{"id":46,"date":"2025-07-03T12:00:59","date_gmt":"2025-07-03T15:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/?page_id=46"},"modified":"2025-09-25T00:26:04","modified_gmt":"2025-09-25T03:26:04","slug":"grupos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Grupos de Trabalho"},"content":{"rendered":"<p><strong>\ud83d\udd17 Clique no t\u00edtulo do GT para saber informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre sua programa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt1-sociologia-e-dialogos-interdisciplinares\/\"><strong>GT1: Sociologia e di\u00e1logos interdisciplinares<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>N\u00e3o \u00e9 novidade que a Sociologia, enquanto campo aut\u00f4nomo da ci\u00eancia, tem dialogado, desde sua emerg\u00eancia, com uma s\u00e9rie de outras \u00e1reas do conhecimento cient\u00edfico, n\u00e3o se restringindo apenas ao debate entre disciplinas das ci\u00eancias humanas. Em raz\u00e3o de suas m\u00faltiplas matrizes epistemol\u00f3gicas, te\u00f3ricas e metodol\u00f3gicas, bem como de seu vasto conjunto de conceitos e categorias anal\u00edticas, a Sociologia tem se mostrado uma base consistente e f\u00e9rtil para estudos e pesquisas que extrapolam suas fronteiras disciplinares, alcan\u00e7ando campos como a psicologia, a administra\u00e7\u00e3o, a economia, as ci\u00eancias da sa\u00fade, entre outros. Nesse sentido, \u00e9 importante ressaltar a pot\u00eancia da Sociologia para investiga\u00e7\u00f5es que n\u00e3o se limitam ao \u00e2mbito da pr\u00f3pria disciplina, evidenciando o quanto seu instrumental cr\u00edtico e interpretativo contribui \u00e0 an\u00e1lise de fen\u00f4menos sociais complexos que exigem abordagens interdisciplinares. Ao articular diferentes perspectivas e promover o di\u00e1logo entre saberes, a Sociologia amplia as possibilidades de an\u00e1lise e interven\u00e7\u00e3o sobre os problemas contempor\u00e2neos, oferecendo subs\u00eddios fundamentais para pensar quest\u00f5es que envolvem desigualdades sociais, transforma\u00e7\u00f5es culturais, rela\u00e7\u00f5es de poder, din\u00e2micas institucionais e impactos das inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas na vida coletiva. Logo, reconhecer a relev\u00e2ncia da Sociologia para outros campos do conhecimento n\u00e3o apenas reafirma seu car\u00e1ter transversal e abrangente, mas tamb\u00e9m refor\u00e7a seu papel estrat\u00e9gico na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cr\u00edtico e na constru\u00e7\u00e3o de respostas socialmente situadas diante dos desafios que se imp\u00f5em \u00e0s sociedades contempor\u00e2neas. Frente ao exposto, o presente GT busca aglutinar trabalhos das mais variadas \u00e1reas do conhecimento cient\u00edfico que t\u00eam na sociologia um suporte, seja epistemol\u00f3gico, te\u00f3rico ou metodol\u00f3gico, contribuindo, portanto, ao debate interdisciplinar entre a Sociologia e outras disciplinas.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Gabriel Bandeira Coelho (UFRGS); Everton Garcia da Costa (UFRGS); Alice Hubner Franz (FURG).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Presencial<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt3-movimentos-sociais-e-protestos-na-america-latina-disputas-por-poder-e-justica-social\/\"><strong>GT3: Movimentos sociais e protestos na Am\u00e9rica Latina: disputas por poder e justi\u00e7a social<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Este GT possui o objetivo de contribuir para o debate de pesquisas de tem\u00e1ticas que giram em torno das a\u00e7\u00f5es ligadas a movimentos sociais na Am\u00e9rica Latina. Busca-se refletir sobre como sujeitos coletivos \u2014 rurais e urbanos, tradicionais e emergentes, progressistas e conservadores \u2014 atuam frente a processos pol\u00edticos em disputa, desigualdade hist\u00f3ricas e novas formas de opress\u00e3o. O GT acolhe