{"id":8378,"date":"2019-10-09T19:37:51","date_gmt":"2019-10-09T22:37:51","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/?p=8378"},"modified":"2019-10-09T19:44:24","modified_gmt":"2019-10-09T22:44:24","slug":"hip-hop-em-acao-uma-entrevista-com-andre-dizero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/2019\/10\/09\/hip-hop-em-acao-uma-entrevista-com-andre-dizero\/","title":{"rendered":"Hip hop em a\u00e7\u00e3o: uma entrevista com Andr\u00e9 Diz\u00e9ro"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_8381\" style=\"width: 697px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8381\" class=\"wp-image-8381\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2019\/10\/2019-10-09-5-500x238.png\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2019\/10\/2019-10-09-5-500x238.png 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2019\/10\/2019-10-09-5-300x143.png 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2019\/10\/2019-10-09-5.png 661w\" sizes=\"auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px\" \/><p id=\"caption-attachment-8381\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Rapper une a m\u00fasica com a realiza\u00e7\u00e3o de oficinas e a pesquisa acad\u00eamica\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Foto: DAC V\u00eddeos &#8211; FURG<\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Por Chay Cadaval <\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">O rap surgiu na Jamaica l\u00e1 pela d\u00e9cada de 1960 e foi levado para os Estados Unidos 10 anos depois, em 1970. Chegou ao Brasil na d\u00e9cada de 1980, ainda com muita resist\u00eancia, por ser um g\u00eanero musical visto de forma pejorativa, por ser algo da periferia. Grandes nomes marcam esse per\u00edodo em que o rap come\u00e7ava a ganhar forma no Brasil: Thayde, Racionais MCs e Detentos do Rap. Em Rio Grande, a hist\u00f3ria do rap tamb\u00e9m tem presen\u00e7a na agenda cultural, apesar de que, em certas vezes, o g\u00eanero n\u00e3o \u00e9 visto com o valor cultural que merece. Batemos um papo com o Andr\u00e9 Diz\u00e9ro sobre o movimento hip hop na cidade do Rio Grande. Ele contou um pouco mais sobre seus projetos sociais e sua vis\u00e3o de mundo atrav\u00e9s da \u00f3tica do hip hop.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Como come\u00e7ou teu envolvimento com o rap e o movimento hip hop como um todo?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong> <\/span>Eu comecei com o rap l\u00e1 em 2007 com o grupo Dirth South (D$). A gente iniciou fazendo m\u00fasica, com muita influ\u00eancia do rap americano e alguma coisa nacional. O grupo se inspirou nos caras do Sul dos Estados Unidos, do Texas, que faziam um estilo Dirth South. Tinha uma batida mais pr\u00f3ximo do que hoje a galera chama de<strong> <em>trap<\/em><\/strong> . Mas era um estilo Dirth. Ent\u00e3o, come\u00e7amos a fazer m\u00fasica nesse estilo aqui na cidade. E a gente disponibilizava m\u00fasica na internet, MSN, e em outras plataformas. A galera curtia, come\u00e7ou a baixar demais, a cantar as m\u00fasicas. E n\u00e3o paramos de produzir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Depois disso a gente gravou um disco da Dirth South que se chama Dirth Show. O lan\u00e7amento no Teatro Municipal lotado foi da hora. Desse per\u00edodo da Dirth South, eu comecei a trabalhar tamb\u00e9m um pouco mais individual. Foi quando entrei na Universidade, no curso de Artes Visuais da FURG, no Bacharelado e depois na Licenciatura. E eu comecei a tornar a parada um pouco diferente, comecei a me envolver mais com o rap de uma forma particular, num formato meu. Continuei trabalhando com a gurizada da Dirth, mas comecei a fazer meus projetos sociais. Entendi o hip hop como ferramenta de inser\u00e7\u00e3o, como algo que poderia se tornar em ensino. Passei a fazer oficinas, tudo isso a partir do meu envolvimento com a FURG. Quando eu tive cadeiras de Licenciatura, aprendi a fazer planos de aula, comecei a ter mais uma pr\u00e1tica pedag\u00f3gica. E foi da\u00ed que eu trouxe mais o hip hop pra essa \u00e1rea do conhecimento mesmo, do ensino. