{"id":30520,"date":"2026-02-26T16:18:14","date_gmt":"2026-02-26T19:18:14","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/?p=30520"},"modified":"2026-02-26T16:18:14","modified_gmt":"2026-02-26T19:18:14","slug":"caminho-da-musica-nativista-vai-da-poesia-das-palavras-a-interpretacao-nos-palcos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/2026\/02\/26\/caminho-da-musica-nativista-vai-da-poesia-das-palavras-a-interpretacao-nos-palcos\/","title":{"rendered":"Caminho da m\u00fasica nativista vai da poesia das palavras \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o nos palcos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000080;\"><strong><em>Processo criativo com ra\u00edzes na cultura rio-grandense \u00e9 marcado pela integra\u00e7\u00e3o de compositores, melodistas, instrumentistas e cantores\u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #000080;\"><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <strong>Por Maikelly de Souza da Silva<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Existe um momento preciso, invis\u00edvel ao p\u00fablico e silencioso para o mundo, em que uma hist\u00f3ria deixa de pertencer apenas a quem a viveu e come\u00e7a a existir como algo maior. \u00c9 um instante que acontece antes do palco, antes das luzes e do microfone, antes mesmo de qualquer nota ser reproduzida. Acontece quando um poeta come\u00e7a a escrever o que sente, o que vive ou o que observa. \u00c9 ali, naquele gesto, que come\u00e7a uma can\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O que vem depois disso, por\u00e9m, \u00e9 um percurso que poucos enxergam: uma cadeia de m\u00e3os e sensibilidades que transformam aquela poesia em m\u00fasica, capaz de produzir sentimentos at\u00e9 para quem nunca viveu aquela hist\u00f3ria. \u00c9 um processo coletivo, uma constru\u00e7\u00e3o em camadas, no qual contribui cada pessoa (poetas, melodistas, instrumentistas, int\u00e9rpretes) com uma parte de si para que a can\u00e7\u00e3o, ao final, fique pronta. Todo esse processo criativo \u00e9 testemunhado pelo violonista Ricardo Silva, e pelos cantores Robledo Martins e Marina Dornelles, que participam ativamente desta tradi\u00e7\u00e3o musical.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_30522\" style=\"width: 850px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-30522\" class=\" wp-image-30522\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-500x333.jpg\" alt=\"\" width=\"850\" height=\"566\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-500x333.jpg 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-300x200.jpg 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-1-O-silencio-antes-do-som-855x570.jpg 855w\" sizes=\"auto, (max-width: 850px) 100vw, 850px\" \/><p id=\"caption-attachment-30522\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 Instrumentos como a gaita d\u00e3o lugar a processo que vai dos sentimentos \u00edntimos \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o plena entre artistas e p\u00fablico<\/span> <span style=\"color: #0000ff;\">Foto: Maikelly Silva<\/span><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>Quando a hist\u00f3ria come\u00e7a<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A m\u00fasica nativista ga\u00facha surgiu a partir dos anos 1970, em torno dos festivais que se espalharam pelo Rio Grande do Sul. Ela nunca foi apenas mero entretenimento regionalista. Desde sua origem, buscou narrar o mundo a partir do olhar do pampa. A can\u00e7\u00e3o nativista carrega letras com cr\u00edticas sociais profundas, traduzidas com as linguagens e s\u00edmbolos que fazem parte do imagin\u00e1rio do sul do Brasil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Esse movimento n\u00e3o surgiu do nada. Ele se insere num contexto mais amplo de can\u00e7\u00e3o engajada na Am\u00e9rica Latina das d\u00e9cadas de 1960 e 1970. No Rio Grande do Sul, por\u00e9m, esse impulso criativo encontrou um caminho pr\u00f3prio: artistas urbanos e universit\u00e1rios, muitos deles atravessados pelos debates da \u00e9poca, voltaram o olhar para o campo e para a fronteira, e ali encontraram uma mat\u00e9ria-prima rica e pouco explorada. Dali surgiu uma mistura sonora que mescla ritmos folcl\u00f3ricos ga\u00fachos com experi\u00eancias vocais, instrumentais e tem\u00e1ticas, criando