{"id":39,"date":"2023-06-09T19:28:05","date_gmt":"2023-06-09T22:28:05","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/?page_id=39"},"modified":"2023-08-15T09:20:39","modified_gmt":"2023-08-15T12:20:39","slug":"grupo-de-pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/grupo-de-pesquisa\/","title":{"rendered":"Grupo de Pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">PRODU\u00c7\u00c3O E POL\u00cdTICAS CULTURAIS: FORMULA\u00c7\u00c3O E ACOMPANHAMENTO DO PLANO DE CULTURA DE PELOTAS<\/h4>\n\n\n\n<p><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong>Resumo:<\/strong><\/span> O presente projeto de pesquisa busca investigar a arte e a produ\u00e7\u00e3o cultural como profiss\u00e3o, mercado cultural, cadeia produtiva e economia da Cultura. Atrav\u00e9s da atua\u00e7\u00e3o como observat\u00f3rio, busca-se subsidiar a elabora\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de projetos culturais e formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, atrav\u00e9s do planejamento cultural e estudos para capta\u00e7\u00e3o e financiamento de projetos, a\u00e7\u00f5es, iniciativas e agentes culturais. Com enfoque especial nas pol\u00edticas decorrentes da Lei Aldir Blanc, em seu feito hist\u00f3rico de colocar a Cultura no centro do debate e da vida nacional em plena crise sanit\u00e1ria e pol\u00edtica, investiga-se quest\u00f5es sobre o campo da produ\u00e7\u00e3o cultural, seus agentes culturais, suas finalidades e mecanismos de pol\u00edtica p\u00fablica. Al\u00e9m disso, o projeto visa observar o protagonismo da comunidade cultural e sua articula\u00e7\u00e3o nas inst\u00e2ncias pol\u00edticas e decis\u00f3rias, envolvendo conselhos de cultura, confer\u00eancias e f\u00f3runs de discuss\u00e3o do setor. Almeja-se contribuir para a elabora\u00e7\u00e3o do Plano de Cultura de Pelotas, assim como os demais munic\u00edpios parceiros da UFPEL via AZONASUL &#8211; Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios da Zona Sul.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<p>O Campo da Produ\u00e7\u00e3o Cultural e a Classe Art\u00edstica constituem um bra\u00e7o significativo da Ind\u00fastria Criativa. Segundo dados levantados pelo pesquisador T\u00e1rson N\u00fa\u00f1ez, do Departamento de Economia e Estat\u00edstica da Secretaria de Planejamento do Rio Grande do Sul, a Economia Criativa gera mais empregos do que o setor cal\u00e7adista e automobil\u00edstico, ficando atr\u00e1s somente da Constru\u00e7\u00e3o Civil (Portal G1 RS, 10\/12\/2019). \u00c9 poss\u00edvel identificar a centralidade e a transversalidade que a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica (publica\u00e7\u00f5es, espet\u00e1culos, grava\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o e mixagem de som, cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o) exerce no Fluxograma da Cadeia Criativa no Brasil, a partir dos estudos realizados pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado Rio de Janeiro (Firjan), conforme seu relat\u00f3rio de mapeamento da ind\u00fastria criativa (<a href=\"https:\/\/www.firjan.com.br\/EconomiaCriativa\/downloads\/MapeamentoIndustriaCriativa.pdf?fbclid=IwAR2WQKrnoV1CHRpnxe2W__y9eUUS6EwFKnZ4IPSutqRwIqFyGSkXN_nhWlw\">https:\/\/www.firjan.com.br\/EconomiaCriativa\/downloads\/MapeamentoIndustriaCriativa.pdf?fbclid=IwAR2WQKrnoV1CHRpnxe2W__y9eUUS6EwFKnZ4IPSutqRwIqFyGSkXN_nhWlw<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Em pesquisa anterior, intitulada <strong>&#8220;Poetics of Song: Songwriting Habitus in the Creative Process of Brazilian Music&#8221;<\/strong> (Maia, 2019), Doutorado\/Bath Spa University, abordou os conceitos de Habitus, Campo e Capital (Bourdieu, 1977, 1993), no \u00e2mbito da produ\u00e7\u00e3o musical, em especial de cancionistas. O trabalho abordou, entre outros aspectos, os mecanismos de posicionamento, legitima\u00e7\u00e3o, valora\u00e7\u00e3o e consagra\u00e7\u00e3o, identificando que os