estudos que abordem estrat\u00e9gias de resist\u00eancia, repert\u00f3rios de a\u00e7\u00e3o, disputas por legitimidade e discursos, bem como a repress\u00e3o institucional e a viol\u00eancia direcionada a lideran\u00e7as sociais e movimentos. Al\u00e9m disso, interessa analisar como esses conflitos se intensificam em contextos marcados por crises ambientais, avan\u00e7o de agendas autorit\u00e1rias, criminaliza\u00e7\u00e3o dos protestos e precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de vida. Com isso, pretende-se valorizar abordagens cr\u00edticas e interdisciplinares, com abertura a diferentes m\u00e9todos de pesquisa.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Carla Michele Rech (UFPel); Murilo Lima Brum (UFPel); Roberta do Pr\u00e1 Alano (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>H\u00edbrido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt4-ensino-de-sociologia\/\"><strong>GT4: Ensino de Sociologia<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/strong>O Grupo de Trabalho tem como objetivo central a discuss\u00e3o de pesquisas e pr\u00e1ticas sobre o Ensino de Sociologia na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica a partir da intersec\u00e7\u00e3o do debate te\u00f3rico e metodol\u00f3gico das Ci\u00eancias Sociais e da Educa\u00e7\u00e3o. A relev\u00e2ncia do tema est\u00e1 atrelada ao papel das Ci\u00eancias Sociais na forma\u00e7\u00e3o de professores, nos processos escolares e no desenvolvimento do pensamento social cr\u00edtico, elementar para a forma\u00e7\u00e3o de uma cidadania ativa e democr\u00e1tica. Desse modo, a constitui\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de debate te\u00f3rico, metodol\u00f3gico e pr\u00e1tico que re\u00fana os agentes que trabalham com o tema torna-se estrat\u00e9gico para fomentar a qualifica\u00e7\u00e3o dos participantes, tendo em vista as possibilidades de trocas acad\u00eamicas e escolares.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Francisco dos Santos Kieling (UFPel); Vera Lucia dos Santos Schwarz (UFPel); Analisa Zorzi (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Presencial.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt6-zonas-cinzentas-da-sustentabilidade-sociologia-da-crise-climatica-no-sul-global\/\"><strong>GT5: Zonas Cinzentas da Sustentabilidade: Sociologia da Crise Clim\u00e1tica no Sul Global<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>\u00c0s v\u00e9speras da COP30, cresce a urg\u00eancia de repensar sociologicamente as promessas de transi\u00e7\u00e3o para uma economia verde do capitalismo global. Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e discutir como essas pol\u00edticas impactam de forma desigual territ\u00f3rios historicamente marginalizados, onde a crise ambiental se manifesta com maior intensidade, como periferias urbanas, ocupa\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, comunidades tradicionais, povos ind\u00edgenas, quilombolas e trabalhadores da economia informal no Sul Global. Interessam-nos especialmente os sujeitos invisibilizados pelos discursos clim\u00e1ticos dominantes \u2014 catadores, sem-terra, moradores de rua, trabalhadores precarizados, povos tradicionais, comunidades marginais, entre tantos outros \u2014 que constroem saberes e pr\u00e1ticas capazes de tensionar o modelo centralizador da sustentabilidade. Frente \u00e0 intensifica\u00e7\u00e3o da crise clim\u00e1tica e ao avan\u00e7o de discursos anticient\u00edficos e autorit\u00e1rios, buscamos refletir sobre os limites das atuais pol\u00edticas ambientais, as disputas entre mercado e justi\u00e7a ambiental, e as alternativas gestadas por movimentos sociais, tecnologias sustent\u00e1veis e formas solid\u00e1rias de organiza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. O GT acolhe pesquisas te\u00f3ricas e emp\u00edricas de sociologia, antropologia, ci\u00eancia pol\u00edtica e ecologia pol\u00edtica, voltadas a compreender criticamente as desigualdades socioambientais contempor\u00e2neas e a pensar caminhos de justi\u00e7a clim\u00e1tica a partir do Sul Global.