algo genuinamente novo a partir de ra\u00edzes antigas. Mas o que faz essa m\u00fasica resistir n\u00e3o \u00e9 apenas o peso hist\u00f3rico ou a cr\u00edtica social, \u00e9 a capacidade de contar hist\u00f3rias que se parecem com a vida de quem escuta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A palavra vem primeiro, e quase sempre, ela chega como fragmento. \u00c0s vezes, \u00e9 uma frase que n\u00e3o sai da cabe\u00e7a, \u00e0s vezes, \u00e9 uma cena que precisa ser nomeada. O poeta sabe que a emo\u00e7\u00e3o se esconde nos detalhes, e que o maior desafio n\u00e3o \u00e9 escrever bem, mas ser verdadeiro no que escreve. Nessa fase, h\u00e1 uma solid\u00e3o produtiva que define o processo criativo. Por\u00e9m, a palavra que saiu de sua experi\u00eancia (frequentemente \u00edntima) vai ser lida, interpretada e moldada por outras pessoas. Cada uma com sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, sensibilidade e vis\u00e3o daquilo que a letra est\u00e1 dizendo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>Quando a palavra encontra o ritmo<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Se o poeta \u00e9 quem planta a semente, quem come\u00e7a com tudo, o melodista \u00e9 quem faz brotar a raiz. Quem l\u00ea aquela letra e imagina qual nota combina com aquela sensa\u00e7\u00e3o. Qual ritmo traduz aquele sentimento. Qual contorno mel\u00f3dico vai fazer aquela hist\u00f3ria respirar de uma maneira que talvez apenas as palavras n\u00e3o pudessem fazer.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A rela\u00e7\u00e3o entre letra e melodia numa can\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de hierarquia, mas de di\u00e1logo. A melodia n\u00e3o serve \u00e0 letra, e vice-versa. Na verdade, ela a interpreta, \u00e0s vezes concordando, \u00e0s vezes criando tens\u00e3o que enriquece o sentido. Uma melodia mais grave pode fazer uma letra nost\u00e1lgica pesar ainda mais. Uma melodia sobre uma letra que fala de esperan\u00e7a pode transformar o verso de uma forma que nem o pr\u00f3prio poeta havia imaginado quando escreveu. \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Esse di\u00e1logo do melodista exige uma sensibilidade dupla: honrar o que o poeta escreveu e trazer sua pr\u00f3pria vis\u00e3o, sua escuta, sua experi\u00eancia. \u00c9 um equil\u00edbrio delicado que nem sempre vai ser r\u00e1pido. Nessa fase, algo fundamental acontece. A can\u00e7\u00e3o come\u00e7a a ganhar identidade pr\u00f3pria. Uma vez que a melodia certa \u00e9 encontrada, tudo parece encaixar em seu lugar com uma naturalidade inexplic\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_30523\" style=\"width: 842px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-30523\" class=\" wp-image-30523\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-500x333.jpg\" alt=\"\" width=\"842\" height=\"561\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-500x333.jpg 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-300x200.jpg 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-2-Onde-a-poesia-vira-som-855x570.jpg 855w\" sizes=\"auto, (max-width: 842px) 100vw, 842px\" \/><p id=\"caption-attachment-30523\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A poesia vira som nas m\u00e3os dos instrumentistas que traduzem palavras em acordes\u00a0 \u00a0<\/span> \u00a0 <span style=\"color: #0000ff;\">\u00a0 \u00a0 Foto: Maikelly Silva<\/span><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>O som que veste a can\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Com a letra e a melodia em m\u00e3os, chega o momento da participa\u00e7\u00e3o dos instrumentistas, que se integram com sua t\u00e9cnica e sensibilidade, criam a atmosfera que vai sustentar tudo o que at\u00e9 ent\u00e3o foi constru\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ricardo Silva come\u00e7ou a tocar viol\u00e3o aos oito anos, por influ\u00eancia familiar. Seus tios tocavam, seu pai tocava e toca at\u00e9 hoje. Nunca estudou m\u00fasica formalmente, aprendeu pelo que os m\u00fasicos chamam de \u201ctirar de ouvido\u201d. Ao longo dos anos, ele acumulou uma trajet\u00f3ria diversificada, tendo tocado para p\u00fablicos completamente diferentes, de bailes aos festivais nativistas, e explica que esse m\u00faltiplo percurso moldou uma compreens\u00e3o particular