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    Notícias
  • Palestra “Manejo e Conservação de Recursos Naturais e Biodiversidade: Um Esforço Transdisciplinar”

    Convidamos a todos a participarem da palestra “Manejo e Conservação de Recursos Naturais e Biodiversidade: Um Esforço Transdisciplinar” ministrada pela MSc. Biól. Camila Alvez Islas, Doutoranda em Ecologia na UNICAMP.

    Data e horário: 20 de julho de 2016, quarta-feira – 14 horas

    Local: Sala 06, prédio 22 (Dep. Botânica), Instituto de Biologia, Campus Capão do Leão, UFPelCartaz

  • Esclarecimento sobre o regime de trabalho dos servidores Técnicos Administrativos do Instituto de Biologia

                   Tendo em vista manifestação ocorrida no último debate das eleições para Reitor, quando um dos candidatos asseverou que os técnicos administrativos do Instituto de Biologia exercem suas atividades em turnos de 30 horas semanais, vimos informar que:

    1.      Tal afirmação não corresponde à realidade dos fatos pois os servidores do IB cumprem 40 horas semanais, salvo caso excepcional previsto em lei.

    2.      Todos os chefes de departamentos encaminham, rotineiramente, a chamada “presença cheia” que são ratificadas pela assinatura da direção.

    3.      Defende-se que cada candidato tem o direito de apresentar e defender seus princípios, entretanto, sugere-se moderação e prudência nas colocações, ainda mais quando envolver outras unidades ou pessoas.

                   Sendo o que se tinha.

                   Cordialmente.

                   Prof. Dr. Althen Teixeira Filho

                   Diretor do Instituto de Biologia

  • EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO AO TRABALHO

    O Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas torna público que estão abertas inscrições para a seleção de bolsistas no âmbito do Programa de Bolsas Acadêmicas/2016, modalidade Bolsas de Iniciação ao Trabalho, de acordo com a resolução nº 05 de abril de 2014, do COCEPE.

    EDITAL BOLSISTA

  • Semana do Meio-Ambiente

    Semana do Meio Ambiente 2016

                    Entramos numa semana durante a qual o “meio ambiente” deveria estar no centro de nossas atenções. Contudo, parcela expressiva da população não tem noção e não é devidamente alertada sobre esse tema fundamental que já trata da própria subsistência da espécie humana.

                   Há muito tem-se várias entidades e pessoas de projeção, alertando sobre uma cadeia de ocorrências que afetam o clima de forma dramática e inegável, fazendo-nos perguntar se, afinal, tem-se ou não o “aquecimento global”?

                   A resposta é “sim”!

                   A situação alarmante, como asseverado acima, não é repassada às populações ao redor do planeta que, não sendo devidamente esclarecidas e orientadas sobre essa devastadora alteração, não se mobilizam ou atuam como o fato exige.

                   Não se nega aqui a periodicidade de alternância climática planetária, entretanto outra pergunta chave é “se o atual pico inimaginável e expressivo de calor ocorrido na última década, traz ou não consigo perigos para a harmonia do planeta?” E mais, pode-se dizer que a terra está “adoentada”, “febril” ou, como se diz, tem-se o “aquecimento global”?

                   A resposta é outro inegável “sim”!

                   Deve-se refletir que cada espécie animal tem a sua temperatura característica e casos de elevação denominam-se de “febre”. Existem febres que não são preocupantes, outras requerem cuidados especiais e algumas exigem internações hospitalares! Se analisado sob esse aspecto, pode-se afirmar que nosso orbe está inegavelmente “febril”, num diagnóstico que se baseia em vários sintomas, alguns deles oriundos do “site” da NASA (Estados Unidos), advertindo e salientando para os seguintes pontos.

                   Inicialmente é que as reconstituições térmicas da superfície terrestre mostram que houve um aquecimento desde o ano 1880, sendo mais expressivo a partir do início de 1970, mas os 10 anos mais quentes ocorreram nos últimos 12 anos. Mesmo considerando que os “anos 2000” testemunharam um declínio das emissões solares, com um incomum decréscimo de sua atividade entre 2007-2009, as temperaturas da superfície terrestre continuaram aumentando.

