{"id":95,"date":"2014-02-19T12:07:26","date_gmt":"2014-02-19T15:07:26","guid":{"rendered":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/?page_id=95"},"modified":"2014-07-27T13:26:59","modified_gmt":"2014-07-27T16:26:59","slug":"programacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/programacao\/","title":{"rendered":"A segunda temporada"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"256\" data-permalink=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/programacao\/segunda\/\" data-orig-file=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda.png\" data-orig-size=\"1366,354\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}\" data-image-title=\"segunda\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda-424x109.png\" data-large-file=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda-984x220.png\" class=\"alignnone  wp-image-256\" src=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda.png\" alt=\"segunda\" width=\"810\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda.png 1366w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda-212x54.png 212w, https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/files\/2014\/02\/segunda-424x109.png 424w\" sizes=\"auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>EIXO I &#8211; A problem\u00e1tica de quem narra<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O debate desse eixo foi calcado nas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es de vozes na literatura e no cinema e a sua implica\u00e7\u00e3o no que tange a composi\u00e7\u00e3o da obra e, por conseguinte, a produ\u00e7\u00e3o final da adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>1\u00ba ENCONTRO (03\/05\/14)<\/p>\n<p><strong><i>Mais estranho que a fic\u00e7\u00e3o (FOSTER, 2006)<\/i><\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Mais Estranho que a Fic\u00e7\u00e3o\" width=\"810\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vYIVb1_cSgs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><i>Mais estranho que a fic\u00e7\u00e3o<\/i> n\u00e3o \u00e9 uma tradu\u00e7\u00e3o de enredo liter\u00e1rio, por\u00e9m sua inclus\u00e3o na lista \u2013 e logo na abertura do projeto \u2013 \u00e9 justificada pelo trabalho que faz com a inser\u00e7\u00e3o de uma voz narrativa em terceira pessoa. O tom humor\u00edstico que o filme traz seria praticamente imposs\u00edvel de ser retratado na literatura, uma vez que a recorr\u00eancia desse tipo de voz narrativa implicaria, apenas, no usual narrador heterodieg\u00e9tico. Para se comparar essa composi\u00e7\u00e3o f\u00edlmica com o modo de compor da literatura n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio se ter uma obra em espec\u00edfico; o que est\u00e1 pautada aqui \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o da voz narrativa, em resposta ao narrador em terceira pessoa da literatura. Com essa perspectiva \u2013 frisando as peculiaridades de cada linguagem \u2013, trabalhou-se as possibilidades de voz narrativa na literatura e no cinema, levando para a discuss\u00e3o obras (liter\u00e1rias e cinematogr\u00e1ficas) que apresentam diferentes modos de narra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2\u00ba ENCONTRO (10\/05\/14)<\/p>\n<p>Obra escolhida por vota\u00e7\u00e3o: Mem\u00f3rias p\u00f3stumas (KLOTZEL, 2001)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>EIXO II &#8211; A desconstru\u00e7\u00e3o dos contos de fadas<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O objetivo desse eixo foi gerar o debate sobre a reciclagem ou hipertexto de obras liter\u00e1rias (mais precisamente, contos de fadas) presente em obras cinematogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>3\u00ba ENCONTRO (17\/05\/14)<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>Shrek terceiro (MILLER, 2007)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Shrek Terceiro - Trailer\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ev8N_mGPqCI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A escolha por reciclar elementos do universo fant\u00e1stico liter\u00e1rio \u00e9 muito comum em adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas. Em Shrek, por exemplo, v\u00e1rios cen\u00e1rios de outros universos, como o das hist\u00f3rias de Rapunzel, Branca de Neve, o Gato de Botas, etc, s\u00e3o incorporados para compor o contexto da narra\u00e7\u00e3o. Essa mescla de hist\u00f3rias paralelas modificadas transforma a obra em uma esp\u00e9cie de bastidor das narrativas origin\u00e1rias. A partir dessa leitura, o debate foi concebido sobre as modifica\u00e7\u00f5es feitas nos contos que a deram origem e o resultado (bem como as ferramentas para o processo) da transforma\u00e7\u00e3o dessas perspectivas\/leituras.