sobre o que significa tocar. \u201cSignifica transmitir a mensagem po\u00e9tica das palavras atrav\u00e9s da sonoridade de uma melodia, atrav\u00e9s dos arranjos criados e da sua execu\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 tocar um instrumento: explorar a sua sonoridade\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_30546\" style=\"width: 408px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-30546\" class=\" wp-image-30546\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-333x500.jpg\" alt=\"\" width=\"408\" height=\"613\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-333x500.jpg 333w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-200x300.jpg 200w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-768x1152.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-855x1283.jpg 855w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-3-O-instrumento-como-extensao-da-alma-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"auto, (max-width: 408px) 100vw, 408px\" \/><p id=\"caption-attachment-30546\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Para Ricardo Silva, tocar \u00e9 a mensagem do poeta como uma extens\u00e3o da alma atrav\u00e9s da sonoridade\u00a0 \u00a0 \u00a0Foto: Maikelly Silva<\/span><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Segundo o m\u00fasico, a t\u00e9cnica \u00e9 necess\u00e1ria, mas n\u00e3o suficiente. Ela \u00e9 o meio, n\u00e3o o fim. O instrumentista que domina apenas a t\u00e9cnica consegue executar a m\u00fasica, mas n\u00e3o necessariamente passar o que ela precisa transmitir. Para isso, \u00e9 preciso algo mais: sensibilidade para ler a letra, entender o que ela quer dizer, e escolher a sonoridade que vai potencializar isso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cO instrumentista, al\u00e9m da t\u00e9cnica de tocar, tem que ter a sensibilidade de analisar a letra e tentar passar o que ela quer transmitir para quem est\u00e1 escutando a m\u00fasica. Ent\u00e3o, naquele momento, tu tens que ter a sensibilidade para escolher entre uma melodia alegre ou triste, usar acordes que consigam transmitir alegria ou tristeza, ou ansiedade. Ent\u00e3o, atrav\u00e9s dos acordes e melodia que tu vais escolher, tu consegues transmitir o que o poeta est\u00e1 querendo falar na letra\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Esse processo de escolha acontece nos ensaios. A maior parte dos arranjos nascem em encontros entre os m\u00fasicos, dos momentos em que um sugere algo e outro responde, em que uma frase musical surge do improviso e \u00e9 reconhecida por todos como a solu\u00e7\u00e3o que estavam buscando.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cA conversa entre todos durante a cria\u00e7\u00e3o de uma m\u00fasica \u00e9 muito produtiva, porque cada um tem um ponto de vista diferente e cada um tem uma ideia. Unindo todas as ideias e os pontos de vistas, sai uma melodia. Muito da m\u00fasica \u00e9 criado no ensaio e nos momentos em que a gente est\u00e1 ensaiando e executando\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Quando os instrumentos se juntam, a din\u00e2mica muda. Tocar sozinho exige um tipo de concentra\u00e7\u00e3o, mas tocar em grupo exige outra, mais complexa e mais generosa. No grupo, \u00e9 preciso saber quando avan\u00e7ar e quando recuar, quando destacar o pr\u00f3prio instrumento e quando ceder espa\u00e7o para os outros. A harmonia do conjunto s\u00f3 surge quando cada um entende que sua fun\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 individual, mas sim coletiva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cQuando tu est\u00e1s tocando com mais instrumentos, quando se juntam mais instrumentos, tu tens que ter essa sensibilidade e o cuidado para que todos os instrumentos apare\u00e7am e contribuam, cada um com a sua parte, para que se crie uma harmonia nessa melodia\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ricardo usa o termo \u201cdin\u00e2micas\u201d para descrever os momentos em que o instrumento fala mais alto, os picos expressivos de uma m\u00fasica, as passagens onde a sonoridade \u00e9 usada deliberadamente para destacar algo. S\u00e3o esses momentos que, quando bem colocados, podem mudar completamente o sentido de um verso, transformando-o em algo inesquec\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O primeiro sentimento que ele menciona quando come\u00e7a a tocar \u00e9 gratid\u00e3o. Gratid\u00e3o por ter o dom, por ter a oportunidade, por estar sendo o instrumento pelo qual uma mensagem vai chegar at\u00e9 algu\u00e9m.