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Eu me formei no Bacharelado de Artes Visuais em 2014 e em Licenciatura em 2016. Quando terminei a licenciatura, acabei criando um projeto que se chama Hip Hop e Educa\u00e7\u00e3o. Nele eu fa\u00e7o oficinas de hip hop desde essa \u00e9poca. Neste ano, o projeto completa cinco anos. Esse projeto basicamente leva um pouco do hip hop pra dentro das escolas e espa\u00e7os de ensino n\u00e3o formal tamb\u00e9m. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul \u2013 Em geral, como se d\u00e1 a tua rela\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica e com as oficinas?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> Pra resumir, meu envolvimento com o hip hop \u00e9 a partir da m\u00fasica. Fa\u00e7o minhas m\u00fasicas, tenho meu trabalho na rua, um EP que se chama \u201cDiz\u00e9ro \u00e0 100\u201d. Tenho alguns videoclipes tamb\u00e9m no Youtube desse trabalho. Tenho o projeto Hip Hop e Educa\u00e7\u00e3o e a minha parte de pesquisador. Eu fa\u00e7o Mestrado em Artes Visuais na UFPel, em que eu tamb\u00e9m acabo pesquisando hip hop. Ent\u00e3o, hoje em dia, eu falo que eu sou o cara que rima, o rimador, o educador e o pesquisador. S\u00e3o nessas tr\u00eas \u00e1reas que eu acabo caminhando com o hip hop. E uma potencializa a outra, porque, a partir do que eu componho, das minhas m\u00fasicas, dos clipes que gravo, gero material pras oficinas. Isso acaba gerando conte\u00fado pra minha pesquisa acad\u00eamica. Ent\u00e3o, acaba sendo um ciclo, a parada se retroalimenta. Uma fun\u00e7\u00e3o alimenta a outra. Eu j\u00e1 n\u00e3o consigo separar uma da outra. Fa\u00e7o rap, ele me leva \u00e0 oficina e a oficina me leva a uma escrita acad\u00eamica, uma pesquisa nessa \u00e1rea. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Eu acredito que essas oficinas s\u00e3o importantes no contexto hist\u00f3rico que a gente vive, principalmente em inser\u00e7\u00e3o digital. O hip hop passou a ser totalmente utilizado pelas plataformas, assim como qualquer outra \u00e1rea art\u00edstica. Mas o hip hop tem uma particularidade porque ele veio da periferia, da favela, ent\u00e3o hoje ele precisa se abra\u00e7ar na tecnologia. Quando eu vou fazer oficinas, eu acho importante e, ao mesmo tempo, eu fico um pouco numa corda bamba. Na hora que eu vou trazer a hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o do hip hop, como \u00e9 que ele se desenvolve, como \u00e9 que ele chega no Brasil, a galera t\u00e1 muito atr\u00e1s do cifr\u00e3o. T\u00e1 muito atr\u00e1s do dinheiro, da produ\u00e7\u00e3o, do seguidor, [da visibilidade na internet]. E, nessa busca da galera, no mundo acelerado de hoje, acaba que se passa por cima da hist\u00f3ria. N\u00e3o se quer saber muito da base da parada, da filosofia. Querem produzir e tentar chegar ao topo. E n\u00e3o tem como desacelerar esse desenvolvimento do hip hop, principalmente quando a gente fala dessa alian\u00e7a da m\u00fasica com a ind\u00fastria da internet, n\u00e3o tem como. Ent\u00e3o, eu penso que tenho que me renovar pra n\u00e3o me tornar algu\u00e9m obsoleto, falando de uma coisa ultrapassada. Mas a hist\u00f3ria serve como base para galera poder produzir, ir atr\u00e1s dos objetivos. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Como tu enxergas a influ\u00eancia que essas oficinas e esse projeto de ensino t\u00eam no p\u00fablico que tu consegues alcan\u00e7ar?