capitais culturais se articulam de forma din\u00e2mica e aut\u00f4noma neste campo espec\u00edfico, numa economia, por vezes, \u201creversa\u201d, onde mecanismos simb\u00f3licos e econ\u00f4micos correm em paralelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tais estudos constatam que <strong>trajet\u00f3rias culturais se d\u00e3o de forma multifacetada<\/strong>, difusa e de acordo com din\u00e2micas espec\u00edficas de cada subcampo. Ou seja, o que conta como relevante numa determinada sub\u00e1rea da cultura pode ser irrelevante para outra, sendo dif\u00edcil estabelecer mensura\u00e7\u00f5es gen\u00e9ricas sem compreender as din\u00e2micas de cada subcampo em si. Nisto, segmentos de atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o essenciais e precisam ser ouvidos em suas especificidades. Na m\u00fasica do RS, por exemplo, dada a aus\u00eancia de uma ind\u00fastria criativa organizada e sistematizada, percebe-se que estamos \u201clonge demais dos capitais\u201d, pensando num contexto que conte n\u00e3o somente com grandes gravadoras, mas sobretudo <strong>pequenos circuitos culturais s\u00f3lidos e permanentes<\/strong>, vida noturna movimentada, espa\u00e7os culturais abertos e equipados, bilheterias aquecidas e sobretudo, ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o e meios de difus\u00e3o. Existe uma grande crise de referenciais, mecanismos de legitima\u00e7\u00e3o e consagra\u00e7\u00e3o. Quem \u00e9 artista e quem n\u00e3o \u00e9? Quais s\u00e3o as refer\u00eancias do campo? Quem d\u00e1 as cartas no jogo? Como se joga esse jogo? Como os jogadores entram em campo? Em portugu\u00eas, foi publicada uma uma breve descri\u00e7\u00e3o destas categorias de capital cultural no texto <strong>\u201cA TVE e a FM Cultura na forma\u00e7\u00e3o do habitus musical: quest\u00f5es pessoais, implica\u00e7\u00f5es coletivas\u201d<\/strong>, no livro <strong>\u201cComunica\u00e7\u00e3o P\u00fablica no Brasil: desafios e perspectivas; mem\u00f3rias e depoimentos\u201d<\/strong> (Santos e Silva, 2019). Dentre os casos mencionados, o radialista Luiz Henrique Fontoura, do <strong>Programa \u201cConversa de Botequim\u201d<\/strong> (FM Cultura de Porto Alegre), servidor da cultura em sua trajet\u00f3ria de mais de trinta anos revelando novos talentos e consolidando carreiras, refer\u00eancias e formando p\u00fablico no campo espec\u00edfico da m\u00fasica brasileira, neste caso, criando vasos comunicantes entre cenas locais e nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que \u00e9 importante conhecer o campo de produ\u00e7\u00e3o cultural e sua din\u00e2mica de atua\u00e7\u00e3o? Porque, simplesmente, <strong>tudo \u00e9 cultura<\/strong>: vestu\u00e1rio, gastronomia, alimenta\u00e7\u00e3o, l\u00edngua. N\u00e3o se trata da cultura como uma tentativa de adjetiva\u00e7\u00e3o para descrever \u201calgo de qualidade\u201d. N\u00e3o estamos falando de \u201calta cultura\u201d, paradigma superado tanto produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica quanto pelas pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando falamos de pol\u00edtica cultural, no \u00e2mbito do Setor P\u00fablico, estamos definindo quest\u00f5es bastante espec\u00edficas ligadas \u00e0 nossa identidade, nossas pr\u00e1ticas e rela\u00e7\u00f5es humanas aqui e agora, mas tamb\u00e9m no \u00e2mbito hist\u00f3rico e patrimonial. <strong>Paulo Freire<\/strong>, cujo centen\u00e1rio celebramos em 2021, dizia que \u201ccultura \u00e9 a a\u00e7\u00e3o humana sobre o mundo\u201d.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire.jpg\" alt=\"Imagem de Paulo Freire sentado, ao fundo encontra-se uma estante de madeira com diversos livros. Paulo Freire \u00e9 um homem idoso, careca, de barba grande branca, usa \u00f3culos e terno preto listrado com preto; usa gravata preta e camisa social branca.