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ricardo conta que, no 4\u00ba Legado da Can\u00e7\u00e3o Ga\u00facha em Santo \u00c2ngelo, o grupo executava uma can\u00e7\u00e3o sobre os ind\u00edgenas e sua terra. Na plateia, havia um homem ind\u00edgena. Ao final da apresenta\u00e7\u00e3o, o homem subiu ao palco e agradeceu em l\u00e1grimas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><em>\u201c<span style=\"color: #0000ff;\">A cada palmo da terra latina <\/span><\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>H\u00e1 um lamento amer\u00edndio, <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>Segregando a realidade <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>Que escola conta dos \u00edndios.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>[&#8230;]<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>Pois tudo que nos contaram <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>Sobre a coloniza\u00e7\u00e3o, <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>N\u00e3o passa de uma mentira <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>Onde a verdade \u00e9 invas\u00e3o!\u201d<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>\u00a0&#8220;<\/strong><\/span><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>Sepulcro Caiado&#8221;, de Igor Silveira.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">S\u00e3o esses momentos que ilustram o que a m\u00fasica nativista pode fazer: transformar uma hist\u00f3ria particular numa experi\u00eancia que atravessa a barreira entre quem canta e quem ouve.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"embed-container\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"SEPULCRO CAIADO - 4\u00ba Legado da Can\u00e7\u00e3o\" width=\"855\" height=\"481\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YHZG7WRuc4Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A voz que transmite<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Ao final de todo esse percurso, h\u00e1 uma voz. O int\u00e9rprete \u00e9 o \u00faltimo elo de uma longa teia, e geralmente \u00e9 o que o p\u00fablico mais percebe. \u00c9 ele quem recebe uma obra que passou por v\u00e1rias m\u00e3os e precisa fazer com que tudo isso transborde em seu corpo e seu instrumento mais potente \u2013 a voz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_30548\" style=\"width: 878px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-30548\" class=\" wp-image-30548\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-500x333.jpg\" alt=\"\" width=\"878\" height=\"585\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-500x333.jpg 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-300x200.jpg 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-768x512.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-4-O-mensageiro-da-cancao-855x570.jpg 855w\" sizes=\"auto, (max-width: 878px) 100vw, 878px\" \/><p id=\"caption-attachment-30548\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Robledo Martins: arte est\u00e1 em colocar a pr\u00f3pria identidade a servi\u00e7o da hist\u00f3ria que a can\u00e7\u00e3o quer contar\u00a0 \u00a0Foto: Maikelly Silva<\/span><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O m\u00fasico Robledo Martins descobriu que queria cantar aos 17 anos, num anfiteatro de Pelotas, assistindo a um show de Noel Guarany. Antes disso, j\u00e1 tocava viol\u00e3o. Mas foi naquela noite que algo se confirmou, numa certeza silenciosa que ele descreve com precis\u00e3o de quem sabe exatamente o quer dizer: \u00e9 isso que eu quero, eu quero cantar. Desde ent\u00e3o, nunca mais parou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio, para um int\u00e9rprete, entender o que o poeta quis expressar na sua escrita, para, assim, ser o instrumento de divulga\u00e7\u00e3o da obra. Atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o, a m\u00fasica ganha asas, cor, nuances de vida, e de tantas coisas que acabam adjetivando o que a poesia pede\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Para Robledo, o processo de dar vida a uma can\u00e7\u00e3o come\u00e7a sempre pela letra. \u00c9 a poesia que abre o caminho para a interpreta\u00e7\u00e3o. Sem ela, aliada a uma melodia, n\u00e3o h\u00e1 como expressar o canto em sua plenitude.