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> Eu acredito que tem um retorno positivo. Alguns participantes das oficinas acabaram se desenvolvendo bastante e se interessando pela hist\u00f3ria. Isso enriqueceu o conhecimento que eles t\u00eam sobre a cultura. Tem um participante em especial, o Richard Prodigio, um MC do Bairro BGV, que acabou participando comigo nas oficinas no <strong>BGV Rolezinhos<\/strong>. Tanto ele quanto o Pedro Henrique. Os dois hoje gravam juntos e t\u00eam uma produ\u00e7\u00e3o legal, est\u00e3o sempre gravando videoclipes e envolvidos com m\u00fasica. E eles s\u00e3o os caras que foram fruto do projeto. E, pra mim, isso \u00e9 uma satisfa\u00e7\u00e3o enorme. Por exemplo, o Richard colou num est\u00fadio bacana de grava\u00e7\u00e3o, onde ele tem um aux\u00edlio de produ\u00e7\u00e3o pra gravar. Quando eu pude levar ele no est\u00fadio do 808 Luke, abriu as portas pro projeto. Ent\u00e3o, acredito que a oficina tem o seu retorno. Ela \u00e9 muito importante nesse sentido. Embora a gente tenha que competir com o mundo acelerado, em que a galera acaba deixando um pouco de lado a hist\u00f3ria, eu acho que esse envolvimento e aprendizado da base, da cultura, acaba resgatando valores. A partir dessas iniciativas, a galera acaba se tornando um pouco mais consciente nas suas produ\u00e7\u00f5es. Faz com um pouco mais de responsabilidade com o que vai colocar no papel e gravar no miq. A oficina acaba trabalhando pra resgatar os valores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Podes explicar um pouquinho como acontecem essas oficinas e os eventos que tu tens atuado? <\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> As oficinas acontecem atrav\u00e9s de convites, muitas escolas acabam me convidando pra fazer as oficinas. Existe uma demanda, um desejo dos alunos e tamb\u00e9m dos professores de ter o hip hop nas escolas. E a\u00ed \u00e9 interessante, porque o hip hop era visto de forma pejorativa antigamente, agora acaba tendo convites pra ele estar presente nas escolas. E tamb\u00e9m rola muito de forma contratual. \u00c0s vezes o Sesc ou Prefeitura me contratam pra fazer oficina em algum evento ou em algumas escolas. Ent\u00e3o, eu fa\u00e7o oficinas das duas formas: a partir de um convite, de forma gratuita, ou atrav\u00e9s de um contrato.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">E existe uma metodologia pra fazer essa oficina. Ela \u00e9 dividida em tr\u00eas partes. A primeira \u00e9 a parte hist\u00f3rica. A apresenta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do hip hop, das refer\u00eancias, de como que o hip hop vem dos Estados Unidos pro Brasil, como que ele chega a Rio Grande. Nesse meio tempo eu apresento refer\u00eancias dos Estados Unidos, do Brasil e, tamb\u00e9m, da nossa cidade. Eu acho importante falar um pouco dos artistas daqui. Porque eles fazem parte desse movimento hip hop. Ent\u00e3o, a primeira parte fica mais na quest\u00e3o hist\u00f3rica, filos\u00f3fica. Eu contextualizo muito do momento pol\u00edtico quando o hip hop nasce, o que estava acontecendo na sociedade, porque que o hip hop foi criado, como ele se desenvolveu. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Na segunda parte, j\u00e1 que na hist\u00f3ria do hip hop eu passo pelo rap, pelo DJ, pela dan\u00e7a e pelo grafite, eu explico o surgimento desses quatro elementos. E eu acabo mostrando refer\u00eancias, mostro diferentes formas de rap, diferentes subg\u00eaneros que existem no rap. A gente constr\u00f3i rimas, mostrando como se faz no papel mesmo. Ent\u00e3o a galera acaba criando versos de uma forma mais criativa, mais po\u00e9tica, no caderno.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Na terceira parte, com esses versos que criam, eles acabam recitando. Ent\u00e3o \u00e9 a parte de quebrar todo gelo, quebrar toda vergonha, e levantar a autoestima. \u00c9 a busca pela autoestima principalmente. Tamb\u00e9m \u00e9 a parte da apresenta\u00e7\u00e3o. Quando eles fazem uma rima, a gente faz uma roda onde todos acabam recitando em forma de poema. E isso \u00e9 muito da hora, porque eles acabam desconstruindo toda essa baixa autoestima que acaba tendo nas escolas de periferia. \u00c9 uma forma de resgatar a import\u00e2ncia deles. Quando eu tenho a oportunidade de ser contratado e rolar uma verba, eu levo um DJ. Ent\u00e3o, a\u00ed, j\u00e1 rolam oficinas de hip hop mais voltadas pra rap. \u00c0s vezes, vem um grafiteiro e acaba tendo pr\u00e1ticas art\u00edsticas com v\u00e1rios elementos. