\u00e7\u00e3o de outros tipos de fontes \u2013 vinculada a pr\u00f3pria din\u00e2mica das escolas hist\u00f3ricas \u2013 o m\u00e9todo hist\u00f3rico tamb\u00e9m ir\u00e1 se adaptar para dar conta das fontes que s\u00e3o produzidas no \u00e2mbito digital<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[v]<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, ao tratar de fontes digitais produzidas no tempo presente \u00e9 preciso ter uma s\u00e9rie de cuidados metodol\u00f3gicos. A primeira \u00e9 a clareza da distin\u00e7\u00e3o entre uma fonte digitalizada e uma fonte digital. Enquanto a primeira \u00e9 uma forma de remidiatiza\u00e7\u00e3o de um documento original, que mant\u00e9m sua materialidade preservada por algum arquivo f\u00edsico, a segunda j\u00e1 \u00e9 produzida e criada de maneira totalmente digital<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\">[vi]<\/a>. Essa distin\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para pensarmos as redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter), uma vez que os perfis e p\u00e1ginas que tratam sobre o passado, por vezes, reproduzem fontes prim\u00e1rias (desde digitaliza\u00e7\u00e3o de fotos, documentos ou v\u00eddeos antigos gravados em equipamentos j\u00e1 ultrapassados em termos tecnol\u00f3gicos). Portanto, nesses casos, n\u00e3o se trata de uma simples reprodu\u00e7\u00e3o de fontes prim\u00e1rias, mas sim uma remidiatiza\u00e7\u00e3o que n\u00e3o substitui a experi\u00eancia original \u2013 mesmo com milh\u00f5es de cores e pixels da tela de um computador a reprodu\u00e7\u00e3o, em si, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais a mesma<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\">[vii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso lidar com um aspecto fundamental das fontes digitais, sua volatilidade\/instabilidade. Como alertou F\u00e1bio Chang de Almeida, em um texto pioneiro, h\u00e1 muitos sites (ou contas de redes sociais) que possuem um car\u00e1ter ef\u00eamero e cujos conte\u00fados podem ser \u201cperdidos\u201d com a sua desativa\u00e7\u00e3o pelos seus produtores\/criadores. Nesse sentido, em uma pesquisa que se utilize de documentos digitais, ou at\u00e9 mesmo digitalizados, \u00e9 fundamental construir o seu pr\u00f3prio banco de dados a partir de uma \u201carqueologia de salvamento\u201d desses materiais, atrav\u00e9s de downloads dos arquivos ou prints (c\u00f3pias instant\u00e2neas feita pela captura da tela do computador\/celular)<a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\">[viii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez que as fontes tenham sido salvas \u00e9 chegada a hora de organiz\u00e1-las em um banco de dados<em>. <\/em>Ainda sa\u0303o relativamente poucas as experie\u0302ncias de historiadores que trabalham com banco de dados aplicados a\u0300 pesquisa histo\u0301rica. Isso acontece em func\u0327a\u0303o de uma se\u0301rie de motivos. O principal deles e\u0301 a ause\u0302ncia desse debate na formac\u0327a\u0303o especi\u0301fica do historiador. Ou seja, existe um claro descompasso entre o ra\u0301pido avanc\u0327o das tecnologias digitais e a incorporac\u0327a\u0303o desses saberes na pr\u00e1tica de pesquisa<a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\">[ix]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para muitos historiadores, o nosso trabalho continua sendo visto nos mesmos moldes e princi\u0301pios que deram origem a disciplina no s\u00e9culo XIX. Em si\u0301ntese, um of\u00edcio que respeita os mesmos princi\u0301pios meto\u0301dicos que sa\u0303o ensinados de uma gerac\u0327a\u0303o a\u0300 outra, de forma conti\u0301nua e sem modificac\u0327a\u0303o. Esse modelo disciplinar tradicional vem sofrendo inu\u0301meras cri\u0301ticas quando confrontado aos usos pra\u0301ticos que esta\u0303o sendo feitos do passado nos dias de hoje. Rodrigo Turin foi extremamente feliz quando resumiu a questa\u0303o entre o passado cienti\u0301fico\/disciplinar, o passado pra\u0301tico e a necessidade de reformulac\u0327a\u0303o curricular da formac\u0327a\u0303o