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cPara mim, \u00e9 imprescind\u00edvel a an\u00e1lise, se envolver com aquilo que foi escrito, que foi feito a melodia, estar perto dos compositores, \u00e9 importante, pois cada compositor tem um estilo, um jeito de escrever e de musicar diferente dos demais, e isso \u00e9 muito importante para a diversifica\u00e7\u00e3o musical\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Cada cantor tem, nas palavras de Robledo, a sua digital, uma forma de cantar que \u00e9 irreproduz\u00edvel, que carrega a soma de tudo que essa pessoa viveu, sentiu, perdeu e celebrou. Mas essa identidade n\u00e3o pode ser imposta \u00e0 can\u00e7\u00e3o, ela precisa encontrar seu lugar dentro dela sem apag\u00e1-la. Por isso, a an\u00e1lise \u00e9 imprescind\u00edvel. O int\u00e9rprete que n\u00e3o mergulha na obra que vai defender, corre o risco de colocar a si mesmo no lugar da hist\u00f3ria, quando deveria ser o contr\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">O que define o sucesso de uma apresenta\u00e7\u00e3o, para ele, n\u00e3o \u00e9 o aplauso. \u00c9 o choro. O momento em que as pessoas na plateia est\u00e3o com l\u00e1grimas nos olhos \u00e9 o sinal de que chegou aonde todo o cantor quer chegar: no cora\u00e7\u00e3o das pessoas. Mas o riso tamb\u00e9m conta, ele lembra. A alegria tem o mesmo peso.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_30549\" style=\"width: 876px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-30549\" class=\" wp-image-30549\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco-500x278.jpeg\" alt=\"\" width=\"876\" height=\"487\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco-500x278.jpeg 500w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco-300x167.jpeg 300w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco-768x427.jpeg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco-855x475.jpeg 855w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\/files\/2026\/02\/Imagem-5-A-alma-aberta-no-palco.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 876px) 100vw, 876px\" \/><p id=\"caption-attachment-30549\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Para Marina Dornelles, interpretar vai al\u00e9m da voz, o corpo inteiro fica entregue \u00e0 narrativa\u00a0Foto: Arquivo pessoal<\/span><\/strong><\/span><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A cantora Marina Dornelles cresceu cercada de m\u00fasica. Filha de m\u00fasico, compositor, int\u00e9rprete, violonista e pianista. A m\u00fasica n\u00e3o foi uma escolha de carreira, foi uma heran\u00e7a que ela fez sua.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cA m\u00fasica \u00e9 meu ref\u00fagio. Quando tudo parece dar errado, \u00e9 com ela que tudo faz sentido. Hoje em dia, estar no palco \u00e9 uma grande realiza\u00e7\u00e3o pessoal\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Interpretar vai muito al\u00e9m da voz. O gestual, a forma de vestir, o posicionamento no palco. Tudo isso faz parte da hist\u00f3ria que est\u00e1 sendo contada, continua Marina. \u00c9 esse conjunto que transforma uma execu\u00e7\u00e3o tecnicamente boa em algo que toca de verdade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><em><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\"><strong>\u201c\u00c9 quando a poesia nasce, e me \u00e9 mostrada\u2026 eu, particularmente, me emociono muito\u201d.<\/strong><\/span><\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Marina descreve uma situa\u00e7\u00e3o como algo essencial sobre interpretar uma m\u00fasica: quando recebe uma composi\u00e7\u00e3o que se encaixa perfeitamente no seu timbre, no seu tom, no seu estilo. \u00c9, segundo ela, o sentimento de vencer antes mesmo de subir no palco. A m\u00fasica parece ter sido feita para aquela voz.