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>William G\u00f3mez (UFPel); Sandro Ari Andrade de Miranda (Faculdade Jo\u00e3o Paulo II); \u00c0rleson Costa (UFPel); Sandro Adams (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Virtual.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt6-sociologia-da-tecnologia\/\"><strong>GT6: Sociologia da Tecnologia<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Desde pelo menos a d\u00e9cada de 1970 a tecnologia vem se consolidando como um objeto de an\u00e1lise da sociologia, deixando para tr\u00e1s seu car\u00e1ter de objetos transparentes intermedi\u00e1rios pelos quais as a\u00e7\u00f5es sociais podem ser materializadas. Estudos Sociais da Ci\u00eancia e da Tecnologia, Construtivismo Social, Teoria do Ator-Rede, dentre outras, s\u00e3o abordagens te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas que tomam os objetos t\u00e9cnicos, os conjuntos t\u00e9cnicos e as rela\u00e7\u00f5es tecnologicamente mediadas como objetos da an\u00e1lise sociol\u00f3gica. A presente proposta busca acolher pesquisas de diferentes abordagens metodol\u00f3gicas e te\u00f3ricas que tenham na transversalidade dos aparatos t\u00e9cnicos nas mais diversas esferas da vida contempor\u00e2nea o ator social privilegiado para compreens\u00e3o das complexidades dos atuais arranjos sociot\u00e9cnicos. Pesquisas conclu\u00eddas ou em andamento que versem acerca implementa\u00e7\u00e3o de tecnologias na agricultura, educa\u00e7\u00e3o, arte, sa\u00fade, espa\u00e7o urbano, mundo do trabalho, tecnologias digitais, crise clim\u00e1tica, nas formas de descri\u00e7\u00e3o do capitalismo contempor\u00e2neo (plaformizado, vigil\u00e2ncia, algor\u00edtmico, tecnofeudal); na rela\u00e7\u00e3o com distintos marcadores sociais da diferen\u00e7a como classe, ra\u00e7a, g\u00eanero, idade, defici\u00eancia, origem (interseccionalidade) ser\u00e3o bem-vindos.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Rafael da Silva Malh\u00e3o (UFPel); Federico Testa (University of East Anglia).<\/li>\n<li><strong>Formato: <\/strong>H\u00edbrido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt7-arte-e-sociedade\/\"><strong>GT7: Arte e Sociedade<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A sociologia pode trazer novas contribui\u00e7\u00f5es e indaga\u00e7\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es entre arte e sociedade. Assim, o universo das artes, composto por diversas categorias, movimentos e institui\u00e7\u00f5es que produzem diversas pr\u00e1ticas, pode ser visibilizado a partir de m\u00faltiplas perspectivas te\u00f3ricas. A obra \u201cDial\u00e9tica do Esclarecimento\u201d de Theodor W. Adorno e Max Horkheimer (1947), por exemplo, alertava sobre como o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista vinha influenciando as pr\u00e1ticas art\u00edsticas, submetendo-as a uma l\u00f3gica mercantil, atribu\u00eddo \u00e0 conforma\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria cultural. Por sua vez, \u201cO valor da obra de arte\u201d de Alain Quemin (2014) coloca a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica em liga\u00e7\u00e3o com o mercado, as institui\u00e7\u00f5es e a sociedade. Este GT prop\u00f5e um espa\u00e7o de debate e reflex\u00e3o sobre as formas contempor\u00e2neas da arte, em um sentido m\u00faltiplo e diverso, que possa auxiliar na compreens\u00e3o de mudan\u00e7as e emerg\u00eancias, considerando a complexidade dos fen\u00f4menos sociais e culturais, desde abordagens metodol\u00f3gicas m\u00faltiplas, tais como estudos de caso, an\u00e1lises de trajet\u00f3rias, pesquisas estat\u00edsticas e observa\u00e7\u00e3o de manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Pedro Robertt (UFPel)<strong>;\u00a0<\/strong>Jair J. Gauna Quiroz (UFPel); Pedro Darlan (UFPel); Tain\u00e1 Cardozo (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Presencial.