{"id":27,"date":"2020-08-27T23:43:01","date_gmt":"2020-08-28T02:43:01","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/?page_id=27"},"modified":"2020-09-03T23:33:36","modified_gmt":"2020-09-04T02:33:36","slug":"historico-do-projeto","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/sobre-o-brincando-de-faz-de-conta\/historico-do-projeto\/","title":{"rendered":"2017"},"content":{"rendered":"<p><strong><img class=\"size-medium wp-image-118 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/fundosite-1-400x91.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"91\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/fundosite-1-400x91.png 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/fundosite-1-768x174.png 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/fundosite-1.png 888w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>Equipe do projeto em 2017<\/strong><\/p>\n<p>Discentes monitores: Brenda Seneme Gobbi, Luciane dos Santos Avila, Rafael de Camargo Bueno e Wesley Fr\u00f3is Arag\u00e3o.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: Prof\u00aa Marina de Oliveira<\/p>\n<p>Colaboradores: Liz Helena Rodrigues (assistente social do Instituto Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o) e Francine Mesquita (professora do Instituto Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><strong>A positiva\u00e7\u00e3o de identidades negras, a introdu\u00e7\u00e3o do professor-personagem e o in\u00edcio de uma forma\u00e7\u00e3o de espectadores <\/strong><\/p>\n<p>Os primeiros encontros do &#8220;Brincando&#8221; no Instituto Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o voltaram-se para a condu\u00e7\u00e3o de jogos tradicionais e de regras, como \u201cPega-pega\u201d, \u201cElefante colorido\u201d, \u201cEst\u00e1tua\u201d, \u201cQueimada\u201d, \u201cMorto-vivo\u201d, \u201cSiga o mestre\u201d, \u201cCoelhinho sai da toca\u201d, entre outros. Esses jogos (cf. Spolin, 1995), al\u00e9m de serem por si s\u00f3 prazerosos, t\u00eam por consequ\u00eancia a integra\u00e7\u00e3o do grupo, trabalhando, paralelamente, no\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o, coopera\u00e7\u00e3o, agilidade corporal, concentra\u00e7\u00e3o etc.<\/p>\n<p>Ao longo de 2017, o projeto estabeleceu uma rotina de trabalho, com as seguintes etapas: aquecimento, viv\u00eancia de jogos tradicionais, jogos teatrais\/dram\u00e1ticos e avalia\u00e7\u00e3o. O aquecimento era feito em roda e composto por exerc\u00edcios que trabalham as articula\u00e7\u00f5es e o alongamento do corpo, al\u00e9m de j\u00e1 instaurar uma atmosfera de trabalho em grupo. Nos jogos tradicionais, a \u00eanfase estava no gasto de energia, pois al\u00e9m de trabalhar diversos aspectos da express\u00e3o corporal, esses jogos permitem que as alunas liberem energias n\u00e3o canalizadas, o que facilita a instaura\u00e7\u00e3o de uma melhor concentra\u00e7\u00e3o para a atividade seguinte. Nos jogos teatrais\/dram\u00e1ticos, as participantes desenvolveram conhecimentos mais espec\u00edficos, pertencentes \u00e0 linguagem teatral, como no\u00e7\u00f5es acerca de espa\u00e7o, personagem, a\u00e7\u00e3o, palco, plateia. Na avalia\u00e7\u00e3o final, feita em roda, as alunas eram instigadas a dar a sua opini\u00e3o, refletindo sobre os exerc\u00edcios realizados.<\/p>\n<p>A primeira investiga\u00e7\u00e3o proposta \u00e0s alunas foi acerca de sua fam\u00edlia. Pedimos que desenhassem a sua fam\u00edlia e que a apresentassem para os demais. Os resultados foram variados, abrangendo n\u00facleos pequenos, como \u201ca aluna e uma v\u00f3\u201d, a n\u00facleos maiores, como \u201cm\u00e3e, tio e dez irm\u00e3os\u201d. \u00a0Novamente observamos a dificuldade de escuta do grupo, de modo que foi dif\u00edcil que todas conseguissem apresentar as suas fam\u00edlias e serem ouvidas at\u00e9 o final. A partir da apresenta\u00e7\u00e3o, as alunas improvisaram cenas, em que se destacaram momentos do cotidiano, como a m\u00e3e acordando a filha para ir \u00e0 escola ou a fam\u00edlia realizando alguma refei\u00e7\u00e3o. Nos desenhos, chamou a aten\u00e7\u00e3o que algumas fam\u00edlias de alunas, que em sua maioria s\u00e3o negras, n\u00e3o foram retratadas com a cor negra. Paralelamente, a assistente social do Instituto, Liz Helena Rodrigues, comentou que algumas das alunas haviam manifestado insatisfa\u00e7\u00e3o com o seu cabelo crespo. O relato da assistente social foi o ponto de partida para que inici\u00e1ssemos um trabalho transversal de positiva\u00e7\u00e3o de identidades negras.