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Tens alguma no\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a n\u00fameros de escolas ou alunos que tu j\u00e1 alcan\u00e7aste nesses anos do projeto?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> Em 2019, fazem quatro anos do projeto de oficina. Acredito que entre 400 e 500 alunos j\u00e1 foram atendidos em aproximadamente 20 escolas. E em oficinas no BGV Rolezinhos e em ocasi\u00f5es no CCMar tamb\u00e9m. O interessante disso \u00e9 que eu consegui levar quase todos os artistas do hip hop na cidade. Passaram pelas oficinas todos os DJs da cidade que a gente tem registro, tamb\u00e9m passaram os grafiteiros e alguns MC\u2019s de Rio Grande.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Eu tive o prazer de realizar alguns eventos na cidade que t\u00eam a mesma filosofia tanto do meu trabalho musical quanto do meu trabalho com a cultura hip hop. Em 2017 eu fui premiado pelo Minist\u00e9rio da Cultura. O projeto Hip Hop e Educa\u00e7\u00e3o foi destacado pela <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=DT_2kiE0gqc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Incubadora Cultura Viva da FURG<\/a> e pelo Minist\u00e9rio da Cultura. Eu realizei seis meses de resid\u00eancia art\u00edstica na antiga casa skate arte do Cassino. L\u00e1 eu tive a oportunidade de promover um evento que se chama Tarde Cultural, que teve tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m fundei o evento que se chama Rap contra o Frio, que acontece no Teatro Municipal e que esse ano teve sua quarta edi\u00e7\u00e3o. O evento \u00e9 pra arrecadar agasalhos. E, ao longo desses tr\u00eas anos do evento, n\u00f3s conseguimos arrecadar mais de 2000 pe\u00e7as de roupas que foram doadas pra diversas institui\u00e7\u00f5es, como Assoran, institui\u00e7\u00e3o de albergue, pres\u00eddio, pra institui\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as carentes e, principalmente, pra tribos ind\u00edgenas. E isso \u00e9 muito bacana. N\u00f3s conseguimos distribuir s\u00f3 no \u00faltimo evento agasalhos pra tr\u00eas tribos ind\u00edgenas. Tamb\u00e9m desenvolvi o evento que se chama Rap Sessions, que teve tr\u00eas edi\u00e7\u00f5es e reunia diversos artistas que estavam produzindo bastante na cidade, mas que n\u00e3o tinham espa\u00e7o pra tocar. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Como tu encaras as realiza\u00e7\u00f5es em torno do movimento hip hop e o envolvimento da cidade com o rap?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> A nossa hist\u00f3ria com o hip hop na cidade \u00e9 muito forte. Ela tem uma hist\u00f3ria principalmente no BGV, uma hist\u00f3ria antiga. Muitos grupos da antiga daqui tinham uma conex\u00e3o muito forte com a galera de S\u00e3o Paulo, de Porto Alegre. Rio Grande sempre esteve no mapa. Depois a gente teve as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es, a gente tem aqui o Tuty que colou no Lollapalooza, gravou com v\u00e1rios MCs. E Rio Grande sempre esteve um pouco no radar do hip hop. Ent\u00e3o, eu acredito que a gente tenha uma raiz muito forte com o hip hop, mas sofremos com o que toda cidade do interior sofre. A gente n\u00e3o consegue se sustentar com a parada. Por exemplo, teve uma \u00e9poca, de 2007 a 2012, que o movimento hip hop estava muito forte na cidade, tinha muito grupo e principalmente p\u00fablico. Hoje em dia existem muitos grupos, mas o p\u00fablico n\u00e3o existe tanto como antes. Os shows eram lotados, a galera consumia muito hip hop daqui. Hoje a galera acaba consumindo muita parada de fora. E o dinheiro dentro do hip hop aqui na cidade acontece da seguinte forma: o MC vai l\u00e1 e paga pro produtor produzir beat. Ele compra o beat, o produtor