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  • Projeto GAMA divulga selecionados para Atividades de Reforço em Cálculo

    O Projeto GAMA: Grupo de Apoio em Matemática, mantido em parceria com o Instituto de Física e Matemática (IFM) e Pró-reitoria de Graduação (PRG) divulga a relação de acadêmicos selecionados para as Atividades de Reforço em Cálculo.

    Nesta edição foram oferecidas 240 vagas em seis turmas, sendo quatro delas aos sábados. Todos os acadêmicos inscritos foram contemplados e do total de vagas ofertadas, 189 foram ocupadas.

    A relação completa com os acadêmicos selecionados está disponível na página do Projeto GAMA: http://wp.ufpel.edu.br/projeto gama/

    Dúvidas podem ser esclarecidas através do email gama.ufpel@gmail.com

    O projeto GAMA, chamado inicialmente de Projeto Tópicos de Matemática Elementar: Matemática Básica – Iniciação ao Cálculo (TME) existe desde 2010, tendo como principal objetivo reforçar conceitos em matemática de ensino básico e superior, através de cursos preparatórios para o cálculo, atividades de reforço e de monitoria ao longo do semestre letivo. Com estas ações, pretende-se melhorar a aprendizagem de matemática nos cursos superiores da UFPel e, consequentemente, diminuir os índices de reprovação e evasão dos alunos participantes nas disciplinas iniciais de matemática. O projeto conta atualmente com 13 bolsistas de vários cursos da UFPel.