do historiador:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 80px;\"><span style=\"font-size: 10pt;\">Se o foco do primeiro debate gira em torno de habilidades te\u0301cnicas e de virtudes episte\u0302micas que garantam ao historiador profissional a produc\u0327a\u0303o controlada de uma verdade histo\u0301rica (distanciamento, desconfianc\u0327a e objetividade no trato com documentos), no segundo debate, o foco esta\u0301 direcionado ao consumo difuso de passados, a\u0300s demandas de memo\u0301ria e ao que vem hoje se denominando de \u201cpassado pra\u0301tico\u201d, voltado a\u0300s dimenso\u0303es e\u0301ticas e poli\u0301ticas (White, 2014). Voltados a pu\u0301blicos e a finalidades distintas, esses dois debates atuais revelam tanto a permane\u0302ncia de imagens tradicionais do historiador, sedimentadas pela heranc\u0327a disciplinar, como tambe\u0301m a necessidade de sua reorientac\u0327a\u0303o diante de desafios contempora\u0302neos, como a redefinic\u0327a\u0303o dos objetos e recortes cronolo\u0301gicos que definem as grades curriculares, a inserc\u0327a\u0303o e a formac\u0327a\u0303o de novas habilidades voltadas a novos mercados de trabalho e o trabalho a respeito das demandas de memo\u0301ria por parte de diferentes grupos e identidades sociais, e\u0301tnicas e de ge\u0302nero<a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\">[x]<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fica claro, portanto, que os avanc\u0327os tecnolo\u0301gicos alteraram por completo a lo\u0301gica disciplinar. Ale\u0301m disso, o mundo sofreu importantes mudan\u00e7as a partir da de\u0301cada de 1990, o que deixou claro a necessidade de se pensar, igualmente, novas formas de se escrever a Histo\u0301ria que fossem mais condizentes com as caracter\u00edsticas do tempo atual<a href=\"#_edn11\" name=\"_ednref11\">[xi]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assistimos o mundo digital invadir a pra\u0301tica do historiador em todos os ni\u0301veis. Se antes passa\u0301vamos os dias inteiros fechados em bibliotecas e arquivos, o que implicava um gasto enorme de tempo, agora podemos acessar a tudo de dentro de casa, independentemente do hora\u0301rio de funcionamento da biblioteca ou do arquivo. O excesso de trabalho virou regra e menosprezamos os efeitos cotidianos desse desgaste e estresse. O historiador brinca perigosamente com a si\u0301ndrome <em>burnout <\/em>e ja\u0301 na\u0303o e\u0301 incomum ouvir falar em depressa\u0303o entre historiadores<a href=\"#_edn12\" name=\"_ednref12\">[xii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, mesmo que o historiador tenha incorporado as fontes digitais a\u0300 sua pra\u0301tica de pesquisa, a questa\u0303o da organizac\u0327a\u0303o retorna ao centro do debate. Estamos mergulhados em fontes e corremos o risco de nos perder em meio ao excesso de fontes que esta\u0303o disponi\u0301veis nos dias de hoje, seja as digitalizadas ou as que ja\u0301 nasceram de forma digital. Como diz o historiador Tiago Gil, n\u00f3s \u201cgostamos de guardar tudo, mas na\u0303o adianta guardar tudo fora de ordem, pois e\u0301 o mesmo que na\u0303o guardar. Ter e na\u0303o encontrar e\u0301 como na\u0303o ter\u201d<a href=\"#_edn13\" name=\"_ednref13\">[xiii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E\u0301 nesse sentido que os bancos de dados comec\u0327aram a ser utilizados pelos historiadores, como uma forma de organizar e sistematizar as ideias e na\u0303o as perder em meio a quantidades cada vez maiores de informac\u0327o\u0303es. Ha\u0301 uma variedade de softwares comerciais que foram utilizados pela historiografia, tais como Excel, Access e FileMaker. No entanto, esses produtos foram pensados para outros fins, o que gera a necessidade de serem adaptados a partir da criatividade e intimidade tecnolo\u0301gica do historiador<a href=\"#_edn14\" name=\"_ednref14\">[xiv]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse n\u00e3o \u00e9 o caso do Tropy, um programa originalmente criado no Roy Rosenzweig Center for History and New Media (RRCHNM) e pensado como