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt8-economia-e-moral-sentidos-sociais-valores-e-desigualdades\/\"><strong>GT8: Economia e Moral: Sentidos Sociais, Valores e Desigualdades<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Este Grupo de Trabalho (GT) acolhe trabalhos que explorem as interse\u00e7\u00f5es entre a Sociologia Econ\u00f4mica e a Sociologia da Moral, com foco em pr\u00e1ticas, valores e julgamentos que s\u00e3o constitutivos e moldam a vida cotidiana. Ser\u00e3o especialmente bem-vindas an\u00e1lises sobre moralidades econ\u00f4micas, conflitos normativos, finan\u00e7as cotidianas, consumo, trabalho, desigualdades e regimes de valora\u00e7\u00e3o. Neste sentido, o presente GT busca agregar tanto an\u00e1lises te\u00f3ricas quanto pesquisas emp\u00edricas que contribuam para os debates sobre as rela\u00e7\u00f5es entre as dimens\u00f5es econ\u00f4mica e moral do mundo social. Assim, interessa-nos refletir sobre como mercados e agentes econ\u00f4micos s\u00e3o permeados por disputas morais e sentidos sociais.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Elaine da Silveira Leite (UFPel); Marciele Agosta de Vasconcellos (UFPel);\u00a0Eduarda Marina Wiedemann (UFPel); Roberta Ness (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Virtual.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt9-em-meio-a-desidentidades-epistemologias-ontologias-e-ideologias-qual-e-o-papel-social-da-sociologia-afinal\/\"><strong>GT9: Em meio a (Des)identidades, Epistemologias, Ontologias e Ideologias: Qual \u00e9 o Papel Social da Sociologia afinal?<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/strong>Este GT tem por objetivo receber e selecionar propostas de trabalhos que discutam facetas do hist\u00f3rico, e mais que nunca atual, dilema das chamadas ci\u00eancias da sociedade \u2013 as ci\u00eancias sociais de um modo geral e, a sociologia, de modo espec\u00edfico \u2013 quanto ao seu estatuto, sua identidade e o seu papel na sociedade contempor\u00e2nea. A sociologia e, de certo modo as ci\u00eancias sociais, desenvolveu-se no decorrer do s\u00e9culo XIX e durante boa parte do s\u00e9culo XX buscando afirmar, por um lado, a sua cientificidade no escopo das demais disciplinas do conhecimento cient\u00edfico e, por outro lado, a sua necessidade de distinguir e validar as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de seu objeto de conhecimento a saber; o entrela\u00e7amento das dimens\u00f5es de subjetividade e de objetividade que constitui o fen\u00f4meno social. Entretanto, a sociologia parece n\u00e3o ter, at\u00e9 os dias de hoje, estabelecidos consensos m\u00ednimos quanto ao seu pr\u00f3prio papel social: oscila entre uma \u201cci\u00eancia branda\u201d e uma filosofia social; extravia-se em fragmentos epistemol\u00f3gicos de distintas tradi\u00e7\u00f5es, ao mesmo tempo em que desorienta-se entre excertos dispersos de ontologias inst\u00e1veis. Ao absorver o atual entorno da Ci\u00eancia do Social \u2014 marcado por pesquisas desprovidas de fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, por ideologias utopias e milit\u00e2ncias\/ativismos que desconsideram o rigor cient\u00edfico \u2014, parece faltar-lhe f\u00f4lego, como ocorre em outras \u00e1reas do conhecimento, para enfrentar as quest\u00f5es que emergem da pr\u00f3pria sociedade enquanto fen\u00f4meno.