  • MANIFESTO SOBRE O MEIO AMBIENTE – DIA 05 DE JUNHO DE 2017

    SEMANA DO MEIO AMBIENTE TEXTO

    No dia 5 de Junho passado, dia que referencia o Meio Ambiente, reuniram-se
    professores e pesquisadores de universidades do Rio Grande do Sul que têm longa e particular
    atenção voltada para as questões que influenciam diretamente a natureza e as pessoas,
    monitorando e observando os efeitos diversos que lhe atingem mas, com principal foco no
    nosso estado e no Bioma Pampa. O objeto foi o debate e a elaboração do presente texto.
    Sabe-se que muitas destas questões têm pressupostos integrados e orientados pela
    lógica do mercado e do lucro, e que todas as análises feitas devem levar em conta o modo de
    produção que destrói o ser humano e a natureza. Nesta oportunidade foram reafirmados
    princípios e comprometimento com a existência humana e com a natureza.
    Entende-se que, gradativamente, as questões ambientais assumem as manchetes que
    há muitas décadas a imprensa lhes devem mas que são temas sempre relegados à espaços de
    “curiosidades” e não de centralidade da subsistência da própria espécie humana. Aliás, com
    frequência, observa-se o entendimento equivocado, mas repetidamente estimulado, de que o
    “homem” e “Meio Ambiente” são elementos dicotômicos, não coexistentes, pouco
    relacionados, numa lógica absurda e longe de qualquer realidade biológica; o que se passa
    com um afeta o outro direta ou indiretamente, quer em breve ou alongado período no tempo.
    Ambos compõem e são elementos integrantes do mesmíssimo espaço!
    O chamado “aquecimento global”, fenômeno mundial ainda pesquisado e controverso
    mas inequívoco nos seus efeitos e alterações, tem submetido a humanidade a vivências
    inusitadas e preocupantes. Não obstante, mesmo as diversas e graves catástrofes vivenciadas
    ainda não serviram de alertas e não conseguem refrear a sanha acumulativa empresarial ou
    sequer provocar reflexões de prudência e bom senso em muitos gestores públicos.
    Localmente tem-se o Rio Grande do Sul, e em particular o Bioma Pampa, submetidos
    aos mesmos tipos de processos exploratórios que já foram abandonados há décadas, tanto por
    sua extrema agressividade à natureza quanto às pessoas.
    As explorações minerárias, jornalisticamente ligadas ao progresso, desenvolvimento,
    respeito ambiental e social são, em verdade, extremamente agressivas ao Meio Ambiente e
    muitas não respeitam nada nem ninguém, tendo uma relação inversa ao propostos acima. É
    preocupante a revigorada investida deste setor, ainda mais com o apoio de poderes públicos,
    como é o caso do governo gaúcho.
    Os projetos e justificativas documentais gerados e apresentadas até o momento pelas
    próprias empresas, como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto sobre
    o Meio Ambiente (RIMA), têm se mostrado cientificamente errados, documentalmente
    equivocados, conceitualmente distorcidos, ambientalmente caóticos, além de uma absoluta
    desconsideração com os aspectos culturais e sociais dos gaúchos.
    Este é o caso do processo minerário que pretende escavar zinco, cobre, chumbo e ouro
    em cavas a céu aberto no município de Caçapava, especificamente em Minas de Camaquã. Seu
    EIA-RIMA foi detidamente analisado em reuniões com docentes da Universidade Federal de
    Pelotas/Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio Grande/Campus São Lourenço e
    Universidade Federal de Santa Maria/Pós-Graduação em Geografia.
    Entre outros tantos, este projeto desconsidera o fato que o local se enquadra como
    área de prioridade para preservação extremamente alta para o Ministério do Meio Ambiente e
    uma das quatro regiões prioritárias de proteção da Biodiversidade para o Rio Grande do Sul.
    Ademais, este mesmo Ministério recomenda (Fichas PP019, PP 023 e PP 025) como atividades
    essenciais o turismo e educação, além de indicar a mineração como uma ameaça.
    O projeto apresentado pela empresa Votorantim Metais Holding e a canadense
    “Iamgold” mostra uma rigidez locacional incompatível com a área afetada, num estudo
    apresentado sem respeito à sazonalidade do local, com amostragens de flora e fauna irrisórias
    ou mesmo inexistentes, como é o caso de desconsiderar por absoluto os impactos de
    explosões e poeiras sobre a biota.
    Esta é uma área única e especial para a criação e desenvolvimento da pecuária familiar
    sustentável, com um arranjo produtivo local qualificado de ovinos e turismo no país,
    considerada uma referência internacional e um patrimônio histórico e cultural do RS. Tal fato
    vai ao encontro dos interesses dos mercados mais exigentes!
    Estes pecuaristas familiares são considerados os povos tradicionais do Pampa, sujeitos
    a tratamento legal e protetivo diferenciado, assim como um patrimônio imaterial nos termos
    da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
    As formações rochosas desta região, denominadas de Guaritas, são consideradas uma
    das Sete Maravilhas do RS, integrando um seleto grupo de apenas 25 territórios mundiais
    sustentáveis perante a “World Famous Montains Association”, organização com sede na China
    e vinculada à “United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization” (UNESCO).
    Entende-se que este modelo de sucesso da agricultura familiar na Serra do Sudeste
    deve ser reproduzido em outras regiões pampeanas, não se aceitando, como desejam
    exclusivamente os interesses particulares empresariais ou o apoio equivocado de prefeituras e
    do governo gaúcho, uma alteração da matriz produtiva de agropastoril para minerária!
