{"id":176,"date":"2017-07-12T21:27:09","date_gmt":"2017-07-13T00:27:09","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/?page_id=176"},"modified":"2017-08-11T11:19:48","modified_gmt":"2017-08-11T14:19:48","slug":"oficinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/oficinas\/","title":{"rendered":"Oficinas"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cada inscrito ter\u00e1 o direito de participar de uma oficina, selecionada no formul\u00e1rio de inscri\u00e7\u00e3o, que ocorrer\u00e1 no dia 22 de setembro nos turnos da manh\u00e3 e tarde.<\/p>\n<p>Abaixo segue a descri\u00e7\u00e3o dos principais pontos que ser\u00e3o debatidos em cada oficina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0LISTA DE OFICINAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"643\">\n<tbody>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Oficina 1 \u2013 Pr\u00e1ticas baseadas em Evid\u00eancias<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressistas:<\/td>\n<td width=\"360\">\n<p><strong><u>Crhis Netto de Brum<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Samuel\u00a0Spiegelberg Zuge<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<table style=\"height: 232px\" width=\"660\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"576\">\n<p style=\"text-align: justify\">Conhecendo a hist\u00f3ria da Enfermagem Baseada em Evid\u00eancias. Enfermagem Baseada em Evid\u00eancias: an\u00e1lise de conceitos. Etapas do processo de trabalho da Enfermagem Baseada em Evid\u00eancias. Tipos de pesquisa bibliogr\u00e1fica (bibliom\u00e9trica; narrativa; integrativa; e sistem\u00e1tica (metan\u00e1lise e metass\u00edntese). Realiza\u00e7\u00e3o de um protocolo de pesquisa bibliogr\u00e1fica contemplando: identifica\u00e7\u00e3o da problem\u00e1tica e delineamento da pergunta de pesquisa; testes de relev\u00e2ncia; amostragem em bases de dados; extra\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise das evid\u00eancias (n\u00edvel, for\u00e7a da evid\u00eancia e grau de recomenda\u00e7\u00e3o); interpreta\u00e7\u00e3o das evid\u00eancias cient\u00edficas e apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Oficina 2 \u2013 <\/strong><strong>Constru\u00e7\u00e3o de narrativas atrav\u00e9s da metodologia de Hist\u00f3ria Oral<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Lorena Gill<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td style=\"text-align: justify\" colspan=\"2\" width=\"643\">A oficina pretende abordar a\u00a0Hist\u00f3ria Oral, em seus aspectos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos. Ser\u00e3o trabalhadas quest\u00f5es que envolvam a Hist\u00f3ria, a Mem\u00f3ria e a Identidade. Tamb\u00e9m ser\u00e1 enfocada a constru\u00e7\u00e3o de um projeto de pesquisa que utilize a hist\u00f3ria oral como uma de suas metodologias, tendo especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s modalidades (hist\u00f3ria oral tem\u00e1tica, hist\u00f3ria oral de vida e tradi\u00e7\u00e3o oral), elabora\u00e7\u00e3o de roteiro, entrevista e transcri\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 3 \u2013 A Entrevista em pesquisa Qualitativa<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Juliana Zillmer<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<table style=\"height: 224px\" width=\"657\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: justify\" width=\"576\">Pesquisa Qualitativa e a Entrevista. Entrevista enquanto t\u00e9cnica para coleta de dados em pesquisa qualitativa. Distintas modalidades de entrevista em pesquisa qualitativa. Aspectos a serem considerados para entrevista em pesquisa qualitativa. Estrat\u00e9gias para elaborar entrevista em pesquisas qualitativas. Planejamento e realiza\u00e7\u00e3o da entrevista em pesquisa qualitativa. Registro e transcri\u00e7\u00e3o do conte\u00fado das entrevistas. Gerenciamento e organiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado das entrevistas por meio de Software<em>.<\/em>\u00a0O pesquisador enquanto entrevistador (a) em pesquisa qualitativa.\u00a0\u00a0Crit\u00e9rios para avaliar a qualidade da entrevista em pesquisa qualitativa. Aspectos \u00e9ticos na entrevista em pesquisa qualitativa. Elabora\u00e7\u00e3o de uma guia de entrevista.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 4 \u2013 Nas trilhas da Etnografia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Claudia Turra Magni<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p style=\"text-align: justify\">A etnografia imprime a marca da Antropologia moderna, rompendo com a pesquisa de gabinete que caracterizou a primeira corrente de estudos nesta \u00e1rea do conhecimento. Mais do que um m\u00e9todo, ela implica numa op\u00e7\u00e3o epistemol\u00f3gica, com implica\u00e7\u00f5es existenciais e paradoxais para aqueles\/las que se aventuram na pesquisa de campo, estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o direta e humana com seus\/suas interlocutores\/as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta oficina prop\u00f5e-se a explorar os meandros de sua hist\u00f3ria e seus desdobramentos, passando por diversas t\u00e9cnicas e interagindo com outros m\u00e9todos de investiga\u00e7\u00e3o, consagrados ou experimentais. Discutiremos as rela\u00e7\u00f5es da etnografia com a etnologia, a antropologia, a cartografia.