<\/p>\n<p>Dessa forma, resolvemos planejar as pr\u00e1ticas teatrais aprofundando a discuss\u00e3o sobre a hist\u00f3ria e cultura afro-brasileira, em espec\u00edfico a identidade negra. Essa proposta est\u00e1 em conson\u00e2ncia com a lei 10.639\/2003, a qual institui a obrigatoriedade de estudar a tem\u00e1tica africana e afro-brasileira na educa\u00e7\u00e3o formal. Como era comum as alunas falarem e improvisarem sobre princesas, a primeira a\u00e7\u00e3o nesse sentido foi a apresenta\u00e7\u00e3o de uma caixa contendo imagens de princesas europeias e de princesas africanas. Depois de visualizar as imagens, elas deveriam escolher uma e desenhar algo a partir dela. As princesas europeias, por serem conhecidas atrav\u00e9s dos desenhos da Disney, foram mais procuradas, todavia uma imagem de princesa negra, que segundo elas era parecida com a personagem Moana, da Disney, tamb\u00e9m foi admirada. Nos pareceu clara a car\u00eancia de figuras femininas negras no imagin\u00e1rio das alunas. Da\u00ed a import\u00e2ncia de que os filmes de anima\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1ficos ou que os desenhos e comerciais de TV proponham tamb\u00e9m personagens negras.<\/p>\n<p>A segunda a\u00e7\u00e3o foi a conta\u00e7\u00e3o de narrativas como <em>Cad\u00ea Maricota?<\/em>, de May Shuravel, e <em>Dandara: seus cachos e carac\u00f3is<\/em>, de Maira Suertegaray, que t\u00eam meninas negras como protagonistas. Ap\u00f3s ouvir as hist\u00f3rias e visualizar as ilustra\u00e7\u00f5es, as alunas foram orientadas a improvisar cenas a partir da recep\u00e7\u00e3o dessas obras.<\/p>\n<p>A terceira a\u00e7\u00e3o foi a oficina de confec\u00e7\u00e3o das bonecas abayomis, ministrada pela professora Luciane Avila. Como introdu\u00e7\u00e3o, Luciane realizou uma performance em que cortava peda\u00e7os de sua saia para fazer com os retalhos a boneca abayomi, tal e qual faziam as mulheres negras sequestradas, durante o c\u00e1rcere nos navios negreiros. A professora, tamb\u00e9m negra, atrav\u00e9s de uma a\u00e7\u00e3o teatral, contou sobre a viol\u00eancia a que os negros foram submetidos durante o sequestro em dire\u00e7\u00e3o ao Brasil. Relatou que as m\u00e3es, aprisionadas, faziam bonecas com os retalhos recortados de suas saias, na tentativa de acalmar seus filhos, numa situa\u00e7\u00e3o brutal.<\/p>\n<p>Algumas alunas manifestaram surpresa ao ouvirem sobre a viol\u00eancia do sequestro de negros africanos, ao passo que outras sinalizaram j\u00e1 ter ouvido narrativas similares. \u00a0Considerando a idade das crian\u00e7as, de 6 a 8 anos, Luciane n\u00e3o enfatizou ou detalhou acerca desse fato, mas tamb\u00e9m n\u00e3o omitiu a viol\u00eancia impl\u00edcita acerca do contexto dos navios negreiros. Assim, atrav\u00e9s de uma atividade l\u00fadica, a confec\u00e7\u00e3o de bonecas abayomis, as alunas iniciaram uma constru\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica acerca da mem\u00f3ria da viol\u00eancia vinculada \u00e0 di\u00e1spora africana.<\/p>\n<p><img class=\"size-medium wp-image-102 alignleft\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-2-400x225.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-2-400x225.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-2-768x432.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-2.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/>\u00a0 \u00a0 <img class=\"alignnone size-medium wp-image-101\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-1-400x225.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-1-400x225.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Luciane-1.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Oficina de Abayomis ministrada pela prof\u00aa Luciane Avila<\/em><\/p>\n<p>Outra a\u00e7\u00e3o em 2017 foi a introdu\u00e7\u00e3o do professor-personagem, respons\u00e1vel por conduzir dramatiza\u00e7\u00f5es em que \u201cTodos s\u00e3o fazedores, tanto ator como p\u00fablico, indo para onde querem e encarando qualquer dire\u00e7\u00e3o que lhes apraz durante o jogo\u201d (SLADE, 1978, p. 18). Rafael Bueno representou, dessa forma, o \u201cPadrinho M\u00e1gico\u201d, que contou a hist\u00f3ria da bailarina de pano que queria muito ter um corpo para dan\u00e7ar de verdade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img class=\"size-medium wp-image-104 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-400x300.