solu\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00e3o digital para historiadores. Trata-se um software gratuito, de c\u00f3digo aberto e produzido por um time internacional de pesquisadores. Atualmente \u00e9 desenvolvido em parceria entre o RRCHNM e o Luxembourg Center for Contemporany and Digital History (C<sup>2<\/sup>DH) e o Digital Scholar, uma corpora\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que opera projetos aliados como Zotero, Omeka e Sourcery<a href=\"#_edn15\" name=\"_ednref15\">[xv]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto de pesquisa \u201cO passado dos esportes nas redes sociais: uma an\u00e1lise das representa\u00e7\u00f5es narrativas no Instagram, Facebook e Twitter\u201d tem se utilizado do Tropy como recurso de organiza\u00e7\u00e3o das fontes digitais recolhidas inicialmente no Instagram. Por mais que existam possibilidades de aplicar ao Instagram metodologias de big data a partir de palavras-chaves e hashtags, tal como j\u00e1 \u00e9 feito em rela\u00e7\u00e3o ao Twitter, nosso trabalho tem sido mais artesanal<a href=\"#_edn16\" name=\"_ednref16\">[xvi]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de identificar algum perfil que fa\u00e7a representa\u00e7\u00f5es do passado dos esportes, buscamos fazer print das publica\u00e7\u00f5es e as colocamos no Tropy para organiza\u00e7\u00e3o e categoriza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s das etiquetas. Cada postagem se transforma em um item digital que pode incluir transcri\u00e7\u00e3o, coment\u00e1rios, sele\u00e7\u00f5es de partes da imagem para destaque e inclus\u00e3o de metadados da fonte. Esse procedimento possibilita uma maior familiaridade com as fontes prim\u00e1rias e facilitam na hora da escrita acad\u00eamica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 preciso que o historiador se transforme em programador \u2013 como havia anunciado Le Roy Ladurie, em 1967<a href=\"#_edn17\" name=\"_ednref17\">[xvii]<\/a>. Contudo, tampouco podemos fechar nossos olhos para as r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que podem facilitar nosso trabalho<a href=\"#_edn18\" name=\"_ednref18\">[xviii]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALMEIDA, F. C. DE. O Historiador e as Fontes Digitais: uma vis\u00e3o acerca da Internet como fonte prim\u00e1ria para Pesquisas Hist\u00f3ricas. <strong>Revista Aedos<\/strong>, v. 3, n. 8, 11 abr. 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ALMEIDA, F. C. DE. Internet, fontes digitais e pesquisa hist\u00f3rica. Em: BARROS, J. D. (Ed.). <strong>Hist\u00f3ria Digital: A Historiografia diante dos recursos e demandas de um novo tempo.<\/strong> Petr\u00f3polis, RJ: Editora Vozes, 2022. p. 101\u2013119.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BONALDO, R. B. Hist\u00f3ria mais do que humana: descrevendo o futuro como atualiza\u00e7\u00e3o repetidora da Intelig\u00eancia Artificial. <strong>Hist\u00f3ria (S\u00e3o Paulo)<\/strong>, v. 42, p. 1\u201328, 2023.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">COSTA, M. A. F. DA. <strong>Ensino de Hist\u00f3ria &amp; historiografia escolar digital<\/strong>. Curitiba, PR: CRV, 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FIGUEIREDO, L. R. Hist\u00f3ria e Inform\u00e1tica: o uso do computador. Em: CARDOSO, C. F.; VAINFAS, R. (Eds.). <strong>Dom\u00ednios da Hist\u00f3ria<\/strong>. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 1997. p. 591\u2013620.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FLORES, M. F. DA C. T. Os bancos de dados, os arquivos digitais e o papel do historiador. <strong>Acervo<\/strong>, v. 28, n. 2, p. 240\u2013251, 27 nov. 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">GIL, T. L. <strong>Como se faz um banco de dados (em Hist\u00f3ria)<\/strong>. Porto Alegre: Ladeira Livros, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">HIGHFIELD, T.; LEAVER, T. A methodology for mapping Instagram hashtags. <strong>First Monday<\/strong>, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IGGERS, G. Desafios do s\u00e9culo XXI \u00e0 historiografia. <strong>Hist\u00f3ria da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography<\/strong>, v. 3, n. 4, p. 105\u2013124, 28 jun. 