\u00a0 Sem descuidar da dimens\u00e3o \u00e9tica, intr\u00ednseca a este processo de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, exploraremos as nuances entre a observa\u00e7\u00e3o participante, a observa\u00e7\u00e3o flutuante, a afec\u00e7\u00e3o, a fotografia e o di\u00e1rio gr\u00e1fico, como recursos do trabalho de campo e de possibilidades de registro desta experi\u00eancia. Exploraremos as potencialidades da etnobiografia, da fotoetnografia, da fotobiografia e da etnofic\u00e7\u00e3o como formas alternativas de difus\u00e3o e restitui\u00e7\u00e3o da pesquisa. Neste sentido, as interfaces entre a Antropologia e a Enfermagem ser\u00e3o o eixo condutor dos di\u00e1logos e trocas propostos para esta Oficina.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 5 &#8211; Pesquisa Qualitativa e suas contribui\u00e7\u00f5es para a ci\u00eancias sociais: A Observa\u00e7\u00e3o Participante<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Mario Cardano<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td style=\"text-align: justify\" colspan=\"2\" width=\"643\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 6 &#8211; <\/strong><strong>Experi\u00eancia e narra\u00e7\u00e3o <\/strong><strong>como estrat\u00e9gias de\u00a0produ\u00e7\u00e3o do conhecimento<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Rita de C\u00e1ssia Maciazeki Gomes<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td style=\"text-align: justify\" colspan=\"2\" width=\"643\">A oficina instiga a cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de compartilhamento acerca do uso de narrativas na pesquisa acad\u00eamica, com \u00eanfase no estudo de narrativas ancoradas na e<em>xperi\u00eancia e narra\u00e7\u00e3o<\/em>. Desde uma perspectiva interdisciplinar, reflexiva e cr\u00edtica, valoriza a produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos agenciada aos saberes locais e situados. Assim, aciona e traz \u00e0 reflex\u00e3o os modos como s\u00e3o produzidos estudos e pesquisas narrativas sob um enfoque \u00e9tico, est\u00e9tico e pol\u00edtico. No que se refere a sua operacionaliza\u00e7\u00e3o, a proposta se desenvolve a partir de tr\u00eas momentos, correlacionados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de pesquisas com narrativas: a) estudo dos pressupostos te\u00f3ricos e estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas; b) problematiza\u00e7\u00e3o sobre o registro e socializa\u00e7\u00e3o dos resultados; c) an\u00e1lise das rela\u00e7\u00f5es produzidas com as pessoas participantes. Para tanto, ser\u00e3o utilizadas de estrat\u00e9gias expressivas, de leituras, produ\u00e7\u00e3o de textos e atividades em pequenos grupos. As pessoas participantes est\u00e3o convidadas a compartilharem seus saberes e pr\u00e1ticas com narrativas, no intuito de agregarem contribui\u00e7\u00f5es aos modos como nos posicionamos na transmiss\u00e3o de experi\u00eancias e composi\u00e7\u00e3o de narrativas nos processos de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 7 &#8211; <\/strong><strong>An\u00e1lise de Imagens na Pesquisa em Enfermagem e Sa\u00fade: contribui\u00e7\u00f5es do m\u00e9todo document\u00e1rio de interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressistas:<\/td>\n<td width=\"360\">\n<p><strong><u>Maria Cec\u00edlia Lorea Leite<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Ana Clara Corr\u00eaa Henning<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Afra Suelene Souza<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td style=\"text-align: justify\" colspan=\"2\" width=\"643\">A Oficina prop\u00f5e um breve estudo te\u00f3rico-pr\u00e1tico de metodologia para an\u00e1lise de imagens. Essa tem\u00e1tica emerge de forma recorrente na produ\u00e7\u00e3o visual contempor\u00e2nea, por meio das mais diversas linguagens, como a fotografia, a pintura, o desenho, a escultura, a performance e as imagens digitais. Ainda que reconhecendo a profus\u00e3o de imagens no \u00e2mbito de muitos temas e dimens\u00f5es que envolvem a \u00e1rea da Sa\u00fade, a maioria dos pesquisadores e professores que atuam nesse campo ainda n\u00e3o trabalha diretamente com essa metodologia. A Oficina tem como objetivo oferecer espa\u00e7o e desafios para o processo de an\u00e1lise de imagens, particularmente as fixas, para pesquisadores, docentes e estudantes interessados em trabalhar com a cultura visual e a interpreta\u00e7\u00e3o de imagens na \u00e1rea da Pesquisa em Enfermagem e Sa\u00fade. Nesta Oficina ser\u00e1 focalizado o m\u00e9todo document\u00e1rio de interpreta\u00e7\u00e3o, cujas origens remontam \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o de Karl Mannheim, no \u00e2mbito da Sociologia do Conhecimento. O desenvolvimento da Oficina basear-se-\u00e1, principalmente, na atualiza\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo realizada por Ralf Bohnsack, propondo, assim, tr\u00eas etapas inter-relacionadas de an\u00e1lise: pr\u00e9-iconogr\u00e1fica, iconogr\u00e1fica e iconol\u00f3gica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 8 \u2013 An\u00e1lise do discurso: <\/strong><strong>No\u00e7\u00f5es Foucaultianas para pensar a pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressistas:<\/td>\n<td width=\"360\">\n<p><strong><u>B\u00e1rbara Hees Garr\u00e9<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Patr\u00edcia Haertel Giusti<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td style=\"text-align: justify\" colspan=\"2\" width=\"643\">Estuda alguns conceitos de Michel Foucault que se constituem como possibilidade de ferramenta anal\u00edtica nos percursos de pesquisa.