<\/p>\n<p><a title=\"Curriculo Lattes\" href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/8072197385675534\" target=\"_blank\">Convidada: Profa. Dra. Daniele Gallindo<\/a><\/p>\n<p>4\u00ba ENCONTRO (24\/05\/14)<\/p>\n<p>Obra definida por vota\u00e7\u00e3o: Deu a louca na Chapeuzinho (EDWARS, 2005)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>EIXO III &#8211; A (re)leitura de personagens<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A proposta desse eixo era visualizar a cria\u00e7\u00e3o de um personagem, baseado em um perfil j\u00e1 presente em uma obra liter\u00e1ria. Dessa maneira, ao comparar vis\u00f5es diferentes sobre o mesmo personagem, a discuss\u00e3o pendeu para o debate acerca das leituras poss\u00edveis para determinado personagem e, com isso, o seu reflexo no produto final da adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>5\u00ba ENCONTRO (31\/05\/14)<\/p>\n<p><em><strong>Sherlock Holmes [com a adapta\u00e7\u00e3o Sherlock Holmes 2 (RITCHIE, 2012)]<\/strong><\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras - Trailer Teaser (legendado) [HD]\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z8QbU7t5cTA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><i>Sherlock Holmes<\/i> \u00e9 um personagem criado por Arthur Conan Doyle, presente em 60 de suas hist\u00f3rias. A proposta, ao traz\u00ea-lo para o debate, foi demonstrar como se d\u00e1 a re(composi\u00e7\u00e3o) de um personagem no processo de adapta\u00e7\u00e3o; de qual maneira se organiza a narrativa, de modo a configurar um personagem ricamente descrito em uma obra liter\u00e1ria. Durante a discuss\u00e3o, salientou-se os mecanismos liter\u00e1rios para compor o perfil psicol\u00f3gico de um personagem e de que maneira isso se d\u00e1 no cinema, com mais especificidade utilizando-se da personagem citada. Por apresentar tantos aspectos partid\u00e1rios sobre leituras de Sherlock Holmes, a vers\u00e3o escolhida para o debate \u00e9 a de Guy Ritchie, que trabalha o personagem em seu contexto original, utilizando-se das possibilidades encontradas nas leituras de Conan Doyle.<\/p>\n<p>6\u00ba ENCONTRO (07\/06\/14)<\/p>\n<p>Obra definida por vota\u00e7\u00e3o: Constantine (LAWRENCE, 2005)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>EIXO V &#8211; A representa\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios hist\u00f3ricos<\/strong><\/span><\/p>\n<p>7\u00ba ENCONTRO (14\/06\/14)<\/p>\n<p><em><strong>Netto e o domador de cavalos (RUAS, 2008)<\/strong><\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Netto e o domador de cavalos - Trailer Oficial\" width=\"810\" height=\"456\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZIpdO5vI00M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A obra f\u00edlmica de Tabajara Ruas, que expande a mais conhecida Lenda do Sul, de Jo\u00e3o Sim\u00f5es Lopes Neto, foi a escolhida, dentre outros motivos, pela situa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica das narrativas: Enquanto Sim\u00f5es publica Negrinho do Pastoreio no inicio do s\u00e9culo XX, Ruas rel\u00ea a mesma lenda um s\u00e9culo depois. Com essa perspectiva, esse eixo tem por norteadoras quest\u00f5es como: a influ\u00eancia do contexto na cria\u00e7\u00e3o da obra e, trazendo ao cerne da proposta, os reflexos dessa dist\u00e2ncia diacr\u00f4nica na composi\u00e7\u00e3o da obra cinematogr\u00e1fica adaptada.<\/p>\n<p>8\u00ba ENCONTRO (21\/06\/14)<\/p>\n<p>Obra definida por vota\u00e7\u00e3o: Os Miser\u00e1veis (HOOPER, 2013)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline\">EIXO IV &#8211; A configura\u00e7\u00e3o da identidade<\/span><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>9\u00ba ENCONTRO (05\/07\/14)<\/p>\n<p><em><strong>Deus da carnificina (POLANSKI, 2012)<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10\u00ba ENCONTRO (19\/07\/14)<\/p>\n<p><em><strong>O primeiro mentiroso (GERVAIS; ROBINSON, 2010)<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EIXO I &#8211; A problem\u00e1tica de quem narra O debate desse eixo foi calcado nas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es de vozes na literatura e no cinema e a sua implica\u00e7\u00e3o no que tange a composi\u00e7\u00e3o da obra e, por conseguinte, a produ\u00e7\u00e3o final da adapta\u00e7\u00e3o. 1\u00ba ENCONTRO (03\/05\/14) Mais estranho que a fic\u00e7\u00e3o (FOSTER, 2006) Mais estranho [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":355,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-95","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P6QAvF-1x","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/95","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/355"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95"}],"version-history":[{"count":23,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/95\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":257,"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/95\/revisions\/257"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/wp.ufpel.edu.br\/24framesdeliteratura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}