                   Dados da NASA mostram que na Groenlândia as camadas de gelo diminuíram de 150 a 250 km/cúbicos por ano entre 2002 e 2006, enquanto a Antártica perdeu ao redor de 152 km/cúbicos entre 2002 e 2005. O gelo Ártico tem diminuído rapidamente nas últimas décadas e, da mesma forma, os glaciais (depósitos de neves que, descongelando, formam rios gelados) estão se reduzindo ao redor do mundo, incluindo os Alpes, Himalaia, Andes, Alasca, África e Montanhas Rochosas.

                   Além do registro de recorde de altas temperaturas, também o número e intensidade de eventos climáticos catastróficos têm aumentado, com tempestades, secas e incêndios.

                   O nível dos oceanos aumentou 17 cm nos últimos cem anos. Entretanto, a média na última década é aproximadamente o dobro desse mesmo período, ou seja, a velocidade das alterações aumentou de forma alarmante. Nossos mares também têm absorvido o calor registrado, sendo que na superfície a temperatura aumentou 0,17o Célsius a partir de 1969. Desde o início da revolução industrial a acidez dos mares aumentou em 30%, podendo parecer pouco mas são aumentos substanciais para a Biota marinha.

                   Após tais considerações é de se perguntar: todos estes fatos são ocasionais? Seriam, por acaso, acontecimentos isolados sem qualquer conexão entre si? Tudo isto é fortuito?

                   Agora a resposta é “não”!

                   Há muito entende-se que tudo está conectado e que se deve atuar no sentido de conscientizar a população do extremado perigo a que estamos submetidos. Estando ou não numa linha fronteiriça que definirá se poderemos reverter os efeitos do aquecimento global, o fato é que a situação é gravíssima e todos devem atuar em conjunto. A situação deve ser enfrentada por todos.

                   Sabe-se que as reservas naturais do Brasil (metais preciosos, solo fértil, índice de insolação, grandes reservas hídricas, entre outros) são expressivas e estão na mira de muitos países e empresas particulares, sendo impossível tratar de tudo num texto breve.

                   Entretanto, não se pode deixar de falar sobre a destruição de florestas para fins comerciais. Se contabilizado, as emissões desta destruição corresponde a 20% daquela registrada pelo sistema de transporte (queima de petróleo). Com o objetivo de “economizar” nos processos de desflorestamento, as empresas e plantadores em geral promovem a queima de milhares de hectares, sendo que a destruição global de dois anos corresponde a uma área equivalente ao tamanho da Alemanha.

                   Sob este aspecto, a Amazônia é o grande exemplo brasileiro, pois está sendo arrasada, somente para que o agronegócio predador acrescente mais lucro nas contas de uns poucos.

                   Localmente o nosso Bioma Pampa também é agredido e, numa situação alarmante, o desaparecimento de abelhas é incontestável, gerando preocupações não só para os apicultores mas para todos, já que esses insetos são responsáveis por aproximadamente 80% da polinização, ou seja, atuam na geração de frutos e grãos para as espécies humana e animal. Polinização significa a garantia da perpetuação da espécie de determinadas plantas. Desta forma as abelhas são a chave, a base principal para uma produção rentável.

                   Entretanto, a exploração de imensas áreas para as monoculturas (soja, milho), aplicam-se doses elevadíssimas de venenos que vêm dizimando não só as abelhas mas também envenenando os gaúchos, que já estariam expostos a uma quantidade de venenos calculada em aproximadamente 7 litros/pessoa/ano. Também a transgenia, da forma irresponsável como é desenvolvida, estaria interferindo negativamente na qualidade de vida de todos nós, muito embora existam políticos que criem projetos de lei para retirar o indicativo desse veneno no rótulo dos produtos.

                   Embora pareça algo distante, o cuidado com o meio ambiente começa dentro da casa de cada um, sendo importantíssimo o devido cuidado com o lixo, entre outros tantos exemplos. Esse é um tema que responsabiliza todos nós, não sendo adequado imaginar que o poder público irá resolver o problema isoladamente.

                   Precisamos agir isoladamente e em conjunto!

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    Aproveitamos para convidá-los para uma mesa redonda intitulada “Serviços Ambientais da Fauna” que ocorrerá no dia 08 de junho de 2016, às 12h45, na sala 06 do prédio 22, IB, Campus Capão do Leão.