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>L\u00e9o Peixoto Rodrigues (UFPel)<strong>;\u00a0<\/strong>Lu\u00e3 Rodrigues Silveira (UFPel); Diego Queiroz (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>H\u00edbrido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt10-praticas-pedagogicas-e-experimentacoes-didaticas-no-ensino-de-ciencias-sociais\/\"><strong>GT10: Pr\u00e1ticas Pedag\u00f3gicas e Experimenta\u00e7\u00f5es Did\u00e1ticas no Ensino de Ci\u00eancias Sociais<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/strong>Este Grupo de Trabalho (GT) pretende reunir pesquisas, relatos de experi\u00eancia e reflex\u00f5es te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas sobre pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas e experimenta\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas voltadas ao ensino de Ci\u00eancias Sociais, sobretudo nos contextos da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e da forma\u00e7\u00e3o docente. Interessa-nos discutir como diferentes abordagens, estrat\u00e9gias e linguagens t\u00eam sido constru\u00eddas e efetivadas por professores(as) e pesquisadores(as) comprometidos(as) com uma abordagem cr\u00edtica, significativa e socialmente engajada. Ser\u00e3o bem-vindos trabalhos que versem acerca de pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas, sequ\u00eancias did\u00e1ticas, oficinas, projetos interdisciplinares e metodologias participativas, incluindo an\u00e1lises sobre os desafios e possibilidades do ensino, da aprendizagem e da avalia\u00e7\u00e3o em Sociologia, Antropologia e Ci\u00eancia Pol\u00edtica no Ensino Fundamental e M\u00e9dio. O GT busca debater e estimular experi\u00eancias concretas e reflex\u00f5es te\u00f3ricas sobre o ensino e a aprendizagem de conhecimentos sociol\u00f3gicos, considerando as desigualdades, diversidades e os desafios pol\u00edticos e estruturais presentes no cotidiano escolar e educacional do tempo presente. Priorizando um espa\u00e7o de di\u00e1logos, reflex\u00f5es e circula\u00e7\u00e3o de saberes, ambicionamos questionar limites e pensar coletivamente caminhos para um ensino de Ci\u00eancias Sociais cr\u00edtico, reflexivo e transformador. Ao valorizar a reflex\u00e3o sobre pr\u00e1ticas e a experimenta\u00e7\u00e3o did\u00e1tica, reafirmamos as Ci\u00eancias Sociais como \u00e1rea capaz de fomentar a imagina\u00e7\u00e3o sociol\u00f3gica, a leitura cr\u00edtica do mundo e a forma\u00e7\u00e3o de sujeitos(as) mobilizados(as) na dire\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Bernardo Mattes Caprara (UFRGS); Guilherme Maltez Souza (SESI\/Pelotas); Isabella Sales (UFRGS); Lucas Antunes Machado (UFBA).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>H\u00edbrido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt11-interseccionalidades-analise-critica-e-acao-social\/\"><strong>GT11: Interseccionalidades: An\u00e1lise Cr\u00edtica e A\u00e7\u00e3o Social<\/strong><\/a><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/strong>Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e discutir a interseccionalidade como uma teoria social cr\u00edtica em constru\u00e7\u00e3o, capaz de articular an\u00e1lise cr\u00edtica e a\u00e7\u00e3o social de forma mutuamente constitutiva. Entendemos a interseccionalidadecomo um campo din\u00e2mico, aberto a m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es e vocabul\u00e1rios \u2013 teoria, conceito, estrutura, dispositivo heur\u00edstico \u2013, cuja for\u00e7a reside justamente em sua plasticidade anal\u00edtica e em seu compromisso com a transforma\u00e7\u00e3o social. Partimos da premissa de que sistemas de opress\u00e3o n\u00e3o operam de maneira isolada, mas se coproduzem em contextos situados, por meio das articula\u00e7\u00f5es entre g\u00eanero, ra\u00e7a, classe, sexualidade, gera\u00e7\u00e3o, entre outras categorias. Nesse sentido, o GT se dedica a explorar como formas diversas de subordina\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia se entrela\u00e7am na produ\u00e7\u00e3o de desigualdades e nos modos de enfrentamento, tanto em pr\u00e1ticas acad\u00eamicas quanto em experi\u00eancias pol\u00edticas e coletivas. Ser\u00e3o