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">LOPES, A. P. L. Virada digital? Pesquisa hist\u00f3rica no ciberespa\u00e7o. <strong>Revista Tempo e Argumento<\/strong>, v. 10, n. 24, p. 136\u2013169, 6 ago. 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">LUCCHESI, A. Por um debate sobre Hist\u00f3ria e Historiografia Digital. <strong>Boletim Historiar<\/strong>, n. 2, 9 abr. 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PRADO, G. DA S. Por uma hist\u00f3ria digital: o of\u00edcio de historiador na era da internet. <strong>Revista Tempo e Argumento<\/strong>, v. 13, n. 34, p. 1\u201335, 22 dez. 2021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ROSENZWEIG, R. <strong>Clio conectada: O futuro do passado na era digital<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o: Luis Reyes Gil. 1<sup>a<\/sup> edi\u00e7\u00e3o ed. Belo Horizonte, MG: Aut\u00eantica, 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SILVEIRA, P. T. DA. <strong>Hist\u00f3ria, t\u00e9cnica e novas m\u00eddias: reflex\u00f5es sobre a hist\u00f3ria na era digital<\/strong>. Tese de Doutorado\u2014Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SILVEIRA, P. T. DA. O historiador com CNPJ: depress\u00e3o, mercado de trabalho e hist\u00f3ria p\u00fablica. <strong>Revista Tempo e Argumento<\/strong>, v. 12, n. 30, p. e0204\u2013e0204, 2 ago. 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">TAVARES, C. C. DA S. Hist\u00f3ria e Inform\u00e1tica. Em: CARDOSO, C. F.; VAINFAS, R. (Eds.). <strong>Novos Dom\u00ednios da Hist\u00f3ria<\/strong>. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2012. p. 301\u2013317.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">TERRES, P. T.; PIANT\u00c1, L. T. Wikip\u00e9dia: p\u00fablicos globais, hist\u00f3rias digitais. <strong>Esbo\u00e7os: hist\u00f3rias em contextos globais<\/strong>, v. 27, n. 45, p. 264\u2013285, 2020.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">TURIN, R. Entre o passado disciplinar e os passados pr\u00e1ticos: figura\u00e7\u00f5es do historiador na crise das humanidades. <strong>Tempo<\/strong>, v. 24, p. 186\u2013205, ago. 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VARELLA, F. F.; BONALDO, R. B. Negociando autoridades, construindo saberes: a historiografia digital e colaborativa no projeto Teoria da Hist\u00f3ria na Wikip\u00e9dia. <strong>Revista Brasileira de Hist\u00f3ria<\/strong>, v. 40, p. 147\u2013170, 2 dez. 2020.<\/p>\n<p>__________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> (FIGUEIREDO, 1997; TAVARES, 2012).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[ii]<\/a> (ALMEIDA, 2011, 2022).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[iii]<\/a> (ROSENZWEIG, 2022; TERRES; PIANT\u00c1, 2020; VARELLA; BONALDO, 2020).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[iv]<\/a> (SILVEIRA, 2018) (LOPES, 2018).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[v]<\/a> (PRADO, 2021).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\">[vi]<\/a> Mesmo que a fonte digital ocupe um espa\u00e7o f\u00edsico no hardware e represente um arquivo constitu\u00eddo por um sistema de c\u00f3digo bin\u00e1rio, como alerta Almeida (2011, p. 17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\">[vii]<\/a> (LOPES, 2018, p. 153).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\">[viii]<\/a> (ALMEIDA, 2011, p. 16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\">[ix]<\/a> (COSTA, 2021; LUCCHESI, 2014).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\">[x]<\/a> (TURIN, 2018, p. 200).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref11\" name=\"_edn11\">[xi]<\/a> (IGGERS, 2010).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref12\" name=\"_edn12\">[xii]<\/a> (SILVEIRA, 2020).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref13\" name=\"_edn13\">[xiii]<\/a> (GIL, 2015, p. 54).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref14\" name=\"_edn14\">[xiv]<\/a> (FLORES, 2015).