    Também fica aqui expresso o desacordo com as ações do Palácio do Piratini nesta área
    do Meio Ambiente, mais especificamente com a atitude de extinção de entidades fundacionais
    do RS, como foi o caso da Fundação Zoobotânica. Ainda os cortes de orçamento em ciência e
    tecnologia, tanto em nível nacional quanto estadual, têm forte impacto negativo, como é o
    caso do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), estabelecido para criar as bases
    científicas necessárias para atender objetivos como as metas da Convenção da Diversidade
    Biológica.
    A reativação da exploração do carvão para a obtenção de energia é ilógica, uma vez
    que este mineral no RS apresenta altas cargas de poluentes, como é o caso de compostos
    derivados de enxofre e nitrogênio, e cuja queima gera expressivas quantidades de perigosos
    poluentes na atmosfera. Por conta desta atividade já foram registrados cursos de água com pH
    4,5 na região em torno da cidade de Bagé, fato alarmente pois o ideal para consumo humano
    encontra-se entre pH 6.0 e 7.5. É ilusório imaginar que “novas tecnologias” ou “altas filtragens”
    poderão impedir a contaminação atmosférica e das pessoas.
    Também preocupante é o plantio de sementes transgênicas, num descontrole que o
    próprio governo gaúcho não sabe informar a extensão cultivada ou seu percentual com
    alterações gênicas.
    Segundo o sítio da Emater tem-se aproximadamente 6,5 milhões de hectares ocupados
    com diferentes grãos no RS (soja, arroz, milho, feijão) onde a soja ocupa a grande parte, numa
    produção calcada em venenos potentes, responsáveis por alterações cromossômicas, mal
    formações fetais, alergias, intoxicações, mortes prematuras, cânceres, internações
    hospitalares, entre outros.
    A soja transgênica avança de forma descontrolada gerando grave degradação
    ambiental no Bioma Pampa, ocupando e alterando negativamente áreas anteriormente
    empregadas para a pecuária, impondo o recuo desta atividade que é um dos mais fortes
    símbolos do RS: o gaúcho e suas lidas! Em passado recente esta imagem já sofreu forte
    impacto quando, através de intensa propaganda enganosa, a população foi induzida a
    acreditar que as imensas lavouras de eucaliptos trariam desenvolvimento e riquezas mas que,
    entre outros e na realidade, foram plantadas em locais com qualidade para a produção de
    alimentos, fato que prejudicou a agricultura familiar, gerando afastamento do homem no
    campo e do campo.
    A bem da verdade, a agricultura vem sofrendo nos últimos anos forte alteração de
    propósito e metas, quando o “agrobusiness” impõe uma visão onde “alimento” transformouse
    em “commodity”, metas de lucros valem mais que pessoas e o enriquecimento de uns
    poucos é alardeado como vantagem de muitos. Como se apresenta, este “negócio” é a
    continuidade de um projeto de “Brasil colônia”, exatamente porque promove a exportação de
    produtos primários e sem qualquer valor agregado e, no caso de sementes, inclusive com o
    envio para outros países de grandes quantidades de água. O que resta ao brasileiro/pampeano
    é o desemprego, solo degradado e Meio Ambiente desequilibrado. A geração de empregos de
    qualidade e acúmulo de lucros ocorrem sempre no exterior, deixando muitos dos nossos
    estudantes egressos das universidades sem mercado de trabalho.
    As empresas exploradoras não dialogam com a sociedade, sempre preferindo reuniões
    fechadas com políticos ou empresários e as audiências públicas só teatralizam espaços de
    trocas de informações mas não promovem o necessário e real debate ou respeito coletivo, só
    dando três minutos de fala a cada cidadão e horas para as empresas. As apresentações
    distorcidas e longe da realidade destas teatrais assembleias são notórias e inquestionáveis.
    Entretanto, entre todos os problemas que vivenciamos, não restam dúvidas de que a
    água é um dos temas mais centrais.
    71% da superfície do planeta é coberta por água salgada, tem-se somente 3% de água
    doce, da qual 2% encontram-se em geleiras e 1% em rios, lagos e lençóis subterrâneos, sendo
    somente 10% deste 1% é potável. Entretanto, por um lado ela é desfrutada com princípios e
    lógicas medievais e como um bem inesgotável e, por outro, têm seus mananciais disputados
    com conflitos bélicos entre alguns países.
    Há décadas tem-se imagens do agreste nordestino mostrado em pessoas na extrema
    pobreza, precocemente envelhecidas, crianças famintas e tendo que caminhar quilômetros
    para conseguir um mínimo de água. A paisagem tórrida com esqueletos de animais ou urubus
    que se alimentam da carniça são registradas com “insensível naturalidade” por
    telespectadores. A política de perfuração de poços só serviu como tática eleitoreira e para
    beneficiar espertalhões.
    Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais ainda tentam se recuperar de
    crise hídrica que castigou severamente a população urbana e rural. Mesmo este fenômeno
    climático tendo sido previsto com 10 anos de antecedência, as ações públicas sempre surgem
    de forma tardia e equivocada.
    Estas crises hídricas não são mais compreendidas como problemas “regionais” e não se
    circunscrevem a estados ou microrregiões. Hoje entende-se a tremenda importância dos
    “cursos de água atmosféricos” (“rios voadores”), massas de ar carregadas de vapor de água e
    propelidas por ventos. A sua dinâmica de distribuição é 10 mil vezes mais rápida que as
    correntes oceânicas, manifestando-se em forma de chuva, neve, granizo e nevoeiro. Estes “rios