  • 13344592_1398618830155631_8663933404302824844_nNa próxima quinta feira, dia 02 de junho, às 19 horas, irá acontecer a palestra “Como enxergar sem ver – Experiência de uma aluna de Biologia da PUC-RJ”. Será proferida pela Eduarda Emerick, no Museu do Doce da UFPEL, também conhecido por Casarão 8, na Praça Cel. Pedro Osório.

    Este evento é patrocinado pelo PIBID Biologia/UFPEL, com o apoio do Centro Acadêmico de Ciências Biológicas.

    A aluna do Curso de Ciências Biológicas irá palestrar sobre suas vivências enquanto deficiente visual, para cursar o Ensino Superior. A temática da inclusão, embora prevista na legislação, ainda desafia as instituições, tanto que se refere a questões de infraestrutura e acessibilidade, quanto e, principalmente, nas pedagógicas, tendo em vista ainda não contarmos com suficientes recursos, metodologias e materiais adaptados que possibilitem a estes estudantes o pleno acesso ao seus direitos de aprendizagem e pertencimento.

    Desta forma, convidamos professores, alunos e comunidade em geral, para debater este tema, fundamental e necessário.

  • Vacinação contra caxumba

    A Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia está promovendo uma campanha de vacinação contra caxumba para a comunidade da UFPel. No dia 24 de maio, no período da tarde, haverá uma equipe de vacinação na Faculdade de Agronomia. Também haverá vacinação no Instituto de Biologia, no dia 1º de junho durante a tarde, na sala de reuniões do IB, prédio 17, Campus Capão do Leão.

  • Laboratório de Informática da Graduação

    Informamos que o Laboratório de Informática da Graduação (LIG) do IB está com suas atividades temporariamente suspensas em função de estarmos instalando novos equipamentos e revitalizando sua estrutura.

  • Estudantes do IB auxiliam na revitalização do Horto Botânico Irmão Teodoro Luis

    Com Intuito de integrar os estudantes dos cursos de Biologia, professores e funcionários, realizaremos um encontro no próximo dia 17/04/2016 (Domingo) para uma atividade conjunta com a finalidade de auxiliar na revitalização do Horto Botânico Irmão Teodoro Luís, com saída ás 08:00h em frente a casa dos estudantes.

  • Apresentação de TCCs – Especialização em Educação Ambiental

    Convidamos a comunidade do Instituto de Biologia a prestigiar a apresentação dos TCCs da primeira turma de Especialização em Educação Ambiental com ênfase em espaços educadores sustentáveis, que ocorrerá em forma de apresentação de banner, nos corredores dos prédios 18 e 25 – Microbiologia e Parasitologia, no dia 1º de abril, entre 9 e 11 h.

  • Aedes aegypti e a transmissão do Zika vírus e da Dengue

                   O surgimento de várias epidemias no Brasil tem ocasionado uma série de apreensões e medos justificados. A difusão rápida, desprovida de fundamentos compreensíveis e análises coerentes não colabora com o exigido esclarecimento que a população e mesmo o ambiente universitário exigem.

                   Quais são as probabilidades de contaminação que cada cidadão apresenta? Quais são os vetores (transmissores) ou forma de transmissão de uma e de outra doença? O vírus Zika é o único causador das microcefalias? Ou, por acaso, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) teria razão de alertar sobre os altíssimos índices de agrotóxicos e inseticidas a que o brasileiro está submetido?

                   O que seria mais indicado: pulverizar com inseticidas áreas de risco; conscientizar a população sobre questões de limpeza pública; responsabilizar a prefeitura por saneamento básico; desenvolver todas as ações em conjunto?

                   Para que se responda com tranquilidade sobre essas e outras tantas questões, o Instituto de Biologia e as Faculdades de Enfermagem e de Medicina estarão promovendo uma mesa redonda intitulada Aedes aegypti e a transmissão do Zika vírus e da Dengueno próximo dia 31 março (Quinta-feira), às 18 horas, no auditório da Faculdade de Direito. Nesta oportunidade teremos professores da UFPel e outros convidados debatendo sobre esse tema tão crucial, oportunizando que os presentes possam apresentar seus questionamentos sobre essas epidemias.

    A entrada será franca e aberta para a população em geral.