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref15\" name=\"_edn15\">[xv]<\/a> <a href=\"https:\/\/tropy.org\/\">https:\/\/tropy.org\/<\/a> [acessado em 11\/03\/24].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref16\" name=\"_edn16\">[xvi]<\/a> (HIGHFIELD; LEAVER, 2015)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref17\" name=\"_edn17\">[xvii]<\/a> (LOPES, 2018, p. 140)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ednref18\" name=\"_edn18\">[xviii]<\/a> Para uma discuss\u00e3o sobre a intelig\u00eancia artificial na hist\u00f3ria, ver: (BONALDO, 2023).<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">____________<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>Artigo publicado em 14 de mar\u00e7o de 2024<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como citar este artigo: SANTOS J\u00daNIOR, Jo\u00e3o J\u00falio Gomes dos.\u00a0 Fontes digitais e a organiza\u00e7\u00e3o de uma pesquisa em Hist\u00f3ria In: <strong>Artigos Portal Clio HD<\/strong>, 2024. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p>Sobre o autor:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-621 alignleft\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=197%2C197&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"197\" height=\"197\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=400%2C400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=200%2C200&amp;ssl=1 200w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?resize=750%2C750&amp;ssl=1 750w, https:\/\/i0.wp.com\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/files\/2024\/03\/Conheca-nosso-acervo-de-fontes-digitais-7.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 197px) 100vw, 197px\" \/><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Professor Adjunto do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC\/FAED), Professor Permanente do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria (PPGH\/UDESC &#8211; stricto sensu) e do Mestrado Profissional em Ensino de Hist\u00f3ria (ProfHist\u00f3ria\/FAED\/UDESC). Coordena o projeto de pesquisa intitulado \u201cO passado dos esportes nas redes sociais: uma an\u00e1lise das representa\u00e7\u00f5es narrativas no Instagram, Facebook e Twitter\u201d. Lattes:\u00a0<a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/0177934206202764\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/0177934206202764<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prof. Dr. Jo\u00e3o J\u00falio Gomes dos Santos J\u00fanior* (Universidade do Estado de Santa Catarina\/UDESC) &nbsp; Trabalhar com fontes digitais j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais uma novidade para os historiadores na atualidade. O pr\u00f3prio desenvolvimento da inform\u00e1tica levou a profiss\u00e3o a se adequar ao r\u00e1pido desenvolvimento de equipamentos e recursos digitais. Essas novidades trouxeram uma redu\u00e7\u00e3o do &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/artigos-clio-hd\/fontes-digitais-e-a-organizacao-de-uma-pesquisa-em-historia\/\">Continue lendo<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1274,"featured_media":0,"parent":566,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"advanced_seo_description":"","jetpack_seo_html_title":"","jetpack_seo_noindex":false,"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-615","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"jetpack-related-posts":[{"id":35,"url":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cliohd\/projetos\/","url_meta":{"origin":615,"position":0},"title":"Projetos","author":"cliohd","date":"08\/01\/2023","format":false,"excerpt":"Confira abaixo os projetos de pesquisa em andamento da equipe do Portal Clio HD: Wilian Bonete Desenvolve diferentes a\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa que envolvem o Portal Clio HD: coleta e tratamento da fontes digitais, reuni\u00f5es peri\u00f3dicas para debates e estudos sobre referenciais te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos. 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