recebe. Depois o MC escreve a m\u00fasica e vai pro est\u00fadio gravar. O dono do est\u00fadio recebe. E quando o MC precisa receber, quando ele tem seu trabalho na rua, circulando, ele n\u00e3o tem espa\u00e7o pra tocar. Todo mundo que trabalha com o MC recebe. O cara que produz, o cara que grava, o cara que faz o flyer, o cara que faz as fotos, o cara que faz o v\u00eddeo, o Facebook recebe, o Instagram. Menos o MC. E isso bloqueia o capital de giro. O dinheiro n\u00e3o retorna pro artista e isso fica insustent\u00e1vel. E n\u00e3o tem como a galera sobreviver. \u00c9 uma roda que n\u00e3o gira. Os caras n\u00e3o contratam, os caras n\u00e3o recebem. O MC n\u00e3o vai ter dinheiro pra uma pr\u00f3xima produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o consegue ter uma produ\u00e7\u00e3o mensal, por exemplo. Ent\u00e3o, o MC n\u00e3o recebe, n\u00e3o faz show, n\u00e3o se apresenta. O cara lan\u00e7a um material bacana na internet, mas n\u00e3o recebe a oportunidade de poder estar no palco, de ser pago pra isso. Mas isso n\u00e3o \u00e9 culpa do p\u00fablico. \u00c9 culpa do mercado da cidade. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\">Em meio a tudo isso, eu ainda acho que o p\u00fablico d\u00e1 um retorno legal. A galera ainda prestigia shows, prestigia a\u00e7\u00f5es. Por exemplo, o III Rap Contra o Frio, em 2018, teve lota\u00e7\u00e3o da casa. E no Teatro, que vem sofrendo h\u00e1 muito tempo com falta de p\u00fablico, a gente conseguiu lotar a casa com uma cultura de rua, em um espa\u00e7o mais elitizado, mais cl\u00e1ssico. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Pra ti, qual o poder do rap e como ele pode ajudar na atual conjuntura pol\u00edtica do pa\u00eds?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong><\/span> Eu acho que 2019 \u00e9 um ano de muita produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00f3 art\u00edstica, mas tamb\u00e9m pol\u00edtica. O representante que a gente tem no pa\u00eds atualmente \u00e9 opressor e tem um discurso de \u00f3dio. A galera, num primeiro momento, principalmente nas elei\u00e7\u00f5es, talvez sentisse aquele frio na barriga, aquele medo de n\u00e3o ter acesso, de n\u00e3o poder ter voz mais e da sua luta desvalorizada. Mas, num segundo momento, ap\u00f3s a turbul\u00eancia, a galera entendeu que \u00e9 mais uma chance de produ\u00e7\u00e3o. Eu acho que o rap, principalmente, vai voltar a ser mais pol\u00edtico. Ele vai precisar ser assim. N\u00e3o como Racionais MC\u2019s j\u00e1 foi um dia. Acho que isso n\u00e3o vai voltar a acontecer. Por\u00e9m acho que a galera vai come\u00e7ar a falar menos bobagens. N\u00e3o \u00e9 que o rap tenha perdido seu sentido total, mas eu acho que ele \u00e9 o reflexo do cen\u00e1rio. Reflexo do per\u00edodo, do contexto. A gente teve pol\u00edticas que asseguravam que o rap n\u00e3o falasse s\u00f3 sobre a periferia, mas que ele pudesse chegar ao grande centro. Ent\u00e3o, se acontecer tudo o que a gente acha que vai acontecer, o rap vai voltar a ser mais pol\u00edtico. Ele vai precisar ser assim.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Tens alguma indica\u00e7\u00e3o de leitura pra quem se interessar pela hist\u00f3ria e busca entender um pouco mais do hip hop e do rap no Brasil?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro &#8211;<\/strong> <\/span>Tem um livro que \u00e9 do Ricardo Teperman que se chama \u201cAs transforma\u00e7\u00f5es do rap no Brasil\u201d. \u00c9 um livro bem massa, que te d\u00e1 uma profundidade bem grande da transforma\u00e7\u00e3o do rap, at\u00e9 a era Emicida mais ou menos. E aqui, pr\u00f3ximo a n\u00f3s, tem o do Gagui IDV que se chama \u201cResenha do Rap\u201d. \u00c9 um livro de entrevistas em que ele troca ideia com MCs ao longo de v\u00e1rios anos. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong><span style=\"font-size: 14pt\">Arte no Sul &#8211; Se tu pudesses usar uma palavra pra representar o movimento hip hop, qual seria?