\u00a0 Investiga, na obra do autor, algumas pistas metodol\u00f3gicas que potencializem a operacionalidade de tais conceitos: Conceitos do fil\u00f3sofo franc\u00eas Michel Foucault que se constituem como possibilidade de ferramenta anal\u00edtica em diferentes percursos de pesquisa; pistas metodol\u00f3gicas que potencializam a operacionalidade de alguns conceitos, como: dispositivo, discurso, enunciado, forma\u00e7\u00e3o discursiva; contribui\u00e7\u00f5es do autor para pensar a atualidade que vivemos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 9 \u2013 Photovoice<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Daniel Meirinho<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<table style=\"height: 396px\" width=\"658\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"563\">\n<p style=\"text-align: justify\">A Oficina Photovoice \u00e9 a ess\u00eancia da proposta pedag\u00f3gica que debate desde a elabora\u00e7\u00e3o \u00e0 execu\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de projetos de pesquisa que envolvam a metodologia em fotografia participativa enquanto ferramenta de investiga\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. A pesquisa-a\u00e7\u00e3o est\u00e1 no centro\u00a0 de projetos de implementa\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de propostas visuais participativas, possibilitando pesquisadores e envolvidos assumirem a posi\u00e7\u00e3o de serem agentes ativos de mudan\u00e7as sociais estruturadas a partir de suas percep\u00e7\u00f5es pessoais e coletivas e nas pesquisas cient\u00edficas. A forma\u00e7\u00e3o \u00e9 desenhada para a partilha das experi\u00eancias de aplica\u00e7\u00e3o da metodologia nos diversos contextos e an\u00e1lise de projetos j\u00e1 desenvolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Atividades a serem desenvolvidas: Hist\u00f3rico e pesquisas que envolvem metodologias participativas visuais. O m\u00e9todo Photovoice enquanto ferramenta de pesquisas colaborativas. Elabora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento dos projetos de pesquisa. Execu\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de projetos Photovoice. Etapas de implementa\u00e7\u00e3o e dinamiza\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa visuais participativos. Cria\u00e7\u00e3o de indicadores de an\u00e1lises e resultados em pesquisas Photovoice. Estrutura\u00e7\u00e3o log\u00edstica de execu\u00e7\u00e3o de projetos, dilemas e limita\u00e7\u00f5es. Literacias visuais e desenvolvimento de compet\u00eancias e habilidades \u2013 O retorno da metodologia Photovoice para os grupos pesquisados.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Oficina 10 \u2013 Pesquisa Participativa\/ Avaliativa: Grupos focais hermen\u00eauticos e narrativa no contexto de estudos avaliativos de servi\u00e7os de sa\u00fade mental<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"283\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\"><strong><u>Rosana Onoko<\/u><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td colspan=\"2\" width=\"643\">\n<table style=\"height: 151px\" width=\"657\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: justify\" width=\"576\">Apresentar-se-\u00e1 de maneira pr\u00e1tica a singularidade da t\u00e9cnica de grupos focais para trabalhar com pacientes portadores de transtornos graves de sa\u00fade mental, assim como no contexto de estudos avaliativos. Se realizar\u00e1\u00a0 com os participantes um pequeno exerc\u00edcio de constru\u00e7\u00e3o narrativa e sua forma de an\u00e1lise. Ser\u00e3o discutidas dificuldades t\u00e9cnicas e desafios \u00e9ticos<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oficina 11 \u2013 Epidemiologia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: justify\" width=\"283\">Congressista:<\/td>\n<td width=\"360\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>Luiz Augusto Facchini<\/u><\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Cada inscrito ter\u00e1 o direito de participar de uma oficina, selecionada no formul\u00e1rio de inscri\u00e7\u00e3o, que ocorrer\u00e1 no dia 22 de setembro nos turnos da manh\u00e3 e tarde. Abaixo segue a descri\u00e7\u00e3o dos principais pontos que ser\u00e3o debatidos em cada oficina. &nbsp; \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":770,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-176","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/770"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=176"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/176\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":260,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/176\/revisions\/260"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/cipes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}