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-400x300.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-768x576.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/Brincando-de-faz-de-conta-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>o Padrinho M\u00e1gico<\/em><\/p>\n<p>A narrativa foi apresentada em dois epis\u00f3dios. No primeiro, Rafael e Wesley apresentaram o conto da boneca que queria dan\u00e7ar, improvisado por eles. No segundo epis\u00f3dio, Rafael assumiu a figura do \u201cPadrinho M\u00e1gico\u201d que vai at\u00e9 o Instituto realizar o desejo da boneca. Uma colega de curso, Tainara Machado, que tem pr\u00e1tica de bal\u00e9, foi convidada para interpretar o papel da \u201cBailarina\u201d. A presen\u00e7a do professor-personagem deixou as meninas intrigadas, pois elas queriam saber se o Rafael e o \u201cPadrinho M\u00e1gico\u201d eram a mesma pessoa. Esse foi o ponto de partida para introduzir o conceito de personagem.<\/p>\n<p>Ele interagiu com as meninas aplicando jogos tradicionais e pedindo ajuda das meninas para transformar a boneca de pano em bailarina. Elas o ajudaram repetindo a palavra m\u00e1gica \u201cAbagigabuga\u201d, fazendo com que a boneca ganhasse vida. A transforma\u00e7\u00e3o da boneca em bailarina, atrav\u00e9s de um recurso c\u00eanico, deixou as alunas encantadas. A \u201cBailarina\u201d dan\u00e7ou uma coreografia e, na sequ\u00eancia,\u00a0 deu uma aula de bal\u00e9, de modo que as crian\u00e7as dan\u00e7aram junto com ela. Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o, o \u201cPadrinho M\u00e1gico\u201d e a \u201cBailarina\u201d voltaram para o reino encantado onde ela teria muitas apresenta\u00e7\u00f5es para fazer.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das atividades t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento em teatro, iniciamos a\u00e7\u00f5es (retomadas nos anos seguintes) de forma\u00e7\u00e3o das alunas enquanto espectadoras, propiciando que elas tivessem acesso a espet\u00e1culos teatrais. No final de 2017<strong>,<\/strong> levamos para o Instituto o espet\u00e1culo <em>O reizinho mand\u00e3o<\/em>, inspirado na obra de Ruth Rocha, com a atua\u00e7\u00e3o do professor-ator do curso de Teatro, Carlos Eduardo P\u00e9rola.<\/p>\n<p><img class=\"size-medium wp-image-103 aligncenter\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/reizinho-mandao-400x225.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/reizinho-mandao-400x225.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/reizinho-mandao-768x432.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/files\/2020\/08\/reizinho-mandao.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>professor\/ator Carlos P\u00e9rola em O reizinho mand\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>Levando em conta que assistir a um espet\u00e1culo teatral \u00e9 experi\u00eancia incomum, sobretudo para as classes menos favorecidas e que as crian\u00e7as se constituem enquanto espectadoras \u201cpor processos de recep\u00e7\u00e3o h\u00edbridos\u201d, que envolvem \u201csuas experi\u00eancias como receptores de televis\u00e3o, cinema, jogos, <em>sites<\/em>, m\u00fasicas, artes visuais, entre outros\u201d (FERREIRA, 2006, p. 118), compreendemos a import\u00e2ncia de ofertar \u00e0s alunas distintas experi\u00eancias est\u00e9ticas teatrais, sempre mediadas pelos ministrantes das oficinas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe do projeto em 2017 Discentes monitores: Brenda Seneme Gobbi, Luciane dos Santos Avila, Rafael de Camargo Bueno e Wesley Fr\u00f3is Arag\u00e3o. Coordena\u00e7\u00e3o: Prof\u00aa Marina de Oliveira Colaboradores: Liz Helena Rodrigues (assistente social do Instituto Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o) e Francine Mesquita (professora do Instituto Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o) A positiva\u00e7\u00e3o de identidades negras, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":949,"featured_media":0,"parent":30,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-27","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/users\/949"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":155,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/27\/revisions\/155"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/30"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/brincando\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}