\" class=\"wp-image-103\" width=\"382\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire.jpg 1600w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire-400x330.jpg 400w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire-1024x844.jpg 1024w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire-768x633.jpg 768w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/agimos\/files\/2023\/06\/paulo-freire-1536x1265.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 382px) 100vw, 382px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><span style=\"font-size: 18pt;\">&#8220;Cultura \u00e9 a a\u00e7\u00e3o humana sobre o mundo&#8221; &#8211; Paulo Freire<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Elemento intr\u00ednseco do universo da cultura, a arte \u00e9 central como a\u00e7\u00e3o humana sobre o mundo, em sua grande complexidade de linguagens, dizeres, lugares de fala e manifesta\u00e7\u00f5es. Exemplificando atrav\u00e9s da M\u00fasica \u2013 na verdade M\u00fasicas: essa \u00e1rea representa uma parte significativa deste universo que abrange desde o professor de instrumento, o artes\u00e3o, o DJ, o colecionador, passando por infinitos estilos, circuitos e modos de produ\u00e7\u00e3o. <strong>Cada segmento art\u00edstico possui uma infinidade de profissionais para al\u00e9m dos artistas: a chamada cadeia produtiva.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Eis um fato importante: as artes encontram somente nas pastas da Cultura a chance de interlocu\u00e7\u00e3o mais efetiva com o Setor P\u00fablico, enquanto outras \u00e1reas culturais, tamb\u00e9m important\u00edssimas, encontram abrigo institucional tamb\u00e9m na Assist\u00eancia Social, nos Direitos Humanos, nos Meio Ambiente, na Agricultura, assim como Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, Turismo, entre outras. Faz parte, inclusive, de uma pol\u00edtica cultural s\u00f3lida fazer a <strong>intersec\u00e7\u00e3o de todas estas outras \u00e1reas com a pasta da Cultura<\/strong>. Uma Diretoria de Economia da Cultura faria talvez mais sentido, e maior diferen\u00e7a, numa pasta de Economia, Fazenda ou Emprego. A <strong>Lei Aldir Blanc<\/strong>, em sua generosidade e pot\u00eancia, deixa claro que comunidades tradicionais, pescadores, ind\u00edgenas, quilombolas, dentre outras categorias e setores, s\u00e3o agentes de cultura a serem contemplados pela lei. N\u00e3o compreender isso \u00e9 n\u00e3o compreender a pr\u00f3pria lei e talvez uma grande contribui\u00e7\u00e3o sua seja alargar o escopo da compreens\u00e3o sobre agentes culturais em sua rela\u00e7\u00e3o com a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, existe uma categoria profissional espec\u00edfica, a da classe art\u00edstica. Ela \u00e9 formada de m\u00fasicos, escritoras, bailarinos, atuadoras, iluminadores, figurinistas, t\u00e9cnicos de som, produtores, trapezistas, contadores de hist\u00f3ria, pintores, agentes da literatura oral e escrita, t\u00e9cnicos, artes\u00e3os e outras infinitas formas e varia\u00e7\u00f5es. Esta categoria profissional que, em muitos casos, \u00e9 marcada pela <strong>informalidade<\/strong>, pela intermit\u00eancia, precisa de pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas. Essas pol\u00edticas, quando existem, s\u00e3o formuladas e implementadas somente no \u00e2mbito da pasta da Cultura (extinta e rebaixada no \u00e2mbito federal, extinta durante o Governo Sartori e retomada no Governo Leite). \u00c9 evidente que <strong>cultura n\u00e3o \u00e9 feita apenas pela classe art\u00edstica.