    voadores” passam sobre nossas cabeças, comprovando que a Bacia Amazônica está “aqui ao
    lado”, pois é desta que chega parcela de umidade que ajuda a irrigar o Sudeste, Centro-Oeste e
    nosso Sul do Brasil. Ou seja, é ilusório pensar que o criminoso desmatamento da Floresta
    Amazônica não nos atinge, motivo pelo qual critica-se a Medida Provisória (MP) 756 que retira
    a proteção sobre 588,5 mil hectares de florestas na Amazônia. Ainda como atitude criticável
    tem-se a MP 758 que diminui em 20% o Parque Nacional de São Joaquim (SC), um dos
    principais refúgios da biodiversidade da Mata Atlântica na região sul.
    Para além, deve-se zelar pela qualidade da água e sua potabilidade, ou seja, água livre
    de agentes que possam ocasionar doenças e possível de ser bebida por homens e animais.
    Publicação da Embrapa (Panorama da Contaminação Ambiental por Agrotóxicos e
    Nitrato de origem Agrícola no Brasil: Cenário 1992/2011) informa que “estudos realizado por
    Mattos et al. (2002) têm mostrado a presença de glifosato em lavouras de arroz irrigado com
    água proveniente da Lagoa Mirim em concentrações acima de 7 μg L-1
    , valor máximo permitido
    pela Agência de Proteção Ambiental Americana (USEPA)”. Entretanto, este valor é maior que o
    volume normal circulante de 0,31 a 1,52 μg L-1
    de progesterona durante fase folicular para a
    mulher, ou seja, estas estão expostas a uma concentração de tóxicos bem superior que alguns
    dos seus próprios hormônios (para este caso em até 4,6 vezes mais). No mesmo sentido, e com
    ênfase, publicações indicam que o glifosato induz o crescimento de células cancerosas em
    mamas da espécie humana via receptores de estrogênio.
    Adiante, o mesmo trabalho da Embrapa cita que “na planície costeira externa e
    fronteira oeste do Rio Grande do Sul, no período 2007/2008, encontraram resíduos de 3
    hidroxi-carbofurano, clomazona, cialofope butílico, 2,4-D, azoxistrobina, bentazona,
    difenoconazol, edifenfós, etoxissulfurom, fipronil, glifosato, imazetapir, mancozebe,
    oxadiazona, oxifluorfen, penoxsulam, propanil, tebuconazol, tetraconazol, tiabendazol,
    tiobencarbe”. Também informa que “resíduo do herbicida 2,4-D também foi detectado em uma
    área piloto (AP) da Produção Integrada de Arroz (PIA), localizada na Fronteira Oeste do Rio
    Grande do Sul na safra agrícola de 2006/2007, na concentração de 0,001 mg kg-1 de solo”.
    Em assim sendo, e não por acaso, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) cita o RS como
    o estado no Brasil com a maior taxa de mortalidade de câncer e, em 2013, foram 186 homens
    e 140 mulheres mortos para cada grupo de 100 mil habitantes de cada sexo, sendo que a
    maioria dos pacientes vêm da área rural. O Brasil é o líder mundial no consumo de agrotóxicos
    desde 2009 e, em 2016, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) calculou que o
    brasileiro consumia até 12 litros de agrotóxico por ano.
    Como têm-se vários venenos agrícolas dispersos na natureza em quantidades
    elevadíssimas, por lógica faz-se obrigatório inferir que o impacto destes agrotóxicos sobre as
    abelhas e outros insetos que proporcionam serviços fundamentais à natureza e às pessoas são
    devastadores.
    De tal forma, diante de tantos problemas, resta-nos o trabalho incessante e
    permanente no alerta de questões que impactam o Meio Ambiente.
    Entende-se, enfim, que a principal, senão a única opção para a salvaguarda de um
    futuro com melhor qualidade para todos nós, resida no apoio e qualificação da agricultura
    familiar.
    É fundamental que este agricultor receba estímulos diferenciados e não o abandono
    constatado, para que continue produzindo alimentos com qualidade e livre de venenos
    agrícolas. Ele deve ser orientado, estimulado e apoiado na preservação de nossas nascentes e
    “olhos de água”, evitando que estas sofram deterioração mediante desmatar ou pisotear do
    gado. As estradas que lhes atendem devem ser recuperadas e preservadas, facilitando o
    escoamento da sua produção agrícola. Preservação e recuperação de matas ciliares, postos de
    saúde, escolas, oportunidades de cultura e lazer devem estar sempre na mira dos gestores
    públicos.
    O tempo de refletir já passou há muito, restando-nos pouco tempo para agir.
    O Meio Ambiente exige atenção diferenciada e redobrada pois há muito as pessoas
    vêm sofrendo severos impactos sem que sequer percebam a gravidade da nossa situação.
    Se nosso futuro está ameaçado, também é inequívoco que nosso presente está
    severamente degradado e não podemos fugir da responsabilidade de garantir qualidade de
    vida para as gerações presente e futura.
    ASSINAM ESTA MANIFESTAÇÃO
    1. Conselho Departamental do Instituto de Biologia / UFPel
    2. Instituto de Biociências – UFRGS
    3. Prof. Dr. Althen Teixeira Filho – UFPel – Diretor do Instituto de Biologia
    4. Prof. Dr. Marco Gottschalk – UFPel – Vice-Diretor do Instituto de Biologia
    5. Profa. Dra. Jaqueline Durigo – FURG – Campus São Lourenço do Sul
    6. Profa. Dra. Jane Pereira – UNIPAMPA – Campus de São Gabriel
    7. Prof. Dr. Carlos Alberto da Fonseca Pires – UFSM – Departamento de Geociências
    8. Prof. Dr. Daniel Loebmann – FURG – Diretor do Instituto de Ciências Biológicas
    9. Profa. Dra. Anabele Deble – URCAMP – Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e
    Tecnologia em Gestão Ambiental
    10. Prof. Dr. Edison Zefa – UFPel – Curso de Licenciatura e Bacharelado em Ciências
    Biológicas e Engenharia Ambiental e Sanitária