acolhidos trabalhos que investiguem o uso da interseccionalidade na constru\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos sociais e na formula\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de a\u00e7\u00e3o, em campos como movimentos sociais, pol\u00edticas p\u00fablicas, epistemologias feministas e decoloniais e sociologia cr\u00edtica. Nosso objetivo \u00e9 fomentar um espa\u00e7o de di\u00e1logo entre pesquisadoras e ativistas comprometidos com os desafios \u00e9tico-pol\u00edticos e metodol\u00f3gicos da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento voltada \u00e0 justi\u00e7a social.<\/li>\n<li><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Marcus Vinicius Spolle (UFPel); Luciane Almeida (UFPel); Nikolas Konishi (UFPel); Johan Lose (UFPel).<\/li>\n<li><strong>Formato:\u00a0<\/strong>H\u00edbrido.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/grupos-de-trabalho\/gt12-racismo-branquitude-e-politicas-publicas-desafios-para-a-sociologia\/\"><strong>GT12: Racismo, Branquitude e Pol\u00edticas P\u00fablicas: Desafios para a Sociologia<\/strong><\/a><\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>Descri\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/strong>O campo das rela\u00e7\u00f5es raciais nas Ci\u00eancias Sociais, e na Sociologia especialmente, tem consolidado importantes contribui\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e emp\u00edricas no Brasil. No entanto, permanecem desafios significativos relacionados \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o das formas de manifesta\u00e7\u00e3o do racismo, assim como ao papel das institui\u00e7\u00f5es na reprodu\u00e7\u00e3o e no enfrentamento das desigualdades raciais. Este Grupo de Trabalho visa reunir pesquisadoras(es) interessadas(os) em discutir a perman\u00eancia e a transforma\u00e7\u00e3o das hierarquias raciais no pa\u00eds, com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0s articula\u00e7\u00f5es entre racismo, branquitude, movimento de mulheres, epistemologias negras e pol\u00edticas p\u00fablicas. O GT pretende tamb\u00e9m fomentar o di\u00e1logo entre pesquisadoras(es) de diferentes regi\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es, criando redes de troca e fortalecimento de agendas antirracistas no campo sociol\u00f3gico.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Coordena\u00e7\u00e3o: <\/strong>Mari Cristina de Freitas Fagundes (UFPel); Cyntia Barbosa Oliveira (UFRGS); Adriana de Souza Gomes (UFPel).<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Formato:\u00a0<\/strong>Virtual.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"notranslate\" style=\"all: initial;\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\ud83d\udd17 Clique no t\u00edtulo do GT para saber informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre sua programa\u00e7\u00e3o. GT1: Sociologia e di\u00e1logos interdisciplinares Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0N\u00e3o \u00e9 novidade que a Sociologia, enquanto campo aut\u00f4nomo da ci\u00eancia, tem dialogado, desde sua emerg\u00eancia, com uma s\u00e9rie de outras \u00e1reas do conhecimento cient\u00edfico, n\u00e3o se restringindo apenas ao debate entre disciplinas das ci\u00eancias humanas. Em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1472,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":6,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-46","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/46","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1472"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/46\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":347,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/46\/revisions\/347"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/9jornadabrasileiradesociologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}