<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Andr\u00e9 Diz\u00e9ro<\/strong><\/span> &#8211; Tem um amigo meu que falou uma vez uma frase que representa muito o hip hop. Ela fala que o hip hop n\u00e3o inventou nada, mas ele reinventou tudo. O mundo depois do hip hop \u00e9 um mundo que existe atrav\u00e9s da \u00f3tica do hip hop. Ent\u00e3o, uma palavra pra representar o hip hop: reinven\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Trap &#8211;<\/strong><\/span> \u00c9 \u00a0uma vertente do rap que surgiu l\u00e1 no sul dos Estados Unidos e ganhou mais popularidade a partir de 2007 com o surgimento de grupos como Gucci Mane e hoje est\u00e1 presente no Brasil com artistas como Matu\u00ea e Raff Moreira, entre outros.\u00a0<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-size: 14pt\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>BGV Rolezinhos<\/strong><\/span> \u00e9 um projeto da Prefeitura Municipal de Rio Grande, em que Andr\u00e9 Diz\u00e9ro foi selecionado pra ser oficineiro atrav\u00e9s de um edital. Tem como objetivo estimular o combate \u00e0 viol\u00eancia e \u00e0s drogas, principalmente entre jovens de 13 a 17 anos, no bairro Get\u00falio Vargas. E tamb\u00e9m visa resgatar um pouco da identidade do bairro, pra mostrar que \u00e9 muito mais al\u00e9m do que as not\u00edcias negativas.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\"><span style=\"color: #0000ff;font-size: 14pt\"><strong>PRIMEIRA P\u00c1GINA<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;font-size: 14pt\"><strong>COMENT\u00c1RIOS<\/strong><\/span><\/p>\n<div data-test='contact-form'\n\t\t\tid='contact-form-8378'\n\t\t\tclass='wp-block-jetpack-contact-form-container '\n\t\t\tdata-wp-interactive='jetpack\/form' 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class=\"jetpack_forms_contact-form-success-summary\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"field-name\" data-wp-text=\"context.submission.label\" data-wp-bind--hidden=\"!context.submission.label\"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"field-value\" data-wp-text=\"context.submission.value\"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"field-images\" data-wp-bind--hidden=\"!context.submission.images\">\n\t\t\t\t\t\t\t<template data-wp-each--image=\"context.submission.images\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"field-image\" data-wp-class--is-empty=\"!context.image\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img data-wp-bind--src=\"context.image\" data-wp-bind--hidden=\"!context.image\" \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAD\/ACwAAAAAAQABAAACADs=\" data-wp-bind--hidden=\"context.image\" \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/template>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/template><\/div><form 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>Nome<\/label>\n<input\n\t\t\t\t\ttype='text'\n\t\t\t\t\tname='g8378-nome'\n\t\t\t\t\tid='g8378-nome'\n\t\t\t\t\tvalue=''\n\n\t\t\t\t\tdata-wp-bind--aria-invalid='state.fieldHasErrors'\n\t\t\t\t\tdata-wp-bind--value='state.getFieldValue'\n\t\t\t\t\taria-errormessage='g8378-nome-text-error-message'\n\t\t\t\t\tdata-wp-on--input='actions.onFieldChange'\n\t\t\t\t\tdata-wp-on--blur='actions.onFieldBlur'\n\t\t\t\t\tdata-wp-class--has-value='state.hasFieldValue'\n\n\t\t\t\t\tclass='name  grunion-field' \n\t\t\t\t\t \/>\n \n\t\t\t<div id=\"g8378-nome-text-error\" class=\"contact-form__input-error\" data-wp-class--has-errors=\"state.fieldHasErrors\">\n\t\t\t\t<span class=\"contact-form__warning-icon\">\n\t\t\t\t\t<svg width=\"16\" height=\"16\" viewBox=\"0 0 16 16\" fill=\"none\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\">\n\t\t\t\t\t\t<path d=\"M8.50015 11.6402H7.50015V10.6402H8.50015V11.6402Z\" \/>\n\t\t\t\t\t\t<path d=\"M7.50015 9.64018H8.50015V6.30684H7.50015V9.64018Z\" \/>\n\t\t\t\t\t\t<path 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