<\/strong> Assim como artistas, no sentido de fazedores de arte, n\u00e3o s\u00e3o necessariamente membros da classe art\u00edstica, no sentido profissional do termo, ao viver principalmente disso ou compor sua renda familiar com o valor recebido pela sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Aqui um recorte importante, que \u00e9 onde os conceitos de campo da produ\u00e7\u00e3o cultural e de classe art\u00edstica se encontram. De um lado, temos a abrang\u00eancia da Lei Aldir Blanc, expandindo o conceito de \u201cfazedores da cultura\u201d e contemplando comunidades e popula\u00e7\u00f5es espec\u00edficas ligadas a este universo. De outro, o conceito de \u201cclasse art\u00edstica\u201d, enquanto categoria profissional que tem seu sustento primordial advindo de sua atua\u00e7\u00e3o art\u00edstica. \u00c9 o campo dos trabalhadores da cultura, onde a classe art\u00edstica ocupa uma posi\u00e7\u00e3o significativa. Este campo profissional <strong>sofre da falta de regulamenta\u00e7\u00e3o e profissionaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>, com a falta de indicadores que possibilitem compreender esse n\u00f3 entre arte e sociedade, emprego e manifesta\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Perspectivas Culturais Glocais<\/h5>\n\n\n\n<p>O termo <em><strong>glocal<\/strong><\/em> articula os entrecruzamentos entre contextos globais e interesses locais (OJALA e V\u00c4KEV\u00c4, 2015, p. 90), caracter\u00edsticos da contemporaneidade, sobretudo na <strong>ambiguidade de termos como &#8220;autencidade&#8221; e &#8220;reprodu\u00e7\u00e3o&#8221; no campo da m\u00fasica popular.<\/strong> N\u00e3o cabe aqui promover exaustiva reflex\u00e3o, mas salientar que o cen\u00e1rio de produ\u00e7\u00e3o cultural apresenta esta ambiguidade em seu cerne: mesmo apresentando uma pujante produ\u00e7\u00e3o local (Pelotas, em 2019, lan\u00e7ou <strong>mais de 20 Cds e EPs<\/strong>, <strong>Ian Ramil<\/strong> j\u00e1 conquistou o <strong>Grammy Latino<\/strong> com \u00e1lbum lan\u00e7ado pelo selo pelotense Esc\u00e1pula Records), artistas seguem fora dos meios de comunica\u00e7\u00e3o num contexto onde a ind\u00fastria musical gera bilh\u00f5es, mas concentra 90% de seu mercado em tr\u00eas grandes conglomerados: a Warner, a Sony e a Universal (SUMAN, 2016, p. 331). Em grande parte, tal hegemonia n\u00e3o \u00e9 apenas fruto de mera popularidade ou empreendedorismo, mas de uma <strong>agressiva campanha de ocupa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e simb\u00f3lica dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa e plataformas digitais pelos conglomerados.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estudo recente indica a import\u00e2ncia da comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica na forma\u00e7\u00e3o do habitus musical e indicadores da constru\u00e7\u00e3o de capital cultural no \u00e2mbito da m\u00fasica popular (Maia, 2019), chamando a aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia de estabelecer <strong>mecanismos de consagra\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o para al\u00e9m daqueles restritos aos Top Hits<\/strong>, as mais tocadas, as mais &#8220;pedidas&#8221;, financiadas pelo mecanismo conhecido como &#8216;Jab\u00e1&#8217; (SUMAN, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Desta forma, \u00e9 cada vez mais imperativa a <strong>atua\u00e7\u00e3o das universidades no campo da cultura<\/strong>, contribuindo na constru\u00e7\u00e3o de imagin\u00e1rios e de subjetividades. Neste contexto, a produ\u00e7\u00e3o musical \u00e9 parte <strong>fundamental<\/strong> de uma ind\u00fastria criativa que possibilita desenvolver alternativas ao discurso hegem\u00f4nico que desconsidera os aspectos e voca\u00e7\u00f5es locais. Apesar de seu significativa impacto econ\u00f4mico, <strong>a cultura representa um campo em crescimento, que contribui para o desenvolvimento sustent\u00e1vel e saud\u00e1vel, envolvendo identidades, manifesta\u00e7\u00f5es e formas de vida.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PRODU\u00c7\u00c3O E POL\u00cdTICAS CULTURAIS: FORMULA\u00c7\u00c3O E ACOMPANHAMENTO DO PLANO DE CULTURA DE PELOTAS Resumo: O presente projeto de pesquisa busca investigar a arte e a produ\u00e7\u00e3o cultural como profiss\u00e3o, mercado cultural, cadeia produtiva e economia da Cultura. 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