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 sobre cantar, \u00e9 sobre viver e expressar a m\u00fasica por inteiro. Acredito que seja assim que a hist\u00f3ria realmente ganha forma e toca as pessoas, pelo menos \u00e9 o que esperamos e tentamos fazer, com vontade e dedica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">H\u00e1 ainda o reconhecimento mais \u00edntimo: quando a letra fala sobre algo que ela mesma viveu, quando cantar n\u00e3o \u00e9 interpretar uma hist\u00f3ria alheia, mas revisitar sua pr\u00f3pria. Nesses momentos, a linha que separa o artista da can\u00e7\u00e3o desaparece.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cCom certeza. O que mais me faz sentir que a m\u00fasica lavou minha alma \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o. Cantar algo em que eu verdadeiramente acredito, sem tirar nem p\u00f4r, ou reviver uma hist\u00f3ria que j\u00e1 foi vivida por mim e est\u00e1 ali, contada na letra\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Durante muito tempo, o campo da m\u00fasica nativista foi predominantemente masculino. N\u00e3o por uma regra escrita, mas pelo ac\u00famulo de conven\u00e7\u00f5es que foram se solidificando ao longo dos anos. Por\u00e9m, nos \u00faltimos tempos, a presen\u00e7a feminina vem crescendo, ganhando for\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Levar uma can\u00e7\u00e3o ao palco \u00e9 descrito por Marina como um respeito e uma responsabilidade sem igual. H\u00e1 um trabalho inteiro por tr\u00e1s, toda uma constru\u00e7\u00e3o coletiva que convergiu at\u00e9 ali. O int\u00e9rprete \u00e9 a voz que apresenta ao p\u00fablico o resultado desse trabalho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong><em>\u201cEu percebo que a presen\u00e7a feminina no cen\u00e1rio nativista tem ganhado cada vez mais for\u00e7a. Particularmente, acredito que a voz feminina \u00e9 especial, ela carrega sensibilidade\u2026 Quando uma can\u00e7\u00e3o \u00e9 interpretada por uma mulher, sinto que a alma dela ganha outro sentido. A emo\u00e7\u00e3o vem de outro lugar, outro olhar\u201d.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>O caminho coletivo da m\u00fasica nativista, da palavra \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Existe uma pergunta que fica em todo esse processo: como algo que come\u00e7ou como uma experi\u00eancia, em sua grande parte, particular, consegue se transformar em algo que todos reconhecem como seu?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A resposta, talvez, esteja justamente no car\u00e1ter coletivo desse percurso. Cada m\u00e3o por onde a can\u00e7\u00e3o passa adiciona um toque seu, sem deixar que a particularidade original suma. E quando finalmente chega ao p\u00fablico, a metamorfose se completa: a m\u00fasica passa a pertencer a todos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Todo esse processo pode se resumir em um pouco do que o Robledo, a Marina e o Ricardo falam: \u00e9 sobre pegar aquilo que muitas vezes n\u00e3o sabemos dizer e traduzir em voz, em nota, em entrega. \u00c9 sobre a coragem de estar no palco de alma aberta. \u00c9 sobre gratid\u00e3o. Sobre responsabilidade com a obra, com os colegas, com o p\u00fablico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">A m\u00fasica nativista, entendida a partir dessa perspectiva, transforma-se em um arquivo vivo de experi\u00eancias humanas contadas com as palavras, com os sons e com os s\u00edmbolos do nosso lugar. Do Sul do Brasil. Do pampa, da fronteira, do campo, da cidade. Mas, ao mesmo tempo, transcendendo essa localidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif;\">Tr\u00eas formas diferentes de dizer a mesma coisa: que fazer m\u00fasica \u00e9 um ato de entrega. Que \u00e9 maior do que qualquer coisa. \u00c9 uma forma de dizer que a hist\u00f3ria de um \u00e9 a hist\u00f3ria de todos. Que a dor que n\u00e3o tem nome pode encontrar palavra. Que a palavra pode encontrar melodia. Que a melodia pode encontrar uma voz. E que essa voz pode tocar o cora\u00e7\u00e3o de quem estava esperando por exatamente aquele som, mesmo que sem saber.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/wp.ufpel.edu.br\/artenosul\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>PRIMEIRA P\u00c1GINA<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; color: #0000ff;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div data-test='contact-form'\n\t\t\tid='contact-form-30520'\n\t\t\tclass='wp-block-jetpack-contact-form-container '\n\t\t\tdata-wp-interactive='jetpack\/form' 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