  • Projeto GAMA abre inscrições para Atividades de Reforço em Cálculo Diferencial, com turmas de Limites, Derivadas e Integrais

    O projeto GAMA: Grupo de Apoio em Matemática, mantido em parceria com o IFM – Instituto de Física e Matemática e PRG – Pró-reitoria de Graduação, está abrindo inscrições para as Atividades de Reforço em Cálculo:

    Módulo II – Limites de funções reais de uma variável real
    Módulo III – Derivadas de funções reais de uma variável real
    Módulo IV – Integrais de funções reais de uma variável real

    Para o módulo de limites, serão oferecidas duas turmas, cada uma com 40 vagas, nos seguintes dias e horários:

    Turma 1 – Terça-feira e quarta-feira das 17:00 às 19:00.
    Local: Sala 415 – Campus ANGLO (INÍCIO 11/07)
    Turma 2 – Sábado das 14:00 às 18:00.
    Local: Sala 206 – Campus II – Rua Almirante Barroso, 1202 – Centro (INÍCIO 15/07)
    Para o módulo de derivadas, serão oferecidas três turmas, cada uma com 40 vagas, nos seguintes dias e horários:
    Turma 1 – Segunda-feira das 14:00 às 18:00.
    Local: Sala 14 – Rua Almirante Barroso, 1734 – Centro (INÍCIO 10/07)
    Turma 2 – Sábado das 08:00 às 12:00.
    Local: Sala 205 – Campus II – Rua Almirante Barroso, 1202 – Centro (INÍCIO 15/07)

    Turma 3 – Sábado das 14:00 às 18:00.
    Local: Sala 205 – Campus II – Rua Almirante Barroso, 1202 – Centro (INÍCIO 15/07)

    Para o módulo de integrais, será oferecida uma turma, com 40 vagas, no seguinte dia e horário:

    Turma 1 – Sábado das 08:00 às 12:00.
    Local: Sala 206 – Campus II – Rua Almirante Barroso, 1202 – Centro (INÍCIO 15/07)

    A duração de cada módulo será de três semanas e os participantes que obtiverem pelo menos 75% de frequência terão direito a um certificado de 12 horas.

    O coordenador do projeto GAMA, professor Cícero Nachtigall, ressalta que esta ação visa potencializar o aprendizado nos conteúdos de limites, derivadas e integrais de funções reais de uma variável real através de revisão da parte teórica e aulas de exercícios. Este conceitos, segundo ele, pertencem a grande parte de disciplinas de cálculo ministradas para alunos de primeiro semestre em aproximadamente 30 cursos da UFPel.

    Para Nachtigall, as atividades do GAMA (Cursos, Monitorias e Atividades de Reforço em Cálculo) representam um grande esforço no sentido de apoiar os alunos dos primeiros semestres que apresentam dificuldades no aprendizado em cálculo, e assim propiciar melhores condições de permanência e avanço destes alunos em seus cursos.

    Uma característica importante desta ação do Projeto GAMA, segundo o coordenador, é o envolvimento de vários professores colaboradores que se revezam para acompanhar presencialmente todas as aulas das Atividades de Reforço em Cálculo, que são ministradas por bolsistas do projeto. O oferecimento de várias turmas, muitas aos sábados (manhã e tarde), também é um diferencial do GAMA, segundo ele, pois isto permite a participação de mais alunos interessados.

    As inscrições vão de 03/07/17 até 05/07/17 e a relação de alunos contemplados será divulgada no dia 07/07/17.

    Inscrições e maiores informações podem ser obtidas na página do Projeto GAMA: http://wp.ufpel.edu.br/projeto gama/

  • Projeto GAMA seleciona bolsistas

    O Projeto GAMA: Grupo de Apoio em Matemática, mantido em parceria com o Instituto de Física e Matemática (IFM) e Pró-reitoria de Graduação (PRG) divulga abertura de edital para seleção de bolsistas.

    As inscrições vão até sexta-feira (02/06) às 16hs e podem ser realizadas na página do Projeto GAMA: http://wp.ufpel.edu.br/projetogama/

    A prova será realizada no dia 02/06 as 19hs.

    O coordenador do projeto, professor Cícero Nachtigall, ressalta que o projeto GAMA é considerado um projeto estratégico da UFPel e em 2017 contará com 13 bolsistas. Ele lembra ainda que a atuação no projeto GAMA, na qualidade de bolsista, é uma ótima oportunidade de aprendizado na área de matemática e uma excelente oportunidade de contato com a prática docente, especialmente para acadêmicos de cursos de exatas e engenharias.

    Dúvidas podem ser esclarecidas através do email gama.ufpel@gmail.com

    O projeto GAMA, chamado inicialmente de Projeto Tópicos de Matemática Elementar: Matemática Básica – Iniciação ao Cálculo (TME) existe desde 2010, tendo como principal objetivo reforçar conceitos em matemática de ensino básico e superior, através de cursos preparatórios para o cálculo, atividades de reforço e de monitoria ao longo do semestre letivo. Com estas ações, pretende-se melhorar a aprendizagem de matemática nos cursos superiores da UFPel e, consequentemente, diminuir os índices de reprovação e evasão dos alunos participantes nas disciplinas iniciais de matemática. O projeto conta atualmente com 13 bolsistas de vários cursos da UFPel.

  • Evento da Semana do Meio Ambiente

    O Instituto de Biologia convida a todos para a palestra “A Mineração e o Meio Ambiente“, a ser proferida pelo Prof. Dr. José Domingues Godoi Filho, da Universidade Federal do Mato Grosso. A atividade será realizada no dia 07 de junho de 2017, quarta-feira, com início às 18h no Auditório da Faculdade de Direito da UFPel. Contamos com sua participação.

     

  • EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO AO TRABALHO

    O Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas torna público que estão abertas inscrições para a seleção de bolsista no âmbito do “Programa de Bolsas Acadêmicas – PBA – Bolsas de Iniciação ao Trabalho”, de acordo com a resolução nº 05, de 03 de abril de 2014, do COCEPE para vaga no Colegiado dos Cursos de Ciências Biológicas. Para ter acesso ao edital clique no link EDITAL-BOLSISTA-2017.

  • Palestra “Manejo e Conservação de Recursos Naturais e Biodiversidade: Um Esforço Transdisciplinar”

    Convidamos a todos a participarem da palestra “Manejo e Conservação de Recursos Naturais e Biodiversidade: Um Esforço Transdisciplinar” ministrada pela MSc. Biól. Camila Alvez Islas, Doutoranda em Ecologia na UNICAMP.

    Data e horário: 20 de julho de 2016, quarta-feira – 14 horas

    Local: Sala 06, prédio 22 (Dep. Botânica), Instituto de Biologia, Campus Capão do Leão, UFPelCartaz

  • Esclarecimento sobre o regime de trabalho dos servidores Técnicos Administrativos do Instituto de Biologia

                   Tendo em vista manifestação ocorrida no último debate das eleições para Reitor, quando um dos candidatos asseverou que os técnicos administrativos do Instituto de Biologia exercem suas atividades em turnos de 30 horas semanais, vimos informar que:

    1.      Tal afirmação não corresponde à realidade dos fatos pois os servidores do IB cumprem 40 horas semanais, salvo caso excepcional previsto em lei.

    2.      Todos os chefes de departamentos encaminham, rotineiramente, a chamada “presença cheia” que são ratificadas pela assinatura da direção.

    3.      Defende-se que cada candidato tem o direito de apresentar e defender seus princípios, entretanto, sugere-se moderação e prudência nas colocações, ainda mais quando envolver outras unidades ou pessoas.

                   Sendo o que se tinha.

                   Cordialmente.

                   Prof. Dr. Althen Teixeira Filho

                   Diretor do Instituto de Biologia